Histórico de atualizações
  • O liveblog desta terça-feira fica por aqui. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos na guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Zelensky revela 20 pontos do plano de paz dos EUA: documento prevê congelamento da frente de combate

  • Europa está a acusar cansaço da guerra na Ucrânia?

    O Coronel José do Carmo garante que a Rússia aposta numa guerra de atrito e que o desgaste maior é da Europa. No Médio Oriente, Hezbollah está sem capacidades para retaliar.

    Europa está a acusar cansaço da guerra na Ucrânia?

  • Zelensky diz "sentir" que os EUA "querem chegar a um acordo final" sobre a guerra

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta quarta feira que as negociações com os EUA continuam e que foi possível “fortalecer” alguns “acordos” e que sentem que “a América quer chegar a um acordo final”.

    “Permanecemos em contacto constante com os EUA e continuamos expectante para mais colaborações”, acrescentou na rede social X, sublinhando que, do lado ucraniano, “há cooperação total”.

  • Um morto e três feridos num ataque ucraniano com drones na região de Belgorod

    Uma pessoa morreu e três pessoas ficaram feridas num ataque ucraniano com drones na região russa de Belgorod, segundo o governador Vyacheslav Gladkov, citado pelo Kyiv Independent.

    A morte, contou o governador, ocorreu quando um carro foi atingido na aldeia de Nova Tavolzhanka, perto da fronteira com a Ucrânia. O ataque feriu ainda outra pessoa.

    “Já na cidade de Grayvoron, uma mulher e um rapaz de 13 anos ficaram feridos”, acrescentou.

  • Papa Leão XIV disse sentir "muita tristeza" pela Rússia não ter concordado com cessar-fogo de Natal

    O Papa Leão XIV disse sentir “muita tristeza” pela “Rússia ter recusado um pedido de cessar-fogo” na guerra na Ucrânia durante o Natal, noticiou a Reuters.

    Falando aos jornalistas à porta da sua residência em Castel Gandolfo, Leão XIV disse que iria “apelar mais uma vez às pessoas de boa vontade para que respeitem pelo menos o dia de Natal como um dia de paz”.

    “Talvez eles nos ouçam e haja pelo menos 24 horas, um dia de paz, em todo o mundo”, acrescentou.

  • Número de mortos nos ataques noturnos subiram para três

    O número de mortos nos ataques que causaram um apagão em várias regiões da Ucrânia subiu para três, noticiou o jornal ucraniano Kyiv Independent.

    Responsáveis das regiões de Kiev, Khmelnytskyi e Zhytomyr registaram vítimas mortais, tendo uma criança de quatro anos morrido nesta última, como já fora avançado antes.

  • Uma pessoa morreu em ataques russos a passagens de nível na região de Kharkiv

    Uma pessoa foi morta em ataques russos a passagens de nível nas ferrovias na região de Kharkiv, afirmou o chefe militar da região Oleh Syniehubov numa conferência de imprensa citada pelo Ukrinform.

    O responsável não especificou onde ocorreram os ataques e a morte da pessoa, avançando ainda que “todas as circunstâncias estão a ser clarificadas”.

  • Paz? Rússia quer "acabar com a democracia" na Ucrânia

    Rússia admite progressos “lentos” nas negociações de paz. Kiev pondera eleições presidenciais. Bruno Cardoso Reis avisa que as suas exigências do Kremlin passam por “acabar com a democracia”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Paz? Rússia quer “acabar com a democracia” na Ucrânia

  • É preciso continuar a apoiar a Ucrânia para que Putin não ataque países da NATO, diz Rutte

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, apelou à Europa para que continue a apoiar a Ucrânia, alertando que a falta desse apoio poderá criar sérios riscos para a segurança do continente.

    Em entrevista à agência DPA, citada pelo European Pravda, Rutte afirmou que, para impedir que o Presidente russo, Vladimir Putin, tente atacar um país da NATO, é essencial que a Ucrânia se mantenha forte. Sublinhou também a necessidade de os Estados-membros da Aliança aumentarem os seus gastos em defesa, em linha com os compromissos assumidos na cimeira da NATO realizada em Haia, em junho.

    A vitória de Trump, a derrota de Sánchez e o esquecimento de Zelensky. As conclusões finais da cimeira da NATO

    “Se fizermos estas duas coisas, seremos suficientemente fortes para nos defendermos e Putin nunca tentará [atacar a NATO]”, sublinhou o secretário-geral.

