Momentos-chave
- Mulher e criança mortas em ataque com drone russo em Kherson
- FMI vai dar 7,1 mil milhões de euros à Ucrânia no âmbito de novo programa de ajuda
- Zelensky reforça ideia de que Ucrânia está totalmente capaz de defender o seu território
- Donald Trump Jr. e enviado russo concordam que conversa na chamada Witkoff-Ushakov era só uma "técnica de negociação clássica"
- Moldávia mostrou drone russo que caiu no país no último ataque à Ucrânia
- Conselheiro de segurança Rustem Umerov foi interrogado como testemunha no caso de corrupção na Energoatom
- Zelensky pede sanções mais duras "enquanto a Rússia continuar a bloquear todos os esforços para a paz"
- Viktor Orbán deve encontrar Vladimir Putin em Moscovo na sexta-feira
- Conselheiro russo diz que conversa com Witkoff foi no Whatsapp e sugere que fuga de informação pode ter tido origem na Casa Branca
- Sobe para 19 o número de feridos em ataque russo em Zaporíjia
- Trump diz que conversa de Witkoff e Ushakov foi "negociação comum"
- Kremlin confirma visita de Witkoff na próxima semana
- Ataque a drones em Zaporíjia faz 12 feridos
- Chefes da diplomacia da UE reúnem-se para debater negociações de paz para a Ucrânia
- Witkoff recomendou conselheiro de Putin a controlar Donetsk e elogiar Trump
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, quarta-feira.
Rússia “não tem palavra a dizer” sobre se a Ucrânia pode ou não juntar-se à NATO
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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O que se passou até agora
- Steve Witkoff, enviado especial de Donald Trump, foi apanhado numa conversa com Yuri Ushakov, conselheiro do Kremlin. Durante a chamada, Witkoff sugeriu que a Rússia controlasse Donetsk e recomendou que Putin elogiasse Trump como um “homem da paz”. A conversa, que ocorreu via WhatsApp, gerou controvérsia e alimentou especulações sobre a verdadeira intenção das negociações de paz. Witkoff deve visitar Moscovo na próxima semana para continuar as negociações.
- O FMI anunciou um novo pacote de ajuda à Ucrânia, no valor de 7,1 mil milhões de euros, distribuídos ao longo de quatro anos. Este pacote visa apoiar reformas macroeconómicas e estruturais, substituindo um programa anterior de mais de 12,9 mil milhões de euros concedido em 2023.
- Num ataque russo com drones em Zaporíjia, 19 pessoas ficaram feridas e várias infraestruturas residenciais foram danificadas. O major impacto do ataque sublinha a continuidade das hostilidades russo-ucranianas, mesmo em tempos de intensificação dos esforços diplomáticos para alcançar a paz. As ações russas também resultaram na morte de uma mulher e uma criança no ataque em Kherson e na morte de uma sobrevivente do Holocausto em Kiev.
- A União Europeia, através da representante Kaja Kallas, sublinhou a importância de qualquer acordo de paz na Ucrânia incluir obrigações a longo prazo para a Rússia, visando prevenir futuras agressões. Ursula von der Leyen também destacou que um acordo de paz deve assegurar uma segurança real para a Ucrânia, rejeitando quaisquer imposições às forças armadas ucranianas, garantindo assim uma paz justa e duradoura.
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Mulher e criança mortas em ataque com drone russo em Kherson
Uma mulher e uma criança foram mortas na sequência de um ataque de drones russos à cidade ucraniana de Kherson. Segundo o governador da região, as tropas russas lançaram explosivos de um drone contra um carro, matando instantaneamente uma mulher de 34 anos e uma criança de seis anos. Um homem de 50 anos também ficou ferido.
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FMI vai dar 7,1 mil milhões de euros à Ucrânia no âmbito de novo programa de ajuda
O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou esta quarta-feira que chegou a um acordo com o Governo ucraniano para um novo programa de ajuda de 7,1 mil milhões de euros, a serem distribuídos ao longo de quatro anos, com o objetivo de apoiar “uma série de reformas macroeconómicas e estruturais”, noticia o Le Monde.
Este novo acordo substitui o programa anterior, de pouco mais de 12,9 mil milhões de euros, concedido em março de 2023, no âmbito de um grande plano internacional de 105 mil milhões de euros.
