Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O acordo New START entre os EUA e a Rússia para a contenção de armas nucleares expirou, e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, declarou que ambas as nações já não estão vinculadas a obrigações relacionadas ao tratado. A Rússia afirma que agirá responsavelmente e está disposta a explorar soluções políticas e diplomáticas para estabilizar a situação estratégica global.
    • Mais um dia de reuniões trilaterais em Abu Dhabi entre representantes da Rússia, Ucrânia e Estados Unidos como parte das negociações de paz. O porta-voz do Kremlin declarou que a ofensiva russa na Ucrânia continuará até que Kiev aceite as condições exigidas por Moscovo. Alguns dos principais pontos de negociação incluem questões territoriais e o controlo da central nuclear de Zaporíjia, sendo que até agora as negociações foram consideradas produtivas.
    • Donald Trump, Presidente dos EUA, confirmou uma ligação telefónica aprofundada com o Presidente chinês, Xi Jinping. Durante a chamada, discutiram-se questões comerciais, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, e a situação com o Irão. Trump manifestou interesse em visitar a China em breve, sublinhando relações bilaterais positivas.
    • As negociações nucleares entre o Irão e os EUA estão marcadas para Omã. No entanto, o acordo para estas negociações estiveram à beira de colapsar devido a desentendimentos sobre o local e os tópicos a serem abordados. Os EUA insistem que questões como mísseis, apoio a grupos aliados e repressão devem estar na mesa, mas o Irão declarou que o programa de mísseis está fora de questão para estas discussões.

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  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Novas sanções dos EUA à frota fantasma da Rússia dependem de como correr negociações de paz, diz secretário do Tesouro

  • Governo saúda libertação de lusodescendente Jaime Reis Macedo

    O governo saudou hoje a libertação do luso-venezuelano Jaime Reis Macedo, detido desde julho de 2025 pelas autoridades da República Bolivariana.

    “Portugal mantém firme o compromisso diplomático pela liberdade de todos os presos políticos e pelos direitos humanos”, refere nota publicada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) nas redes sociais, em que manifesta “solidariedade” a Jaime Reis e família.

    Na Venezuela existem pelo menos 711 presos políticos, incluindo 65 estrangeiros, segundo a ONG Foro Penal, especializada na defesa de presos políticos.

    Sob pressão dos Estados Unidos, após a detenção do Presidente Nicolás Maduro, o governo venezuelano prometeu em 08 de janeiro libertar os presos políticos, mas tais libertações têm ocorrido apenas esporadicamente.

    O governo venezuelano anunciou em 26 de janeiro que tinham sido libertados mais de 800 presos políticos, sem nunca os referir como tal, alegando que as libertações começaram “antes de dezembro”, embora a captura de Maduro tenha ocorrido em 3 de janeiro.

  • Acordo entre EUA e Rússia sobre corrida às armas nucleares expirou. "Já não estamos vinculados", diz Lavrov

    O acordo New START, assinado em 2010 entre os Estados Unidos da América (EUA) e a Rússia para conter a corrida às armas nucleares ofensivas, expirou esta quarta-feira.

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, liderado por Sergey Lavrov, emitiu uma nota a assegurar que, nas “circunstâncias atuais”, o lado russo “assume que ambas as partes não estão vinculadas ao NEW Start por quaisquer obrigações ou declarações simétricas”.

    Ainda assim, o governante russo garantiu que o país vai agir “responsavelmente e de forma equilibrada”, desenhando as suas políticas “no campo das armas estratégicas ofensivas na base da análise da política militar norte-americana e a situação global na esfera estratégica”.

    A Rússia permanece, contudo, “disposta para tomar medidas militares e técnicas para responder a ameaças potenciais adicionais à segurança nacional”.

    “Ao mesmo tempo, o nosso país permanece aberto a procurar formas políticas e diplomáticas para estabilizar a situação estratégica na base de soluções que mutuamente sejam benéficas”, lê-se no comunicado.

  • IDF cercam vila na Cisjordânia

    As IDF estão neste momento a cercar a vila de Beit Ur al-Tahta, na Cisjordânia, em busca busca dos suspeitos de um ataque com pedras no local, afirmam as próprias forças militares israelitas, citadas pelo The Times of Israel.

    Este ataque terá afetado uma mulher israelita que sofreu ferimentos ligeiros quando o seu carro foi atingido pelas pedras e que foi, entretanto reencaminhada para um hospital em Jerusalém, avança a mesma fonte.

