Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Negrão teve luz verde dos partidos para interromper audição

    Como já foi explicado há alguns posts atrás, a audição a Nuno Vasconcellos por vídeo-conferência foi interrompida pelo presidente da Comissão de Inquérito. Fernando Negrão tomou esta iniciativa inédita ao fim de menos de uma hora depois de receber a luz verde dos partidos presentes na sala.

    Esta ação drástica foi justificada pela recusa do inquirido em responder às perguntas concretas. A ser interrogado a partir de São Paulo (e não presencialmente), o antigo dono da Ongoing afirmou que estava ali como convidado e não como arguido.

    Nuno Vasconcellos faz parte do lote de “grandes devedores” do BES/Novo Banco chamado a esta comissão que já ouviu Bernardo Moniz da Maia, João Gama Leão (da Prebuild) e Luís Filipe Vieira. O empresário vive no Brasil há dez anos e manifestou espanto quando soube que estavam a ter dificuldade em contactá-lo.

    Direito de resposta ao artigo de opinião “Ah, Ah, Ah, podem rir os grandes devedores”

  • Foi administrador da Affera? “Não me recordo, em altura nenhuma, de ser administrador de nenhuma empresa chamada Affera”

    Um dos grandes pontos de tensão na audição de Nuno Vasconcellos começou quando Mariana Mortágua lhe perguntou sobre a empresa Affera, sediada no Panamá. Em 2017, diz a deputada do Bloco, a administração desta empresa era composta por Rafael Mora, Guilherme Dray, Nuno Dias e Nuno Vasconcellos.

    “Não me recordo, em altura nenhuma, de ser administrador de nenhuma empresa chamada Affera”, remata Nuno Vasconcellos.

    Mariana Mortágua estranha que Nuno Vasconcellos não se lembre, e que também não saiba quem são os acionistas.

    “Eu sei quem são os acionistas. Já lhe falei aqui deles, até lhe falei que um é padrinho do meu filho. Onde é que a senhora deputada quer chegar”, pergunta Nuno Vasconcellos, visivelmente agastado.

    ”Quero chegar à lista completa dos acionistas da Affera”.

    “Isso tem de perguntar à Affera ou às entidades onde a Afera está registada”, diz o empresário.

    Mortágua ainda pergunta pelas empresas Goldenedge e WebSpectator, registada no Delaware (Estado norte-americano considerado um paraíso fiscal).

    “Esse nome diz-me alguma coisa, sim. Mas não faz parte do âmbito desta comissão, porque nunca fez parte da Ongoing”.

    “É património da sua família?”.

    “Não”, responde Nuno Vasconcellos, que depois explica que foi ele quem inventou o software da empresa. “Inventei não, tive a ideia para o software, depois outros fizeram. (…) Mas está completamente fora do âmbito desta comissão”.

  • "O Novo Banco não quis saber de mais nada, nem quis emprestar mais dinheiro”, lamenta Nuno Vasconcellos

    Sobre o padrinho do seu filho – que não identificou – Vasconcellos diz que “foi a pessoa que mais me ajudou”. Isto porque, na altura, “o Novo Banco não quis saber de mais nada, nem quis emprestar mais dinheiro”, salienta.

    E sobre o Novo Banco não querer ajudar, Vasconcellos relata um episódio, que começa com um contrato que foi feito ainda com o BES. “Quando me pediram para vender as ações da ZON e da Impresa para amortizar a dívida, eu falei que as empresas precisavam de dinheiro para os próximos três anos, porque não tinham operação rentável. Eram start-ups”, continua.

    Assim, diz, “houve um projeto feito pelo Novo Banco, chamado Chiado, em que eles me disseram ‘amortiza o crédito da Impresa, vende as ações da Zon e nós fazemos um empréstimo de 30 milhões de euros para financiar as empresas no Brasil nos próximos 3 anos. Depois veio a nova gestão e mostrei o documento [do projeto Chiado]. Havia salários por pagar, havia sobretudo impostos para pagar no Brasil, que aqui é crime – dá prisão – e eles [o Novo Banco] pediram para encerrar”.

