Histórico de atualizações
  • Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador continua este domingo a acompanhar os desenvolvimentos da política nacional. Pode segui-los aqui.

    Marcelo diz que crise política não afeta execução do PRR. Governo vai poder atuar como se tivesse “plenos poderes”

  • PCP acusa direita de querer “vender o país aos retalhos”

    O secretário-geral do PCP acusou a direita de querer “vender o país aos retalhos” e fazer um “saque aos recursos públicos” e assinalou que os comunistas querem “abrir um novo caminho de desenvolvimento do país”.

    Paulo Raimundo afirmou que, nas eleições legislativas antecipadas de 18 de maio, confrontam-se “duas visões alternativas sobre as empresas e sobre os setores estratégicos”.

    “De um lado estão aqueles que ao longo dos anos tudo têm feito para continuar a vender o país aos retalhos, PSD e CDS, cujo programa de privatizações interrompemos com a nossa luta, com a nossa ação, em 2015, mas que está aí novamente a ser preparado para ser concretizado”, afirmou.

    O secretário-geral do PCP considerou também que o papel de Chega e IL “na defesa dos interesses do grande capital reclama que se vá ainda mais longe, de forma mais rápida, no saque aos recursos públicos”.

    O líder comunista falava no encerramento da sessão pública com o tema “as nacionalizações, o crime das privatizações, setores estratégicos e o desenvolvimento do país”, que decorreu na Casa do Alentejo, em Lisboa.

    Quanto ao PS, Paulo Raimundo considerou que “partilha com o PSD grandes responsabilidades na destruição do setor empresarial do Estado, e admite o aprofundamento deste caminho, de que é exemplo a disponibilidade que já apresentou para o processo de privatização da TAP que está em preparação”.

  • Madeira. "Bengala (PM) é para os líderes fracos". PSD regional dispensa visita de Montenegro

    Mariana Lima Cunha está na Madeira a acompanhar as eleições regionais. A jornalista do Observador sublinha que o PSD Madeira dispensa a presença de Luís Montenegro. E de que forma a crise nacional está a ter impacto na campanha regional? Ouça aqui

    Madeira. “Bengala (PM) é para os líderes fracos”. PSD regional dispensa visita de Montenegro

  • Madeira. Chega disponível para dialogar com o PSD, mas sem Miguel Albuquerque

    O cabeça de lista do Chega às eleições antecipadas da Madeira, Miguel Castro, disse este sábado que o partido está disponível para dialogar com o PSD, só apoiará um governo social-democrata sem o atual líder, Miguel Albuquerque.

    “Se apresentar outros candidatos que não sejam os que estão envolvidos em processos de alegada corrupção e foram constituídos arguidos, o Chega obviamente falará com o PSD”, afirmou.

    Miguel Castro explicou que, apesar de Miguel Albuquerque ser o cabeça de lista do PSD, o Chega está disponível para dialogar com o partido após as eleições, caso precise do seu apoio para formar governo. A condição é que o executivo não seja liderado por Miguel Albuquerque, nem integre os atuais secretários regionais das Finanças, da Saúde e Proteção Civil e das Infraestruturas, que foram constituídos arguidos em processos que investigam suspeitas de corrupção na Madeira.

    “O Chega está disposto a ouvir todas as forças políticas. Há umas em que os entendimentos com certeza serão mais fáceis, há outras que serão praticamente impossíveis”, disse, para logo precisar: “o PS é praticamente impossível e quem se quiser aliar ao PS não poderá contar efetivamente com o Chega”.

  • Siza Vieira: "Luís Montenegro cometeu um erro de avaliação pessoal"

    Pedro Siza Vieira, antigo ministro da Economia de António Costa, diz estar estar “perplexo” com a crise política que atirou o país para as terceiras eleições legislativas em quatro anos.

    “Não consigo perceber porque é que um motivo como este levou uma crise com estas dimensões. O primeiro-ministro cometeu um erro de avaliação pessoal”, começou por dizer Siza Viera, em entrevista à CNN Portugal.

    “Faz-me muita impressão que um político tão experimentado como Luís Montenegro não tenha percebido imediatamente aquilo que tinha de fazer: fechar ou vender a empresa. Faz-me impressão que Montenegro troque a possibilidade de estar à frente do Governo por não querer dar explicações.”

  • Madeira. Cafôfo diz que Miguel Albuquerque “mais cedo ou mais tarde pode ser levado pela justiça”, o que pode motivar "outra crise política"

    O cabeça de lista do PS às eleições antecipadas na Madeira, Paulo Cafôfo, voltou a afirmar o que tem dito nos últimos dias e o que também já havia dito na anterior campanha eleitoral: “Só há duas possibilidades, ou votam em mim e no PS, ou votam em Miguel Albuquerque e no PSD”.

