Momentos-chave
- Um morto num ataque ucraniano à cidade russa de Belgorod, segundo o governador
- Rússia bombardeou centro de cidade na região de Donetsk. Há dois mortos e 22 feridos
- Comissão propõe 100 mil milhões de euros para Ucrânia no novo enquadramento orçamental para os próximos sete anos
- Ex primeiro-ministro Denis Shmyhal nomeado ministro da Defesa
- Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia diz que uma paz justa implica pressão na Rússia, não na Ucrânia
- UE falhou novamente a aprovação de mais um pacote de sanções à Rússia
- Parlamento ucraniano aprova possibilidade de maiores de 60 anos sirvam nas forças ucranianas
- Autarca de cidade da Letónia foi ferido na Ucrânia por ataques russos
- Parlamento ucraniano aprova demissão do primeiro-ministro Denys Shmyhal
- Despedimentos no Departamento de Estado dos EUA afetam analistas especializados na guerra entre Rússia e Ucrânia
- Zelensky: "Uma demonstração de força obriga Putin a sentar-se à mesa das negociações"
- Itália também não deverá comprar armas aos EUA para enviar para a Ucrânia, mas não vai "fugir" de apoio logístico
- Kremlin: "A Europa está a gastar somas incalculáveis de dinheiro para continuar a guerra"
- Putin confiante com capacidade da Rússia para "aguentar" pressão dos EUA, escreve Reuters
- Russos e bielorrussos proibidos de comprar casas na Finlândia
- Três mortos e 40 feridos em ataques da Rússia contra a Ucrânia durante a noite
- França não deverá participar na compra de armas americanas para enviar para a Ucrânia, avança Politico
- Trump garante que sistemas de defesa Patriot já estão a ser enviados para a Ucrânia
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que acompanhou a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia na última quarta-feira.
Continue a seguir-nos na seguinte ligação:
Ucrânia terá tentado usar drones para atacar Moscovo e São Petersburgo
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O que aconteceu até agora
- A União Europeia voltou a falhar a aprovação de um novo pacote de sanções à Rússia. A Eslováquia terá vetado novamente as sanções numa reunião de embaixadores na UE, sendo que desta vez também a Malta se terá oposto ao novo pacote.
- O parlamento ucraniano aprovou uma lei que permite que pessoas acima dos 60 anos servir nas forças armadas ucranianas, caso a saúde permita e os militares aceitem. Estas pessoas serviriam num regime de contrato de um ano que pode ser estendido.
- O Parlamento ucraniano aprovou também a demissão do primeiro-ministro Denys Shmyhal, abrindo caminho à queda do Governo e a uma profunda remodelação ministerial. A decisão vem confirmar o anúncio do Presidente Volodymyr Zelensky, que já indicou a primeira vice-primeira-ministra e ministra da Economia, Yuliia Svyrydenko, para a substituição de Shmyhal, que estava há cerca de cinco anos à frente do executivo ucraniano e passa agora a liderar o Ministério da Defesa.
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou a sua convicção de que uma demonstração de força obrigaria Vladimir Putin a negociar. Zelensky enfatizou a necessidade de sanções e armamento poderoso para atingir a paz, referindo que a Rússia só entende a linguagem da força. Recordou ainda um pacote de dissuasão que procurou adquirir dos EUA no passado, mas que não se concretizou.
- Dois dias depois de ter anunciado um prazo de 50 dias para Moscovo chegar a um cessar-fogo com Kiev, Donald Trump garantiu que os primeiros sistemas de defesa Patriot já começaram a ser enviados para a Ucrânia, na sequência do acordo feito com a NATO para a compra de armamento norte-americano para o arsenal da Aliança.
- Países como França e Itália decidiram não participar na compra de armas norte-americanas para enviar para a Ucrânia, mesmo após um acordo estabelecido entre a NATO e os EUA. Alegando limitações fiscais e dando prioridade a sistemas tecnológicos próprios, como o SAMP/T, produzido em conjunto por Roma e Paris e já fornecido a Kiev, estas nações afirmam que não é uma ausência de apoio à Ucrânia, mas sim uma escolha por alternativas diferentes.
