Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Criminalidade violenta desce em Lisboa e sobe a nível nacional

    A criminalidade em Lisboa desceu em termos gerais e nos crimes violentos e graves. De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), a que o Diário de Notícias teve acesso, foi registada uma descida de 7,6% na criminalidade geral do distrito de Lisboa, enquanto os crimes violentos e graves diminuíram 1,8%.

    A nível nacional, durante o último ano, houve 354.878 participações criminais feitas à PSP, GNR e Polícia Judiciária (PJ) — o que significa uma descida de 4,6% (menos 17.117 queixas criminais).

    Ao contrário do que as autoridades registaram em Lisboa, a nível nacional o RASI registou um aumento de 2,6% em relação à criminalidade violenta e grave — o que representa 14.385 participações.

    É, segundo o Diário de Notícias, a menor subida numa década, sendo que só em três anos anteriores houve aumentos: 3% em 2019, 14,4% em 2022 e 5,6% em 2023.

    Ao contrário do que tinha sido anunciado, o número de homicídios não aumentou. Houve menos um do que em 2023. Os 89 homicídios registados (23 em contexto de violência doméstica) são abaixo da média na última década — entre 2014 e 2023 foram 93,4.

    Quanto aos crimes considerados violentos e graves que mais subiram foram o roubo por esticão, o roubo de viatura, o roubo em edifícios comerciais ou industriais, as violações e o roubo a banco ou outro estabelecimento de crédito. Por outro lado, os crimes violentos que mais diminuíram foram a resistência e coação sobre funcionários, ofensas à integridade física voluntária grave, roubo na via pública exceto por esticão, outros roubos e o roubo a postos de abastecimento de combustível.

    Também a criminalidade grupal e juvenil (cometidas por jovens entre 12 e 16 anos) cresceu 7,7% e 12,5% respetivamente.

  • Bom dia.

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    PCP acusa RTP de provocação e aciona meios legais

  • PCP acusa RTP de provocação durante entrevista de Raimundo na RTP e aciona meios legais

    O PCP adiantou na segunda-feira que vai acionar “todos os meios legais” contra a RTP, denunciando que foi alvo de provocação durante uma entrevista da estação pública ao secretário-geral do partido, Paulo Raimundo.

    A informação foi avançada pelo PCP numa publicação na rede social X, juntamente com um vídeo com excertos da entrevista conduzida pelo jornalista José Rodrigues dos Santos a Paulo Raimundo.

    “Perante a provocação que aconteceu hoje na RTP, o PCP acionará todos os meios legais. O fascismo e a guerra sabem que têm na firmeza do PCP o seu inimigo”, pode ler-se.

    O secretário-geral do PCP foi entrevistado na segunda-feira à noite no Telejornal, no âmbito das eleições legislativas antecipadas, que vão decorrer em maio.

    Durante a entrevista, Paulo Raimundo foi questionado várias vezes sobre a posição do PCP sobre a invasão da Rússia à Ucrânia, tendo sido este o tema ao longo dos cerca de dez minutos da entrevista.

    O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa anunciou que as eleições legislativas antecipadas vão realizar-se a 18 de maio, na sequência da crise política que levou à demissão do Governo AD, que viu a sua moção de confiança chumbada no parlamento.

  • Eleições na Madeira. Representante da República para a Madeira recebe partidos na sexta-feira

    O representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, vai ouvir, na sexta-feira, os seis partidos que garantiram assento na Assembleia Legislativa nas eleições regionais antecipadas de domingo, anunciou nesta segunda-feira o seu gabinete.

    “Na sequência da realização da Eleição para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, o representante da República para a Região Autónoma da Madeira, juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, em conformidade com os artigos 231.º, nº 3 da Constituição da República Portuguesa, e 57.º, nº 1 do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma da Madeira, vai proceder à audição dos partidos políticos na próxima sexta-feira, dia 28 de março, no Palácio de São Lourenço”, lê-se numa nota divulgada ao fim da manhã desta segunda-feira.

    Após ouvir os partidos, é expectável que seja chamado o líder do partido mais votado, o PSD, Miguel Albuquerque, para ser indigitado a formar o próximo Governo Regional.

  • Queixa de Montenegro a cartazes do Chega: "Preocupa-se porque agora lhe toca a ele", diz Pedro Nuno

    Sobre presidenciais, o líder socialista diz na CNN Portugal que está “pacientemente à espera” que na área política do PS surjam candidatos. “O PS não tem favoritos”, garante.

