Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O candidato presidencial Gouveia e Melo criticou alguns dos seus adversários políticos por reações consideradas abaixo do padrão mínimo da política, após PGR dizer que não é arguido na investigação relacionada com ajustes na Marinha. Afirmou tratar-se de uma tentativa de “assassinato de caráter”, tendo questionado o momento em que o caso veio a público durante a campanha eleitoral.
    • A Procuradoria-Geral da República esclareceu que Gouveia e Melo não é arguido na investigação sobre ajustes diretos na Marinha, e que o caso está na fase final de investigação. Esta informação foi rapidamente divulgada, levando vários candidatos a mencionarem a importância de campanhas focadas em temas relevantes e não em “casos”.
    • Os candidatos presidenciais esperam gastar mais de 4,9 milhões de euros na campanha eleitoral, sendo que Luís Marques Mendes é o que estima investir mais para convencer os eleitores, com uma despesa de 1,32 milhões de euros.
    • O PS fez um apelo à mobilização da esquerda e centro-esquerda, encorajando o voto em António José Seguro nas próximas eleições presidenciais para garantir a presença de um candidato dessa área política na segunda volta. Esta mobilização procura garantir a estabilidade democrática e o respeito pela Constituição.

  • Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar a atualidade política neste novo artigo em direto.

  • Presidenciais. Seguro apela ao voto da esquerda e diz ser o único que pode ir à segunda volta

    O candidato presidencial António José Seguro apelou hoje aos eleitores de esquerda e centro de esquerda para que concentrem os votos na sua candidatura, defendendo ser a única dessa área política em condições de passar à segunda volta.

    “O meu apelo é dirigido a todos os eleitores, designadamente eleitores de esquerda e de centro-esquerda, porque há um facto incontornável, se os eleitores de esquerda querem ter alguém na segunda volta das eleições presidenciais, e só passam dois candidatos, então têm que concentrar os votos na candidatura que está em condições de passar à segunda volta”, enfatizou.

  • Presidenciais. Cotrim Figueiredo prevê gastar 500 mil euros na campanha

    O candidato presidencial Cotrim Figueiredo prevê gastar 500 mil euros na campanha eleitoral e conta receber 125 mil euros de donativos e 350 mil de subvenção estatal.

    De acordo com um documento enviado à Lusa, Cotrim Figueiredo, candidato apoiado pela IL, a estimativa de despesas ascende a 500 mil euros, dos quais a maior fatia, 170 mil, destina-se a cartazes e telas. Em comícios e espetáculos, prevê-se um gasto de 100 mil euros, e em brindes 40 mil, entre outras despesas.

    Quanto às receitas, o candidato conta receber 350 mil euros de subvenção estatal, e 125 mil euros de donativos, a que se juntam 25 mil euros em angariação de fundos.

  • Presidenciais. Jorge Pinto quer 2026 com melhor habitação, saúde, cultura e coesão territorial

    O candidato presidencial Jorge Pinto desejou hoje que em 2026 os portugueses tenham melhores respostas na saúde e habitação e mais cultura e coesão territorial, e indicou que será o Presidente da “esperança e otimismo”.

    Numa mensagem de Ano Novo divulgada à comunicação social, o deputado assinalou que 2026 terá “enormes desafios, tanto a nível nacional como a nível internacional”.

    “Aqui, em Portugal, temos de ser capazes de finalmente concretizar o direito à habitação a um preço digno que as pessoas possam pagar. Precisamos de reforçar o nosso Serviço Nacional de Saúde, a mais bela das conquistas da nossa democracia, porque é intolerável termos ainda tantas pessoas sem médico de família e termos de esperar meses ou anos por uma consulta. Precisamos de mais cultura, mais cultura em todo o território, porque a cultura é vida, a cultura é qualidade de vida”, afirmou.

  • Presidenciais. Candidatos esperam gastar mais de 4,9 milhões de euros e Mendes tem a campanha mais cara

    Os candidatos presidenciais esperam gastar mais de 4,9 milhões de euros na campanha eleitoral, sendo que Luís Marques Mendes é o que estima investir mais para convencer os eleitores, com uma despesa de 1,32 milhões de euros.

    De acordo com os dados hoje divulgados pela Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, os candidatos a Belém orçamentaram em 4,9 milhões de euros as despesas da campanha eleitoral, mais 3,8 milhões do que foi gasto pelos candidatos das presidenciais de 2021, realizadas durante a pandemia da covid-19.

    Das 11 candidaturas admitidas pelo Tribunal Constitucional (TC), não entregaram os orçamentos de campanha João Cotrim Figueiredo e Humberto Correia.

    A campanha mais cara é a de Luís Marques Mendes, que espera gastar 1,32 milhões de euros, seguido de António José Seguro, com uma despesa prevista de 1,13 milhões, Gouveia e Melo, que prevê um gasto de cerca de um milhão de euros, e André Ventura, que fica pelos 900 mil euros.

