Momentos-chave
- Nova greve? Nas negociações nada é excluído, diz UGT; Está nas mãos do Governo, diz CGTP
- CIP separa acontecimentos das manifestações e greves da CGTP e UGT
- Funcionários da Câmara Municipal limpam lixo em frente ao Parlamento
- CGTP demarca-se dos acontecimentos junto do Parlamento. "Algo que foge ao total controlo da nossa intervenção"
- Seis detidos e dois identificados pela PSP
- Faro foi o aeroporto com mais cancelamentos no dia da greve
- SEP diz que dados desmentem afirmações do Governo
- Cartazes e panos queimados por grupo de manifestantes em frente ao Parlamento
- Associação de metalúrgicos fala em greve "inexpressiva". "Não houve qualquer adesão à paralisação em mais de 95% das empresas"
- Ventura diz que "não é um dia bom para o Governo" e critica aqueles que fazem da greve uma "grande vitória política"
- Seguro apela ao Governo para que retire proposta. "Governo tem de ter mais bom senso e humildade para perceber que criou um problema"
- Paulo Muacho apelida PSD, CDS e Chega de "nova troika". "Se têm dúvidas se há greve, vão ali à janela"
- Leitão Amaro responde à UGT sobre eventual segunda greve geral: "Ponderamos diálogo e fazer o país andar para a frente"
- Leitão Amaro garante que "esmagadora maioria do país escolheu trabalhar": "Não vale a pena empolar números"
- UGT: Greve "é o começo de uma nova negociação ou o começo de uma longa luta"
- CIP: "Não há empresas paradas no país"
- 19 lojas de retalho alimentar "de pequeno formato" encerradas
- Ana Isabel Ferreira (PSD) parabeniza Paula Santos por estar no Parlamento em dia de greve
- Catarina Martins: "Temos um Governo descolado da realidade"
- Miguel Cabrita diz que Montenegro é "arrogante, sem noção e finge não compreender as razões para a greve"
- IL diz que Chega defende interesses do corporativismos à semelhança do PCP
- CDS critica "extrema-esquerda que continua a atuar como no PREC" com "sindicalistas privilegiados" a impedir colegas de trabalhar
- Livre questiona IL por marcação do debate para dia da greve: "Será para fazer prova de vida?"
- Jorge Pinto considera "quase ofensivo dizer que a adesão a esta greve é inexpressiva"
- Alexandre Poço: "PSD respeita a minoria que faz greve e a maioria que trabalha"
- Leitão atira ao PS e ao Bloco: "Sequestrar um país para fazer prova de vida não mostra força, mostra fraqueza"
- Greve "é sinal de enorme repúdio ao pacote laboral". Governo "está em estado de negação", diz António Filipe
- Mariana Leitão: "A greve geral é feita sobretudo por sindicatos da função pública, os únicos que não são afetados"
- Tráfego nas pontes para Lisboa caiu 4,5% face a 2024, mas foi o mesmo da quinta-feira da semana passada
- "Uma parte largamente maioritária está a trabalhar. Nós também estamos", diz Montenegro ao lado da ministra do Trabalho
- Mais de três milhões aderiram à greve, nas contas da CGTP. "É uma das maiores greves"
- PSP confirma "intervenções" em piquetes de greve que tentavam impedir pessoas de ir trabalhar. Só no Porto, na STCP, se foi além do diálogo
- Brilhante Dias sobre Leitão Amaro: "O senhor ministro não vive neste país, não percebeu o que está a acontecer"
- "Impacto mínimo". Banco Santander garante estar a "operar com normalidade"
- APED garante que lojas alimentares estão a funcionar "sem perturbações". Impacto é de 2%
- Greve nos serviços de socorros cancelou mais voos em Faro e desviou aviões para outros aeroportos
- Mais de metade dos voos previstos para Lisboa foram cancelados. Porto teve menos cancelamentos
- "Empresas estão a funcionar com normalidade", embora "falta de transporte seja problema"
- Metro Sul do Tejo está a assegurar mais de 50% dos serviços normais
- Flixbus a operar normalmente e sem viagens canceladas, apesar de perturbação em Braga já superada
- Alexandra Leitão: Quando trabalhadores "lutam pelos seus direitos, avançamos todos"
- CGTP garante elevada adesão à greve geral
- Rui Tavares diz que "o Governo tem a sua primeira grande derrota na opinião pública"
