Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia ao longo desta sexta-feira.

    Putin pede desculpas ao Azerbaijão por queda de avião que matou 38 pessoas

    Continue a acompanhar-nos nesta nova ligação. Obrigado.

  • Eslováquia confirma querer acolher conversações de paz entre Kiev e Moscovo

    Bratislava ofereceu-se como anfitrião de uma cimeira de paz que inclua todas as partes. Em resposta, Moscovo elogiou a atitude “neutra” do governo nacionalista de Robert Fico.

    Eslováquia confirma querer acolher conversações de paz entre Kiev e Moscovo

  • Arábia Saudita apoia Iémen com mais 500 milhões de dólares

    300 milhões de dólares serão depositados no Banco Central do Iémen e 200 milhões servirão para resolver défice orçamental. Primeiro-ministro iemenita agradeceu “apoio contínuo e generoso” de Riade.

    Arábia Saudita apoia Iémen com mais 500 milhões de dólares

  • Vários soldados norte-coreanos morreram hoje na Ucrânia após terem sido capturados, anuncia Zelensky

    Vários soldados norte-coreanos feridos morreram hoje na Ucrânia depois de terem sido feitos prisioneiros, anunciou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusando a Rússia de ter oferecido a estes militares apenas “uma proteção mínima”.

    “Vários soldados norte-coreanos morreram hoje. Os nossos soldados conseguiram capturá-los. Mas ficaram gravemente feridos e não puderam ser salvos”, indicou o líder ucraniano no seu discurso diário, lamentando “a loucura de que as ditaduras são capazes”, ao enviar militares para morrer “em batalhas na Europa”.

    “Eles sofreram muitas perdas. Muitas. E vemos que os militares russos e os supervisores norte-coreanos não estão minimamente interessados “na sobrevivência destes coreanos”, criticou Zelensky, acrescentando que “está a ser feito tudo para impossibilitar a captura” destes militares e que os “russos estão a enviá-los para a frente com proteção mínima”.

  • Guerra na Ucrânia já matou 121 jornalistas e ativistas, diz ONG

    Um total de 121 jornalistas, ativistas de direitos humanos e voluntários ucranianos perderam a vida desde o início da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, segundo um relatório de uma organização divulgado hoje.

    Um relatório do Centro de Direitos Humanos ZMINA – uma organização não-governamental (ONG) ucraniana que elaborou a investigação com apoio financeiro da União Europeia (UE) – reporta que, “até ao final de 2024, pelo menos 121 ativistas, voluntários, defensores dos direitos humanos e jornalistas tinham morrido em consequência da agressão em massa” da Rússia contra a Ucrânia.

    As 121 mortes foram contabilizadas com base em informações públicas, entrevistas a familiares e amigos dos falecidos, num trabalho em que colaborou também o Instituto para a Informação de Massas, outra instituição com sede em Kiev.

  • Oficiais dos EUA acreditam que Ucrânia poderá ter de se retirar de Kursk na primavera

    Dois oficiais norte-americanos manifestaram à Bloomberg a sua preocupação com a evolução da guerra em Kursk e assinalaram que as tropas ucranianas terão até à primavera para se retirarem da região na primavera, sob pena de poderem ser encurraladas pela Rússia.

    Falando sob anonimato, os oficiais dos EUA disseram ter esperança de que o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky promova a retirada das tropas a fim de evitar mais baixas. A Ucrânia conseguiu conquistar posições avançadas na região de Kursk em agosto, mas desde então tem sofrido fortes ataques das tropas russas e norte-coreanas e já terá perdido mais de 40 por cento do território conquistado.

  • EUA avisam para ataques em massa a pé de soldados norte-coreanos em Kursk

    Porta-voz da Casa Branca aponta para elevado nível de doutrinação de soldados norte-coreanos, face a ataques a pé na região de Kursk. Já haverá milhares de baixas nas tropas enviadas por Pyongyang.

    EUA avisam para ataques em massa a pé de soldados norte-coreanos em Kursk

  • Costa quer aumentar resposta da UE para enfrentar "frota sombra" da Rússia

    António Costa garantiu que quer reforçar a resposta europeia a ameaças externas, tal como a “frota sombra” da Rússia, em reação ao corte de um cabo submarino entre a Estónia e a Finlândia pelo navio Eagle S, que seguia de São Petersburgo para Cairo.

    “Condeno veementemente qualquer destruição deliberada das infraestruturas críticas da Europa. Tenciono trabalhar no sentido de reforçar a resposta e a preparação comuns da UE, incluindo o combate à frota sombra da Rússia”, disse esta sexta-feira o presidente do Conselho Europeu.

