Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump anunciou que os Estados Unidos planeiam iniciar “ataques terrestres” contra cartéis de droga, afirmando que estas organizações controlam o México. Esta decisão surge após bombardeamentos a embarcações marítimas nas Caraíbas e no Pacífico. O Presidente norte-americano afirmou ter proposto à sua homóloga mexicana, Claudia Sheinbaum, que Washington enviasse forças dos EUA para combater os cartéis de droga, proposta que foi rejeitada no passado.
    • Os EUA libertaram dois membros russos da tripulação do petroleiro Bella 1, capturado por forças norte-americanas após uma perseguição que durou semanas. O navio, anteriormente com a bandeira de Guiana, foi intercetado com a bandeira russa durante uma tentativa de contornar o bloqueio de petroleiros sancionados à volta da Venezuela. A Rússia expressou gratidão pela libertação dos tripulantes.
    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou a libertação de vários presos políticos na Venezuela, descrevendo a ação como um “sinal de busca pela paz”. Esta colaboração entre os EUA e a Venezuela está a facilitar a reconstrução da infraestrutura de petróleo e gás do país sul-americano de maneira mais moderna. Em resultado, a segunda vaga de ataques anteriormente prevista foi cancelada, mantendo-se, no entanto, os navios na região por motivos de segurança.
    • A NATO está a considerar reforçar a sua presença no Árctico, após declarações de Donald Trump sobre a Gronelândia. As intenções do Presidente norte-americano em relação ao território têm levado a alianças a apostar na via diplomática para evitar confrontos diretos e manter a unidade transatlântica. O fortalecimento do flanco ártico, com incremento de vigilância e investimentos em defesa, está a ser estudado para responder à situação.

  • Este liveblog fica por aqui. Continue a acompanhar toda a atualidade sobre a situação na Venezuela neste novo liveblog, que agora abrimos.

    Pelo menos 60 detidos na Nicarágua por celebrar captura de Nicolás Maduro

  • Trump e Rubio voltam a aludir a uma eventual intervenção dos EUA em Cuba

    O Presidente e o secretário de Estado dos EUA voltaram a aludir a uma eventual intervenção norte-americana em Cuba na reunião com os executivos das grandes empresas petrolíferas sobre a Venezuela.

    “Cuba está em mau estado. Cuba dependia da Venezuela para obter petróleo e dinheiro, e ninguém sabe ao certo o que vai acontecer com Cuba. Eles estão em péssima situação. São realmente um país do terceiro mundo em todos os aspetos”, disse Donald Trump, que passou a palavra a Marco Rubio, descendente de cubanos que fugiram da ilha quando o Partido Comunista tomou o poder.

    Para o secretário de Estado, o “problema fundamental em Cuba é que o país é governado por pessoas incompetentes que não sabem como funciona uma economia, muito menos uma economia funcional”.

    “Eles fizeram uma escolha, e essa escolha é que preferem ter controlo político sobre o povo a ter uma economia que funcione”, sublinhou Rubio.

  • "Vamos fazer algo sobre a Gronelândia, quer eles gostem ou não", avisou Trump

    Questionado sobre a Gronelândia, Trump voltou a insistir que os EUA vão agir, seja de que maneira for.

    “Vamos fazer algo na Gronelândia, quer eles gostem ou não”, assegurou o Presidente dos EUA. “Porque se não o fizermos, a Rússia ou a China vão tomar conta da Gronelândia. Se não o fizermos da maneira fácil, vamos fazê-lo da maneira difícil”, continuou.

  • Afinal, María Corina Machado pode vir a estar "envolvida em algum aspeto" da governação da Venezuela, diz Trump

    Questionado pelos jornalistas, Trump confirmou que Maria Corina Machado vai visitar a Casa Branca para a semana “na terça ou quarta-feira” e disse que se vai encontrar com “vários representantes” venezuelanos, incluindo os que estão no poder, que considera serem “aliados”.

    Porém, pela primeira vez, o Presidente dos EUA assume que a vencedora do Prémio Nobel de 2024 pode vir a participar na governação futura da Venezuela, mesmo que Trump queira tanto o prémio que a venezuelana ganhou.

    “Bem, terei de falar com ela. Ela pode estar envolvida em algum aspeto disso”, considerou ainda.

  • Trump diz que EUA vão explorar petróleo de forma indefinida e que estão a "recuperar" o que lhes "foi tirado"

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, alega que os EUA construiram toda a indústria petrolífera da Venezuela e que agora têm o direito de a recuperar e explorar sem fim à vista.

    “A Venezuela já aceitou que os EUA vão começar a refinar e a vende até 50 milhões de barris de petróleo” do país, afirmou o Presidente, apontando que isto irá continuar “indefinidamente”

    “Se pensarmos bem, estamos a recuperar o que nos foi tirado. Eles roubaram a nossa indústria petrolífera”, disse ainda.