- Banca. "Muitas" agências fechadas e serviços centrais "às moscas, basicamente", diz sindicato
- Aeroporto de Lisboa pede que passageiros verifiquem estado do voo
- Raimundo exige retirada do pacote laboral e garante: "É uma greve geral histórica"
- Pacote laboral "agressivo" leva a "grande adesão dos professores à greve". "Esperemos que o Governo tire as suas conclusões"
- Raimundo: "Com esta força e unidade vai ser possível derrotar pacote laboral"
- Liceu Camões, em Lisboa. "Escola não vai fechar" mas "greve está a ter uma grande adesão"
- Greve nos hospitais. Sindicato divulga dados da paralisação no turno da noite
- "Todos os dias perdemos quatro médicos no SNS", FNAM culpa Luís Montenegro por "intransigência" que levou a esta greve
- Sindicato dos pilotos diz que TAP só vai operar 63 dos 286 voos previstos
- Fertagus diz que "circulação está a decorrer dentro do previsto", com 25% das operações como previsto para esta hora
- Mário Mourão: Governo "tem de ser sensível aos sinais que esta greve pode dar ao país"
- "Estamos a ter muitos milhares de passageiros a fazer a travessia". Presidente da Transtejo diz que impactos estão a ser "mitigados"
- André Ventura: "Governo foi casmurro, teimoso e quis desrespeitar quem trabalha"
- "Primeiro-ministro vai ter de recuar neste assalto" aos trabalhadores, diz secretário-geral da CGTP
- Dos serviços de urgência à recolha de lixo. O balanço da adesão à greve pela CGTP
- “Os trabalhadores da Autoeuropa disseram não ao pacote laboral"
- Que ruas vão estar fechadas ao trânsito em Lisboa por causa da manifestação?
- Linhas do metro de Lisboa estão encerradas
Histórico de atualizações
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O acompanhamento da greve geral convocada pela CGTP e pela UGT termina aqui.
Obrigada pela preferência! Boa noite!
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Greve geral. UGT e CGTP assumem cartão vermelho ao Governo que contesta e espera VAR empresarial
A guerra de números é já habitual nas greves. Os sindicatos viram cartão vermelho ao Governo que contesta e olha para o VAR que neste caso são as empresas. “Nós pagamos salários”, diz CIP.
Greve geral. UGT e CGTP assumem cartão vermelho ao Governo que contesta e espera VAR empresarial
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Nova greve? Nas negociações nada é excluído, diz UGT; Está nas mãos do Governo, diz CGTP
Questionados na CNN Portugal sobre a possibilidade de se realizar nova greve, Mário Mourão, da UGT, diz que tem dito que “sempre que negociamos não podemos excluir qualquer tipo de luta, incluindo a greve”.
Já Tiago Oliveira, da CGTP, assume que “neste momento está nas mãos do governo”.
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CIP separa acontecimentos das manifestações e greves da CGTP e UGT
Armindo Monteiro, da CIP, também em declarações na CNN Portugal, quis deixar “uma palavra de respeito a todos os que hoje, de forma ordeira, decidiram manifestar-se e fazer greve”, porque “não o fizeram de forma leviana”, prescindindo do salário de um dia.
Para o líder da CIP, os acontecimentos não têm a ver “com manifestação de greve e não foi seguramente isto que UGT e CGTP propuseram fazer”.
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Funcionários da Câmara Municipal limpam lixo em frente ao Parlamento
Já com as ruas nas imediações da Assembleia da República vazias há algumas horas, o único som que se ouve é o das vassouras dos funcionários da Câmara Municipal que varrem o lixo que se acumulou no chão durante a manifestação.
Três trabalhadores juntam latas de cerveja, pedaços de vidro de garrafas e o lixo que já não cabe nos caixotes enquanto se aproximam da zona mais crítica: a parte central da escadaria, onde um grupo de pessoas ateou fogo a vários objetos já no fim da manifestação. Para ajudar a limpar essa zona coberta de negro que ainda cheira a queimado, os funcionários da Higiene Urbana garantem que têm “reforços” a caminho.