  • A Real Time tem uma dívida de 47 milhões de euros no Novo Banco. Sim ou não?" "Não", responde Vasconcellos

    Mariana Mortágua diz que a Real Time tem uma dívida de 47 milhões de euros junto do Novo Banco. “Não, na dívida do Novo banco não consta nada disso”, responde Vasconcellos.

    Mariana Mortágua passa para a HIS Portugal, uma empresa de software que era do grupo Ongoing.

    “A HIS Portugal foi dada como garantia ao Novo Banco”, afirma a deputada bloquista, referindo ainda um “aumento de capital por uma sociedade constituída no Panamá”.

    Nuno Vasconcellos lança-se, então, numa longa explicação sobre um “um conjunto de empresários brasileiros muito ricos aqui no Brasil que fizeram aumentos de capital nas empresas”, detalhando que estariam ligados a “um fundo financeiro que emprestou dinheiro a juros altíssimos”. E afirma que um desses empresários, o que mais o ajudou quando as empresas já não conseguiam pagar salários a trabalhadores, é uma pessoa que lhe é próxima: o padrinho do seu filho.

  • Vasconcellos diz que BES ficou com tudo. "Não tenho uma mota de água"... é uma moto quatro

    Antes de interromper a audição, Nuno Vasconcellos afirmou ter entregue ao BES como garantias vários ativos imobiliários, alguns dos quais pertenciam à família.

    Elencou os terrenos da Artilharia 1 (em Lisboa), prédios no Estoril, casas, empreendimentos em Alcácer do Sal, um armazém em Valejas (Oeiras) que diz estava avaliado em sete a oito milhões de euros, propriedades do Quinta do Peru, uma quinta “lindíssima” no Norte que era um dos ativos do grupo Ongoing.

    Afirmou ainda ter dado um aval pessoal ao BES um mês antes do banco cair, até a pedido do Banco de Portugal. Afirmou a propósito desse aval ter informado o banco que não tinha ativos em nome pessoal, mas também disse ter entregado antes ativos imobiliários em seu nome ao BES, como uma parte de um terreno na zona da Expo e na antiga Fundição de Oeiras.

    Nuno Vasconcellos aproveitou para esclarecer o “mito urbano” da mota de água que teria sido o único em seu nome detetado numa ação de execução da banca. “Não tenho uma mota de água”. Mariana Mortágua acrescenta era uma moto quatro (mota todo-o-terreno).

    Os outros ativos, os imobiliários, foram com o BES. “Todos os ativos em meu nome ficaram no BES. E levanta a questão: se a dívida da Ongoing era assim tão má como passa para o Novo Banco?

    Em plena comissão de inquérito ao Novo Banco, Nuno Vasconcellos voltou a desviar o tema para o BCP, que era o maior credor do grupo Ongoing, para insistir que história está “mal contada. O ideal era que a PGR investigasse de quem é a culpa. Tenho muita coisa para contar”.

    A deputada do Bloco de Esquerda responde que a PGR devia era investigá-lo a si. O empresário diz que já o fez e por esta altura os ânimos voltam a exaltar-se.

    “Não vim aqui como arguido para falar consigo. Exijo respeito”.

  • "É totalmente falso que o Novo Banco tenha garantias na Real Time Corporation. Nem nunca teve"

    Pouco tempo antes do fim intempestivo da audição, Mariana Mortágua que junto de Nuno Vasconcellos informações mais precisas sobre a Real Time Corporation.

    “O que me respondeu é que não é responsável pela dívida. Diz aqui num documento do Novo Banco que as únicas garantias reais estão concentradas numa empresa brasileira chamada Real Time Corporation. Confirma?”, perguntou a deputada.

    “É totalmente falso, a Ongoing tinha uma participação nessa holding, que tem empresas de tecnologia e internet. E que até ia fazer um IPO no Brasil”, respondeu o empresário, antes de mais um e demorado período em que o som do seu microfone não estava ligado.