  • Trump diz que EUA se anteciparam à China e Rússia para tomar conta da indústria petrolífera venezuelana

    Donald Trump assumiu na reunião que os EUA assumiram a indústria petrolífera do país para se anteciparem a Pequim e Moscovo.

    “Se não tivessemos feito isto, a China ou a Rússia teriam”, disse, afirmando porém que estão “abertos para negociar” com Pequim e Moscovo para comprar “quanto petróleo quanto queiram”.

  • Empresas petrolíferas vão negociar "diretamente" com os EUA, não com a Venezuela, afirmou Trump

    Donald Trump disse aos executivos das petrolíferas que serão os EUA a decidir que empresas vão entrar na produção petrolífera venezuelana, apontando que agora há “segurança total” para as companhias.

    “Estão a negociar diretamente connosco. Não estão a negociar com a Venezuela. Não queremos que negociem com a Venezuela”, salientou.

  • Trump diz que 3 mil milhões de euros em barris de petróleo

    Na reunião com os executivos das empresas petrolíferas, o Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Venezuela entregou 30 milhões de barris de petróleo aos EUA, cerca de 3 mil milhões de euros.

    “Está a caminho dos Estados Unidos neste momento. E queremos agradecer à Venezuela por isso.”, acrescentou.

  • "Novo regime da Venezuela aparenta estar alinhado com Trump"

    Rui Vilar admite que regime interino da Venezuela está a trabalhar conforme os interesses dos Estados Unidos. Sublinha a falta de força da oposição na voz de Maria Corina Machado e Edmundo González. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    “Novo regime da Venezuela aparenta estar alinhado com Trump”

  • Ministra dos Negócios Estrangeiros da Gronelândia abre a porta à participação sozinha a reuniões com os EUA

    A ministra dos Negócios Estrangeiros da Gronelândia, Vivian Motzfeldt, assumiu à emissora pública dinamarquesa DK que o território tem de “liderar” o processo de negociações com os EUA, que querem adquirir o território dinamarquês.

    “Quando se trata da Gronelândia, é a Gronelândia que deve assumir a liderança e dialogar com os EUA”, disse a ministra, abrindo a porta a que a Dinamarca não esteja presente num eventual encontro com os norte-americanos ou outros países.

    “O que é que tem de errado em fazermos reuniões apenas com os EUA? Presumo que nós [Dinamarca e Gronelândia] tenhamos alguns valores e políticas comuns que ambos os países defendem”, acrescentou Motzfeld, que pertence ao partido independentista Simiut.

    “A Gronelândia tem trabalhado para se tornar um Estado, o que significa que teremos de conduzir a nossa própria política externa. Mas ainda não chegámos lá. Até lá, temos leis e estruturas que devemos seguir”, concluiu.

  • Ativista política venezuelana libertada esta sexta-feira. ONG fala em nove presos políticos soltos

    A ativista política venezuelana Aracelis Del Carmen Balza Ramírez foi libertada da prisão na Venezuela esta sexta-feira, afirmou o presidente da organização não-governamental Foro Penal, Alfredo Romero, na rede social X.

    A última contabilização da ONG indicava que nove presos tinham sido libertados. Para além de Balza Ramirez, dos cinco espanhóis e do antigo candidato presidencial Enrique Márquez, a Foro Penal contabilizou a saída de outros dois prisioneiros:

    Estes são Larry Osorio Chía, antigo militar e irmão de um oposicionista e Biagio Pillieri, político da oposição venezuelano-italiano.

  • "Não está prevista nenhuma viagem" de Delcy Rodríguez ao estrangeiro, diz ministro das Comunicações da Venezuela

    O ministro das Comunicações da Venezuela, Freddy Ñáñez, afirmou esta sexta-feira que não está prevista “nenhuma viagem ao estrangeiro” da Presidente interina Delcy Rodríguez, contariando o noticiado pelo jornal ABC, que avançava uma eventual visita da chefe de Estado à Casa Branca

    “Estamos concentrados, como governo, na agenda interna para garantir ao nosso povo o direito à paz e à estabilidade”, acrescentou o responsável, citado pela CNN.

  • Trump diz que reunião com petrolíferas mundiais na Casa Branca será "quase exclusivamente uma discussão sobre o petróleo venezuelano"

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse que “as maiores empresas petrolíferas do mundo” irão à Casa Branca para discutir “quase exclusivamente uma discussão sobre o petróleo venezuelano e a nossa relação de longo prazo com a Venezuela, a sua segurança e o seu povo”.

    “Todos querem estar lá. É uma pena que o salão de baile ainda não esteja pronto, porque, se estivesse, estaria LOTADO”, escreveu ainda Trump.

