Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com o conflito no Médio Oriente ao longo do dia de ontem, sábado.

    Israel atinge hospital na Faixa de Gaza e diz que um dos alvos era um líder político do Hamas

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Ataque israelita mata líder político do Hamas no sul de Gaza

    Os media palestinianos e ligados ao Hamas anunciaram que um ataque aéreo israelita em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, matou um dos líderes políticos do Hamas, Salah al-Bardaweel.

    Segundo a Reuters, que cita esses meios de comunicação, o ataque também vitimou a mulher de al-Bardaweel. O alvo era membro do gabinete político do grupo.

    A imprensa pró-Hamas disse que o ataque aéreo matou Bardaweel, que é membro do gabinete político do grupo, e também matou a sua mulher.

    Recorde-se que, no mesmo dia em que Israel retomou em força os ataques aéreos na Faixa de Gaza, na terça-feira, foram mortos o chefe do governo do Hamas, Essam Addalees, e o chefe da segurança interna, Mahmoud Abu Watfa.

  • Protestos voltam a encher as ruas de Israel. Oposição vai convocar greve geral se governo demitir líder do Shin Bet

    Milhares de israelitas manifestaram-se este sábado à noite em cidades como Telavive, Jerusalém e Haifa contra a decisão do governo do Benjamin Netanyahu de demitir o chefe dos serviços secretos Shin Bet e retomar os combates em Gaza, pedindo pelo regresso dos reféns.

    Segundo a imprensa israelita, quatro pessoas foram detidas em Telavive depois de confrontos com a polícia durante a tarde, ao passo que outras duas foram intercetadas ao tentar entrar na casa de Netanyahu, em Jerusalém.

    O país tem sido palco de grandes protestos nos últimos dias, não apenas por causa do retomar dos confrontos na Faixa de Gaza após o final do cessar-fogo, mas porque Netanyahu decidiu demitir o líder do Shin Bet, a agência de segurança interna de Israel, uma decisão que tem sido encarada como politicamente motivada.

    Do dinheiro recebido por assessores à demissão de um rival de Netanyahu: o que é o Qatargate israelita?

    O Supremo Tribunal de Justiça israelita avançou com uma injunção na sexta-feira, congelando temporariamente a decisão, para que pudesse examinar os recursos apresentados contra a demissão de Ronen Bar.

    No entanto, o governo de Netanyahu estará a considerar avançar à mesma com o despedimento, o que levou o líder da oposição israelita, Yair Lapid, a ameaçar este sábado a convocatória de uma greve geral.

    Se o governo do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu “decidir desobedecer à decisão do Tribunal, tornar-se-á um governo fora da lei”, Lapid.

  • As orações de Putin pela saúde de Trump, as eleições em Kiev, a ideologia do Hamas. O que disse Witkoff na sua primeira grande entrevista?

    O enviado especial de Donald Trump deixou algumas luzes quanto aos próximos passos que os EUA vão tomar nas negociações tanto na guerra na Ucrânia como no conflito israelo-palestiniano.

    As orações de Putin pela saúde de Trump, as eleições em Kiev, a ideologia do Hamas. O que disse Witkoff na sua primeira grande entrevista?

  • Israel realiza segunda vaga de ataques contra o Líbano

    O Exército israelita realizou hoje uma segunda vaga de ataques contra o Líbano, após uma primeira série durante a manhã, que resultaram em pelo menos seis mortos, alegando agir em resposta a disparos de ‘rockets’ provenientes do território libanês.

    O grupo xiita libanês Hezbollah negou a responsabilidade pelos ataques contra Israel, que não foram reivindicados, acusando o “inimigo israelita” de procurar “pretextos para continuar os seus ataques contra o Líbano”.

    Estes disparos contra Israel são os primeiros no norte do país desde que a trégua com o Hezbollah entrou em vigor em 27 de novembro do ano passado.

    O acordo de cessar-fogo interrompeu as hostilidades entre o Exército israelita e o Hezbollah, que tinha aberto uma frente contra Israel em solidariedade com o grupo islamita palestiniano Hamas, no início da guerra na Faixa de Gaza, em outubro de 2023.

    A trégua trouxe uma relativa calma ao Líbano após mais de um ano de hostilidades, apesar dos ataques que Israel continua a realizar a cada dois ou três dias a alvos apresentados como ligados ao Hezbollah, desde a retirada incompleta das suas tropas do sul do país, em 15 de fevereiro.

