Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Grupo Solverde apresentou uma queixa criminal contra Ana Gomes, alegando que as declarações da ex-eurodeputada atentaram contra o bom nome e reputação da empresa. A controvérsia surgiu após Ana Gomes ter enviado uma denúncia ao Ministério Público sobre os casinos, referindo-se a um suposto envolvimento do primeiro-ministro com setores vulneráveis à lavagem de dinheiro.
    • Luís Montenegro, atual primeiro-ministro, enfrenta críticas relacionadas à empresa Spinumviva, com uma sondagem indicando que a maioria dos inquiridos não está satisfeita com a sua gestão do caso. No entanto, a apresentação de uma moção de confiança conta com o apoio de 52,2% dos entrevistados e Montenegro continua a ser preferido como primeiro-ministro por uma maioria significativa.
    • A dissolução do parlamento está marcada para 19 de março, com efeito a partir de 20 de março, na sequência da queda do governo. Este movimento partiu da decisão de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, que optou por avançar para eleições para resolver o impasse político. As eleições estão marcadas para 18 de maio.
    • António Vitorino sublinhou a importância de campanhas eleitorais esclarecedoras. Pediu que a comunicação política fosse feita com argumentos e dentro do espírito do diálogo democrático, para permitir aos portugueses fazer escolhas informadas nas próximas eleições. Importa que os partidos se esforcem por apresentar soluções concretas e de interesse público nas suas campanhas.

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    Miguel Pinto Luz: “Não antecipamos cenário de maiorias à direita. Todos os cenários que a AD tem em cima da mesa são de vitória”

  • António Vitorino: campanhas devem ser esclarecedoras com argumentos

    O socialista António Vitorino considerou hoje que as campanhas eleitorais “devem ser esclarecedoras”, com argumentos, para que os portugueses “façam as suas escolhas”.

    “As campanhas têm que ser acima de tudo esclarecedoras, para que os portugueses saibam quais são as opções e façam as suas escolhas. E a única maneira de esclarecer os portugueses é que com argumentos, civilizadamente e com sentido do diálogo e transação, próprio da democracia”, declarou.

    António Vitorino falava aos jornalistas à margem de uma iniciativa num hotel, no concelho de Ponta Delgada, para jovens, no âmbito da Academia Novo Futuro, do PS/Açores.

    Questionado sobre a sua eventual candidatura à presidência da República, António Vitorino afirmou ter “a esperança que a única coisa boa da crise política fosse que a essa pergunta perdesse atualidade”.

  • Nuno Melo diz que país está “mais do que esclarecido”

    O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, afirmou hoje em Coimbra que o país “está mais do que esclarecido” sobre o caso que gerou a atual crise política, acreditando que as eleições antecipadas serão apenas “um interregno” da atual governação.

    “Eu entendo que o país está mais do que esclarecido e entendo que os portugueses não desejavam uma crise política. Querem que se fale daquilo que lhes interessa e de um Governo que pode melhorar as suas vidas”, afirmou o presidente do CDS-PP, que falava aos jornalistas em Coimbra, à margem da tomada de posse da comissão política distrital e concelhias.

    Reiterando que o país “está totalmente esclarecido”, Nuno Melo considerou que a atual legislatura foi encurtada “por uma razão absurda de quem quis, à falta de argumentos, contestar uma boa governação e levar o regime para a lama, à volta de insinuações”.

    O líder do CDS-PP reafirmou que “caiu um bom Governo”, acreditando que os portugueses “percebem que esta interrupção, esta crise política, é totalmente anormal e escusada”, acusando ainda o Chega de ter sido “sempre, durante um ano, o primeiro aliado das esquerdas”.

    “Fizemos tanta coisa neste ciclo que foi interrompido, mas que por ter sido virtuoso merece ser prolongado e, portanto, eu tenho estas eleições como um interregno. E agora compete ao povo dar essa resposta que eu acho que há de ser de justiça”, vincou.