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Zelensky reforça ideia de que Ucrânia está totalmente capaz de defender o seu território
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a reforçar a ideia de que a Ucrânia está totalmente capaz de defender o seu território e os seus interesses face à invasão russa.
No seu discurso diário, publicado na rede social X, o líder da Ucrânia criticou a narrativa russa, que afirma que os soldados ucranianos “não conseguem proteger o país”. Segundo Zelensky, os resultados diários das operações militares do exército constituem provas concretas da eficácia da defesa ucraniana.
The Russians are peddling the narrative around the world that Ukraine allegedly cannot defend itself. They are saying that Ukrainian warriors cannot defend themselves.
The daily combat results of the Ukrainian army, our special forces, and deep strikes – these are all proof that… pic.twitter.com/nTqx3OkHgl
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) November 26, 2025
“Cada ocupante russo eliminado, cada equipamento destruído, cada ataque repelido pelas nossas forças, cada reposição do nosso fundo de intercâmbio militar – tudo isto demonstra que vale a pena apoiar a Ucrânia”, afirmou.
Zelensky sublinhou, ainda, que a pressão pela paz deve ser exercida sobre a Rússia, que é “a única razão pela qual esta guerra continua a arrastar-se”.
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Donald Trump Jr. e enviado russo concordam que conversa na chamada Witkoff-Ushakov era só uma "técnica de negociação clássica"
Donald Trump Jr., filho do Presidente dos EUA, citou uma publicação na rede social X que considerava que as ações de Steve Witkoff na chamada com o conselheiro russo Yuri Ushakov eram “técnicas de negociação clássicas” para convencer a outra parte.
It's almost like these media and Deep State morons have never successfully negotiated a deal in the real world. It's pretty obvious that nearly all of Witkoff's critics want any sort of Ukraine peace deal to fail so they can continue this war endlessly. Enough is enough! https://t.co/rX5r0B2Jph
— Donald Trump Jr. (@DonaldJTrumpJr) November 26, 2025
Concordando, Trump Jr. criticou os media e os “idiotas do deep state”, dizendo que “nunca negociaram um acordo com sucesso na vida real”.
“É bastante óbvio que quase todos os críticos de Witkoff querem que qualquer tipo de acordo de paz na Ucrânia fracasse, para que possam continuar esta guerra indefinidamente. Já chega!”, comentou.
Já o enviado de investimentos do Kremlin, Kirill Dmitriev, citou a publicação de Trump Jr. dizendo que era “verdade”.
— Kirill Dmitriev (@kadmitriev) November 26, 2025
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Moldávia mostrou drone russo que caiu no país no último ataque à Ucrânia
As autoridades moldavas confrontaram o embaixador russo no país, Oleg Ozerov, com um drone que caiu no país após violar o espaço aéreo do país, noticiou o Kyiv Independent.
Ozerov foi chamado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros esta quarta-feira, tendo o ministro Mihai Popsoi realizado uma conferência de imprensa.
“Incidentes como estes são inaceitáveis. A República da Moldávia rejeitou e rejeita firmemente todo os ataques contra a sua segurança e integridade territorial”, disse Popsou, acrescentando que iria avisar “a Federação Russa que comportamentos como este são inaceitáveis no contexto em que a situação de segurança já é extremamente complicada”.
A Gerbera Russian drone has broken the Moldovan airspace
Moldovan police statement: https://t.co/TIMmuSCKhc pic.twitter.com/SBlh6RxT8K
— Paula Erizanu (@paulaerizanu) November 25, 2025
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Conselheiro de segurança Rustem Umerov foi interrogado como testemunha no caso de corrupção na Energoatom
Rustem Umerov, conselheiro de segurança do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, foi interrogado esta quarta-feira como testemunha no caso de alegada corrupção em várias empresas energéticas estatais, incluindo a Energoatom, noticiou a Reuters.
Segundo a agência, o Gabinete Nacional Anti-Corrupção chamou Umerov a testemunhar na investigação ao alegado líder do esquema de subornos, Timur Mindich.
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Kremlin considera que esforços de paz de Washington são “um processo sério"
A presidência russa considerou hoje os esforços diplomáticos em torno do plano norte-americano para a guerra na Ucrânia um “processo sério”, antes da visita a Moscovo prevista para a próxima semana do enviado da Casa Branca.
“O processo está em curso. É um processo sério”, comentou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, acrescentando que “é muito cedo para se tirar conclusões sobre um fim iminente” da guerra na Ucrânia.
