Momentos-chave
- Passos sugere a Montenegro que não engane os portugueses. "Políticos têm o dever de liderar"
- Passos responde ao desafio de Montenegro e aconselha-o a concentrar-se no trabalho. "A gente não brinca com o país"
- Lay-off pago a 100% aprovado na votação final global no Parlamento. Terá agora de ser promulgado
- Paulo Rangel "já não tem condições democráticas" para ser ministro dos Negócios Estrangeiros, diz Bloco de Esquerda
- Carlos Carreiras, ex-autarca de Cascais, diz que são os problemas estruturais que impedem Montenegro de fazer "reforma do Estado rápida"
- "Governo é que se deixou fragilizar" pelas críticas de Passos Coelho, diz ex-ministro Fernando Leal da Costa
- Trabalhadores manifestam-se hoje em defesa da igualdade de direitos
- Portugal e Espanha reúnem-se hoje em Huelva para selar aliança pela segurança climática
Histórico de atualizações
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Bom dia, caro leitor!
Encerramos aqui este artigo em direto que foi utilizado para acompanhar toda a atualidade política nacional. Pode ler aqui, neste liveblog agora aberto, todas as novidades deste sábado.
PSD realiza jornadas parlamentares com três ministros e o antigo vice-primeiro-ministro Paulo Portas
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Raimundo diz que PCP está “destinado a crescer” e salienta papel do partido nos avanços do país
O secretário-geral do PCP disse esta noite que o partido, que celebra o seu aniversário, está “destinado a crescer” e considerou que não houve “um único avanço durante estes 105 anos em que os comunistas portugueses não se tenham envolvido”.
Perante o auditório esgotado no Fórum Lisboa, o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, encerrou o comício do 105.º aniversário do partido com um discurso de 35 minutos que começou por uma revisitação do “longo percurso de intervenção e luta” dos comunistas, cuja “imensa e inigualável história”, disse, “se funde com a do povo” português.
“Um partido novo e um partido de novo tipo, com princípios de funcionamento profundamente democráticos, baseados no desenvolvimento criativo do centralismo democrático”, acrescentou, enfatizando depois o marxismo-leninismo, base teórica do partido, como “concepção materialista e dialética do mundo, instrumento de análise e guia para a ação”.
Sublinhando a “superação do capitalismo” e a “construção de uma sociedade nova, o socialismo e o comunismo” como “objetivo supremo” da ação do partido, o secretário-geral do PCP afirmou não haver “um único avanço durante estes 105 anos em que os comunistas portugueses não se tenham envolvido”.
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Irão. PCP diz que direita é cúmplice da guerra e “escusa de chorar lágrimas de crocodilo”
O secretário-geral do PCP disse hoje que a direita é cúmplice da guerra no Irão e “escusa de chorar lágrimas de crocodilo” perante as consequências e exigiu preços regulados para impedir que o povo pague o conflito.
No discurso de encerramento do comício do 105.º aniversário do PCP, em Lisboa, Paulo Raimundo apelou à “luta em defesa da paz” perante o que disse ser um ato de guerra no Irão da responsabilidade dos Estados Unidos e de Israel e acusou todos os partidos da direita parlamentar portuguesa de cumplicidade com este conflito.
“Estados Unidos e Israel são responsáveis pela agressão que fizeram e estão a fazer ao Irão, mas aqui PSD, CDS, Iniciativa Liberal e o Chega são cúmplices desta agressão são cúmplices desta guerra. Escusam de vir chorar lágrimas de crocodilo perante as consequências”, atirou.
O líder comunista argumentou que foi assumido pelo Estado português um “posicionamento de submissão” em relação a este conflito “que envergonha o país e confronta a Constituição” e definiu que há “duas linhas fundamentais” de luta “que se impõem” neste momento: a recusa da submissão à administração norte-americana e a regulação dos preços.
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Irão. Secretário-geral do PS quer “plano de mitigação dos efeitos” na economia
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defendeu hoje que o Governo deve “preparar um plano de mitigação dos efeitos” da guerra no Irão nos combustíveis, bens alimentares e nos custos dos empréstimos à habitação.