  • Governo. Aumento das pensões é pago já em janeiro

    A atualização das pensões que decorre da lei, e que traz aumentos de 2,80% para a maioria dos pensionistas, será paga já em janeiro, segundo um esclarecimento do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

    “Um esforço adicional da Segurança Social permitiu que as pensões relativas ao mês de janeiro já sejam pagas com os valores atualizados, e não apenas em fevereiro, como tinha sido anteriormente comunicado”, adianta o gabinete de Rosário Palma Ramalho, em comunicado enviado esta tarde.

  • Gouveia e Melo acusa alguns dos seus adversários de ter reações "abaixo do padrão mínimo da política" ao seu caso

    “Tenho toda a disponibilidade para explicar tudo o que é necessário. Não gosto de ver ninguém a fugir à transparência que é necessária num processo destes. No entanto, muitas vezes a opacidade não é só dos candidatos, é do sistema, de como age e reage a determinadas coisas”, sugeriu o candidato presidencial, ainda não sequência da sua reação ao caso dos ajustes na Marinha de que foi ilibado esta manhã.

    Gouveia e Melo, inclusive, voltou a colocar a tónica no facto deste caso ter vindo a público em plena campanha. O candidato questiona como é que “um processo que tinha sido resolvido no Tribunal de Contas com uma recomendação sobre a forma como eram geridas as compras na marinha” surge “de repente a 18 ou 19 dias das eleições como sendo eu o alvo da investigação”.

    “Quem é que fez isso? Os senhores é que sabem”, atirou, adiantando que, tal como ele, a população portuguesa “percebeu perfeitamente o que estava aqui em causa, uma tentativa de assassinato de carácter”.

    Sem uma vez mais mencionar nomes, Gouveia e Melo referiu-se também à forma como os seus adversários políticos nestas eleições presidenciais reagiram ao caso a que foi sujeito, tendo prezado algumas “pela elevação que tiveram”, mas outras ficaram “um bocado abaixo do que considero o padrão mínimo da política”.

  • Gouveia e Melo classifica caso como "tentativa de ingerência democrática e política" na campanha

    Em declarações a partir de Loures, Henrique Gouveia e Melo comentou o caso dos ajustes na Marinha, considerando “muito estranho o momento em que voltou a reaparecer”.

    “Essa minha estranheza faz-me pensar que há aqui uma tentativa de ingerência democrática e política que não me parece ser positiva para a democracia”, atirou, sem no entanto apontar concretamente de quem terá partido essa iniciativa.

    Do material de escritório urgente à empresa que lucrou milhões com a Marinha. Cinco respostas sobre o inquérito que envolve Gouveia e Melo

    Estas declarações surgem depois da Procuradoria-Geral da República ter divulgado esta manhã que Gouveia e Melo não é arguido, com o candidato a sublinhar que “felizmente a PGR veio esclarecer isso o mais rapidamente possível”.

    O candidato presidencial fez questão de afirmar que, desde o primeiro momento em que o caso foi tornado público, predispôs-se a “dar a cara”. “Eu não me escondo atrás de nenhuma função, de nenhuma proteção, não sou opaco e não fujo às minhas respostas”, garantiu.

    Desculpando-se pelo “desabafo”, Gouveia e Melo lamenta que a sua “integridade” tenha sido colocada em causa. “Estão a atacar verdadeiramente o meu âmago, a minha pessoa”, referiu.

  • Carneiro acusa Governo de “impreparação e incompetência” após suspensão de controlos no aeroporto de Lisboa

    O líder do PS acusou hoje o Governo de “impreparação e incompetência” após a suspensão temporária do sistema de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários no aeroporto de Lisboa e pediu explicações ao primeiro-ministro sobre o risco de segurança.

    “O caos no aeroporto de Lisboa exibe a impreparação e a incompetência do Governo na gestão dos temas mais sensíveis do Estado”, considerou o secretário-geral do PS numa nota enviada à Lusa.

  • OE2025. Excedente da Segurança Social aumenta para 6.230,3 milhões de euros até novembro

    O excedente da Segurança Social aumentou para 6.230,3 milhões de euros nos primeiros 11 meses do ano, crescendo em relação ao mesmo período do ano passado, mostra a síntese de execução orçamental hoje divulgada.

  • Presidenciais. Mendes alerta para centralismo do Estado e promete reuniões com Açores e Madeira

    O candidato presidencial Luís Marques Mendes alertou hoje que o Estado português é “ainda muito centralista” e voltou a prometer instituir reuniões regulares com os governos regionais de Açores e Madeira caso seja eleito.

    “O Estado português é ainda muita centralista. Digo com toda a clareza. Há muito centralismo ainda no Estado português. Nas estruturas dos ministérios, na burocracia do poder central, há muito centralismo. Têm ainda pouca sensibilidade para as autonomias, mas também para o poder local”, afirmou à agência Lusa.