    Hoje de manhã, soaram sirenes de alerta em Metula, uma aldeia na fronteira israelo-libanesa e foram intercetados três dos seis ‘rockets’ disparados do sul do Líbano em direção à região norte da Galileia, segundo as autoridades israelitas.

    Em resposta, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou ao Exército que atacasse “alvos terroristas” no Líbano, onde a intensificação da guerra, entre setembro e novembro de 2024, deixou o Hezbollah muito enfraquecido.

    Mais tarde, o Exército israelita anunciou que tinha atacado “dezenas de lança-foguetes e um centro de comando a partir do qual operavam terroristas do Hezbollah” no sul do Líbano.

    De acordo com a agência nacional de notícias libanesa (ANN), citando o Ministério da Saúde, cinco pessoas, incluindo uma criança, foram mortas e oito ficaram feridas num dos ataques na cidade de Touline.

    Ao início da noite, Netanyahu e o ministro da Defesa, Israel Katz, ordenaram “uma segunda vaga de ataques contra dezenas de alvos terroristas do Hezbollah”.

    A agência ANN noticiou vários ataques israelitas no sul e leste do país, principalmente em Tiro, no sul do país, onde registou um morto e sete feridos.

    O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, alertou para o risco do recomeço de operações militares na fronteira sul, o que pode “arrastar o país para uma nova guerra, com consequências desastrosas”.

    A força de manutenção da paz da ONU no Líbano (FINUL) também expressou preocupação sobre uma “possível escalada” da violência

    “A FINUL continua preocupada com a possível escalada de violência” e “exorta todas as partes a evitarem minar os progressos realizados, especialmente quando estão em causa vidas civis e a frágil estabilidade. Qualquer nova escalada pode ter consequências graves para a região”, avisou em comunicado.

    Após o início dos disparos de ‘rockets’ pelo Hezbollah, há mais de um ano, cerca de 60.000 habitantes fugiram do norte de Israel, e apenas uma pequena parte deles regressou a casa nas últimas semanas, no seguimento da luz verde das autoridades.

    As autoridades libanesas registaram, por seu lado, mais de 3.800 mortos e acima de 1,2 milhões de deslocados, em resultado dos ataques israelitas a partir de setembro do ano passado.

    Nos termos do acordo de cessar-fogo, Israel deveria retirar-se do sul do Líbano, onde apenas o Exército libanês e as forças de manutenção da paz da ONU seriam mobilizados.

    O Hezbollah deveria desmantelar as suas infraestruturas e retirar-se para norte do rio Litani.

  • Recomeço de ataques israelitas deixa 125 mil deslocados em Gaza

    Pelo menos 125 mil pessoas foram deslocadas na Faixa de Gaza por ataques israelitas e ordens de evacuação desde que Israel quebrou o cessar-fogo na manhã de terça-feira, anunciou hoje a agência da ONU para os refugiados palestinianos (UNRWA).

    “Cerca de 125 mil pessoas foram deslocadas desde que o cessar-fogo foi quebrado. Isto inclui movimentos no norte e no leste”, indicou à agência EFE Sam Rose, diretor de operações da UNRWA no enclave palestiniano.

    Israel ordenou à população que se retirasse das zonas orientais de Khan Yunis, no sul da Faixa de Faza Gaza), bem como da cidade vizinha de Beni Suheila, o que levou a deslocações para as zonas próximas da costa.

    No norte, o Exército Israelita ordenou aos habitantes de Beit Hanoun, no canto nordeste do enclave, e de Beit Lahia, a noroeste, que se retirassem.

    Depois, alargou as ordens de evacuação a três zonas costeiras entre Beit Lahia e a Cidade de Gaza.

    Todas estas áreas eram adjacentes à “zona tampão” de onde as tropas israelitas se retiraram durante o cessar-fogo que vigorava desde 19 de novembro.

    “Na verdade, há muito tráfego na estrada costeira, em ambos os sentidos”, descreveu Rose.

    As Forças de Defesa de Israel retomaram na semana passada uma invasão terrestre no território palestiniano, com operações em Beit Lahia e a ocupação parcial do corredor Netzarim, onde já se tinham posicionado antes do cessar-fogo para separar o norte do sul do enclave.

    Israel ordenou à população do norte que seguisse para sul pela autoestrada costeira Rashid, que atravessa a Faixa de Gaza de uma ponta à outra, enquanto bloqueava o acesso à autoestrada Salah al-Din, que segue em paralelo, mas está perto da fronteira.