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CGTP demarca-se dos acontecimentos junto do Parlamento. "Algo que foge ao total controlo da nossa intervenção"
A CGTP demarca-se dos acontecimentos que, no final da manifestação junto da Assembleia da República, levaram a polícia a intervir.
Tiago Oliveira, da CGTP, em declarações na CNN Portugal, diz que os acontecimentos “foram à margem, já depois da manifestação da CGTP. Algo que foge ao total controlo da nossa intervenção e que devemos condenar”.
Para o líder sindical, “tivemos uma grande greve geral e a CGTP se propôs foi trazer para a rua o descontentamento dos trabalhadores e realizámos um conjunto de manifestação em todos os distritos e nas ilhas. Estiveram nas ruas milhares de trabalhadores”.
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Tarjas, gritos e protestos. Manifestantes saíram à rua para criticar Governo e pacote laboral "perigoso" que "cria incerteza"
Em dia de greve geral, as ruas de Lisboa encheram-se de manifestantes que criticaram Luís Montenegro e um pacote laboral “perigoso”. Protestos concentraram pessoas de todas as idades e profissões.
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Seis detidos e dois identificados pela PSP
Durante a operação policial montada para acompanhar a manifestação que percorreu várias ruas da cidade de Lisboa, a PSP fez seis detidos.
“Pelas 17h20 foi detetado um grupo de cerca de 150 indivíduos, que se separou da manifestação e saiu de frente da Assembleia da República, deslocando-se em direção ao Chiado. Este grupo de indivíduos foi provocando diversos danos ao longo do trajeto adotado, nomeadamente graffiti, em fachadas de prédios residenciais e comerciais, tendo sido intercetados ao chegar ao Largo do Carmo. Alguns dos indivíduos abordados reagiram violentamente à abordagem por parte dos polícias, tendo dois deles sido detidos por resistência e coação sobre funcionário e dois outros identificados”, descreveu a PSP.
Os restantes desacatos foram registados já na parte final dos protestos, quando um homem ultrapassou as barreiras de segurança e subiu calmamente as escadas, tendo sido detido também de forma pacífica, como captaram as câmaras de televisão que se encontravam a filmar a manifestação.
“Os polícias no local necessitaram de, por duas vezes, apagar focos de incêndio, ateados por manifestantes. Em virtude da persistência de tal incivilidade, foi ativado o Regimento de Sapadores Bombeiros que apagou o incêndio que lavrava em caixotes do lixo”.
“Após ter sido extinto o foco de incêndio, os manifestantes foram encaminhados para as artérias adjacentes à Rua Correia Garção, para evitar que fossem efetuados mais danos ao património. No final da manifestação, cerca das 20h38, foram detidos 3 indivíduos por resistência e coação sobre funcionário e ofensas à integridade física qualificada.” Totalizando assim em seis detenções e duas pessoas identificadas.
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Faro foi o aeroporto com mais cancelamentos no dia da greve
Quase 700 voos tinham sido cancelados até às 16h00 da tarde nos nove aeroportos geridos pela ANA no continente e nas ilhas. A maior fatia destes cancelamentos foi feita antecipadamente para mitigar os efeitos da greve geral desta quinta.feira. Os dados da concessionária indicam que o número de voos cancelados no próprio dia foi reduzido.
Destaca-se como exceção o aeroporto de Faro onde a paralisação dos serviços de socorros obrigou à realização apenas dos serviços mínimos e a desviar algumas ligações para outros aeroportos. Dos 87 voos programados, tinham sido cancelados 65 até meio da tarde. Este numero corresponde a 70% dos 94 aviões programados para este dia e que tiveram de ser cancelados.
Estes dados ainda são provisórios e refletem o impacto da greve nas operações até às 16h00.