  • Zelensky diz que Putin apenas "tem medo de Trump". "Não tem medo dos europeus e quer humilhar a Europa"

    Na mesma entrevista, o Presidente da Ucrânia constatou que o homólogo russo, Vladimir Putin, apenas tem medo do líder norte-americano, Donald Trump.

    Volodymyr Zelensky realçou também que Vladimir Putin “não tem medo dos europeus” e acusou o Presidente russo de querer “humilhar a Europa”.

    “O Presidente americano quer acabar com esta guerra através de um acordo. Nós apoiamos essas propostas, mas não pode haver acordo na questão da nossa própria soberania”, frisou.

  • Zelensky adianta que morreram 55 mil soldados ucranianos "no campo de batalha"

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, adiantou hoje, numa entrevista ao canal de televisão France 2, que morreram 55 mil soldados ucranianos desde o início da guerra.

    “Na Ucrânia, oficialmente, no campo de batalha, o número de militares mortos — sejam soldados treinados ou pessoas recrutadas — é de 55.000”, afirmou o líder da Ucrânia, realçando que o país também tem conhecimento de um “grande número de desaparecidos”.

  • Trump sugere “abordagem mais delicada” para política anti-imigração dos EUA

    O Presidente norte-americano sugeriu hoje a possibilidade de uma “abordagem mais delicada” para aplicar a sua política anti-imigração nos Estados Unidos, num excerto de uma entrevista divulgado pela estação televisiva NBC.

    “Descobri que talvez uma abordagem mais delicada possa ser útil. Mas é preciso ser firme na mesma”, declarou Donald Trump, respondendo a uma pergunta sobre que lições tinha retirado de Minneapolis, cidade do norte do país para onde os agentes do Serviço de Imigração e Alfândegas (ICE) foram destacados em força e onde dois deles abateram a tiro, em janeiro, dois manifestantes, dois cidadãos norte-americanos, Renée Good e Alex Pretti.

  • EUA confirmam reunião em Omã na sexta-feira

    Os EUA confirmam a reunião inicialmente avançada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Seyed Abbas Araghchi, assegurou um responsável governamental norte-americano à Reuters.

  • Há reunião entre Irão e EUA na sexta-feira, assegura ministro iraniano

    EUA e Irão vão reunir-se esta sexta-feira para “negociações nucleares” em Omã, asssegura o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Seyed Abbas Araghchi, na rede social X.

    Apesar da instabilidade no acordo para as negociações entre Washington e Teerão, relacionadas com a localização e os assuntos a tratar, Araghchi garante que a reunião ocorrerá às 10 horas da manhã locais em Mascate, capital de Omã.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano agradeceu ainda a todos os “irmãos omanis por terem conseguido todos os ajustes necessários”.

  • Zelensky espera mais trocas de prisioneiros em breve

    O Presidente da Ucrânia indicou hoje que espera em breve novas trocas de prisioneiros com a Rússia, no dia em que arrancaram as negociações tripartidas sobre o fim do conflito na Ucrânia em Abu Dhabi.

    Volodymyr Zelensky afirmou, na declaração diária, que, à luz do primeiro dia de contactos com as delegações de Moscovo e Washington, na capital dos Emirados Árabes Unidos (EAU), uma nova troca de prisioneiros poderá ocorrer “num futuro próximo”.

    As trocas de prisioneiros entre as duas partes estiveram entre os poucos resultados concretos das negociações indiretas ao longo de 2025 entre delegações de Kiev e Moscovo.

    “Haverá também um passo importante: prevemos uma troca de prisioneiros num futuro próximo. Devemos trazer os nossos prisioneiros para casa”, disse o líder ucraniano após o primeiro dia de reuniões nos EAU, que se prolongarão na quinta-feira.

  • IDF mata membro do Hamas. O terceiro elemento de um grupo armado palestiniano nas últimas horas

    As IDF afirmam ter matado um elemento do Hamas, noticia o Haaretz.

    As forças israelitas alegam que Muhammad Issam Hassan al-Habil, o alvo desta operação, matou Noa Marciano, uma vigilante das IDF, cita-as a mesma fonte.

  • Trump avisa que líder supremo do Irão deveria "estar muito preocupado" e alega que Teerão tentou retomar programa nuclear

    Donald Trump disse que o líder supremo do Irão, Ali Khamenei, “deveria estar muito preocupado”.

    Numa entrevista à NBC News, o Presidente norte-americano acusou o Irão de “tentar retomar o programa nuclear”. “Estavam a começar outra vez noutra parte do país. Dissemos-lhes: ‘Se fizerem, vamos fazer-vos coisas muito más”.