    Nuno Melo afirmou que a coligação com o PSD está sólida, que ocupa o “espaço político de centro-direita, que é moderado, que é lúcido, que quer resolver os problemas dos portugueses”.

    “Agora, durante a campanha, é falar para os portugueses, esclarecer os portugueses, mas sobre aquilo que é substantivo e que lhes interessa e não sobre casos dos quais já estão, sinceramente, totalmente cansados”, disse.

  • "PS sente que fez tudo para evitar eleições", afirma Marta Temido

    Marta Temido, ex-ministra da Saúde e eurodeputada socialista, afirma que “o PS sente que fez tudo para evitar eleições”, declarando que “Luís Montenegro só de si próprio se pode queixar”.

    “As condutas que estão, no fundo, a gerar polémica, notícias, enredo, são situações de vida pessoal da exclusiva responsabilidade” do primeiro-ministro, diz em entrevista à RTP3.

    Temido enumera a “fuga aos esclarecimentos, a insistência na apresentação de uma moção de confiança, o teatro a que assistimos na semana passada” e as declarações “quase ofensivas face à gravidade da situação para o qual arrastou o país”. A eurodeputada considera ainda que as declarações de Luís Montenegro sobre o estado do país “demonstram tremenda falta de análise” e uma total “falta de autocrítica”.

    Montenegro, do ponto de vista de Marta Temido, “enredou-se numa tal suspeição que não deixou margem nenhuma a ninguém — mesmo quem dentro do PSD lhe quisesse dar benefício da dúvida e partir para eleições com orgulho no candidato que tem conseguirá fazer isso”.

    “Se pertencesse ao PSD neste momento cobria a minha cara de vergonha”, afirma. “O mínimo que se espera de alguém com esta experiência política e responsabilidade pública é que tenha algum sinal de arrependimento.”

    Marta Temido afirma que o PS “não podia — porque também os portugueses não compreenderiam se tivesse feito” ter outro comportamento na votação da moção de confiança. “Como é que dizia que confiava num Governo, relativamente ao qual em termos de confiança nas políticas não tinha confiança nas políticas seguidas, mas que acima de tudo tem um líder que se coloca nesta situação e não faz qualquer esforço para mostrar arrependimento”, questiona.

    Em relação às eleições, considera que é preciso confiar na democracia, “nos cidadãos e na sua capacidade de discernimento”.

  • Isenção de impostos e garantia pública na compra de casa, combustíveis, rendas, pensões, IRC. Como a crise política tem impacto na carteira

    O país vai voltar às urnas. O Governo caiu e o Parlamento vai ser dissolvido. Há Orçamento do Estado aprovado e em execução. A crise política pode ter impacto na carteira?

    Isenção de impostos e garantia pública na compra de casa, combustíveis, rendas, pensões, IRC. Como a crise política tem impacto na carteira

  • Santos Silva espera que "PS e PSD compreendam bem que depois de 18 de maio vão ter de falar"

    Augusto Santos Silva, ex-presidente da Assembleia da República, considera que Marcelo Rebelo de Sousa não teria necessidade de “dissolver imediatamente o parlamento”. “Perante o quadro parlamentar com crise política que resulta de um comportamento ou de qualquer coisa que aconteceu ao primeiro-ministro, não precisa de dissolver imediatamente o parlamento”, afirma no Explicador da Rádio Observador.

    Mas reconhece que “a partir do momento em que agiu como agiu em 2023, o professor Marcelo Rebelo de Sousa estava amarrado á sua própria doutrina”. Santos Silva afirma que é do grupo de “quem tem mais resistência” à “ideia de que a única solução é a dissolução”. “É um caminho que não devemos percorrer.”

    No debate da moção de confiança, esta semana, considera que “se passou uma coisa muito má”, mas que “não vale a pena chorar sobre o leite derramado”. Com as eleições marcada para 18 de maio, Santos Silva espera que “a campanha eleitoral seja viva, com debates muito profundos”, mas pede “que a campanha evite um tom demasiado ácido”.