  • OE2025. Excedente da Segurança Social aumenta para 6.230,3 milhões de euros até novembro

    O excedente da Segurança Social aumentou para 6.230,3 milhões de euros nos primeiros 11 meses do ano, crescendo em relação ao mesmo período do ano passado, mostra a síntese de execução orçamental hoje divulgada.

  • OE2025. Pagamentos em atraso recuam para 720,6 milhões de euros até novembro

    Os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 720,6 milhões de euros até novembro, o que se traduz num recuou de 140,7 milhões de euros face ao período homólogo, foi hoje anunciado.

    “No final de novembro, os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 720,6 milhões de euros, o que representa uma diminuição de 140,7 milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior”, revelou a síntese de execução orçamental.

  • OE2025. Receita fiscal do Estado sobe 6,5% para 57.257,1 milhões de euros até novembro

    O Estado português arrecadou 57.257,1 milhões de euros em receita fiscal de janeiro a novembro, um aumento de 6,5%, de acordo com a síntese de execução orçamental hoje divulgada.

    O ritmo de crescimento da receita acumulada acelerou em novembro, permitindo que nos 11 primeiros meses do ano se cumprisse 90,4% da execução da receita de impostos prevista para a totalidade de 2025 (63.370,9 milhões de euros, segundo o valor projetado pelo Governo de Luís Montenegro).

  • Excedente do Estado sobe para 2.836 milhões de euros até novembro

    O Estado registou um excedente de 2.836 milhões de euros até novembro, verificando-se uma melhoria de 633,9 milhões de euros, de acordo com a síntese de execução orçamental.

    “O saldo das Administrações Públicas apresentou uma melhoria de 633,9 milhões de euros”, lê-se no documento hoje divulgado pela Entidade Orçamental.

    O saldo total atingiu assim os 2.836 milhões de euros até novembro.

    Para o acréscimo verificado contribuiu uma melhoria na Segurança Social (1.455,6 milhões de euros) e na Administração Local (470,5 milhões de euros).

  • Sistema europeu de controlo de fronteiras suspenso por três meses no aeroporto de Lisboa

    O sistema europeu de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários vai ser suspenso por três meses no aeroporto de Lisboa.

    Sistema europeu de controlo de fronteiras suspenso por três meses no aeroporto de Lisboa

  • Estudantes de Coimbra vão entregar aos candidatos um manifesto sobre temas "essenciais para o futuro da juventude"

    A Associação Académica de Coimbra (AAC) vai entregar, em mãos, a cada um dos candidatos à Presidência da República, um manifesto com 30 páginas que elaborou sobre temas que dizem ser “essenciais” para o futuro dos estudantes.

    O Presidente da República “tem uma capacidade transformadora do país e pode ser decisivo na transformação do dia a dia, na transformação do Ensino Superior e a solucionar problemas que se arrastam há vários anos”, explica à Rádio Observador José Machado, líder da AAC.

    Por esse motivo, os estudantes de Coimbra decidiram elaborar um manifesto onde surgem “explanadas todas as preocupações”. “O objetivo é ir ao encontro dos candidatos e quebrar barreiras. Vamos entregar presencialmente o nosso manifesto” a cada um deles, diz.

    E explica que nessas 30 páginas os universitários procuraram “segmentar várias temáticas, desde a saúde mente à sustentabilidade, passando pela habitação”, setores que consideram “essenciais para o sucesso futuro da juventude”.

    Expectante que o próximo Presidente da República faça “a ponte entre o Governo e a Academia”, José Machado diz ainda que deseja um Presidente “próximo da juventude, que saiba transpor as nossas reivindicações para a realidade”.

  • Presidenciais. António Filipe diz que apelo desesperado de Carneiro mostra fragilidade de Seguro

    O candidato presidencial António Filipe afirmou hoje que os apelos do secretário-geral do PS para a desistência dos candidatos à esquerda são desesperados e revelam a fragilidade da candidatura de António José Seguro.

    “Há um apelo tão desesperado a que outros desistam, para que um candidato possa ter esperanças de ir à segunda volta, eu acho que isso diz tudo sobre a insegurança que o líder do Partido Socialista tem no candidato que apoia”, afirmou, questionado sobre o apelo deixado na segunda-feira por José Luís Carneiro para que os candidatos a Belém de esquerda desistam a favor de António José Seguro, que concorre apoiado pelos socialistas.

  • Rendimentos. Cotrim chegou a ter 1,7 milhões euros em ativos financeiros e um Porsche antes de entrar para o Parlamento

    Ex-líder da IL explora um Alojamento Local sem ser dono da propriedade (é a empresa). Tem um T5 para o qual contraiu um empréstimo de 800 mil euros e uma conta corrente caucionada com 200 mil euros.

    Rendimentos. Cotrim chegou a ter 1,7 milhões euros em ativos financeiros e um Porsche antes de entrar para o Parlamento

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