Lisboa
Total voos: 611
Voos cancelados previamente: 394
Voos não cancelados: 208
Voos realizados hoje: 162
Voos cancelados hoje: 10Porto
Total voos: 265
Voos cancelados previamente: 123
Voos não cancelados: 142
Voos realizados hoje: 90
Voos cancelados hoje: 7Faro
Total voos: 87
Voos cancelados previamente: 18
Voos não cancelados: 69
Voos realizados hoje: 4
Voos cancelados hoje: 65Madeira
Total voos: 86
Voos cancelados previamente: 34
Voos não cancelados: 52
Voos realizados hoje: 43
Voos cancelados hoje: 0Porto Santo
Total voos: 4
Voos cancelados previamente: 0
Voos não cancelados: 4
Voos realizados hoje: 2
Voos cancelados hoje: 0Ponta Delgada
Total voos: 42
Voos cancelados previamente: 20
Voos não cancelados: 18
Voos realizados hoje: 8
Voos cancelados hoje: 8Horta
Total voos: 8
Voos cancelados previamente: 6
Voos não cancelados: 2
Voos realizados hoje:
Voos cancelados hoje: 2Santa Maria
Total voos: 8
Voos cancelados previamente: 2
Voos não cancelados: 6
Voos realizados hoje: 2
Voos cancelados hoje:Flores
Total voos: 4
Voos cancelados previamente: 2
Voos não cancelados: 2
Voos realizados hoje:
Voos cancelados hoje: 2 -
Contra "retrocesso" laboral, mas a picar pouco o ponto à greve geral. Nestas indústrias a revolta nem sempre converteu trabalhadores
A opinião é quase unânime entre os trabalhadores de indústrias e setor privado ouvidos pelo Observador: não querem o pacote laboral. Mesmo assim, a greve foi ficando pelo caminho durante a manhã.
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A polícia está agora a varrer as ruas contíguas à Assembleia da República, para dispersar os manifestantes.
Houve pelo menos um detido.
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
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Os bombeiros estão agora a apagar os focos de incêndio, com a música de fundo “keep the fire burning”.
Os manifestantes estão a falar com os bombeiros pacificamente, tendo havido manifestantes a aplaudir os três bombeiros que vieram aqui à frente apagar o fogo”.
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A polícia de intervenção voltou a descer as escadas para apagar o foco de incêndio.
Continuam cerca de 100 manifestantes presentes junto às escadarias da Assembleia da República.
Entretanto chegou um carro dos bombeiros.
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
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Polícia de intervenção volta a subir escadarias
A polícia de intervenção já voltou a subir a escadaria. Quando desceu as escadarias o grupo da polícia de intervenção dirigiu-se ao foco de incêndio.
Na subida das escadas percebe-se que um dos polícias tem um extintor na mão.
Os manifestantes voltaram a incendiar dois caixotes do lixo.
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A polícia de intervenção começou a descer as escadarias da Assembleia da República.
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SEP diz que dados desmentem afirmações do Governo
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses contesta o Governo na avaliação de uma greve inexpressiva no setor privado. “O Governo afirma que a greve no setor privado e social é inexpressiva. Dados desmentem”, declara em comunicado.
Em comunicado, o SEP indica que um conjunto de dados de hospitais privados e IPSS para contestar essa ideia.
CUF Tejo: Cirurgia Ambulatório – 100%; Consulta Pediatria – 100%; Internamento Geral A – noite 2 enfermeiros escalados / 2 em greve =100%; manhã 2 enfermeiros escalados / 2 enfermeiros em greve = 100%; internamento Geral B noite – 2/2 manhã 4/4 – 100%.
CUF Torres Vedras: Bloco Operatório – 71%.
CUF Descobertas: Internamento Geral – 67%.
CUF Sintra: Atendimento Permanente – 100%.
CUF Viseu: Atendimento permanente – 100%
Casa de Saúde de São Mateus (Viseu): Turno da noite – 6 escalados / 3 aderentes = 50%; Turno da Manhã – 17 escalados / 13 aderentes = 76,4.
Hospital Luz Lisboa: Hospital de Dia Oncologia – 13 escalados / 13 em greve – 100%; Bloco de partos – 9 escalados / 6 em greve = 67%; Exame ginecologia – 2 escalados / 1 em greve = 50%; Obstetrícia – 8 escalados / 6 em greve = 75%.