    E deixa uma mensagem ao PS e PSD: “que compreendam bem que depois de 18 de maio vão ter de falar”.

    Perante a existência de “três grandes blocos” no parlamento, “ficaria muitíssimo surpreendido se um destes blocos viesse a ter sozinho a maioria absoluta”. Realça o respeito a Marcelo Rebelo de Sousa, mas afirma que, se estivesse no papel de chefe de Estado, “não aceitaria com a ligeireza que ele aceitou a existência de um Governo minoritário sem quaisquer garantias de estabilidade”.

    Afasta também a ideia de “um bloco central”, afirmando que “não é desejável”.

    Augusto Santos Silva não tece comentários sobre as afirmações de Aguiar-Branco sobre Pedro Nuno Santos. “Tenho dificuldade em comentar declarações feitas em reuniões à porta fechada, não sei se foram realmente feitas ou não”, afirma. “Evidentemente que o presidente da Assembleia da República tem todo o direito de participar como membro de partido nas atividades do seu partido, não perde direito à expressão no seu direito”. Porém, realça que se adequa “o que fazemos e dizemos”, mas que “dos 10 milhões e 300 mil residentes em Portugal” considera que deve ser “o último a falar” sobre o sucessor.

  • Solverde apresentou queixa criminal contra Ana Gomes

    O grupo Solverde apresentou queixa contra Ana Gomes por considerar que a ex-eurodeputada atentou contra o nome da empresa.

    Numa nota enviada ao Observador, o conselho de administração do Grupo Solverde indica que “face às recentes declarações públicas proferidas pela Senhora Dr.ª Ana Gomes, que a Solverde – Sociedade de Investimentos Turísticos da Costa Verde S.A. considera de extrema gravidade e atentatórias do seu bom nome e reputação, esta sociedade apresentou contra a mesma uma participação criminal, visando o apuramento de responsabilidades e o respetivo sancionamento”.

    Conforme o Observador avançou Ana Gomes enviou uma denúncia ao Ministério Público sobre os casinos. Ao Observador, Ana Gomes declarou que “a empresa do primeiro-ministro não era uma empresa que recebesse de empresas quaisquer, recebia de um setor vulnerável à lavagem de dinheiro”.

    Caso Spinumviva. PGR vai pedir documentos à empresa familiar de Luís Montenegro e aos seus clientes (uma das denúncias é de Ana Gomes)

  • Ventura espera que caso da Spinumviva não seja "o centro da campanha eleitoral"

    André Ventura, o líder do Chega, afirma que quer responder ao pedido do Presidente da República, que pediu uma campanha “o mais elevada possível, com o maior nível de cidadania possível”.

    Refere que fez “ontem o compromisso, em nome do Chega” de fazer “uma campanha positiva” em temas como “a habitação, saúde, impostos”, mas realça que não é possível “ocultar a razão pela qual estamos a ir a votos”. “A razão é que temos um primeiro-ministro com várias suspeitas em cima, de vários níveis, que não quis ser transparente. Mas este não vai ser, espero eu, o centro da campanha eleitoral”, declara na Qualifica, uma feira dedicada à formação, educação e juventude, na Exponor em Matosinhos.

    Porém, Ventura não deixa de lado o tema da “luta contra a corrupção”, uma das bandeiras do partido. “E isto não tem a ver com Luís Montenegro, faria o mesmo qualquer que fosse o candidato do PSD”, realça.

    “O nosso compromisso, que também deixei ao Presidente da República, é o de termos uma campanha que interesse às pessoas e ao futuro”, afirma o presidente do Chega.

  • Pedro Nuno Santos: Montenegro "decidiu arrastar o país para debaixo do comboio que pôs em andamento"

    “Toda a gente sabe porque é que vamos para eleições”, diz Pedro Nuno Santos, em declarações aos jornalistas em visita à BTL, em Lisboa.