    E quanto aos cartazes do Chega de que Luís Montenegro se queixou por ser comparado a Sócrates, Pedro Nuno diz que o “PS não se revê nesta forma do Chega fazer campanha”. Mas também acrescenta que “em vários momentos o PS denunciou a forma do Chega fazer política” acusando Montenegro de “só se preocupar quando agora lhe toca a ele”.

    Mostra até um cartaz da AD na última campanha que diz “corrupção e falta de ética já não dá para continuar”. “Luís Montenegro ficou revoltado porque agora lhe tocou a ele”, defendendo que “os políticos não podem ter duas faces”: “Tenho pena que noutros momentos Luís Montenegro não tenha sido duro com o Chega”.

  • "Era o que faltava que caso Spinunviva não estivesse em campanha", diz líder do PS

    O líder do PS mantém a máxima de “só trabalhar no cenário de vitória” e diz que “vitória de Montenegro seria um azar para Portugal”.

    Sobre o caso da Spinumviva, Pedro Nuno diz que “era o que faltava que não estivesse na campanha”. Justifica que “foi o tema que leva o país a estas eleições. Não vai ser o único tema”, diz, mas diz que “a liderança de Montenegro também vai a votos”.

    Diz não acreditar que “era o que faltava” que os casos noticiados nas últimas semanas sobre Montenegro “beneficiassem o primeiro-ministro e não o prejudicassem”.

  • Pedro Nuno diz que conta com "segunda linha de governantes" do PS para as listas das legislativas

    “Se há partido onde não falta gente é no PS”, diz sobre nomes para entrarem nas listas de candidatos a deputados nestas legislativas, dizendo que “há uma segunda linha de governantes, secretários de Estado” dos anteriores governos socialistas que quer envolver.

    “Há muita gente com experiência”, diz Pedro Nuno Santos apontando para esse grupo. Diz também que as sessões setoriais dos próximos dias também se vai perceber quem “está a trabalhar com o PS”.

    “Vamos apresentar bons candidatos e com capacidade para governar”, diz recusando falar em nomes concretos como Fernando Medina ou Mariana Vieira da Silva.

  • Pedro Nuno: "Ninguém pode dizer que eu sou radical, é ridículo"

    Ainda na entrevista à CNN Portugal, Pedro Nuno Santos diz que não sabe se os portugueses valorizam a questão da ética, mas que ele valoriza: “Eu valorizo a dimensão ética de um político”. E sobre a Madeira, fala nas eleições de 2024 em que Miguel Albuquerque se demitiu depois das buscas e teve “a maior derrota da história do PSD na Madeira”. “Se quisermos tirar lição da Madeira é esta”, afirma, dizendo que a investigação não teve, depois, desenvolvimento e os madeirenses “votou no partido que conhece e governou 50 anos”, nestas eleições de domingo.

    Diz que o JPP também votou a moção de censura na Madeira e subiu. E no continente, diz, “quem avançou com a moção de confiança e provocou a crise política foi o Governo”.

    Pedro Nuno Santos não discorda da ideia deste não ser o timing melhor para para o PS ir a eleições. “O PS não andou à procura de eleições”, aproveitou para afirmar.

    Quando na entrevista é confrontado com a ideia de ser um político “radical”, garante que “não conseguem encontrar um único exemplo disso”, apontando um argumento: “Não sei se algum líder do PS fez tanto pelas condições de governabilidade do PSD como eu próprio”.

    “Ninguém pode dizer que eu sou radical, é ridículo”, conclui depois de voltar a enumera as viabilizações que o PS permitiu à AD.

  • "Tenho consciência que passo imagem de zangado e carracundo, coisa que não sou"

    Ainda sobre a questão da ética, Pedro Nuno Santos diz que só fala porque lhe perguntaram e diz que “o primeiro-ministro foi gerindo a informação que partilhava, foi sempre tirada a ferros.” E ainda hoje “continuamos sem saber quem são os clientes. Só sabemos alguns”.

    “Todas as semanas temos novas notícias sobre a forma como o primeiro-ministro geriu a sua empresa”, aponta o líder do PS que dizer que “as dúvidas existem de forma transversal na sociedade portuguesa”. E que “é o primeiro-ministro que está numa posição difícil”.