“O Governo deve preparar um plano de mitigação dos efeitos desta guerra no Médio Oriente, que não apenas tenha efeito nos combustíveis, mas também possa ter efeitos na redução dos custos dos bens alimentares e dos custos com os empréstimos à habitação”, afirmou aos jornalistas.
José Luís Carneiro falava à entrada de uma reunião com militantes para a apresentação da recandidatura a secretário-geral do PS, na Lagoa, na ilha de São Miguel, nos Açores.
O líder socialista alertou que as “circunstâncias económicas vão-se agravar nos próximos tempos” devido à situação internacional e considerou a redução do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP) uma “medida escassa nos seus efeitos”.
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Petrolíferas reforçam stocks antecipando corrida às bombas antes de aumento recorde do preço do gasóleo
Com uma subida de 20 cêntimos por litro esperada no gasóleo, as petrolíferas estão a reforçar os stocks nas estações de serviço, antecipando um forte crescimento da procura este fim de semana.
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Passos sugere a Montenegro que não engane os portugueses. "Políticos têm o dever de liderar"
Já no encerramento da 4.ª edição da Cimeira da Associação de Estudantes da FEP, numa intervenção de cerca de uma hora, Pedro Passos Coelho voltou a pedir aos governantes que não tenham medo de fazer as mudanças de que o país precisa —numa declaração em linha com aquelas que vem fazendo nas últimas semanas.
“É um péssimo sinal quando os governantes acham que numa posição paternalista podem adivinhar o interesse das nações e embrulhar numa série de mentiras piedosas o comprimido que querem dar às sociedades. Normalmente não funciona bem. Se queremos ter um capital social forte, ele não se obtém enganando as pessoas ou ocultando os problemas às pessoas. Não temos de as assustar, não temos de as ameaçar, isso também não é uma forma nem adulta nem inteligente de lidar com os problemas”, foi sublinhando Pedro Passos Coelho.
Já depois de ter analisado os principais desafios que o país e o mundo enfrentam num contexto de enorme incerteza, o antigo primeiro-ministro respondeu indiretamente a Luís Montenegro e aos demais dirigentes do PSD que têm dito que repetidamente que os portugueses sabem bem o que este Governo está a fazer.
“Fazer de conta que está tudo bem, que temos tudo controlado e que não vale a pena estar a perder muito tempo porque os governos sabem o que é que vão fazer, é uma forma muito curta e deficiente de construir esse caminho que precisamos de fazer. Porque é um caminho que só podemos fazer duradouramente se o quisermos trilhar. Os políticos têm o dever de liderar esses processos. É para isso que existem. Não é para ir atrás da corrente”, continuou Passos.
“Queremos políticos que assumam o risco. Não é possível fazer um caminho comum, que as pessoas queiram fazer, sem discutir as coisas com elas. Vale a pena começar a apostar neste debate adulto, inteligente, que considera a capacidade que as pessoas têm para poderem pensar e saber o que é que acham que deve ser feito para podermos fazer alguma coisa que nos permita encarar o futuro”, rematou o antigo primeiro-ministro.
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Passos responde ao desafio de Montenegro e aconselha-o a concentrar-se no trabalho. "A gente não brinca com o país"
Pedro Passos Coelho já reagiu ao desafio de Luís Montenegro. “Não estou candidato a coisissíma nenhuma. Escusam de perder tempo”, começa por dizer o antigo primeiro-ministro. “No dia em que me quiser candidatar, candidato-me.”
O antigo primeiro-ministro sugeriu que o seu sucessor não soube estar à altura do cargo que ocupa e aconselhou-o a trabalhar para cumprir aquilo que prometeu aos portugueses. “Já ouvi muitas coisas que não gosto e ouvi e ouvi e andei. A gente não brinca com o país por causa disso.”