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Um morto num ataque ucraniano à cidade russa de Belgorod, segundo o governador
Uma pessoa morreu num ataque ucraniano com drones à cidade russa de Belgorod, informou o governador regional Vyacheslav Gladkov, citado pela Reuters.
Segundo o governador, o ataque causou ainda seis feridos na cidade russa, tendo os ferimentos sido causados por estilhaços.
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Rússia bombardeou centro de cidade na região de Donetsk. Há dois mortos e 22 feridos
A Rússia fez um ataque aéreo ao centro da cidade de Dobropillia, na região de Donetsk, que matou duas pessoas e causou 22 feridos, informou o governador ucraniano da região, Vadym Filashkin, no Telegram.
“Os russos voltaram a atacar deliberadamente um local sempre muito movimentado: um centro comercial no centro da cidade. Desta vez, utilizaram uma bomba aérea de 500kg”, escreveu o governador noutra publicação.
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Comissão propõe 100 mil milhões de euros para Ucrânia no novo enquadramento orçamental para os próximos sete anos
A Comissão Europeia vai propor a alocação de 100 mil milhões do novo enquadramento orçamental da UE para o período 2028-2034, anunciou a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen.
“Estamos a reservar 100 mil milhões de euros para a Ucrânia… para reabastecer o Mecanismo para a Ucrânia para apoiar a recuperação, a resiliência e o seu caminho para a adesão à UE”, afirmou Von der Leyen, citada pelo Ukrinform.
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Ex primeiro-ministro Denis Shmyhal nomeado ministro da Defesa
O agora ex-primeiro-ministro da Ucrânia, Denis Shmyhal, foi nomeado novo ministro da Defesa da Ucrânia, anunciou o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no Telegram.
A nomeação acontece depois da demissão desta quarta-feira de Shmyhal à presidência do governo e número dois na governação da Ucrânia
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Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia diz que uma paz justa implica pressão na Rússia, não na Ucrânia
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andriy Sybiha, repudiou as palavras do Kremlin de que Kiev tem de ser pressionado a ir à mesa de negociações, mas sim a Rússia.
Para Syibiha, as declarações do porta-voz Dmitry Peskov são “uma mentira total, uma manipulação e uma distorção dos factos”.
“Congratulamo-nos com todas as iniciativas de paz do Presidente Trump, dos Estados Unidos e dos nossos aliados europeus que visam utilizar todos os instrumentos diplomáticos para travar a agressão russa e alcançar uma paz justa e duradoura para a Ucrânia”, acrescentou, citado pelo Ukrinform.
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UE falhou novamente a aprovação de mais um pacote de sanções à Rússia
A União Europeia voltou a falhar a aprovação de um novo pacote de sanções à Rússia, informa a Reuters, citando quatro diplomatas europeus.
A Eslováquia terá vetado novamente as sanções numa reunião de embaixadores na UE. Segundo dois diplomatas contactados pela agência e citados pela Sky News, Malta também se terá oposto desta vez ao pacote.
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Parlamento ucraniano aprova possibilidade de maiores de 60 anos sirvam nas forças ucranianas
O parlamento ucraniano aprovou uma lei que permite que pessoas acima dos 60 anos sirvam nas forças armadas ucranianas, caso a saúde permita e os militares aceitem, informa o Ukrinform.
Estas pessoas serviriam num regime de contrato de um ano, que pode ser estendido, lê-se na notícia.
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Autarca de cidade da Letónia foi ferido na Ucrânia por ataques russos
Egils Helmanis, autarca da cidade de Ogre, na Letónia, foi ferido por ataques russos na Ucrânia, informou o site noticioso letão Delfi, citando o assessor autárquico Patriks Griva.
O autarca estava numa viagem institucional pelo país, onde foi distribuir ajuda humanitária, contou o assessor, que não esclareceu onde ocorreu o ataque.