    Durante a entrevista, Pedro Nuno Santos falou ainda de Lili Caneças e sublinha que “já mudou de opinião”. Diz ainda ter “consciência da imagem que passa, de zangado e carracundo. Coisa que não sou”.

    Diz que é Montenegro quem “desmonstrou falta de empatia” e, quanto a si, garante que “leva o combate político a sério”. “Os problemas do país não estão para gargalhadas”, diz.

  • "AD e PSD também não conseguiram descolar" nos últimos meses, diz líder do PS

    Sobre sondagens, Pedro Nuno Santos lembra que “os líderes da oposição têm sempre índices menos favoráveis do que o primeiro-ministro”. Mas também diz que “a AD e o PSD também não conseguiram descolar” nos últimos meses.

    Quanto às últimas semanas, diz que “fizeram mal ao primeiro-ministro que hoje está pior do que há dois meses”. E volta a dizer que “não é possível desvalorizar a questão da ética” e que as últimas semanas “mudaram a forma como as pessoas veem Luís Montenegro”.

    Diz que ao contrário de Montenegro tem “capacidade de aprender com o erro” e que “como político” está “disponível para ser escrutinado”.

  • Pedro Nuno Santos: "Não passa pela cabeça de ninguém que a PSD não trate o PS da mesma forma que o PS tratou a AD"

    O líder do PS dá a esta hora uma entrevista na CNN Portugal e diz que “espera governar da mesma maneira que a AD governou no último ano, sem os erros que o primeiro-ministro comentou e encurtaram a governação”.

    Isto quando questionado sobre as condições de governabilidade, caso fique à frente mas com uma maioria de direita. “O PS deu todas as condições para Luís Montenegro governar e formar Governo. Não passa pela cabeça de ninguém que a PSD não trate o PS da mesma forma que o PS tratou a AD”.

    “Luís Montenegro não se pode queixar do PS mas apenas de si próprio”, diz o líder socialista ainda sobre o mesmo assunto. E lembra que é Montenegro afastou o Chega da equação.

  • Eleições na Madeira. Presidentes de Câmara candidatos regressaram nesta segunda-feira aos seus municípios

    Os sete presidentes de câmaras na Madeira que suspenderam os mandatos autárquicos por serem candidatos em diferentes listas às eleições regionais de domingo voltaram nesta segunda-feira à atividade municipal.

    Os autarcas dos municípios da Ribeira Brava, São Vicente, Calheta, Porto Moniz, Machico e Santa Cruz, com o mandato suspenso desde 10 de janeiro, confirmaram nesta segunda-deira à agência Lusa que regressaram à presidência dos seus municípios.

    Os presidentes dos municípios da Ribeira Brava, Ricardo Nascimento, São Vicente, António Garcês, e da Calheta, Carlos Teles, que cumprem o terceiro e último mandato nas respetivas autarquias, integraram a lista do PSD/Madeira, partido que voltou a vencer as eleições sem maioria absoluta.

  • Bernardo Blanco não vai ser candidato a deputado pela Iniciativa Liberal

    Bernardo Blanco, até agora deputado da Iniciativa Liberal, anunciou que não irá nas listas de deputados do partido nas próximas eleições.

    Bernardo Blanco não vai ser candidato a deputado pela Iniciativa Liberal

  • JPP diz ser necessário respeitar a decisão da maioria dos madeirense

    O Juntos Pelo Povo (JPP) afirmou esta segunda-feira que a Madeira “precisa de estabilidade”, defendendo que deve ser respeitada a decisão da maioria dos madeirenses expressa nas eleições antecipadas de domingo. Partido assumiu o lugar de líder da oposição na região.

    “A Região precisa de estabilidade. O respeito pela decisão da maioria dos eleitores é o caminho a prosseguir”, diz o secretário-geral do JPP citado no comunicado com as conclusões da reunião da comissão política do partido realizada esta segunda-feira para analisar os resultados das eleições legislativas antecipadas de domingo.

  • Ventura responde a Montenegro: "Tentou calar-nos sem sequer sermos ouvidos". E volta a comparar PM com Sócrates

    Em resposta à publicação de Luís Montenegro no X, que acusa André Ventura de querer “condicionar a justiça” ao revelar a providência cautelar, o líder do Chega acusa o primeiro-ministro de tentar calar o partido antes deste ser sequer ouvido, acrescentando que “José Sócrates quis fazer algo parecido”.