Pedro Passos Coelho falava aos jornalistas à margem 4ª edição da Cimeira da Associação de Estudantes da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (AEFEP). Confrontado com o desafio de Luís Montenegro, que decidiu partir para o ataque depois de duas semanas a ser queimado em lume brando, o antigo primeiro-ministro foi direto ao assunto.
A seguir, Pedro Passos Coelho aconselhou Montenegro a trabalhar mais e a preocupar-se menos com as críticas que lhe fazem. “Luís Montenegro é primeiro-ministro. É uma função importante. Contraiu uma responsabilidade com o país. As pessoas aguardam que o seu mandato possa ir ao encontro daquilo que as pessoas esperam. E as pessoas esperam uma mudança. Este é o tempo de Luís Montenegro se concentrar no exercício dessas funções e dessas responsabilidades.”
“Não me deixarei condicionar por reptos de espécie nenhuma. Tenho uma obrigação para muitas pessoas no país e direi sempre aquilo que entender. Estou à espera que o meu partido dê conta do recado e faça o que tem de fazer. Foi para isso que as pessoas votaram no PSD.”
“Recomendo ao chefe do Governo que se concentre nessa missão e que se distraia pouco com o resto. Eu digo o que penso e direi sempre o que penso. Já ouvi muitas coisas que não gosto e ouvi. Ouvi e andei. A gente não brinca com o país por causa disso.”
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Lay-off pago a 100% aprovado na votação final global no Parlamento. Terá agora de ser promulgado
Como tinha acontecido na quarta-feira, na votação na especialidade, os deputados aprovaram hoje no plenário a alteração ao decreto-lei do Governo que regulamenta o lay-off simplificado pago aos trabalhadores afetados pela tempestade Kristin. A alteração prevê o pagamento do salário ilíquido a 100%, com o limite de 2.760 euros.
PS e Chega voltaram a viabilizar a proposta do Bloco de Esquerda, Livre e PCP. Apenas com a IL a juntar-se ao PSD e CDS-PP no voto contra a proposta.
Na proposta viabilizada, prevê-se que, caso exista acréscimo de despesa decorrente do pagamento do apoio, essa despesa entre no Orçamento do Estado de 2027.
Na versão do decreto publicado pelo Executivo, prevê-se que os trabalhadores recebam dois terços do rendimento bruto, ou o salário mínimo nacional. Ou seja, há cortes logo a partir dos 920 euros.
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José Carvalho (Chega) eleito secretário da Mesa da Assembleia da República
O Chega conseguiu hoje a eleição do deputado José Carvalho como novo secretário da Mesa da Assembleia da República, depois de Francisco Gomes ter falhado a eleição para o mesmo lugar em setembro.
O parlamentar conseguiu 123 votos a favor, 48 brancos e 30 nulos, num total de 201 votantes dos 230 que compõem a Assembleia da República.
José Carvalho foi eleito deputado pela primeira vez em 2024 e reeleito nas legislativas de maio do ano passado, pelo círculo eleitoral do Porto. Na atual legislatura, integra a Comissão de Educação e Ciência e também a Comissão de Agricultura e Pescas, como suplente.
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Gasóleo deve subir até 25 cêntimos por litro na próxima semana. É um aumento recorde. Governo faz desconto de 3,55 cêntimos
Cotações de produtos refinados até à passada quinta-feira apontam para uma subida de até 25 cêntimos por litro no gasóleo, incluindo o efeito do IVA. Gasolina sobe 7 cêntimos. Governo prometeu apoio.
Mesmo com desconto fiscal de 3,55 cêntimos, gasóleo deve subir quase 20 cêntimos por litro
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Cimeira ibérica. Portugal e Espanha vão criar sistema de aviso à população para cheias
Portugal e Espanha vão desenvolver sistemas de aviso à população focados nas zonas transfronteiriças para cenários de risco como inundações ou rutura de barragens, anunciaram hoje os dois Governos.
