Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui. Continue a acompanhar os principais acontecimentos relativos à pandemia do novo coronavírus aqui:

    Cuidados intensivos estão “na linha vermelha, quase a passá-la” avisa o presidente da Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva para a Covid-19

  • Gaia tem três espaços para receber doentes e aliviar hospitais

    A Câmara de Vila Nova de Gaia tem disponíveis três espaços para receber doentes Covid-19, afastada a hipótese de reativar no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho o hospital de campanha, disse hoje o presidente da câmara.

    Neste momento acho que um hospital de campanha está fora de hipótese porque é muito mais fácil montar um na primavera/verão do que no outono/inverno”, disse Eduardo Vítor Rodrigues no final da reunião do município.

    Em contrapartida, acrescentou, existe “a cedência de espaços, como a Casa do Bombeiro, na Aguda, ou centro de hospedagem do Parque Biológico e, se necessário, o Centro de Alto Rendimento, na Lavandeira, para ceder ao hospital. E aí tem tudo, casas de banho, aquecimento, é um edifício, não uma tenda”.

  • Novo centro no Porto com capacidade para realizar 300 testes por dia

    A cidade do Porto tem operacional em Campanhã, a partir de hoje, um novo centro de testes à Covid-19 em regime drive-thru com capacidade para 300 rastreios diários, revelou hoje a autarquia e o grupo laboratorial responsável.

    Numa publicação no seu site oficial, a Câmara do Porto explica hoje ter cedido o parque de estacionamento de S. Roque, na freguesia de Campanhã, para um segundo centro de testagem ao novo coronavírus, que provoca a Covid-19.

    A autarquia acrescenta que este centro de rastreio, na zona oriental da cidade, está “operacional desde hoje”.

  • Covid-19: OMS aceita protestos, mas lembra que situação “é muito complicada”

    A Organização Mundial de Saúde compreende que as pessoas protestem contra as medidas da Covid-19, mas frisa que a “situação é muito complicados” e a ação dos governos são “limitadas”.

    Covid-19: OMS aceita protestos, mas lembra que situação “é muito complicada”

  • Mais uma morte e três infetados no surto no Lar Mansão de São José em Beja

    Mais uma idosa morreu e mais três pessoas estão infetadas no surto de Covid-19 no lar Mansão de São José, em Beja, subindo para oito o número de mortes e para 110 o total de infeções, foi esta segunda-feira divulgado.

    A oitava morte foi a de uma idosa utente do lar que estava internada numa enfermaria da área dedicada à Covid-19 no hospital de Beja, disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Beja, Paulo Arsénio.

    Segundo o autarca, há registo de mais três pessoas infetadas com Covid-19, nomeadamente uma utente e duas funcionárias, o que fez subir de 107 para 110 o número total de casos de infeção no surto no lar: 88 utentes (oito das quais já morreram) e 22 funcionárias.

  • Surto em lar no Carregado com 72 infetados e duas mortes

    O surto no Lar do Centro Social e Paroquial do Carregado, em Alenquer, passou de 29 para um total de 72 infetados pela Covid-19, registando-se ainda duas mortes e três recuperados, disse esta segunda-feira o delegado de saúde.

    Pompeu Balsa afirmou à agência Lusa que, como o surto foi detetado numa fase muito inicial, as autoridades de saúde decidiram, na semana passada, efetuar novos testes a 47 utentes que no primeiro teste tiveram resultado negativo.

    Após serem conhecidos os resultados dos segundos testes, a instituição aumentou o total de infetados de 29 para 77, dos quais 72 estão ativos. Além disso, dois residentes morreram e três funcionários recuperaram.

    Entre os utentes, oito estão internados em hospitais e a maioria está assintomática, acrescentou o delegado de saúde.

  • Açores com seis novos casos elevam para 83 número de ativos

    Os Açores registaram seis novos casos positivos de Covid-19 nas últimas 24 horas, quatro em São Miguel e dois no Pico, elevando para 83 o total de doentes ativos na região, anunciou hoje a Autoridade de Saúde Regional.

    O comunicado diário daquela entidade informa ainda que foi registada, nas últimas 24 horas, uma recuperação na ilha de São Miguel, de uma mulher de 45 anos, elevando para 238 o número total de casos recuperados.

    Quanto aos doentes diagnosticados nas últimas 24 horas, a Autoridade de Saúde açoriana explica que “três dos casos detetados na ilha de São Miguel resultam de teste de despiste à SARS-CoV-2 realizado à chegada à região, na sequência de ligação aérea com território continental português”.

  • Surto com 20 trabalhadores imigrantes infetados em Ferreira do Alentejo

    Os infetados fazem parte de um grupo de 24 imigrantes que vivem juntos num espaço com várias casas naquela aldeia e trabalham também juntos, em explorações agrícolas no concelho.