Hospital Lusíadas Lisboa: Total de adesão = 44%, com Bloco Operatório a 92%
SAMS: Hospital SAMS – noite 70% – manhã 52%; Centro Clínico SAMS – manhã 67%;
Santa Casa Misericórdia de Lisboa: Alcoitão – Noite – 100%; Manhã – 88%; Unidade S. Liberdade – 100%; Unidade S. Tapada – 50%; Unidade Mais – 50%
Santa Casa da Misericórdia Castelo Branco – lares – Noite – 2 enfermeiros escalados / 1 enfermeiro em greve = 50%; Manhã – 2 enfermeiros escalados / 2 em greve = 100 %; Unidade de Cuidados Continuados Integrados – Noite – 2 escalados /2 em greve = 100%; Manhã – 5 escalados / 5 em greve = 100%;
Santa Casa da Misericórdia da Sertã – Manhã – 4 escaldos / 4 em greve = 100%; Tarde – 4 escalados / 4 em greve = 100%
Santa Casa da Misericórdia de Vila Velha Ródão – Manhã – 3 escalados / 3 em greve = 100%
SCM do FUNDÃO – LAR – Manhã – 1 enfermeiro escalado / 1 enfermeiro em greve = 100%; Tarde – 1 escalado /1 em greve = 100%; Unidade de Cuidados Continuados Integrados – Manhã – 4 escalados / 3 em greve
SCM da COVILHÃ – LAR – TODO O DIA – 5 enfermeiros escalados / 3 em greve = 60%
Hospital Privado de Azeitão: Noite – 2 escalados / 2 em greve = 100%; Manhã – 4 escalados / 4 aderentes = 100%; Tarde – 2 escalados / 2 aderentes = 100%
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Cadeados em portões, pregos e pneus vazios. Grupo Barraqueiro denuncia tentativas "infrutíferas" para evitar saída de autocarros
Grupo Barraqueiro revela tentativas para bloquear saída de autocarros, desde bloqueios humanos e cadeados até pregos e pneus esvaziados. Em alguns casos, as forças de segurança foram chamadas.
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Governo afasta, para já, recurso a medidas de exceção com voos noturnos
O Governo espera o retorno à normalidade nos aeroportos a partir de amanhã, não estando a preparar nenhuma medida extraordinária para acelerar essa normalização.
O Observador questionou o Ministério das Infraestruturas sobre se estava a ser equacionado alguma medida de exceção para permitir a realização de voos noturnos, face às centenas de voos cancelados em vários aeroportos. “Da parte do Governo não está em elaboração nenhuma medida que excecione as restrições noturnas”, refere fonte oficial do Ministério das Infraestruturas, remetendo eventuais pedidos nesse sentido para o regulador, a ANAC.
Do balanço feito até ao meio dia pela ANA, a grande maioria dos voos afetados tinha sido cancelada antes do dia greve geral.
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Cartazes e panos queimados por grupo de manifestantes em frente ao Parlamento
Alguns manifestantes que ainda se encontram em frente do Parlamento queimaram panos, cartazes e lixo e atiraram garrafas de vidro e caixotes de lixo para as escadarias.
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
Um dos manifestantes passou as barreiras, subindo a escadaria, e acabou a ser levado pela polícia de segurança pública.
A polícia de intervenção tinha chegado, entretanto, e mantém-se no topo da escadaria.
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Henrique Gouveia e Melo: "Desvalorizar uma greve não é uma atitude correta"
A guerra de números “não faz sentido”, “o que faz sentido é que os sindicatos, as entidades patronais e o Governo se voltem a sentar à mesa das negociações, porque nós temos de avançar com uma economia com coesão social”, considera Henrique Gouveia e Melo, candidato presidencial.
O candidato diz que Portugal tem de ser “uma economia que motive trabalhadores e flexibilize para a economia desenvolver o seu máximo potencial. O equilíbrio pode ser encontrado com bom senso”.
E acrescenta: “Não é necessário atacar direitos dos trabalhadores que não vão aumentar a nossa competitividade nem flexibilizar nada. São só ataques que não permitem melhorar a nossa economia. Não há prova evidente que algumas medidas, que ferem direitos trabalhadores, permitam maior produtividade ou competitividade da economia”.
Em declarações, em Oeiras, transmitidas pelas televisões, Henrique Gouveia e Melo critica a desvalorização da greve. “Desvalorizar uma greve não é uma atitude correta. É um direito constitucional, as pessoas quando decidem fazer uma greve é porque tem um significado muito específico e temos de respeitar. A seguir temos de voltar à negociação com vontade de negociar e não com a vontade de exigir ou impor ou achar que a nossa solução é a única. Normalmente um problema tem muitos ângulos para se resolver”.
O candidato acredita haver “uma tentativa política para desvalorizar a greve. Não me parece que seja a melhor alternativa”.