Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

    • Donald Trump “discordou” da intenção da Gronelândia de manter-se sob domínio dinamarquês, respondendo ao primeiro-ministro da Gronelândia. Trump afirmou não conhecer o primeiro-ministro, mas frisou que a decisão será um grande problema para ele.
    • A Ucrânia sofreu ataques com mísseis balísticos e drones por parte da Rússia, o que resultou em cortes de energia substanciais em Kiev e causou destruição significativa de infraestruturas residenciais e civis, especialmente em Kharkiv. Estes ataques resultaram em quatro mortos e seis feridos em Kharkiv.
    • Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, condenou os ataques russos e salientou que o objetivo do inimigo são as instalações energéticas do país. Zelensky enfatizou que as prioridades atuais são o fornecimento adequado de mísseis para defesa aérea e assistência ao setor energético.
    • O Parlamento ucraniano aprovou a demissão de Vasyl Maliuk do cargo de chefe do Serviço de Segurança da Ucrânia, indicando possíveis mudanças na estratégia de segurança interna do país face aos atuais desafios.

  • Bom dia.

    Terminamos aqui a cobertura do conflito na Ucrânia.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta quarta-feira no liveblog que agora abrimos.

    Ataques russos em Kryvyi Rih provocaram cortes de energia que afetaram mais de 45 mil pessoas

  • Trump "discorda" da vontade da Gronelândia em ficar na Dinamarca

    Em resposta às declarações do primeiro-ministro da Gronelândia sobre querer ficar na Gronelândia, Trump disse que “discorda” dele.

    “Isso é problema dele”, disse ainda o líder, que confessou não saber quem é que ele é, nem nada sobre ele. “Mas vai ser um grande problema para ele”, acrescentou.

  • Consórcio apoiado pelo governo dos EUA vence direitos de exploração do maior depósito de lítio da Ucrânia

    Os direitos de exploração do maior depósito de lítio da Ucrânia foram atribuídos a um consórcio de investidores ligados aos EUA, noticiou o jornal ucraniano Kyiv Independent esta terça-feira.

    O anúncio foi feito pela primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko, no Telegram, tendo revelando que este projeto “permitirá atrair um volume mínimo de investimentos de capital de 154 milhões de euros”.

    Destes, “10,3 milhões de euros serão direcionados para a realização de novos estudos geológicos e auditoria internacional das reservas, e 143,7 milhões de euros para a organização da extração e enriquecimento, caso sejam confirmadas as reservas industriais do campo”.

    O grupo vencedor do concurso público é o consórcio Dobra Lithium Holdings, formado pela empresa apoiada pelos EUA TechMet e a The Rock Holdings.

    “A empresa recebeu apenas os direitos de um acordo de partilha de produtos com o governo ucraniano, o que significa que os lucros também serão partilhados com o Estado”, escreve o Kyiv Independent.

  • Dois ucranianos acusados de espionagem na Alemanha

    Dois cidadãos ucranianos foram acusados pela justiça federal alemã de espionagem para a Rússia, informou o Procurador-Geral Federal do país em comunicado.

    “Danylo B. e Vladyslav T” são “acusados de espionagem, recolha de informações com o objetivo de sabotagem e conspiração para cometer fogo posto em circunstâncias agravantes”.

    Segundo a investigação, em “fins de Março de 2025”, os suspeitos, em conjunto com outro detido a ser acusado separadamente, enviaram “duas encomendas equipadas com localizadores GPS ativados” desde a cidade alemã de Colónia para a Ucrânia.

    “A missão foi encomendada por um serviço de espionagem russo através de intermediários em Mariupol”, lê-se ainda no comunicado.

    “O objetivo da operação era recolher informações sobre rotas de envio e procedimentos de transporte da empresa de entregas e, posteriormente, enviar encomendas contendo dispositivos incendiários. Esses pacotes destinavam-se a ser detonados na Alemanha ou em outro local durante o trajeto até partes da Ucrânia não ocupadas pela Rússia, causando o máximo de danos possível para minar a sensação de segurança pública”, lê-se.

  • Rússia atacou 15 infraestruturas críticas, incluindo de produção energética

    A Rússia atacou 15 infraestruturas críticas durante a noite de segunda para terça-feira, afirmou o ministro adjunto do Desenvolvimento do Território, Kostiantyn Kovalchuk, numa conferência de imprensa citada pelo Ukrinform.

    Entre as instalações atacadas, incluem-se “centrais térmicas e centrais de geração de calor e energia em várias regiões”, disse ainda.

    Na capital Kiev, 472 edifícios residenciais ficaram sem calor, como resultado desses ataques, a maioria destes nos distritos de Pecherskyi e Shevchenkivskyi.

  • Mísseis de defesa aérea são "prioridade máxima" para a Ucrânia, diz Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que falou esta terça-feira com o primeiro-ministro dos Países Baixos, Dick Schoof, sobre os “intensos” ataques de drones e mísseis russos na noite passada.