“O número exato de veículos e o destino na Ucrânia só podem ser revelados depois que a carga chegar ao seu destino. Isso é necessário para que a informação não chegue ao inimigo”, acrescentou.
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Parlamento ucraniano aprova demissão do primeiro-ministro Denys Shmyhal
O Parlamento ucraniano aprovou esta quarta-feira a demissão do primeiro-ministro Denys Shmyhal, abrindo caminho à queda do Governo e a uma profunda remodelação ministerial, adiantou o jornal Kyiv Independent.
A decisão dos deputados ucranianos vem confirmar o anúncio do Presidente, Volodymyr Zelensky, que já indicou a primeira vice-primeira-ministra e ministra da Economia, Yuliia Svyrydenko, para a substituição de Shmyhal, que estava há cerca de cinco anos à frente do executivo ucraniano.
“Propus que Yuliia Svyrydenko liderasse o Governo da Ucrânia e renovasse significativamente o seu trabalho”, disse Zelensky na segunda-feira, sem dar mais explicações sobre esta decisão.
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Despedimentos no Departamento de Estado dos EUA afetam analistas especializados na guerra entre Rússia e Ucrânia
Num plano concebido para “otimizar” a redução de “ideologia radical” dentro do Departamento de Estado dos EUA, Marco Rubio autorizou a demissão de cerca de 1.350 funcionários na passada sexta-feira, avança o New York Times. Entre estes estão também vários analistas especializados no conflito entre a Rússia e a Ucrânia.
O mais afetado foi o Bureau of Intelligence and Research (INR), que se especializa na análise dos eventos mundiais para “ajudar a guiar a diplomacia” norte-americana, escreve o jornal, referindo que esta série de layoffs representa uma grande perda de especialistas no tema, ao mesmo tempo que Donald Trump aumenta os esforços para por termo à guerra no leste da Europa.
O Departamento de Estado não confirmou ao New York Times uma razão específica para a recente reorganização, mas o porta-voz reforça que estas alterações permitiriam uma “agência mais simples, mais eficiente e mais ágil, sem comprometer as suas funções essenciais, e que quaisquer afirmações em contrário eram ataques políticos sem fundamento”.
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Zelensky: "Uma demonstração de força obriga Putin a sentar-se à mesa das negociações"
“Gostaria mesmo que fôssemos fortes”. Em entrevista ao Newsmax, Volodymyr Zelensky revela acreditar que “uma demonstração de força obrigaria Putin a sentar-se à mesa das negociações”.
Ainda assim, refere que “não é um facto” que essa força terá de ser utilizada, mas indica que “se a Rússia souber da sua existência, então passa a ser um argumento forte para acabar com a guerra”, cita a agência Interfax.
“Lembro-me que tínhamos um pacote de dissuasão poderoso antes de o Presidente Trump se tornar presidente. Eu queria que os Estados Unidos nos vendessem esse pacote. Mas isso acabou por não ser feito”, recorda o Chefe de Estado ucraniano. Alegando que a Rússia “só entende força”, Zelensky sublinha que “apenas com sanções e armas fortes” é que podem atingir a paz.
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Itália também não deverá comprar armas aos EUA para enviar para a Ucrânia, mas não vai "fugir" de apoio logístico
Para além de França, Itália também deverá ficar à margem do acordo estabelecido entre a NATO e os EUA para comprar armas norte-americanas para enviar para a Ucrânia, avança o La Stampa, citando altos funcionários italianos, que excluem esta possibilidade alegando “limitações fiscais” e um foco atual em “diferentes sistemas tecnológicos” como o sistema de defesa SAMP/T, produzido em conjunto por Roma e Paris — e que já enviado para Kiev.
O jornal italiano cita fontes dentro do Ministério da Defesa, que reforçam que esta decisão não deve ser interpretada como uma falta de apoio à Ucrânia, mas sim como uma preferência por explorar “alternativas diferentes” para contribuir para um “esforço maior”. Referem, também, que não vão “fugir” de prestar apoio logístico para o envio do armamento norte-americano para território ucraniano.