    O Secretário-Geral do Partido Socialista diz que foi Luís Montenegro “pessoalmente” que trouxe o país “a esta situação”. “Arrastou o seu próprio partido, a sua coligação, o seu Governo para esta situação. Com a moção de confiança decidiu arrastar o país para debaixo do comboio que pôs em andamento”, afirmou.

    Questionado sobre as eleições antecipadas, Pedro Nuno Santos diz não ter medo do confronto com a AD e Luís Montenegro. “Esse confronto é até bem-vindo”, atira, notando que a diferença entre si e o líder da Aliança Democrática é que o socialista respondeu “de forma cabal” a todos os escrutínios.

  • Aguiar-Branco admite "erros", mas diz que se esforçou para "dignificar" o parlamento

    No final do último plenário a que presidiu, Aguiar-Branco afirmou que o seu mandato teve “muitas dificuldades” e admitiu que “foram cometidos erros”, mas disse estar de consciência tranquila e que fez “sempre o esforço para dignificar a instituição”.

    “Devo dizer que, não obstante as muitas dificuldades deste mandato, fiz sempre o esforço para dignificar a instituição, respeitar o sufrágio dos portugueses e garantir o debate democrático. Seguramente foram cometidos erros, é humano que isso aconteça, mas tenho a minha consciência tranquila quanto à seriedade do trabalho que me esforcei por desenvolver”, disse o presidente da Assembleia da República.

  • Aguiar-Branco conta com dissolução do parlamento na quarta-feira

    O presidente da Assembleia da República disse esta sexta-feira ter informação de que o parlamento será dissolvido na quarta-feira, com efeitos a partir de quinta, mas afirmou que vai esclarecer e informar os grupos parlamentares durante a tarde.

    “A informação que eu recebi foi de que a dissolução [será] a 19 de março, com efeitos a partir de 20”, adiantou José Pedro Aguiar-Branco.

    No final de uma maratona de votações no plenário, Aguiar-Branco tomou a palavra para se despedir dos deputados, uma vez que será o último plenário no qual participa, indicando que na próxima semana estará “ausente do país”.

    “É o meu último plenário, não é o último plenário da Assembleia, que esse será na próxima semana, na quarta-feira”, indicou.

  • Ferro perplexo com “infeliz e irracional” acusação de Aguiar-Branco a Pedro Nuno

    O antigo presidente da Assembleia da República Ferro Rodrigues mostrou-se perplexo com a “infeliz e irracional” acusação de Aguiar-Branco ao líder do PS, defendendo que não terá condições de voltar a liderar o parlamento com votos socialistas.

    “Vi com alguma perplexidade porque, estando ou não numa reunião partidária, continua a ser presidente da Assembleia da República, que é uma função e um cargo muito importante em Portugal, a segunda figura do Estado”, disse Ferro Rodrigues à agência Lusa, quando questionado sobre o facto de José Pedro Aguiar-Branco ter dito, numa reunião à porta fechada do Conselho Nacional do PSD, que Pedro Nuno Santos fez “pior à democracia em seis dias do que André Ventura em seis anos”.

    Eduardo Ferro Rodrigues lembrou que, quando como membro da Comissão Política do PS e ao mesmo tempo presidente da Assembleia da República, deixou de ir a essas reuniões partidárias para não prejudicar o seu trabalho institucional no parlamento.

    É uma coisa de tal maneira infeliz, aquilo que foi dito, e de tal maneira irracional que alguma ponderação teria sido o mínimo dos indispensáveis”, condenou.

    O antigo presidente do parlamento disse esperar que “daqui se retirem consequências sobre o futuro de Aguiar-Branco como presidente do parlamento”.

  • Manuel Pizarro assume candidatura à Câmara do Porto e afasta hipótese de ser deputado: "O Porto é a minha prioridade"

    O ex-ministro da Saúde, Manuel Pizarro, acaba de lançar um vídeo de candidatura à Câmara do Porto para as autárquicas, ficando assim de fora das listas do Partido Socialista às legislativas.