    Surto com 20 trabalhadores imigrantes infetados em Ferreira do Alentejo

  • Feiras e mercados de levante mantêm-se abertos em todos os municípios da AML

    As feiras e mercados de levante vão continuar em funcionamento nos 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa (AML), foi hoje anunciado, depois do Governo ter decidido deixar ao critério dos municípios a realização destas atividades.

    De acordo com uma publicação do presidente da AML e também da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina (PS), feita na rede social Twitter, “ficou decidido manter abertas as feiras e mercados de levante em todos” os concelhos desta área metropolitana.

    A AML integra os municípios de Lisboa, Loures, Sintra, Mafra, Odivelas, Amadora, Oeiras, Cascais, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete, Sesimbra, Setúbal e Palmela.

    As feiras e os mercados de levante vão poder continuar a funcionar nos 121 concelhos sujeitos a medidas mais restritivas para conter a propagação da pandemia, se tiverem autorização das respetivas autarquias, confirmou hoje à agência Lusa fonte do Conselho de Ministros.

  • Surto com 20 trabalhadores imigrantes infetados em Ferreira do Alentejo

    Um surto com 20 trabalhadores imigrantes infetados pelo vírus que provoca a Covid-19 foi identificado na aldeia de Santa Margarida do Sado, concelho de Ferreira do Alentejo, distrito de Beja, disse hoje o presidente do município.

    Os infetados fazem parte de um grupo de 24 imigrantes que vivem juntos num espaço com várias casas naquela aldeia e trabalham também juntos em explorações agrícolas no concelho, explicou à agência Lusa o presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo, Luís Pita Ameixa.

    Após ter sido confirmada a infeção num dos imigrantes, foram feitos testes de despiste da presença do vírus que provoca a doença Covid-19 aos restantes 23 elementos do grupo, tendo mais 19 tido resultados positivos e os restantes quatro dado negativos, disse.

  • Paredes anuncia que vai autorizar feiras e mercados

    A câmara de Paredes, no distrito do Porto, anunciou hoje que “com reforço das medidas de segurança” vai autorizar a realização das feiras e mercados, decisão tomada depois do Governo corrigido a proibição anunciada sábado.

    Desde logo, estamos disponíveis para rever a situação e como tal vamos autorizar a realização de feiras. Paredes irá repor as feiras com o reforço das medidas de segurança”, refere o presidente da câmara de Paredes, Alexandre Almeida, citado em comunicado enviado à Lusa.

    O Governo confirmou hoje que as feiras e os mercados de levante vão poder continuar a funcionar nos 121 concelhos sujeitos a medidas mais restritivas para conter a Covid-19 caso tenham autorização das respetivas autarquias.

  • Madeira assinala 16 novos casos e um total de 184 infeções ativas

    A Madeira registou hoje 16 novos casos de Covid-19, elevando para 184 o número de infeções ativas no arquipélago, indicou o Instituto de Administração da Saúde (IASAÚDE), notificando ainda quatro recuperações e 76 situações suspeitas em estudo.

    “Hoje há 16 novos casos positivos a reportar, pelo que a região passa a contabilizar 471 casos confirmados de Covid-19”, refere o instituto, em comunicado, esclarecendo que se trata de 12 casos importados (seis provenientes da Polónia, três do Reino Unido, dois de França, e um de Bélgica) e quatro de transmissão local.

    No total, a região contabiliza 184 casos ativos, dos quais 155 foram identificados no contexto das atividades de vigilância implementadas no Aeroporto da Madeira e 29 são de transmissão local.

  • Em queda. Brasil regista 179 mortes e 8.501 infeções em 24 horas

    O Brasil contou 179 mortes e mais 8.501 novas infeções nas últimas 24 horas, segundo dados oficiais.

    Apesar de ser o terceiro país do mundo com maior número acumulado de infetados — 5.554.206 contágios — a curva da pandemia está, nesta fase, em sentido decrescente.

    No total, o país sul-americano conta 160.253 vítimas mortais, com mais 2.355 óbitos a ser investigados.

    Fonte: WorldMeter

  • Madeira assinala 16 novos casos e um total de 184 infeções ativas

    A Madeira registou esta segunda-feira 16 novos casos de Covid-19, elevando para 184 o número de infeções ativas no arquipélago, indicou o Instituto de Administração da Saúde (IASAÚDE), notificando ainda quatro recuperações e 76 situações suspeitas em estudo.

  • "Já fiz 20 e tal testes", diz Presidente

    Na fase final da entrevista, o Presidente disse estar preocupado com a pandemia e que esteve “sempre”, mesmo quando a evolução foi favorável. Apesar dessa preocupação garante que “no momento de decidir”, decide “friamente”.