    “Um fator muito importante” no envolvimento das empresas na Venezuela, escreveu ainda Trump, “será a redução dos preços do petróleo para o povo americano”. A reunião começará pelas 14h30 na hora local, 19h30 em Portugal Continental.

  • Cinco espanhóis libertados por Caracas já chegaram a Madrid

    Os cinco cidadãos espanhóis libertados da prisão na Venezuela já chegaram a Madrid, confirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros do país, José Manuel Albares, na rede social X.

    “Puderam finalmente reencontrar as suas famílias e amigos. Espero poder vê-los em breve e desejo que recuperem rapidamente a normalidade das suas vidas”, acrescentou o ministro.

  • Pedro Sánchez falou ao telefone com Delcy Rodríguez e Edmundo González e ofereceu-se para mediar a transição na Venezuela

    O presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, contou na rede social X que falou ao telefone com a Presidente interina Delcy Rodríguez e o candidato presidencial Edmundo González esta sexta-feira.

    Na chamada, o líder transmitiu a posição de Espanha, que “apoia uma transição pacífica, dialogada, democrática e liderada pelos próprios venezuelanos”.

    “Queremos acompanhar o país nessa nova etapa e contribuir para aproximar posições”, escreveu ainda Sánchez.

  • Venezuela confirma chegada de representantes dos EUA e diz que "delegação de diplomatas venezuelanos" irá aos Estados Unidos

    O ministério dos Negócios Estrangeiros da Venezuela confirmou numa publicação no Instagram que uma delegação norte-americana visitou Caracas para restabelecer a missão diplomática dos EUA no país. Para fazer o mesmo, acrescentam, uma representação de diplomatas venezuelanos seria enviada aos Estados Unidos para fazer o mesmo.

    Este restabelecimento, lê-se, tem como objetivo “abordar as consequências decorrentes da agressão e do sequestro do Presidente da República e da Primeira-Dama, bem como abordar uma agenda de trabalho de interesse mútuo”.

    “Conforme reiterado pela presidente interina, Delcy Rodríguez, a Venezuela enfrentará essa agressão pela via diplomática, convencida de que a Diplomacia Bolivariana da Paz é o caminho legítimo para a defesa da soberania, o restabelecimento do direito internacional e a preservação da paz”, lê-se ainda.

  • Leão XIV apela ao "respeito pela vontade do povo venezuelano"

    O Papa Leão XIV apelou a que se respeite a “vontade do povo venezuelano” e que haja “empenho na defesa dos direitos humanos e civis de todos e na construção de um futuro de estabilidade e concórdia” numa reunião com os 180 embaixadores no Vaticano citada pela agência Ecclesia.

    O pontíficie disse que o “aumento das tensões no Mar das Caraíbas e ao longo da costa americana do Pacífico […] suscita grande preocupação”.

    “Gostaria de renovar o meu urgente apelo para que se procurem soluções políticas pacíficas à atual situação, tendo em mente o bem comum das populações e não a defesa de interesses de parte”, disse Leão XIV, apelando ainda a que se construa “uma sociedade baseada na justiça, na verdade, na liberdade e na fraternidade, e assim superar a grave crise que há muitos anos aflige o país”.

  • Delegação diplomática dos EUA visitou Caracas para avaliar reabertura da embaixada no país

    Uma delegação diplomática e do pessoal de segurança dos Estados Unidos visitou a capital venezuelana de Caracas para “realizar uma avaliação inicial para uma potencial retomada gradual das operações” da embaixada norte-americana no país, encerrada desde 2010.

    O Departamento de Estado dos EUA está a fazer “preparações” para reabrir a representação na capital “caso o Presidente tome essa decisão”, afirmou um oficial à NBC News. Esta delegação incluiu o encarregado de negócios dos EUA na Colômbia, John T. McNamara, indicou outra fonte.

  • Edmundo González disse a Pedro Sánchez que "libertação dos presos políticos venezuelanos não pode ser seletiva"

    O candidato presidencial da oposição, Edmundo González, contou na rede social X que falou ao telefone com o presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez, esta sexta-feira.

    González, que está exilado em Madrid após as eleições de 2024, disse a Sánchez que “a libertação dos presos políticos venezuelanos não pode ser seletiva” e tem de ser “plena e incondicional”.

    “A comunidade internacional — e a Espanha em particular — conhece bem a diferença entre gestos táticos e compromissos reais com a democracia e o Estado de direito“, continuou o político, acrescentando que a Venezuela ”precisa de uma transição real e, para isso, deve haver liberdade para todos os presos políticos, fim da perseguição, desarmamento dos grupos paramilitares e respeito à vontade popular manifestada em 28 de julho[data das eleições que a oposição diz terem sido vencidas por Edmundo González]”

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