A “implementação de sistemas de aviso à população” é um dos pontos de um memorando de entendimento “em matéria de proteção civil e emergências” assinado hoje pelos ministros da Administração Interna de Portugal e Espanha, Luís Neves e Fernando Grande-Marlaska, no final da 36.ª cimeira ibérica, que decorreu em Huelva, no sul de Espanha.
“Os sistemas de aviso à população são uma ferramenta essencial na melhoria da preparação face à ocorrência de riscos. Neste contexto, assume especial realce o desenvolvimento de projetos transfronteiriços de aviso às populações no âmbito de riscos de rápido desenvolvimento, tais como inundações ou rutura de barragens”, lê-se no documento.
O memorando prevê ainda a “avaliação de riscos transfronteiriços e planeamento de emergência” pelos dois países, que sublinham que “partilham diversos riscos no seu território, como sejam o risco sísmico, tsunamis, incêndios florestais, rutura de barragens e inundações”.
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Cimeira ibérica arranca com homenagens a vítimas de temporais e acidente ferroviário
A 36.ª cimeira luso-espanhola arrancou hoje em Huelva, no sul de Espanha, com homenagens às vítimas do acidente ferroviário de janeiro em Adamuz, Córdova, e do mau tempo na Península Ibérica.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, recebeu o homólogo português, Luís Montenegro, por volta das 11h45 locais (10h45 em Lisboa) na esplanada do IV Centenário, junto ao Mosteiro de Santa Maria de La Rábida e da Universidade Internacional da Andaluzia, e logo de seguida foi cumprido um minuto de silêncio “em sinal de respeito, memória e solidariedade” com as vítimas e famílias das pessoas “recentemente falecidas em Portugal e Espanha”.
Após o minuto de silêncio, seguiram-se honras militares em honra do primeiro-ministro de Portugal e as saudações e apresentações das duas delegações, que integram sete ministros do lado português e 11 do lado espanhol.
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Paulo Rangel "já não tem condições democráticas" para ser ministro dos Negócios Estrangeiros, diz Bloco de Esquerda
O coordenador do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, afirmou, esta sexta-feira, que Paulo Rangel não tem condições para continuar como ministro do Estado e dos Negócios Estrangeiros.
“Os EUA fizeram sete voos a partir das Lajes para apoiar os ataques ao Irão. Trump violou o direito internacional e Portugal foi cúmplice. Rangel omitiu tudo e preocupou-se em arranjar desculpas. As desculpas já não colam e o ministro já não tem condições democráticas para o ser”, escreveu Pureza nas redes sociais.
Os EUA fizeram sete voos a partir das Lajes para apoiar os ataques ao Irão. Trump violou o direito internacional e Portugal foi cúmplice. Rangel omitiu tudo e preocupou-se em arranjar desculpas. As desculpas já não colam e o ministro já não tem condições democráticas para o ser.
— José Manuel Pureza (@jmpureza.bsky.social) 2026-03-06T10:58:13.776Z
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Carlos Carreiras, ex-autarca de Cascais, diz que são os problemas estruturais que impedem Montenegro de fazer "reforma do Estado rápida"
Carlos Carreiras, ex-presidente da Câmara Municipal de Cascais, comentou as críticas de Pedro Passos Coelho ao Executivo de Montenegro e alertou para problemas estruturais que impedem “qualquer Governo de fazer uma reforma do Estado rápida”.
Em declarações à Rádio Observador, no programa Explicador desta sexta-feira, Carreiras vê, ainda assim, um ponto de vista construtivo nas palavras de Passos Coelho sobre as ações do Governo.
“Acho que é obrigação de qualquer militante, ainda para mais um militante como é Pedro Passos Coelho, poder contribuir com o seu conhecimento. Portanto, foi nesse sentido que eu identifiquei essas ultimas intervenções. De facto, por vezes, não é possível ir ao ritmo que nós queremos”, disse Carreiras, acrescentando que as reformas não estão, por vezes, “ao nível do primeiro-ministro”, mas sim “nas estruturas intermédias”.
“O país não está para extremos e tem de voltar a centrar-se”, sublinhou.