    Rutte acrescentou que o rearmamento europeu tem de avançar rapidamente, alertando que, segundo várias avaliações dos serviços de informações, a situação de segurança poderá degradar-se já em 2027.

  • Ao telefone, Zelensky e von der Leyen tiveram uma "conversa muito calorosa e positiva" sobre o apoio da UE a Kiev

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, teve esta terça-feira uma “conversa muito calorosa e positiva” com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na qual agradeceu o apoio contínuo da União Europeia a Kiev desde o início da invasão russa.

    Na rede social X, Zelensky destacou a decisão recente do Conselho Europeu de conceder 90 mil milhões de euros em ajuda financeira à Ucrânia para o período de 2026–2027, considerando-a “extremamente importante”. O chefe de Estado ucraniano sublinhou que o apoio europeu surge num momento diplomático “decisivo”.

    Segundo Zelensky, durante a conversa com von der Leyen foi salientada a necessidade de manter a pressão sobre a Rússia, através de um esforço conjunto de todos os aliados internacionais. “Falámos da importância de apoiar a resiliência da Ucrânia e de reforçar a nossa posição na mesa das negociações”, escreveu, garantindo que Kiev fará “tudo o que for necessário” para alcançar esse objetivo.

  • Sérvia "apoia firmemente" o plano de paz dos EUA para a Ucrânia e oferece-se para acolher negociações futuras

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Sérvia, Marko Đurić, afirmou que Belgrado “apoia firmemente” o plano de paz do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a Ucrânia, e propôs que futuras negociações entre as partes tenham lugar na capital sérvia.

    “A paz na Ucrânia é o problema mais urgente para a Europa”, afirmou Đurić, citado pela TASS. “Apoiamos fortemente o plano de paz de Donald Trump e todas as outras iniciativas que possam pôr fim às hostilidades”, acrescentou.

    O chefe da diplomacia sérvia sublinhou, também, que a capital do país pode acolher as negociações de paz. “Belgrado pode servir de local para as negociações. Somos uma das poucas capitais com ligações diretas aos Estados Unidos, à Europa, à Rússia, à China ou ao Médio Oriente. Além disso, somos conhecidos como anfitriões hospitaleiros e discretos”, sublinhou.

  • Sérvia chega a acordo com Rússia para prolongar fornecimento de gás até ao final de março de 2026

    O Presidente da Sérvia, Aleksandar Vučić, anunciou que o país chegou a acordo com a Rússia para prolongar o fornecimento de gás até ao final de março de 2026, noticiou o Ukrainska Pravda.

    Vučić garantiu que a Sérvia terá eletricidade e gás suficientes durante o inverno. “Chegámos a acordo para prolongar o fornecimento de gás por mais três meses, até 31 de março, para que as pessoas possam estar confiantes e dormir tranquilas”, afirmou.

    O líder da Sérvia revelou, ainda, que representantes da empresa russa Gazprom estão a discutir a venda de uma participação na Naftna Industrija Srbije (NIS), a maior petrolífera do país, que se encontra atualmente sob sanções dos Estados Unidos, incluindo uma possível venda à empresa estatal húngara MOL.

  • Ucrânia pede à Polónia extradição de arqueólogo russo detido em Varsóvia

    A Ucrânia apresentou um pedido formal à Polónia para a extradição de um arqueólogo russo detido em Varsóvia, Alexander B., suspeito de estar envolvido em escavações arqueológicas na Crimeia, noticia o Ukrainska Pravda.

    O pedido foi entregue ao Ministério Público distrital de Varsóvia e as autoridades polacas irão primeiro verificar se o pedido cumpre todos os requisitos legais antes de avaliarem se existem fundamentos para recusar a extradição.

    O arqueólogo russo foi detido no início de dezembro num hotel em Varsóvia, onde se encontrava no âmbito de uma digressão de conferências pela Europa. Kiev acusa-o de ter realizado escavações ilegais em território ucraniano ocupado pela Rússia.

  • Justiça russa condena à revelia xadrezista Kasparov a prisão

    Kasparov estava acusado de “justificar publicamente o terrorismo em redes de telecomunicações, incluindo a Internet”, delito cuja pena prevista pode ir até prisão efetiva de entre cinco a sete anos.

    Justiça russa condena à revelia xadrezista Kasparov a prisão

  • Marcelo convoca Conselho de Estado para analisar situação na Ucrânia

    O Presidente da República vai reunir o Conselho de Estado no próximo dia 9 de janeiro, pelas 15 horas. O encontro de conselheiros vai servir “para analisar a situação internacional, em particular a situação na Ucrânia”, segundo consta na nota da Presidência.