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EUA e Bielorrússia estão a negociar libertação de presos politicos bielorrussos
Os EUA e a Bielorrússia estão a negociar a libertação de pelo menos cem presos políticos mantidos por Minsk em breve, segundo três fontes próximas que falaram à agência Reuters.
Washington tem procurado uma reaproximação a Minsk, uma forte aliada da Rússia. Trump congratulou Lukashenko numa missiva entregue por um enviado norte-americano ainda este ano. Em setembro, a Bielorrússia soltou 52 presos na maior libertação até agora.
Ainda não é claro quando é que esta libertação pode ocorrer e tanto a embaixada bielorrussa como a Casa Branca recusaram comentar à agência.
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Peskov diz que chamada entre Witkoff e Ushakov não tem "nada de assustador"
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, considerou que não há “nada de assustador” na chamada divulgada esta terça-feira entre o enviado norte-americano, Steve Witkoff, e o conselheiro russo, Yuri Ushakov.
“Se olharmos e lermos, se abstrairmos da questão de ser verdade ou não, não há nada de assustador. E o próprio Presidente Trump, aliás, também se pronunciou indiretamente em defesa de Witkoff. É o trabalho normal de um negociador com as partes envolvidas no processo de negociação”, disse o porta-voz em declarações aos jornalistas citadas pela Ria Novosti.
Na chamada tornada pública pela Bloomberg, o norte-americano deu vários conselhos ao representante russo, sugerindo mesmo uma eventual troca de territórios com a Rússia a controlar a região de Donetsk.
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Kallas avisou que a Rússia tem de fazer concessões para se chegar à paz na Ucrânia
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“Rússia tem vontade de negociar, mas não de abdicar”
O Major-General João Vieira Borges afirma que não há razões para estar otimista em relação a acordo na Ucrânia. Garante que Moscovo está perto de conquistar Pokrovsk e fala numa “situação crítica”.
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Lukashenko diz que Minsk está pronta para receber negociações de paz
O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, afirmou que a capital do país, Minsk, estava “pronta para receber negociações de paz sobre a Ucrânia” novamente.
Numa declaração partilhada na rede social X do ministério dos Negócios Estrangeiros da Bielorrússia, o líder disse esperar que “tudo acabe por correr bem” relativamente aos “desenvolvimentos recentes”.
Lukashenko pediu ainda aos EUA para “agirem com cuidado, reconhecendo que isto é um tema complexo que requer soluções complexas”.
President #Lukashenko: Minsk is ready to host peace talks on Ukraine again
I hope that everything will turn out fine. Based on recent developments. That is, if the U.S. acts with caution (I will now say publicly what I told them), recognizing that this is a complex issue… pic.twitter.com/PsCwiP85sO
— Belarus MFA ???????? (@BelarusMFA) November 26, 2025
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Zelensky pede sanções mais duras "enquanto a Rússia continuar a bloquear todos os esforços para a paz"
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiterou o seu apelo para que sanções mais duras caiam sobre a Rússia, insistindo que se devem manter “enquanto a Rússia bloquear todos os esforços para a paz”.
Citado na Al Jazeera, Volodymyr Zelensky falava com Ursula von der Leyen para agradecer à presidente da Comissão Europeia pelo discurso de hoje no Parlamento Europeu.
Os dois líderes “têm a mesma visão” sobre como a Europa deve responder à medida que a guerra se prolonga: “Enquanto a Rússia rejeitar todos os esforços de paz, as sanções contra [a Rússia] devem aumentar e a assistência financeira e de defesa à Ucrânia deve continuar”.
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Viktor Orbán deve encontrar Vladimir Putin em Moscovo na sexta-feira
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, deve encontrar o Presidente russo, Vladimir Putin, na próxima sexta-feira em Moscovo, avança o Telegraph com base em jornais da Hungria. O encontro ainda não foi confirmado pelos Governos dos dois países.
Será a primeira reunião dos dois líderes pessoalmente desde a última reunião em Moscovo, em julho de 2024. Orbán é um dos líderes europeus com relação mais próxima a Putin. O primeiro-ministro húngaro esteve na Casa Branca a encontrar Donald Trump no início de novembro.
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Mais de 340 escolas danificadas ou destruídas na Ucrânia em 2025, diz UNICEF
Mais de 340 escolas na Ucrânia ficaram danificadas ou destruídas em ataques das forças russas este ano, afirmou hoje o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).