O ex-autarca de Cascais considera, ainda, que um regresso de Passos Coelho à liderança do PSD é difícil.
Com Manuel Nobre Monteiro
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"Governo é que se deixou fragilizar" pelas críticas de Passos Coelho, diz ex-ministro Fernando Leal da Costa
Fernando Leal da Costa, antigo ministro da Saúde, considera que o Governo se deixou fragilizar com as críticas de Pedro Passos Coelho.
Ouvido no Explicador da Rádio Observador desta sexta-feira, Leal da Costa interpreta o discurso de Passos Coelho como uma crítica construtiva e defende que o Governo não se deve sentir ameaçado pelo antigo primeiro-ministro.
“O Governo é que se deixou fragilizar pela resposta que teve às críticas. Passos Coelho fez um conjunto de críticas — algumas delas eu poderei concordar com elas, outras nem tanto. Montenegro está a querer olhar para uma ameaça que ele sentirá dentro do partido e que não é Passos Coelho. São formas de responder, mas o que me parece é que as críticas pretenderam ser construtivas”, explicou o antigo ministro.
Em causa estão as críticas deixadas por Passos Coelho à Governação do executivo de Montenegro. Numa delas, o ex-chefe do Governo defendia que Montenegro deveria ter procurado um acordo estável com o Chega e Iniciativa Liberal para assegurar reformas.
Montenegro devia ter negociado com o Chega ou IL, insiste Passos Coelho. “País virou à direita”
Com Manuel Nobre Monteiro
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Trabalhadores manifestam-se hoje em defesa da igualdade de direitos
Trabalhadores de norte a sul do país vão manifestar-se hoje em Lisboa, numa ação convocada pela CGTP, em defesa da igualdade de direitos, integrada na Semana da Igualdade organizada pela central.
A marcha convocada pela central sindical liderada por Tiago Oliveira terá início pelas 14h30 na Praça Luís de Camões, em Lisboa, rumando depois à Assembleia da República.
A CGTP assinala a semana da igualdade sob o lema “A Igualdade que Abril abriu. Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição”, com várias iniciativas no país, entre as quais plenários, tribunas públicas e debates.
Em declarações à Lusa, a coordenadora da Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN (CIMH/CGTP-IN) apontou a precariedade como a principal causa para o desemprego e alertou que as alterações à lei laboral propostas pelo Governo vão “no sentido inverso das soluções que são necessárias” para melhorar a situação atual das mulheres.
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Portugal e Espanha reúnem-se hoje em Huelva para selar aliança pela segurança climática
A 36.ª Cimeira Luso-espanhola vai juntar hoje em Huelva 11 ministros espanhóis e sete portugueses, além dos chefes dos dois Governos, numa reunião em que Portugal e Espanha vão procurar selar uma “aliança pela segurança climática”.
Está prevista a assinatura de cerca de uma dezena de instrumentos bilaterais, em áreas como ambiente, proteção civil, saúde, cibersegurança, inclusão social e proteção dos consumidores.
O tema principal da cimeira é a segurança climática e Portugal e Espanha vão “procurar reforçar a cooperação na adaptação às alterações climáticas e na competitividade das duas economias”, segundo fontes dos dois executivos.
Em particular, o memorando de entendimento entre Portugal e Espanha em matéria de proteção civil e emergências tem como objetivo desenvolver eixos de cooperação na avaliação de riscos transfronteiriços e planeamento de emergência, bem como a articulação entre as Plataformas Nacionais para a Redução do Risco de Catástrofes.
A par da declaração final conjunta dos dois Governos que habitualmente sai das cimeiras luso-espanholas, haverá este ano uma declaração conjunta dos dois ministérios do ambiente dedicada à “luta contra as alterações climáticas” e que, segundo o executivo de Espanha, se pretende que seja “o elemento estrela” deste encontro.
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Bom dia!
Abrimos este liveblog para acompanhar toda a atualidade política em Portugal.
Pode rever tudo o que aconteceu na quinta-feira neste outro artigo em direto que agora arquivamos.