Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Terminamos aqui este liveblog.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos deste domingo no artigo que abrimos agora. Obrigada por estar connosco.

    Maduro passou a noite no Centro de Detenção de Brooklyn. China pede “libertação imediata” do líder venezuelano

  • Algemado, de fato de treino, de gorro, com meias brancas e chinelos. As primeiras imagens de Nicolás Maduro detido

    Várias fotografias e vídeos, partilhadas nas redes sociais, mostram Nicolás Maduro detido pelos EUA, rodeado por agentes da DEA a sair do avião e a entrar em instalações policiais.

    Algemado, de fato de treino, de gorro, com meias brancas e chinelos. As primeiras imagens de Nicolás Maduro detido

  • Ataque poderá ter matado 40 pessoas

    A informação é avançada por uma fonte venezuelana ao New York Times: pelo menos 40 pessoas terão morrido durante o ataque desta madrugada, entre civis e militares.

  • Maduro desembarcou rodeado de dezenas de agentes

    Nicolás Maduro já desembarcou do avião onde foi transportado para território norte-americano, rodeado de dezenas de agentes da DEA e outras forças de segurança norte-americanas.

  • Macron diz que falou com Corina Machado

    O Presidente francês anunciou que falou há breves instantes com Maria Corina Machado.

    “Apoio completamente o seu apelo à libertação e à proteção dos presos políticos do regime de Nicolás Maduro”, escreveu Emmanuel Macron no X.

    Macron sublinha que França apoiará uma transição “democrática”.

  • Nicolás Maduro já aterrou nos Estados Unidos

    O avião que transportava Nicolás Maduro já aterrou em território norte-americano, mais concretamente em Nova Iorque.

  • Zelensky: "Se isto pode ser feito assim a ditadores, então os EUA sabem o que devem fazer a seguir"

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também já reagiu à operação na Venezuela, aproveitando para relembrar a situação na Ucrânia.

    “O que posso dizer?”, questionou-se. “Se isto pode ser feito assim a ditadores, então os Estados Unidos da América sabem o que devem fazer a seguir.”

  • Reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Venezuela na segunda-feira

    O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) vai reunir-se na segunda-feira para discutir a operação norte-americana de captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas, informou hoje a presidência somali deste órgão.

    A reunião de emergência, prevista para as 10h (15h em Lisboa), foi solicitada pela Venezuela, pedido apoiado pela Colômbia, que acaba de entrar no Conselho de Segurança, precisaram fontes diplomáticas citadas pela France-Presse.

  • México diz que haverá declaração regional conjunta sobre operação dos EUA na Venezuela

    A Presidente do México, Claudia Sheinbaum, revelou hoje que está a ser preparada uma resposta conjunta “regional” de reação à operação militar dos Estados Unidos (EUA) de captura do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

    À margem de uma visita presidencial no estado mexicano de Tlaxcala, Claudia Sheinbaum disse aos jornalistas que o seu executivo foi contactado por representantes de outros países, na sequência da captura de Maduro, e que está a ser preparada “uma declaração regional conjunta”.

    “É muito importante para a América Latina que nos mantenhamos unidos”, disse Sheinbaum, condenando a intervenção norte-americana na Venezuela.

  • Netanyahu elogia Trump: "Saúdo a sua determinação decisiva"

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, reagiu à notícia do ataque à Venezuela dando os parabéns ao Presidente Donald Trump pela sua “liderança ousada e histórica”.

    “Saúdo a sua determinação decisiva e a ação brilhante dos seus corajosos soldados”, escreveu no X.

  • Sánchez: "Espanha não reconheceu o regime de Maduro", mas também não reconhecerá "intervenção que viola o Direito Internacional"

    O presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, reagiu agora no X, escrevendo que “Espanha não reconheceu o regime de Maduro”, mas também não reconhecerá “intervenção que viola o Direito Internacional”.

    A operação norte-americana, acrescenta, “empurra a região para um horizonte de incerteza e belicismo”.

