Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Encerramos aqui este liveblog. Pode continuar a acompanhar a atualidade política na ligação seguinte:

    Maria Corina Machado vai estar em Portugal esta quarta-feira, reunindo-se com Montenegro

  • Legislação laboral: Seguro diz que "não pressiona ninguém" e recusa-se a dizer se veta pacote sem acordo de concertação

    Um dia depois de defender que Portugal deve ter “melhorias” no mercado de trabalho, António José Seguro diz que essa maior competividade que o País precisa passa por “um mix de políticas que são da competência do Governo da República”. E que a sua função é “incentivar todos os políticos, órgãos de soberania para que esse processo possa ocorrer. De ter um Estado mais eficiente, mais eficaz, uma economia mais competitiva, também com o acesso à habitação.”

    Seguro negou ainda estar a pressionar para um acordo na concertação social, dizendo que de todos agentes políticos e públicos que tem recebido em audiência “faltavam os parceiros sociais.”

    Seguro diz que uma das questões sobre a qual os quer ouvir “é sobre a forma como inteligência artificial e a robótica no nosso país podem afetar os postos de trabalho”.

    O Presidente da República diz que, obviamente, falará com os parceiros sobre “o processo relativo à legislação laboral”, mas que é árbitro e não toma posição. “Era acusado de proteger a UGT, agora sou do contrário. Eu não faço pressão sobre ninguém. O Presidente da República incentiva ao diálogo entre parceiros, não substitui os parceiros. Não substitui, nem quer substituir.”

    Seguro confessa ainda que ficou “feliz quando a UGT teve uma posição mais definitiva de abandonar as negociações e, depois do apelo [que fez], regressou às negociações.”

    António José Seguro recusa-se a dizer se veta a legislação laboral se ela passar sem acordo na concertação social, limitando-se a dizer que “o Presidente da República respeita os tempos, da concertação social e do Parlamento.”

  • Seguro sobre o Irão: "Portugal e Espanha convergem no essencial: o mundo precisa de paz"

    Sobre a situação no Irão, Seguro diz que “Portugal e Espanha convergem no essencial: o mundo precisa de paz” e deve “participar em todas as ações” que promovam uma paz duradoura.

    O Presidente da República diz que os dois países estão alinhados na “abertura do estreito de Ormuz, para que energia possa chegar, os fertilizantes cheguem à nossa agricultura”.

  • Seguro destaca apoio de Espanha à candidatura de Portugal ao Conselho de Segurança da ONU

    António José Seguro faz agora um balanço da visita a Espanha, reiterando que exista “uma maior penetração das empresas portuguesas” no mercado espanhol.

    O Presidente da República fala também na importância de uma maior cooperação na área da Cultura e destaca a exposição “no final de outubro” em Espanha sobre Camões, que é a maior fora de Portugal.

    Seguro diz que tanto ele como “o ministro dos Negócios Estrangeiros, pode verificar o forte apoio de Espanha à candidatura de Portugal ao lugar [não permanente] no Conselho de Segurança das Nações Unidas”.

  • Pedro Nuno Santos regressa ao Parlamento para ocupar lugar de deputado

    Pedro Nuno Santos vai voltar ao Parlamento depois do período de suspensão de seis meses do mandatos de deputada para o qual foi eleito nas últimas legislativas, apurou o Observador. O prazo para a decisão de regressar ou renunciar ao mandato terminava amanhã, altura em que a decisão será comunicada ao Parlamento e que já foi conversada com o líder do PS.

    O ex-líder do PS tinha suspendido o exercício da função de deputado em outubro do ano passado, antes da votação do Orçamento do Estado para 2026 — onde já não queria estar –, depois da derrota eleitoral nas legislativas e da demissão da liderança do partido. Nestes seis meses esteve a trabalhar na empresa da família, Tecmacal, dedicada à venda de máquinas para o setor do calçado.

  • Melhorias laborais, a armadilha Sánchez e a primeira dama que não o é. Seguro define marca própria na óbvia visita a Espanha

    Presidente sem pudor em entrar em matérias de governação e justifica encontro com Sánchez com um dos dossiers. Quer mais empresas portuguesas em Espanha. Mulher Margarida já se estreou no novo papel.

    Melhorias laborais, a armadilha Sánchez e a primeira dama que não o é. Seguro define marca própria na óbvia visita a Espanha

  • As imagens do encontro entre Seguro e Felipe VI ao qual se juntaram Letizia e Margarida Maldonado Freitas

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Chega disponível para aprovar propostas que tragam mais transparência sobre financiadores dos partidos

    O presidente do Chega, André Ventura, disse hoje que o partido está disponível para aprovar no parlamento todas as propostas que prevejam “mais transparência” sobre os financiadores dos partidos.

    Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, o presidente do Chega indicou que o partido está disponível para “aprovar tudo o que seja de mais transparência”.

    “Eu acho que se for preciso mexer a lei devemos fazê-lo no sentido de reforçar a transparência, de reforçar essa possibilidade”, defendeu.

  • Chega vai questionar Governo sobre custo das obras do metro de Lisboa e admite inquérito parlamentar

    O Chega vai questionar o Governo sobre o aumento do custo das obras de expansão do metro de Lisboa e admite propor uma comissão de inquérito parlamentar, depois do anúncio que o investimento vai ficar 80% acima do previsto.

    “Não estando em causa a expansão e as obras que são necessárias, o Chega vai enviar várias questões ao Governo sobre o porquê da derrapagem das obras do metro em Lisboa, e, se necessário, daremos origem a um inquérito no parlamento sobre esta matéria, pois não é normal que os portugueses estejam sempre a lidar com obras que começam com valor e acabam com o triplo, o quadro ou o quíntuplo do valor”, afirmou o líder do Chega.

    Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, André Ventura, considerou que uma obra que “está 80% mais cara do que estava previsto para os contribuintes […] levanta dúvidas legítimas sobre o uso do dinheiro, sobre a fuga do dinheiro para mãos nas quais não devia estar e sobre a certeza e o grau de precisão dos investimentos feitos”.

  • Chega vota contra pacote de medidas para reforma do Estado

    Chega afirma que não vai “dar o aval” às medidas do Governo para a reforma do Estado, indicando que diminuem o controlo à corrupção, de controlo à despesa pública e de fiscalização de conluios.

    Chega vota contra pacote de medidas para reforma do Estado

  • Seguro já está reunido com Felipe VI. Sánchez vai juntar-se ao almoço onde também está Rangel

    O Presidente da República, António José Seguro, já está no Palácio Real em Madrid, onde se encontra reunido com o rei de Espanha, Felipe VI. Segue-se um almoço entre os dois, onde também vai estar presente o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, a mulher do Presidente português, Margarida Maldonado de Freitas, o ministro dos Assuntos Exteriores de Espanha, José Manuel Albares, e o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel.

    Pelas 15h30 (16h30, em Madrid), Seguro desloca-se ao Palácio da Moncloa para reunir com Pedro Sánchez, tendo já dito que um dos objetivos desse encontro é reforçar as relações bilaterais e promover uma maior penetração das empresas portuguesas em Madrid.

    Todos os momentos são fechados à imprensa e só estão previstas declarações do Presidente da República português às 16h30 (17h30 hora local) para um balanço dos dois dias de visita.

  • Sondagem. Metade dos inquiridos considera Governo de Montenegro pior que último governo de António Costa. Seguro com avaliação positiva

    Sondagem revela opinião negativa dos portugueses quanto ao atual Governo. Cerca de metade dos inquiridos diz que executivo é pior do que imaginaram. Seguro deverá ter desempenho melhor que Marcelo.

    Sondagem. Metade dos inquiridos considera Governo de Montenegro pior que último governo de António Costa. Seguro com avaliação positiva

  • País está melhor, como diz Luís Montenegro? Dois terços dos portugueses discordam, mostra sondagem

    Larga maioria dos inquiridos numa sondagem da Aximage discorda da avaliação do primeiro-ministro. Entre os maiores 65 anos e residentes na Grande Lisboa, três quartos rejeita que país esteja melhor.

    País está melhor, como diz Luís Montenegro? Dois terços dos portugueses discordam, mostra sondagem

  • Presidente da República recebido por Felipe VI, antes de se reunir com Sánchez

    O Presidente da República será recebido, esta segunda-feira, no Palácio Real pelas 12:45 locais — mais uma hora do que em Lisboa. O encontro dos chefes de Estado está marcado para as 13:00, alargado às delegações, e é seguido de almoço oferecido pelos reis de Espanha.

    Pelas 16:30 locais, António José Seguro irá reunir-se com o chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, no Palácio da Moncloa.

    Estão previstas declarações do Presidente da República aos jornalistas mais tarde, na residência do embaixador de Portugal em Madrid.

  • Bom dia.

    Abrimos este liveblog para acompanharmos a atualidade política nacional, com destaque para a visita de Estado do Presidente da República a Espanha.

    Pode recordar o que se passou ontem neste outro liveblog, que agora arquivamos.

    Seguro defende “melhorias” no mercado laboral para Portugal “ser País extraordinário para trabalhar”

1 de 1