    “Estou totalmente concentrado na eleição para Presidente da Câmara Municipal do Porto”, diz Pizarro no vídeo em que afirma que tem como “prioridade” a cidade Invicta e que, por isso, não se vai candidatar a deputado. “Tenho os dois pés no Porto”, reforça. “É ao governo do Porto que sou candidato”, reitera.

    A autarquia portuense escapa ao PS há 28 anos.

  • "Entreguei toda a documentação que me foi pedida", diz Montenegro, sem esclarecer se entregou à PJ os documentos que prometeu

    “Respondi a todas as solicitações que me foram feitas”, disse Luís Montenegro aos jornalistas, na Bolsa de Turismo de Lisboa.

    “Sei que há tentativas de reeditar notícias antigas e requentadas. Estou muito à vontade, muito tranquilo, cumpri sempre as minhas obrigações e também dei resposta às solicitações que me foram feitas”, continuou o primeiro-ministro.

    Questionado repetidamente no local sobre se entregou à Polícia Judiciária os documentos que prometeu, Montenegro limitou-se a repetir: “Eu entreguei toda a documentação que me foi pedida. Não vale a pena estarem a deturpar as coisas.”

    Esta sexta-feira, o Expresso avança que Montenegro prometeu, mas não entregou faturas da casa de Espinho à Polícia Judiciária.

  • Crise no Governo. Rangel rejeita "forçar análises" sobre declaração do Presidente da República

    Paulo Rangel afirma que a decisão de avançar para eleições foi o método que o Presidente encontrou para resolver o “impasse político” e que a sua declaração não podia ter sido mais imparcial.

    Crise no Governo. Rangel rejeita “forçar análises” sobre declaração do Presidente da República

  • Governo não vai aumentar orçamento para eleições, mesmo com voto a 18 de maio

    Jornal Público cita fonte oficial do Ministério da Administração Interna que garante que, embora se preveja gastar-se 26,5 milhões com as eleições antecipadas, orçamento anual não vai ser alterado.

    Governo não vai aumentar orçamento para eleições, mesmo com voto a 18 de maio

  • Rangel rejeita "forçar análises" sobre declaração do Presidente da República

    O vice-presidente social-democrata Paulo Rangel e ministro dos Negócios Estrangeiros rejeitou esta sexta-feira “forçar análises” sobre a declaração que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fez ao país na quinta-feira à noite.

    “Sobre a declaração do Presidente da República, ela não podia ter sido mais imparcial”, disse Paulo Rangel, em declarações aos jornalistas, em Kiev, capital da Ucrânia.

    À margem de uma visita na qualidade de ministro dos Negócios Estrangeiros, o vice-presidente do PSD considerou que “não vale a pena estar a forçar análises que muitos querem fazer de um lado e do outro”.

    Paulo Rangel, antigo eurodeputado social-democrata, acrescentou que a decisão de avançar para eleições foi o método que o Presidente da República encontrou para resolver o “impasse político”, gerado pela polémica com o primeiro-ministro em torno da empresa Spinumviva.

  • Insegurança e imigração dominam debate político, mas surgem no fim da escala das maiores preocupações dos portugueses

    Ainda sobre a mesma sondagem: no topo da lista das 10 maiores preocupações para os portugueses estão temas como a saúde, habitação e a educação. Já temas como a imigração e a insegurança, que têm dominado o debate político, surgem no fim do ranking de problemas relevados pelos inquiridos, com a insegurança em décimo lugar e a imigração em oitavo.

  • Montenegro esteve mal na Spinumviva, mas bem na moção de confiança, revela sondagem

    Para a maioria dos inquiridos na sondagem da Consulmark2 para o Nascer do Sol/Euronews, Luís Montenegro não tratou corretamente dos assuntos ligados à Spinumviva: apenas 27,3% concorda com a forma como Montenegro geriu o caso. No entanto, 52,2% concorda com a apresentação da moção de confiança.

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