    “Todas as garantias reais estão contratualizadas com o Novo Banco. Não tem garantias na Real Time, nem nunca teve. Mas posso dizer que a Real Time não era tudo isso que se fala”, acrescentou Nuno Vasconcellos, dizendo – entre cortes – que as empresas detidas pela Real Time “acabaram por ficar sem operação no Brasil”.

  • "Está aqui porque deixou um calote de 600 milhões" e "não pretendo dar-lhe mais palco". As frases de Mariana Mortágua a Vasconcellos

    Após essas declarações de Nuno Vasconcellos, Mariana Mortágua decidiu que não iria fazer mais perguntas, naquilo que foi um prenúncio do fim abrupto da audição anunciada depois por Fernando Negrão.

    “O senhor está aqui porque deixou um calote de 600 milhões de euros no Novo Banco e agora vem a esta comissões, da alto da sua moralidade, passar lições de moral aos bancos e aos governos. Por mim termino aqui, não pretendo dar-lhe esse palco, e não lhe farei mais perguntas até final”, disse a deputada do Bloco. Pouco depois, Fernando Negrão haveria de terminar a audição.

  • Vasconcellos para Mariana: "Quer que lhe responda o que quer ouvir, mas não vai ter essa sorte (...) Não vim aqui para ser desconsiderado"

    O desfecho imprevisível da audição (muito esperada) ao dono da Ongoing resultou da insistência de Mariana Mortágia na pergunta sobre a dívida de 522 milhões de euros ao Novo Banco e sobre se o empresário a tencionava pagar.

    As garantia “são empresas vazias” e os imóveis só valem seis milhões de euros. Aguardo resposta, vai ser paga e quando: Quer que responda ao que quer ouvir, mas não vai ter essa sorte. Mas vou-lhe falar a verdade. Só por isso estou aqui. E o ex-dono da Ongoing pediu para aceitarem ouvir a sua parte,

    Negrão interrompe pela primeira vez para pedir outro tom e respostas. “O meu tom tem muita consideração por esta CPI. A deputada é que não está com o tom certo e faz considerações que não deve. Não posso ser desconsiderado. Não estou aqui para ser desrespeitado O respeito tem duas vias”.

  • As frases que irritaram Mariana Mortágua ao ponto de não querer fazer mais perguntas. E a audição acabou pouco depois

    Golpe de teatro na audição de Nuno Vasconcellos. Depois de algumas trocas de palavras mais azedas entre Nuno Vasconcellos e a primeira deputada que lhe fez perguntas, Mariana Mortágua, o empresário deu várias respostas incompletas, omissas ou demasiado vagas sobre vários dos negócios que tem no Brasil.

    A certo ponto, Mariana Mortágua insistiu que Nuno Vasconcellos estava a ser ouvido porque tem uma dívida de 600 milhões de euros ao Novo Banco. A resposta do empresário foi esta:

    “A senhora deputada insiste… O meu grupo não deve 600 milhões de euros ao Novo Banco. Temos de aprender a fazer contas. Tudo o que o BES e o Novo Banco me pediram eu dei”.

    Mas não se ficou por aqui, iniciando uma longa declaração sobre a culpa dos bancos e dos governos, e não dos empresários.

    “Agora é fácil, cinco anos depois, sempre que os bancos precisam de mais dinheiro, lá vem a lenga-lenga que os empresários não pagaram. (…) Os bancos estavam cheios de dívida pública, e a culpa é dos governos, não dos empresários”, disse Nuno Vasconcellos.

    “Gostava muito de ajudar. E se existem culpados, que se encontrem esses culpados e que sejam castigados”, afirmou ainda.

  • Negrão põe fim à audição a Nuno Vasconcellos

    Não foram precisas muitas perguntas. Mariana Mortágua interrompeu a sua intervenção dizendo que não está disponível para permitir que Nuni Vasconcellos use a comissão de inquérito para fazer passar a sua narrativa, sem responder às perguntas. Fernando Negrão concorda e, em nome da dignidade da comissão de inquérito, dá como terminada a audição a Nuno Vasconcellos.