  • Emmanuel Macron destaca a "grave afronta" de Maduro contra "o seu próprio povo" e pede transição "pacífica e democrática"

    O Presidente francês, Emmanuel Macron, reagiu publicamente ao ataque norte-americano, apontando baterias a Nicolás Maduro e apelando a que Edmundo González lidere o processo de transição.

    “Ao confiscar o poder e ao pisar as liberdades fundamentais, Nicolás Maduro cometeu uma grave afronta à dignidade do seu próprio povo”, escreveu o líder francês no X, numa mensagem integralmente em castelhano.

    “A transição que se abre deve ser pacífica, democrática e respeitadora da vontade do povo venezuelano”, acrescentou, apontando Edmundo González Urrutia, “eleito em 2024”, para liderar esse processo de transição.

  • Fotogaleria. As imagens de Donald Trump a assistir ao momento em que Nicolás Maduro foi detido

    As imagens foram publicadas na rede social Truth e mostram Donald Trump e o seu núcleo duro a assistir numa sala, com as paredes forradas com panos pretos, à detenção de Nicolás Maduro.

    Fotogaleria. As imagens de Donald Trump a assistir ao momento em que Nicolás Maduro foi detido

  • Situação vai ser debatida na reunião do Conselho de Estado

    O Presidente da República reuniu-se hoje com o primeiro-ministro e o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, por videoconferência, sobre a situação da Venezuela, e foi acordado levar o tema ao Conselho de Estado de sexta-feira.

    Segundo uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, a reunião do chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o ministro Paulo Rangel, aconteceu hoje ao fim da tarde “para analisar o futuro na sequência da situação na Venezuela e, em particular, no que diz respeito à muito numerosa comunidade portuguesa”.

    “Foi também acordado acrescentar este ponto à reunião do Conselho de Estado de dia 9 de janeiro”, lê-se na mesma nota.

  • UE recomenda que companhias aéreas evitem espaço aéreo venezuelano

    A Agência Europeia para a da Aviação (EASA) recomendou hoje que as companhias aéreas evitem sobrevoar a Venezuela após os ataques dos Estados Unidos da América (EUA), alertando para “um alto risco para os voos civis”.

    “Considerando os ataques dos EUA e o elevado nível geral de tensões, é provável que a Venezuela mantenha níveis de alerta elevados para a sua força aérea e unidades de defesa aérea”, considerou a EASA numa recomendação para que as companhias aéreas europeias evitem o espaço daquele país.

    De acordo com este organismo, citado pela agência France Presse (AFP), os elevados níveis de alerta prendem-se com a “possibilidade de ações militares adicionais e pontuais”, na sequência do ataque dos Estados Unidos e da captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, e da sua mulher.

    Consequentemente, “o risco de erro de cálculo e/ou identificação incorreta é avaliado como alto”, detalha o boletim da EASA.

    A autoridade reguladora da aviação americana (FAA, sigla original) “proibiu” também hoje as companhias aéreas registadas nos Estados Unidos de operar no espaço aéreo das Caraíbas, invocando os perigos associados à atividade militar.

    A operação militar dos EUA também interrompeu as viagens no Caribe, numa altura de “grande movimento turístico na região”, noticiou a Associated Press (AP).

  • Rangel: "É evidente que ninguém quer o regresso de Maduro"

    Em declarações sobre o ataque dos EUA na Venezuela, Paulo Rangel acrescentou que “independentemente das intenções” e da não conformidade com o direito internacional, ninguém quer Maduro como Presidente do país sul-americano. “É evidente que ninguém quer o regresso de Maduro, nem os mais ferozes defensores da tese da ilegitimidade do ataque”.

    “A posição do Governo é contribuir para a formação de um governo legítimo [na Venezuela]. (…) A nossa preocupação é essencialmente o futuro”.

    “Obviamente estamos também preocupados com alguma intranquilidade pública que possa resultar deste processo”, rematou, destacando a “influência importante” de Portugal na Venezuela.

    Quanto ao futuro, admitiu que a escolha de Edmundo González é “a prazo”, “aceitável”.

  • Mendes pede cautela e diz que só os venezuelanos podem decidir o seu futuro

    O candidato presidencial Marques Mendes pediu hoje cautela aos que se pronunciam no espaço público sobre a situação da Venezuela e, sem classificar a intervenção dos Estados Unidos, defendeu que só os venezuelanos poderão decidir o seu futuro.