    Nas suas ordens de evacuação, o Exército redirecionou os habitantes para uma “zona segura” que estabeleceu em Mawasi (sudoeste), embora nos últimos dias o local, que ficou preenchido com tendas de deslocados, tenha sido também alvo de bombardeamentos.

    Estes ataques interromperam uma trégua iniciada em 19 de janeiro com o grupo islamita Hamas, ao fim de mais de 15 meses de ofensiva, e ocorrem num momento em que as partes não alcançam entendimento para avançar para as etapas seguintes do acordo de cessar-fogo.

    No seu último balanço, as autoridades locais da Faixa de Gaza, controladas pelo Hamas, indicaram que pelo menos 634 pessoas morreram em resultado da vaga recente de ataques israelitas e outras 1.172 ficaram feridas.

    Antes do cessar-fogo, pelo menos 1,9 milhões de habitantes, ou 90% da população, estavam deslocadas pelo conflito, de acordo com dados das Nações Unidas.

    O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, ordenou na semana passada ao Exército a tomada de mais territórios na Faixa de Gaza para serem anexados a Israel até que o Hamas liberte todos os reféns que conserva na sua posse.

    Katz disse que as tropas devem retirar as populações palestinianas das áreas adicionais ocupadas para expandir as zonas de segurança e, assim, “proteger as comunidades israelitas e os soldados israelitas através do controlo israelita permanente do território”.

    O ministro da Defesa avisou que Israel “vai intensificar os combates com ataques aéreos, marítimos e terrestres, expandindo as manobras terrestres”, até que os 59 reféns ainda mantidos na Faixa de Gaza sejam libertados “e o Hamas seja derrotado”.

  • Hamas acusa EUA de distorcerem a realidade quando dizem que organização "escolheu a guerra"

    O Hamas acusou os EUA de distorcerem a verdade ao dizerem que o grupo terrorista palestiniano “escolheu a guerra” com Israel ao recusar libertar reféns.

    “A alegação de que ‘o Hamas escolheu a guerra em vez de libertar os reféns’ é uma distorção dos factos”, afirmou o Hamas numa declaração, citada pelo The Times of Israel, em resposta à acusação do porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Brian Hughes, na terça-feira.

  • Jornais sírios noticiam bombardeamento israelita perto de Damasco, na Síria

    Jornais sírios estão a noticiar que houve um bombardeamento israelita perto de Damasco, na Síria.

    O Needa Post, citado pelo The Times of Israel, indica que pelo menos uma bomba atingiu a cidade de Najha, perto da capital síria.

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) não fizeram qualquer comentário a este alegado ataque aéreo.

  • "Hamas deve mostra compaixão por Gaza", pede movimento de Mahmoud Abbas

    A Fatah, o movimento partidário liderado por Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana, pede ao Hamas que saia de Gaza num gesto de “compaixão por Gaza, pelas suas crianças, as suas mulheres e os seus homens”.

    Se essa “compaixão” não existir, estará em causa a “existência” de palestinianos na Faixa de Gaza, afirma a Fatah, citada pela Al Jazeera.

    Mahmoud Abbas pede, em concreto, que o Hamas “desista de tentar governar e reconhecer que a batalha que tem pela frente levará ao fim da existência de palestinianos” na região.

    Foi o Hamas que tirou o poder em Gaza à Autoridade Palestiniana, composta predominantemente por membros da Fatah, em 2007.

  • França, Alemanha e Reino Unido "boquiabertos" com violência dos últimos dias em Gaza

    Num comunicado conjunto, França, Alemanha e Reino Unido dizem-se “boquiabertos” com a violência dos últimos dias em Gaza. Pedindo um retomar do cessar-fogo, os três países lamentam que a resolução do conflito tenha tido um “revés dramático”.

    “Haver mais derramamento de sangue não é do interesse de ninguém”, pode ler-se no comunicado emitido nesta tarde, onde também se pede a Israel que “respeite totalmente a lei internacional e permita a entrada de ajuda humanitária imediatamente”.

  • Líbano diz que bombardeamentos israelitas mataram três pessoas, incluindo uma criança

    A imprensa libanesa, citada pela Al Jazeera, diz que três pessoas, incluindo uma menina, foram mortas na sequência de um ataque israelita que incidiu numa cidade do sul do Líbano. Mais cinco pessoas terão ficado feridas.