“As escolas devem ser espaços protegidos, onde as crianças possam aprender em segurança, mesmo em tempo de guerra. No meio de uma crise, a educação oferece-lhes uma tábua de salvação e um sentimento de normalidade”, disse o representante da UNICEF na Ucrânia, Munir Mammadzade.
Para o responsável, “os centros educativos são locais de aprendizagem que também apoiam o desenvolvimento integral das crianças através da socialização com os colegas e professores, e facilitam o acesso a outros serviços sociais”.
A organização sublinhou que 2.800 centros educativos foram destruídos ou danificados desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro de 2022, embora tenha alertado para a possibilidade deste número ser mais elevado.
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Ministro russo diz que imprensa está a "atacar" a ideia de um acordo "que aborde as causas profundas do conflito"
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Ryabkov, criticou a imprensa ocidental depois da divulgação de uma conversa entre Steve Witkoff e Yuri Ushakov revelar que o enviado especial norte-americano estaria a aconselhar o oficial do Kremlin acerca de um possível acordo de paz desenhado pelos EUA. Numa conferência de imprensa e citado pela agência TASS, Ryabkov disse que os jornais e as redes sociais estão a realizar “ataques e investidas” “contra a própria ideia de se chegar a um acordo que abordasse as causas profundas do conflito”.
“Não há possibilidade de fazer concessões ou abandonar a nossa abordagem em relação às principais questões que enfrentamos, inclusive no contexto da operação militar especial”, destacou o vice-ministro, sobre se a Rússia seria capaz de ceder em algumas das suas linhas vermelhas.
Ryabkov destacou ainda que o país não está preparado para discutir publicamente as versões do plano de Trump para a paz na Ucrânia. “Afinal, tempo e atenção são necessários para que o processo de diálogo continue.”
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Presidente eslovaco elogia apoio militar de Portugal no leste europeu
O Presidente da Eslováquia agradeceu hoje a Portugal o apoio militar dado à zona leste da Europa, no âmbito da NATO, lembrando a fronteira do país com a Ucrânia, em guerra há quase quatro anos.
“Gostaria de aproveitar esta oportunidade para, em nome da República Eslovaca e de todos os cidadãos, agradecer a Portugal o apoio que nos tem sido dado na defesa do flanco leste da NATO”, afirmou Peter Pellegrini, numa conferência conjunta com o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa.
O Presidente eslovaco, que cumpre uma visita de Estado a Portugal, referia-se à participação dos militares portugueses na brigada multinacional destacada no país. Portugal integra o conjunto de países — Espanha, República Checa, Eslovénia, Roménia e Turquia — com contingentes militares na Eslováquia, uma força avançada da NATO na região leste europeia que ganhou importância desde a invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022.
“Apreciamos muito a decisão de Portugal de aumentar o contingente dos soldados portugueses nesta brigada. É um exemplo da nossa cooperação mútua como aliados na NATO, como europeus e como membros da União Europeia”, disse. Um cenário que se assume ainda mais importância “porque a guerra na Ucrânia está a desenrolar-se mesmo na fronteira eslovaca”, acrescentou. “É preciso continuar a falar sobre o futuro da Europa”, sublinhou o Presidente eslovaco, adiantando que a reunião com Marcelo Rebelo de Sousa serviu também para debater temas relacionados com a cooperação bilateral.
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Sobrevivente do Holocausto morreu em ataque russo em Kiev
Olena Krasylovs’ka, uma sobrevivente do Holocausto, foi morta na passada terça-feira na sua casa, em Kiev, por um míssil russo, confirmou ao Telegraph a 2U, uma associação ucraniana parceira da agência humanitária internacional World Jewish Relief.
Nascida em 1939 em Kiev, Olena era filha de mãe russa e pai judeu. Quando os nazistas invadiram a União Soviética, o seu pai alistou-se no exército, enquanto Olena e a sua mãe permaneceram na capital ucraniana. Graças ao apoio de parentes e vizinhos as duas sobreviveram à ocupação nazista. O seu pai, entretanto, conseguiu também regressar à família.
Olena é uma das sete pessoas que morreram na sequência de um ataque russo em Kiev, que deixou ainda 13 pessoas feridas, anunciaram os serviços de emergência da Ucrânia no Telegram.