    O socialista lembrou que o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, novamente cabeça de lista, é arguido num processo de suspeitas de corrupção, realçando que “mais cedo ou mais tarde pode ser levado pela justiça”, o que poderá motivar novamente “outra situação de eleições antecipadas, de crise política e de instabilidade”.

    E apelou ao voto no PS: “Não é hora de divergir os votos, mas é de concentrar no partido que é o maior partido da oposição, que tem um programa claro, com ideias concretas e exequíveis e tem pessoas e quadros para poder governar a região”.

    Sobre o facto de não estar previsto os líderes nacionais do PS e do PSD estarem presentes nesta campanha eleitoral, Paulo Cafôfo afirmou o que o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, ao contrário do líder do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, tem-se deslocado várias vezes à região autónoma, recordando que esteve recentemente no Congresso do PS/Madeira.

  • Que campanha teremos para as novas eleições?

    A campanha para as eleições antecipadas esteve em debate no Explicador, entre PS e PSD. Eurico Brilhante Dias lembra que Portugal já teve governos minoritários “que duraram a legislatura inteira” e recorda o que fez o PS durante o último ano de governo de Luís Montenegro.

    Votou contra duas moções de censura, viabilizou o orçamento. Teve o compromisso com o funcionamento mínimo do sistema.

    E agora, o socialista diz que os partidos políticos “vão ter de olhar para a a próxima legislatura” garantido que o próximo governo “tem condições para governar”.

    Do outro lado, o social-democrata Cristóvão Norte pede uma campanha centrada na “dignidade e respeito” e que “preserve as instituições de governabilidade” do país.

    O relacionamento entre as duas principais forças políticas tem de ser minimamente saudável.

    Ouça aqui o debate na íntegra no programa Explicador.

    Que campanha teremos para as novas eleições?

  • Rui Rocha reitera disponibilidade da IL para apoiar governo do PSD sem Albuquerque

    O líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, reiterou este sábado que o partido está disponível para viabilizar um governo do PSD na Madeira, mas sem Miguel Albuquerque, e avisou que não quer “discutir pequenos casos”, nem “fazer pequena política”.

    “Sabemos a turbulência inaceitável em que a Madeira tem estado envolvida, mas também sabemos quem é o principal responsável dessa turbulência, dessa instabilidade – Miguel Albuquerque – e, por isso, dizemos: nós estamos disponíveis para fazer uma viabilização de uma solução de centro-direita, mas sem Miguel Albuquerque”, declarou.

    “Não podemos estar sempre em eleições, isso degrada a confiança das pessoas e, portanto, se Miguel Albuquerque é, na Madeira, o foco de instabilidade, nós estamos disponíveis para uma solução de centro-direita, que exclui as outras, mas que não pode passar por Miguel Albuquerque”, esclareceu.

    Rui Rocha falava aos jornalistas no âmbito de uma ação de campanha da candidatura da IL às eleições antecipadas do dia 23 na Madeira. Atualmente, o parlamento da Madeira é composto por 19 deputados do PSD, 11 do PS, nove do JPP, três do Chega e dois do CDS-PP. PAN e IL têm um assento cada e há ainda uma deputada independente (ex-Chega).

  • Miguel Pinto Luz: “Não antecipamos cenário de maiorias à direita"

    O Ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, diz que uma “geringonça à direita” não é uma hipótese, referindo-se às eleições antecipadas marcadas para 18 de maio.

    “Todos os cenários que o PSD tem em cima da mesa, neste caso a AD, são de vitória”, disse no programa Facto Político, da SIC Notícias, este sábado de manhã.

    “Não antecipamos cenário de maiorias à direita ou maiorias relativas”, continuou. “O único cenário que temos em cima da mesa é o de ganhar as eleições”, lembrando que sobre potenciais acordos com o Chega “a posição do PSD é não é não”.

    Ainda em declarações à estação de televisão, o ministro do executivo de Luís Montenegro defendeu o primeiro-ministro no caso da entrega de documentos — o Expresso noticia esta sexta-feira que o líder da Aliança Democrática não forneceu à PJ toda a documentação. Miguel Pinto Luz repetiu que Montenegro entregou todos os documentos requisitados.

    Pinto Luz desmentiu também a tese de que o Governo acredita em “atitude hostil” dos jornais. No final de fevereiro, o Observador noticiou que o Governo acredita numa atitude editorial mais hostil por parte do canal público. Em afirmações à SIC, o ministro garante que tal não é verdade.

    Sucessão de casos e casinhos no Governo. Montenegro aponta dedo a interesses no imobiliário e nos media

  • Bom dia,

    Bem-vindo ao liveblog do Observador sobre a atualidade da crise política. Para recuperar as notícias desta sexta-feira, siga este link.

    Solverde vai processar Ana Gomes devido a declarações que a empresa considera de “extrema gravidade”

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