    Numa publicação na rede social X, António Costa frisou também estar em contacto com os primeiros-ministros de Estónia e Finlândia, Kristen Michal e Petteri Orpo, respetivamente, sobre o cabo cortado no Mar Báltico e elogiou “a ação rápida e determinada das autoridades finlandesas e estónias”.

  • Queda de avião. "Rússia não vai reconhecer o erro”

    Ana Miguel dos Santos diz que Putin mostra “bom senso” ao pedir que se espere pelos resultados da investigação à queda do avião. No Médio Oriente há vontade clara de eliminar ameaças ligadas ao Hamas.

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    Queda de avião. “Rússia não vai reconhecer o erro”

  • Zelensky responsabiliza Rússia por queda de avião no Azerbaijão

    Volodymyr Zelensky responsabilizou esta sexta-feira a Rússia pelo “terrível” desastre aéreo da Azerbaijan Airlines. “Podemos ver como as provas visuais claras no local do acidente apontam para a responsabilidade da Rússia na tragédia”, afirmou o presidente da Ucrânia.

    Numa mensagem publicada na rede social X, o líder ucraniano lembrou o acidente do voo MH17 para apelar à pressão internacional sobre o Kremlin. “Se a Rússia decidir espalhar mentiras da mesma forma que o fez no caso #MH17, teremos de consolidar toda a pressão internacional sobre Moscovo, a fim de estabelecer a verdade e garantir a responsabilização”, referiu.

    Zelensky expressou ainda as suas condolências ao presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, e vincou que “todas as perdas de vidas merecem uma investigação exaustiva para apurar a verdade”.

  • Estónia envia navio para proteger cabos submarinos

    A Estónia enviou um navio de patrulha para proteger o cabo elétrico submarino Estlink1, depois de a Rússia ter sido acusada de sabotar a sua principal ligação elétrica no Golfo da Finlândia. O Ministro da Defesa da Estónia, Hanno Pevkur, adiantou que a embarcação seguiu esta sexta-feira para o local e manifestou esperança de que a Finlândia se junte também à operação de proteção da ligação elétrica.

    Um navio chamado Eagle S, que, segundo a Comissão Europeia, integra a “frota russa sombra”, é suspeito de ter danificado na noite de 24 de dezembro o cabo Estlink 2, que estabelece ligação entre a Finlândia e a Estónia. A NATO já garantiu, entretanto, que irá dar mais apoio no Mar Báltico.

  • Xi Jinping visita Rússia em 2025

    O presidente da China, Xi Jinping, vai visitar a Rússia em 2025. A informação foi avançada esta sexta-feira pelo embaixador russo em Pequim, Igor Morgulov.

    “Quanto a eventos bilaterais concretos, posso dizer que os planos adequados estão a ser ativamente elaborados. O que se pode dizer que não é segredo, em termos de prioridade, é que o Presidente da República Popular da China é esperado na Rússia no próximo ano”, disse Morgulov à agência russa RIA, citado pela Reuters.

    Xi Jinping esteve pela última vez na Rússia em 2023, depois de ter sido confirmado para um terceiro mandato à frente dos destinos da China.

  • Sobreviventes ouviram "grande estrondo" antes de avião cair

    Três sobreviventes – dois passageiros e um membro da tripulação – dizem ter ouvido um “grande estrondo” antes de o avião da Azerbaijan Airlines cair, na aproximação ao local de onde tinha partido, em Grozny. A agência Reuters falou com pessoas que descrevem os minutos que antecederam a queda do avião, quando os sobreviventes “pensaram que o avião se ia despedaçar”.

    Um dos passageiros que falaram com a Reuters, que se chama Subhonkul Rakhimov, disse que ouviu o tal estrondo quando o avião estava no ar. “Depois daquele estrondo… Era óbvio que o avião se tinha danificado de alguma forma, começou a voar como se estivesse bêbedo, já não estava a voar da mesma maneira”, disse o sobrevivente.

    O avião caiu no Cazaquistão, matando pelo menos 38 pessoas (29 sobreviveram). Uma outra sobrevivente também disse ter ouvido esse estrondo – fala, aliás, em três sons agudos. “Fiquei com muito medo”, disse Vafa Shabanova, recordando que uma assistente de bordo lhe pediu para correr para a traseira do avião, já que havia um problema com a oxigenação.

  • Ucrânia recebe 445 milhões de euros dos EUA em apoio financeiro

    Para a iniciativa PEACE in Ukraine, os Estados Unidos da América e o Banco Mundial pagaram cerca de 465 milhões de euros à Ucrânia, escreve o primeiro-ministro ucraniano na rede social X.

    Denys Shmyhal adianta que 445 milhões de euros do montante total foram distribuídos pelos EUA através do programa USAID, e os restantes foram avançados pelo Banco Mundial.