    O Presidente dos EUA avisou Ali Khamenei, no momento em que existe a possibilidade de colapso das negociações entre Irão e EUA, marcadas para esta sexta-feira, conforme noticiou a Axios.

  • IDF confirmam ter matado membros de Hamas e Jihad Islâmica

    O exército israelita confirmou que matou Ali Raziana, comandante da Jihad Islâmica e e do veterano do Hamas Bilal Adu Assi, avança o Haaretz.

    Raziana “vigiava a manutenção de reféns” e era “responsável pela coordenação do grupo com o Hamas na execução de ataques contra as IDF”, dizem militares, citados pelo mesmo jornal.

    Assi, de acordo com as IDF, desempenhou um papel crucial nos ataques do Hamas a Israel no dia 7 de outubro de 2023.

  • Mark Rubio diz que qualquer acordo nuclear com Rússia deve incluir China

    O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou hoje que qualquer acordo nuclear com a Rússia deverá incluir a China, na véspera de expirar o Tratado Novo START de desarmamento nuclear entre Moscovo e Washington.

    “O Presidente [Donald Trump] já antes deixou claro que, para alcançar um verdadeiro controlo de armamento no século XXI, é impossível agir sem incluir a China, devido ao seu arsenal considerável e em rápida expansão”, declarou Rubio à comunicação social.

    A Rússia indicou hoje que agirá de forma “ponderada e responsável” em relação ao seu programa nuclear, um dia antes de o Novo START terminar a sua vigência.

  • Acordo para negociações entre EUA e Irão à beira de colapsar

    O acordo para as negociações entre EUA e Irão estão à beira de colapsar, adiantam dois responsáveis norte-americanos à Axios.

    Os EUA manifestaram ao Irão a sua discórdia quanto aos contornos da negociações entre Washington e Teerão: o local e os assuntos a abordar na mesa onde se sentarão as delegações norte-americana e iraniana.

  • Programa de mísseis "fora de questão" na reunião entre EUA e Irão

    O programa de mísseis iraniano está “fora de questão” nas negociações entre EUA e Irão, assegurou um alto responsável iraniano à Reuters. A mesma fonte garante que as negociações incidirão apenas sobre o programa nuclear do Irão.

    Esta informação contraria, por isso, as pretensões de Marco Rubio. O secretário de Estado dos EUA disse que queria levar o programa de mísseis de Teerão para a mesa de negociações, noticiou o Times of Israel.

  • Rubio diz que EUA estão prontos para negociar com Irão, mas mísseis, grupos aliados e repressão devem ser discutidas

    Os EUA estão prontos para negociar com o Irão esta semana, assegura Marco Rubio, citado pelo Times of Israel. O secretário de Estado dos EUA exige que para a mesa de negociações sejam levados assuntos como mísseis, grupos aliados e repressão no Irão.

    “Os EUA estão preparados para dialogar, e sempre estiveram preparados para dialogar com o Irão. Para que as negociações conduzam a algo significativo, terão de incluir certos pontos, nomeadamente o alcance dos seus mísseis balísticos e isso inclui o apoio a organizações terroristas em toda a região. Inclui o programa nuclear. E inclui a forma como trata o seu próprio povo”, afirmou.

  • "Substancial e produtivo" primeiro dia de negociações entre Rússia e Ucrânia em Abu Dhabi

    “Substancial e produtivo” — é assim que Rustem Umerov, líder da delegação ucraniana em Abu Dhabi, descreve o primeiro dia de trabalhos e negociações entre Rússia e Ucrânia, com mediação dos EUA.

    Umerov, secretário do Conselho de Segurança e Defesa da Ucrânia, disse no X que o encontro se centrou em “medidas concretas e soluções práticas”.

    O líder da delegação ucraniana nos Emirados Árabes Unidos nomeou cada um dos integrantes da reunião do lado americano e ucraniano. No que concerne à Rússia, Umerov disse que “esteve representada a alto nível militar”.

    https://twitter.com/rustem_umerov/status/2019084245629624703?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2019084245629624703%7Ctwgr%5E410add64e9a82cc8732946214c48738535d69759%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fcnnportugal.iol.pt%2Faominuto%2F6207bf6c0cf2cc58e7e276ff

  • "Os Estados Unidos estão ao lado de Moscovo, claramente"

    EUA, Rússia e Ucrânia sentam-se em Abu Dhabi. Major-General João Vieira Borges acusa a comunidade internacional de “não reagir” aos ataques contra Kiev. “Os Estados Unidos estão ao lado de Moscovo”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    “Os Estados Unidos estão ao lado de Moscovo, claramente”

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