    “Fica claro que se recusa sistematicamente a admitir que seja titular de qualquer dívida [ao Novo Banco] e fica claro que não responde a nenhuma pergunta de forma construtiva. A sua única preocupação é construir e deixar aqui a sua defesa. em nome da dignidade desta comissão damos por terminada a mesma”, diz o presidente da comissão.

  • Acusação de insolvência culposa. "Se é assim, o BCP é um mentiroso"

    Mas é acusado de insolvência culposa pelo BCP?

    “Não tenho conhecimento disso. E se é assim, o BCP é um banco mentiroso e o presidente também”. Vasconcellos conta que deu um aval pessoal de 10 milhões de euros para cobrir juros. E chegou a ir com o presidente do Banco Pactual do Brasil que fez uma oferta de 140 milhões pela dívida, mas diz que o banco recusou.

    Mais tarde e depois da insolvência chegamos a um acordo e os créditos foram comprados por mais de 80 milhões em troca de ativos que estão no balanço do BCP que, diz, aceitou a operação e diz que até uma carta do gestor da insolvência a confirmar que não há dívida. “O BCP acusa-me de não pagar o aval pessoal, mas disse que ia perdoar esse aval. Isso não foi cumprido. Essa historia está mal contada como muitas historias sobre a Ongoing e a minha família”

  • Vai me dizer que não dívidas? "Quem tem dívidas é a Ongoing. Nós demos garantias"

    Em 2016 a Ongoing devia mais de 500 milhões ao Novo Banco e não tinha garantias, diz Mariana Mortágua.

    O empresário contrapõe: O grupo não é da minha família. A empresa insolveu em 2016.

    Vai dizer que não tem dívidas? (perguntou Mariana Mortágua)

    Quem tem dívidas é a Ongoing e nós demos garantias e amortizamos dividas, acedemos a solicitações de BCP e BES.

  • Bloco: "Nunca teve nada que não fosse comprado com dinheiro emprestado por Ricardo Salgado"

    O empresário garante que ficou depósito de 68 milhões de euros no BES.

    Por esta altura, a deputada pergunta: Sabe o que quer dizer provisionar? É quando o Banco dá esse valor como perdido.

    Nuno Vasconcellos insiste que os ativos existiam estavam lá e diz que tem relatório de auditoria no final de 2013 da Ongoing que tem uma avaliação de mais de mil milhões em ativos, terrenos, ações da Zon, prédios, terrenos e armazéns.

    E essa empresa tinha uma dívida de mil milhões de euros, responde a deputada. “Nunca teve nada que não fosse comprado com dinheiro emprestado por Ricardo Salgado”.

  • "Dívida ao BES quem tem de a pagar é a Ongoing não sou eu"

    Sobre a dívida ao BES diz que “foi provisionada”.

    “Quem tem de pagar é a Ongoing, a pergunta está a ser feita de um ponto de vista pessoal, mas deve ser feita à Ongoing. Em 2014, o Banco de Portugal obrigou o BES a provisionar.

    Do BES chamaram-me porque o Banco de Portugal estava a apertar muito com o banco, porque havia a previsão que as ações do BES não iram valer nada.

    E pediram.me para vender as ações que tinha da Impresa e ativos da Ongoing, nomeadamente as ações da ZON. Essas ações foram vendidas por 70 milhões de euros.

    Pediram-me me para deixar numa conta do banco, dada como colateral para aquilo que falava provisionar, que era cerca de 100 milhões de euro.

    Estamos a falar de 417 milhões de euros, de uma dívida de 520. Tenho um relatório que diz que esse dinheiro ficou no banco.

    Mariana Mortágua pergunta a Nuno Vasconcellos se ele sabe o que quer dizer “provisionadas”. O empresário atira “diga-me lá a senhora deputada o que entende por isso”.