    Numa sessão de esclarecimento no Instituto Politécnico de Viseu, o candidato apoiado por PSD e CDS-PP voltou a pedir uma especial atenção à comunidade portuguesa que vive neste país e deixou um apelo ao Presidente da República e ao Governo.

    “Há que ter uma particular atenção com a defesa e segurança dos portugueses e apelo aos vários órgãos de soberania, em especial ao Presidente da República e ao Governo, que tenham atenção a esta matéria porque as comunidades portuguesas na Venezuela são tão portugueses como os melhores em Portugal”, defendeu.

    Mendes pediu, também devido a esta comunidade, que haja prudência, cautela e cuidado a todos os que se pronunciam no espaço público, considerando que tudo o que está a acontecer na Venezuela é ainda muito incerto, “cheio de dúvidas, com mais perguntas do que respostas”.

    “Concorde-se ou discorde-se da intervenção dos Estados Unidos da América, concorde-se ou não que há aqui desrespeito do direito internacional, há uma coisa que é indiscutível: o futuro dos venezuelanos tem de ser decidido pelos venezuelanos em liberdade, em democracia, sem limitações e sem condicionamentos”, afirmou.

  • Rangel admite "incerteza" com futuro, mas destaca oportunidade de regresso da Venezuela à democracia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal assumiu que o futuro da Venezuela ainda está envolto em alguma “incerteza”, mas o país sul-americano vive uma oportunidade de “regressar ao trilho democrático”.

    Paulo Rangel admite que esteve desde o primeiro momento “em contacto” com a embaixada venezuelana e com homólogos europeus, além do primeiro-ministro e o Presidente da República. O ministro reuniu mesmo com Marcelo Rebelo de Sousa e Luís Montenegro para discutir a situação com o país sul-americano com fortes ligações a Portugal. “Estivemos a fazer uma análise mais profunda e detalhada, essencialmente voltada para o futuro”.

    “A primeira preocupação é sempre a comunidade portuguesa, neste caso muito numerosa e muito influente, com grande visibilidade, que infelizmente, devido à ditadura, primeiro de [Hugo] Chávez e depois de [Nicolás] Maduro, tem sofrido muito. Já esteve sujeita a muitas provações”. Desta vez, perante novos desafios, a comunidade portuguesa reagiu com “serenidade” e “maturidade”.

    Agora, acrescenta Rangel, os venezuelanos aguardam com “expectativa” uma “maior clarificação do futuro”. “Até agora não temos registo de qualquer incidente”, acrescentou.

  • Presidente interina Delcy Rodríguez desafia EUA: "As máscaras caíram, revelando o único objetivo: a mudança de regime na Venezuela"

    A agora Presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, está a fazer uma comunicação ao país onde assume um tom desafiador em relação aos Estados Unidos, referindo-se a Nicolás Maduro como o “único Presidente” do país e denunciando uma “agressão militar sem precedentes”.

    “As máscaras caíram, revelando o único objetivo: a mudança de regime na Venezuela. Esta mudança de regime permitiria também a captura dos nossos recursos energéticos, mineirais e naturais. Esse é o verdadeiro objetivo”, acusou Rodríguez.

    A até aqui vice-presidente manteve o tom crítico dos EUA — que não parece conciliar-se com aquele que Donald Trump disse que Delcy Rodríguez havia mantido com o secretário de Estado Marco Rubio. “Se há algo que o povo venezuelano e este país são claros é que nunca voltaremos a ser escravos, que nunca voltaremos a ser uma colónia de qualquer império, seja qual for a sua natureza”.

  • Ataque à Venezuela é pretexto para Trump destrunfar a China?

    EUA vão governar a Venezuela durante algum tempo. A partir deste ataque, tudo é possível? A Gronelândia pode ser a próxima? As reais intenções de Trump no xadrez geopolítico e a má reação da UE.

    Ouça aqui o Fora do Baralho especial

    Ataque à Venezuela é pretexto para Trump destrunfar a China?

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