    “O primeiro-ministro não processou apenas o Chega. Luís Montenegro tentou que, sem sequer ouvir a outra parte, o tribunal mandasse retirar todos os outdoors do Chega. Tentou calar-nos sem sequer sermos ouvidos. Como todos se lembram, José Sócrates quis fazer algo parecido”, lê-se na publicação.

  • Miguel Albuquerque: "Quem ganha as eleições deve formar governo”

    Num excerto da entrevista exclusiva à SIC Notícias, Miguel Albuquerque afirma-se defensor de “que quem ganha as eleições deve formar governo” e que depende dos resultados se o PSD deve ou não “viabilizar um governo de Partido Socialista caso seja o PS a ficar em primeiro”.

    “Quem é candidato a primeiro-ministro é normalmente o líder do partido e quando as pessoas votam numas eleições legislativas, quer nacionais quer regionais, estão também a fazer um sufrágio sobre quem querem para primeiro-ministro”, afirmou também.

  • Pedro Pinto sobre o cartaz do Chega? "Montenegro convive mal com democracia"

    O líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, nega que tenha sido o partido a divulgar a providência cautelar de Luís Montenegro aos cartazes em que aparece ao lado de José Sócrates.

    [Ouça aqui a entrevista com Pedro Pinto]

    Pedro Pinto sobre o cartaz do Chega? “Montenegro convive mal com democracia”

  • "Estou chocado. Pondero candidatura ao PS-Madeira"

    Deputado do PS na Assembleia da República, antigo líder do PS-Madeira, Carlos Pereira atira contra o atual líder Paulo Cafôfo: “Quantas derrotas são precisas?”. Pede abertura ao diálogo na transição que se impõe no partido, quer “contribuir” e pode ser candidato.

    Ouça a entrevista no Explicador, na íntegra

    Carlos Pereira: “Estou chocado. Pondero candidatura ao PS-Madeira”

  • Montenegro acusa Ventura de querer "condicionar a justiça": "O Chega e o seu líder não têm limites"

    O primeiro-ministro acusou André Ventura e o Chega de tentarem condicionar a justiça, ao revelarem a providência cautelar apresentada por Montenegro. O líder do PSD quer que seja retirados os cartazes do Chega que associam Montenegro a José Sócrates, enquanto rostos da corrupção de Portugal.

    O tribunal já recusou, por enquanto, mas invocou o direito ao contraditório dos visados, tendo já notificado André Ventura para ser ouvido e apresentar os seus argumentos. E Montenegro diz que foi a notificação que levou a que o caso fosse tornado público.

    “A providência cautelar entrou no passado dia 14. Sem notícias, deixamos para o tribunal a sua discussão e decisão. Hoje veio a público porque o Chega foi notificado e logo quis condicionar a justiça”, começou por escrever na sua conta oficinal na rede social Twitter, reforçando as acusações: “O Chega e o seu líder não têm limites. Não se confunda liberdade de expressão com ofensas e calúnias gratuitas”

    Na providência cautelar, Montenegro defende que a mensagem o prejudica “como cidadão, marido e pai”, pedindo ao tribunal para que atue rapidamente, multando o Chega em 10 mil euros caso não retire os cartazes no prazo referido.

  • Sem falar no futuro, Marcelo disse que se preocupou com "garantias mínimas" de sobrevivência do Governo antes de dar posse

    Sobre o futuro pós-eleições legislativas, Marcelo Rebelo de Sousa disse recusar fazer comentários ou cenários sobre o futuro, mas referiu que se preocupou com “garantias mínimas” de sobrevivência antes de dar posse ao governo agora demissionário da AD.

    “Compreender-se-á que logo na altura me preocupasse muito ter a certeza de não aparecer um Governo que não tivesse as garantias mínimas de aceitação do seu programa no parlamento”, afirmou Marcelo, referindo que não se pronunciava “sobre o futuro” pois tudo aquilo que “possa dizer é uma intervenção e ruído numa campanha eleitoral que deve correr por si”.

    “Eu não fiz nenhuma declaração pública sobre isso”, sublinhou o Presidente, quando questionado pelos jornalistas se estava a pensar não dar posse a um governo depois das legislativas sem essas garantias.

    “Não vale a pena cenarizar. Nem eu devo cenarizar porque a imaginação do eleitorado ultrapassa sempre todos os cenários que se possa ter considerado. É uma das lições que nos tiramos: o eleitorado descobre sempre saídas que da sua ótica são as preferíveis”, acrescentou ainda Marcelo.

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