    “Quer dizer que é o banco a dar como perdido esse valor”.

    “Foi feito um aumento de capital, feito com dinheiro do BES não do NB. A dívida foi provisionada. Os ativos existiam e estavam lá”, insiste.

  • “A Ongoing não tem nenhuma dívida com o BCP, foi comprada e regularizada. 

    Mortágua insiste: “aquilo que perguntei é como pretende pagar a dívida”.

    Vasconcellos explica: “A Ongoing não tem nenhuma dívida com o BCP, foi comprada e regularizada. Começou como 400 milhões e ao longo de quatro anos foram pagos 120 a 130 milhões de euros. Essa dívida de 290 milhões de euros foi comprado por cerca de 80 milhões de euros, em troca de dois ativos prestados por accionistas do Ongoining, que não estavam dentro do balanço. Foram avaliados e aceites”.

    E sublinha que a dívida total é de 721 milhões de euros, incluindo Segurança Social, alguns trabalhadores – que infelizmente não foram pagos – fornecedores e bancos. Ao BES são 520 milhões, com juros.

  • "A história de não estar contactável está mal contada". "Só posso concluir que foi falta de eficácia do gestor de insolvência"

    Mariana Mortágua (BE) arranca com as perguntas, não sem antes um comentário. “Tem graça que se manifeste tão disponível para ser contactado, quando tem uma ação de insolvência culposa, colocada pelo BCP contra si, um banco que diz que não o consegue contactar, nem às suas empresas”. E pergunta como e quando é que Nuno Vasconcellos vai pagar os 600 milhões que deve ao Novo Banco (a dívida total à banca portuguesa passa dos 1.000 milhões).

    Após alguns problemas de som, Nuno Vasconcellos diz que a história de não ser contactável “é uma história muito mal contada”.

    “Se o Fisco português me consegue contactar, o gestor de insolvência deveria conseguir também. Não tenho endereço em Portugal. Mas moro e pago impostos no Brasil há 10 anos, portanto só posso concluir que foi falta de eficiência do gestor de insolvência”, diz o empresário.

  • "Não agi de má fé e não posso ter o meu nome entre os responsáveis pela maior crise de Portugal"

    No final da sua intervenção inicial, o empresário remata: “Não tenho a esconder nada. Não agi de má fé e não posso ter o meu nome entre os responsáveis por levar Portugal à mais grave crise da sua historia recente”.

  • Vasconcellos pede ao Bloco para corrigir informação no site que o acusa de crime de corrupção

    Nuno Vasconcellos agacede a oportunidade de prestar esclarecimentos sobre a sua conduta à frente da Ongoing e promete: “Não vou deixar qualquer pergunta sem resposta” e quero esclarecer rumores. Nunca figu às minhas responsabilidades e lutarei dento das minhas possibilidades contra qualquer tentativa de tornar as responsabilidades maiores do que são.

    “Nunca me neguei a comparecer a este parlamento”. Empresário estranha informação de que o Parlamento não o encontrava. Vasconcellos vive há mais de 10 anos no Brasil e em São Paulo. As autoridades sabem como contactá-lo.

    Diz que é colunista do Dia, um dos jornais de maior prestigio e circulação e tem representantes legais em Portugal.

    “Gostaria de aproveitar para desmentir a informação no site do bloco que me atribui um crime de corrupção. Fui acusado com base em provas falsas e respondi a um processo no qual fui considerado inocente em 2016.

    Pede assim ao Bloco de Esquerda que essa informação seja corrigida.

  • Boa tarde, vamos acompanhar em direto mais uma audição da comissão de inquérito às perdas do Novo Banco. Os deputados vão questionar Nuno Vasconcellos, fundador da Ongoing, através de vídeo-conferência. O empresário está no Brasil e admite-se que possam existir algumas limitações técnicas a esta audição por causa da qualidade de ligação.

    A Ongoing é um dos maiores devedores ao Novo Banco, com dívidas da ordem dos 600 milhões de euros.

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