    “O ataque inimigo israelita à cidade de Touline resultou… na morte de duas pessoas, incluindo uma menina, e ferimentos em outras oito, incluindo duas crianças”, tinha indicado uma agência noticiosa local – salientando que esse era um “número preliminar”. Pouco depois, a Al Jazeera fala, então, em três mortes.

  • Hezbollah garante não ter sido responsável por rockets disparados contra Israel

    O Hezbollah garante não ter sido responsável pelos rockets disparados contra Israel nesta madrugada.

    Num comunicado citado pelo The Times of Israel, a organização libanesa, apoiada pelo Irão, “reitera o compromisso com o acordo de cessar-fogo e apoia o Estado libanês no rebate a esta escalada perigosa por parte do regime sionista contra o Líbano”.

    Em resposta aos bombardeamentos provenientes do Líbano, Israel retaliou contra “vários alvos” do Hezbollah no país com quem faz fronteira a norte.

  • Hamas "não é ideologicamente incontrolável", diz enviado especial de Trump

    O enviado especial de Trump ao Médio Oriente, Steve Witkoff, considera que o Hamas “não é ideologicamente incontrolável”. Numa entrevista ao jornalista Tucker Carlson, Witkoff afirmou que “eles”, ou seja, o Hamas, “querem ficar lá [em Gaza] até ao fim dos tempos, querem governar Gaza – mas isso é inaceitável, o que eles querem é inaceitável”.

    Do ponto de vista dos EUA, o que é aceitável é que o Hamas se “desmilitarize” e, depois, “talvez eles possam ficar por algum tempo, ter algum envolvimento na política”, afirmou Witkoff, garantindo que acredita que o Hamas pode fazer cedências ideológicas.

    “Não podemos ter uma organização terrorista a governar Gaza porque isso não será aceitável para Israel. Se isso acontecesse o que acabaríamos por ter era outros ‘7 de outubros’ a cada cinco, 10 ou 15 anos…”.

    Witkoff acrescenta que “desde o início ouvimos que a luta do Hamas é ideológica, que estão dispostos a morrer por isso”. “Mas eu acho – e já falei com o Presidente sobre isto – que eles não são tão ideologicamente rígidos assim“, considera o enviado especial de Trump.

  • Israel confirma "dezenas" de alvos do Hezbollah atingidos no Líbano

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) acabam de confirmar que “dezenas” de alvos do Hezbollah foram atingidos no Líbano, neste sábado, após pelo menos cinco rockets terem sido disparados contra o norte de Israel.

    Os “alvos” atingidos foram lança-rockets e um centro de comando “a partir do qual os terroristas do Hezbollah estavam a operar, no sul do Líbano”.

    “Os rockets disparados nesta manhã em direção à Galileia [norte de Israel] constitui uma violação flagrante dos acordos entre Israel e o Líbano – e são uma ameaça direta aos cidadãos do Estado de Israel”, afirmam as IDF, lembrando que é o estado libanês que tem a responsabilidade de fazer cumprir o cessar-fogo.

  • Cinco rockets disparados do Líbano contra Israel no primeiro ataque na fronteira desde dezembro

    A imprensa israelita noticia neste sábado que pelo menos cinco foguetes terão sido disparados a partir do sul do Líbano contra Metula, uma cidade fronteiriça no norte de Israel. Os ataques, que ocorreram na madrugada deste sábado, foram os primeiros na fronteira norte desde dezembro.

    Não existe, para já, informação de que o incidente tenha causado feridos ou danos relevantes. Até ao momento, nenhum grupo reivindicou a autoria do ataque, admitindo-se que este tenha sido responsabilidade do Hezbollah, sediado no Líbano e apoiado pelo Irão.

    De acordo com a imprensa israelita, as Forças de Defesa de Israel (IDF) terão interceptado três projéteis que atravessaram a fronteira. Já os outros dois terão caído ainda em território libanês.

    O The Times of Israel acrescenta que, após estes ataques, as IDF também responderam com fogo de artilharia disparado contra alguns alvos no sul do Líbano.

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com o conflito no Médio Oriente, ao longo deste sábado.

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, sexta-feira, que terminou com a informação de que Benjamin Netanyahu garante que “não haverá guerra civil” em Israel.

    Supremo Tribunal de Israel suspende decisão de demitir o diretor do Shin Bet. “Não haverá guerra civil”, garante Benjamin Netanyahu

    Muito obrigado por nos acompanhar.

1 de 1