    “É evidente que os russos estão empenhados em destruir vidas, em vez de se dedicarem à diplomacia. O seu alvo é o setor energético. É muito importante que haja apoio suficiente para a Ucrânia neste momento. Os mísseis para a defesa aérea e toda a assistência necessária para o sistema energético são a principal prioridade neste momento”, escreveu na rede social X.

  • Parlamento ucraniano aprova demissão de Maliuk do cargo de chefe do Serviço de Segurança

    O Parlamento ucraniano aprovou, esta terça-feira, a demissão de Vasyl Maliuk do cargo de chefe do Serviço de Segurança da Ucrânia.

    De acordo com o Ukrainska Pravda, votaram a favor desta demissão 235 deputados.

  • Ataques ucranianos atingem uma fábrica de drones na região de Rostov

    A Ucrânia anunciou esta terça-feira que atacou duas fábricas na região de Rostov, no sul da Rússia, anunciou o exército ucraniano numa mensagem no Telegram citada pelo Ukrainska Pravda.

    “A destruição desta instalação vai reduzir a capacidade do inimigo de produzir drones e enfraquecer a capacidade do inimigo de atacar alvos civis em território ucraniano”, lê-se na publicação.

    Em causa está a fábrica de indústria bélica Atlant Aero, na cidade russa de Taganrog.

  • Zelensky denuncia ataques russos "sem propósito militar" que deixaram Kiev sem energia e provocaram quatro mortos em Kharkiv

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou, esta terça-feira, que a Rússia lançou “quase 300 drones, 18 mísseis balísticos e sete mísseis de cruzeiro” contra a Ucrânia na noite passada.

    “Mais uma vez, o principal alvo do ataque foram as nossas instalações de produção de energia e subestações. Infelizmente, houve uma destruição extensiva de infraestruturas residenciais e civis”, escreveu na rede social X, acrescentando que “as regiões de Dnipro, Zhytomyr, Zaporíjia, Kiev, Odesa, Sumy, Kharkiv e Donetsk foram alvo de ataques”.

    Zelensky referiu, ainda, que estes ataques não têm “qualquer objetivo militar”. “Como sempre, onde quer que a Rússia tente destruir, os ucranianos apoiam-se uns aos outros, e a resiliência interna é o que mais se precisa neste momento”, sublinhou.

  • Moscovo classifica ataques desta noite como uma "resposta aos ataques terroristas da Ucrânia contra alvos civis no território russo"

    O Ministério da Defesa russo afirmou, esta terça-feira, que as forças russas realizaram um ataque maciço contra as instalações de infraestruturas energéticas utilizadas pelas forças armadas ucranianas “em resposta aos ataques terroristas da Ucrânia contra alvos civis no território russo”, noticia o Le Monde.

    Quase quatro anos após o início da ofensiva contra a Ucrânia, a Rússia voltou a bombardear as infraestruturas elétricas ucranianas com drones e mísseis, provocando cortes de energia.

  • Paz na Ucrânia? “Falta determinação e vontade política”

    Francisco Proença Garcia afirma que não há vontade de pôr fim à guerra na Ucrânia e aponta falhas aos líderes europeus. No Médio Oriente, intervenção norte-americana no Irão provocará mais repressão.

    Paz na Ucrânia? “Falta determinação e vontade política”

  • Cortes de energia relatados em Kiev após ataque russo

    A companhia nacional de eletricidade Ukrenergo ordenou cortes de energia elétrica de emergência em Kiev devido aos danos causados pelo ataque russo durante a noite, informou a administração da cidade no Telegram.

    De acordo com a mesma fonte, Kiev foi alvo de um ataque com mísseis balísticos por volta das 2h00 (hora local), causando explosões.

  • Ataques russos fazem quatro mortos e seis feridos em Kharkiv. Capital ucraniana também foi alvo de ataque

    Pelo menos quatro pessoas morreram e seis ficaram feridas em ataques russos na região de Kharkiv, anunciou o governador da região no Telegram.

    “O número de mortos no ataque inimigo nos arredores de Kharkiv subiu para quatro. Seis pessoas sofreram ferimentos de gravidade variável”, pode ler-se na publicação.

    O ataque envolveu mísseis e drones que desencadearam vários incêndios. Um dos edifícios atingidos foi uma unidade médica pediátrica.

    De acordo com o Ukrainska Pravda, Kiev também foi atacada, mas não há registo de vítimas.

  • Bom dia!

    Iniciamos aqui um novo dia de cobertura jornalística da guerra na Ucrânia.

    Recupere os principais pontos de informação no liveblog anterior que agora arquivamos.

    Reino Unido vai desenvolver novo míssil balístico para a Ucrânia capaz de atingir alvos na Rússia

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