    Marcelo Rebelo de Sousa confessou ainda que já fez “20 e tal testes” não para se proteger a si “mas as as outras pessoas.”

  • Marcelo diz que em Operação Marquês, Tancos e BES "culpa não morrerá solteira"

    Sobre o processo de Tancos, Marcelo Rebelo de Sousa diz que “tudo tem de ser apurado, de alto a baixo, doa a quem doer”.

    O Presidente regozija-se por durante o seu mandato terem avançado processos encalhados como o “Operação Marquês, BES, Tancos” e não tem dúvidas que “em todos estes processos, a culpa não morrerá solteira”.

  • Marcelo enquanto fala da recandidatura: "Nunca mais digo que Cristo não desce à Terra"

    Sobre a recandidatura, Marcelo Rebelo de Sousa esclareceu que não se repete para a pandemia a garantia que tinha dado nos incêndios: que se se repetisse “em 2018 ou 2019 ou 2020 uma tragédia de incêndios igual à de 2017” não se recandidatava.

    Mas agora é diferente e, explica Marcelo, estamos “no meio da pandemia”. O Presidente diz estar mais preocupado em exercer as suas funções e diz não estar “a fazer cálculos eleitorais”.

    Diz ainda que não tomou a decisão e que só o fará depois de convocar eleições, o que só fará no final de novembro. E aproveita estar a falar do estado de emergência para repetir uma frase que marcou a sua candidatura à liderança do PSD: “Não disse: ‘Não haverá mais estado de emergência’. Desde que disse uma vez: Cristo não desce à terra e depois Cristo desceu à terra, eu nunca mais digo que Cristo não desce à Terra”.

  • Marcelo atira a bola da decisão dos Açores para o representante da República

    O Presidente da República diz que nos Açores “é o representante da República que vai tratar da composição do Governo”.

    Marcelo Rebelo de Sousa diz que não se “pode substituir ao representante da República”.

  • "Tem sido ver governos e presidentes a perder eleições em contexto de pandemia", antevê Marcelo. E dá exemplo de Churchill

    Questionado sobre o contexto político, Marcelo lembra o que tem dito: partidos não devem acrescentar crise à crise e antevê dificuldades na reeleição tanto do Governo como do Presidente. Até Churchill ganhou uma guerra e foi corrido.

    “Temos uma pandemia que está a conhecer um agravamento, temos uma situação económica e social que só se agravará em função da duração da pandemia, vamos juntar uma crise política a isto? Os portugueses percebem?”, diz Marcelo, admitindo que deixou de haver unanimidade em relação ao estado de emergência e à pandemia — “acontece”. Mas nem isso é motivo para provocar uma crise política.

    Convinha que não se juntassem três crises. Três crises tornam pior a capacidade do governo de responder às outras duas crises. Dizem os opositores que, ainda bem, porque é da maneira que cai o governo. Mas é que não cai. Não cai porque o PR não tem o poder de dissolução do Parlamento durante 6 meses até à eleição de novo PR, porque há presidência da UE a seguir, e porque não é indiferente governar com duodécimos de 2020 ou com o dinheiro de 2021”, diz.

    Mas pode cair a seguir? É aí que Marcelo não vaticina bom futuro a Costa. “Tenho visto com atenção o que acontece lá fora, e conta-se por um ou dois dedos da mão os governo que foram reeleitos em contexto de pandemia. Tem sido governos a perder eleições e Presidentes a perder eleições, mas quem é eleito é para ser punido perante o que corre mal, não é so para ser louvado“, diz.

    “Dizer que há cheiro a crise, isso há desde que surgiu a pandemia e a crise económica e social, o que é normal é que caiam a seguir”, antevê dando o exemplo de Churchill — “que ganhou a guerra e foi corrido a seguir”. E dá depois o exemplo de Passos, que ganhou em votos depois da crise e não teve maioria parlamentar a seguir.

  • Marcelo lembra as "guerras de estimação" que ganhou e perdeu

    O Presidente da República lembra que teve “algumas guerras de estimação” durante a pandemia. “Umas ganhei, outras não”, disse Marcelo.

    O chefe de Estado lembra que começou a “usar máscara nos estabelecimentos comerciais” e diziam: “Isso é uma estupidez, não está provado que seja necessário usar máscara”. Diziam o que dizia “a OMS”.

    Marcelo diz que utiliza a máscara para “não ser apanhado numa fotografia”, mas explica que se estivesse “numa rua sozinho” à noite ao ar livre, não era necessário utilizar máscara.

    O Presidente diz que perdeu “a guerra do número”, de que podia haver muita gente, desde que rigorosamente separadas, mas que embora isso não seja um risco de infeção, não é compreendido. “Perde-se o apoio popular”.

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