    Estes fundos, escreve Shmyhal, serão utilizados para “compensar as despesas sociais e humanitárias previstas no orçamento de Estado”.

  • Ucrânia vai enviar 500 toneladas de farinha para a Síria

    “Tal como prometido, estamos a apoiar o povo sírio no seu momento de necessidade. 500 toneladas de farinha de trigo ucraniana já estão a caminho da Síria”, anunciou o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na rede social X.

    “Prevê-se que a farinha de trigo seja distribuída a 33.250 famílias (ou seja, 167.000 pessoas), nas próximas semanas. Cada pacote pesa 15 quilos e pode alimentar uma família de cinco pessoas durante um mês“, acrescentou.

  • Rússia acusa NATO de "instigar desinformação" sobre acidente de avião

    Rússia acusa NATO de “instigar desinformação” relativamente às investigações em curso sobre o acidente do avião da Azerbaijan Airlines na Cazaquistão.

    Em comunicado, o Ministério russo dos Negócios Estrangeiros escreve que a Aliança Atlântica terá avançado alegações sobre negociações entre membros do Ministério e os seus homólogos do Cazaquistão e do Azerbaijão, de modo a “produzirem versões do acidente de aviação”.

    O Ministério nega estas afirmações, sublinha que as investigações continuam em curso, e reitera que existe uma “ordem política por detrás desta desinformação maliciosa”.

    Ao mesmo tempo, também Andrii Sybiha, o chefe da diplomacia ucraniana, apela a uma investigação “imparcial e justa”, sem qualquer mão de Moscovo que, na hora do acidente, tentou “cobrir e destruir provas do crime”.

  • Resultados preliminares de investigação a acidente de avião revelam "interferência externa"

    A companhia aérea Azerbaijan Airlines afirmou que poderá ter havido “interferência externa, física e técnica”, provocando a queda do voo J2-8243 perto da cidade de Aktau, no Cazaquistão, esta semana.

    De acordo com a Reuters, os resultado preliminares das investigações às causas do incidente parecem ir de acordo com a notícia que a agência avançou esta quinta-feira, que mencionava a possibilidade do avião ter sido intercetado por sistemas de defesa aérea da Rússia.

  • Míssil Oreshnik depende de equipamentos ocidentais, diz Financial Times

    Os novos mísseis topo de gama, de alcance intermédio e quase equiparados a armamento nuclear por Vladimir Putin, Oreshnik, são fabricados com equipamentos fornecidos por empresas ocidentais, apesar das sanções impostas, avança o Financial Times.

    Segundo o jornal, os dois institutos russos indicados como sendo os responsáveis pela produção em massa destes mísseis — Sozvezdie e o Instituto de Tecnologia Térmica de Moscovo — procuravam funcionários com “experiência em trabalhar com sistemas metalúrgicos alemães e japoneses”.

    Daí, descobriram que uma série de equipamentos foram importados para a Rússia em 2024, de valor próximo a três milhões de euros. A investigação do Financial Times sugere que as empresas Fanuc, Siemens e Haidenhein sejam as grandes fornecedoras para a produção militar do Oreshnik, apesar das sanções ativas contra Moscovo.

  • Rússia diz ter alertado piloto do avião da Azerbaijan Airlines para "situação complexa"

    O diretor-geral da agência federal russa de transporte aéreo (Rosaviatsia) afirmou que as autoridades russas iriam prestar “apoio compreensivo” ao Azerbaijão e ao Cazaquistão nas investigações sobre as causas do acidente de avião desta semana.

    Citado pela TASS, Dmitry Yadorov acrescenta que o avião da Azerbaijan Airlines tentou aterrar no aeroporto de Grozny duas vezes antes de se dirigir a Aktau, mas que não conseguiu devido a um “nevoeiro denso”, e explicou ter sido introduzido um “protocolo de emergência” na região “devido a ataques terroristas da Ucrânia”. Revela que foram dadas outras opções para aterrar na Rússia ao comandante do avião, mas que este optou por se dirigir até ao Cazaquistão.

  • Rutte confirma reforço da NATO no Mar Báltico depois de possível sabotagem russa

    “A NATO vai reforçar a sua presença militar no Mar Báltico”, escreve o secretário-geral da Aliança Atlântica na rede social X, no seguimento das investigações conduzidas pela Finlândia sobre o corte de cabos submarinos na região.

    Depois de uma conversa com o Presidente finlandês Alexander Stubb, Mark Rutte expressou a sua solidariedade e apoio para se chegar a um melhor entendimento das origens deste acontecimento, invocando a possibilidade de “sabotagem”.

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