  • Zelensky destaca avanço nas negociações com os EUA e reforça intenção de continuar a dialogar com Washington

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que os responsáveis ucranianos Rustem Umerov e Andrii Hnatov lhe entregaram um relatório detalhado após reuniões com a equipa norte-americana, destacando avanços nas negociações.

    Na rede social X, Zelensky explicou que os encontros com enviados do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foram produtivos e permitiram preparar vários documentos. “Em particular, incluem documentos sobre garantias de segurança para a Ucrânia, sobre a reconstrução e sobre um quadro básico para pôr fim a esta guerra”, escreveu.

    Segundo o líder ucraniano, os pontos definidos para esta fase das negociações “correspondem ao objetivo real de terminar a guerra e à necessidade de impedir uma terceira invasão russa”. Zelensky sublinhou, ainda, que “”cada ronda de negociações e reuniões contribui para salvaguardar os interesses da Ucrânia” e garantiu que o trabalho continuará “de forma construtiva”.

    O Presidente da Ucrânia agradeceu também o apoio dos aliados europeus e manifestou a intenção de prosseguir o diálogo com Washington. “É essencial que a diplomacia caminhe sempre lado a lado com a pressão necessária sobre a Rússia e com o apoio indispensável à Ucrânia”, sublinhou.

  • Moscovo captura duas aldeias ucranianas, anuncia Ministério da Defesa russo

    As tropas russas capturaram esta terça-feira duas aldeias ucranianas, de acordo a Sky News, que cita o Ministério da Defesa da Rússia.

    Moscovo terá tomado Prylipka, na região de Kharkiv, e Andriivka, na região de Dnipropetrovsk.

    O ministério confirmou, ainda, que as tropas atacaram instalações energéticas e militares na Ucrânia, utilizando mísseis Kinzhal.

  • Duas pessoas, incluindo uma criança de quatro anos, morreram em ataque russo. PM da Ucrânia fala em ataque "cínico" e "deliberado"

    Ainda sobre o ataque russo que reportámos anteriormente, Zelensky afirma que duas pessoas, incluindo uma criança de quatro anos, morreram. A informação é avançada por diversos meios, como a Sky News, que cita também as reações da primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko.

    Numa declaração no Telegram, Svyrydenko afirma que foi um “ataque deliberado e cínico da Rússia na véspera do Natal”, “num momento em que as pessoas se preparavam para o feriado”. “O inimigo tentou deixar as famílias ucranianas sem luz, calor e sensação de segurança», acrescentou.

  • A Rússia lançou "mais de 650 drones" e dezenas de mísseis, afirma Zelensky

    Volodymyr Zelensky falou sobre o mais recente ataque russo, confirmando que o alvo foi “o setor energético, infraestruturas civis e praticamente todos os aspetos da vida quotidiana”.

    “Mais de 650 drones foram lançados, uma parte significativa dos quais são drones Shahid. Mais de três dúzias de mísseis foram lançados”, disse no Telegram.

    Zelensky acrescentou que “o estado de alerta aéreo continua em vigor na maior parte da Ucrânia” e que pelo menos 13 regiões foram alvo de Moscovo, o que “sinaliza claramente as prioridades da Rússia”. “Isso acontece na véspera do Natal, quando as pessoas querem estar com suas famílias, em casa, em segurança”, disse ainda.

  • Polónia mobiliza caças após a Rússia atacar o oeste da Ucrânia

    Caças polacos foram mobilizados esta manhã após a Rússia lançar ataques aéreos contra o oeste da Ucrânia, perto da fronteira com a Polónia, reporta a Sky News, citando as forças armadas polacas.

    “Caças foram mobilizados e os sistemas de defesa aérea e reconhecimento por radar baseados em terra foram colocados em estado de alerta elevado”, informou o comando operacional das forças armadas da Polónia na rede social X.

    “Estas medidas são de natureza preventiva e visam garantir e proteger o espaço aéreo, especialmente em áreas adjacentes às regiões ameaçadas.”

    Isto acontece meses depois de a Polónia ter fechado o espaço aéreo, com a força aérea a mobilizar caças em resposta a um ataque russo a Kiev em setembro. A Polónia já foi forçada a mobilizar os seus caças em várias ocasiões desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em 2022.

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