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Kremlin: "A Europa está a gastar somas incalculáveis de dinheiro para continuar a guerra"
A NATO anunciou esta segunda-feira um acordo comercial com os EUA para a compra de armas e equipamento militar norte-americano para abastecer o arsenal de guerra da Ucrânia. Em reação, Dmitry Peskov espera que as forças europeias tenham algum “resquício de bom senso” em termos de não fornecer armas a Kiev.
Em declarações citadas pela agência estatal TASS, o porta-voz do Kremlin diz que “a Europa está a gastar somas incalculáveis de dinheiro para continuar a guerra”, e apela a uma pressão internacional para forçar Zelensky e a Ucrânia à mesa de negociações diretas com Moscovo para acabar com o conflito. “Os europeus estão a mostrar uma atitude militarista desenfreada em relação à Federação Russa”, acrescenta.
Sobre uma conversa com Donald Trump após o anúncio do ultimato de 50 dias feito esta segunda-feira, Peskov admite que uma conversa entre Putin e o Presidente norte-americano “pode ser organizada prontamente”, mas confirma que “ainda não há planos”.
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Putin confiante com capacidade da Rússia para "aguentar" pressão dos EUA, escreve Reuters
Trump avançou com um ultimato de 50 dias, mas de acordo com a Reuters, Vladimir Putin mantém-se determinado a continuar a guerra na Ucrânia até o Ocidente concordar com os termos de Moscovo para o término do conflito.
As três fontes consultadas pela agência referem que o Chefe de Estado está “confiante” com as capacidades militares e económicas da Rússia, admitindo ser capaz de “aguentar” a pressão adicional ameaçada por Donald Trump na segunda-feira.
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Russos e bielorrussos proibidos de comprar casas na Finlândia
Entrou em vigor esta terça-feira uma nova lei na Finlândia, que proíbe cidadãos russos e bielorrussos de adquirir imóveis, alegando “potenciais ameaças de segurança”.
“Na minha opinião, a necessidade para implementar esta reforma existe há muito tempo, mesmo antes da invasão russa da Ucrânia”, escreve o ministro finlandês da Defesa na rede social X.
Venäjän ja Valko-Venäjän kansalaisten kiinteistökauppakielto tulee tänään 15.7. 2025 voimaan Valtioneuvoston asetuksella. Tämä on tärkeä uudistus, joka oli liian kauan jätetty tekemättä.
Mielestäni tarve uudistukselle on ollut jo pitkään, myös ennen Venäjän hyökkäystä…
— Antti Häkkänen (@anttihakkanen) July 15, 2025
Antti Häkkänen refere estar “extremamente satisfeito” com a entrada em vigor da nova legislação, acrescentando que tem como objetivo “fortalecer a segurança da Finlândia” e “preparar para qualquer tipo de influência” que possa surgir.
Com esta nova lei, o processo de proibição — que até agora era determinado caso a caso — passa a ser mais simples, incluindo qualquer cidadão da Rússia e da Bielorrússia.
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Três mortos e 40 feridos em ataques da Rússia contra a Ucrânia durante a noite
A notícia a assinalar três feridos em Kharkiv já circulava na noite de terça-feira, na sequência do lançamento de vários drones e mísseis balísticos vindos da Rússia para a atacar a região na Ucrânia. De acordo com o governador Oleh Syniehubov, houve pelo menos 17 explosões em 20 minutos, com as forças russas a ter como alvo principal as instalações de uma empresa no distrito de Kyivskyi e provocaram um incêndio. Segundo os dados atualizados esta manhã pelo The Kyiv Independent, o número de feridos subiu para cinco pessoas, com um total de dois mortos. O terceiro morto foi confirmado num outro ataque na região de Sumy.
Nas regiões de Donetsk e Kherson, os ataques russos causaram 11 e oito feridos, respetivamente, registando, ao mesmo tempo, danos materiais em edifícios residenciais, casas e outras infraestruturas.
No Telegram, o Presidente Volodymyr Zelensky confirma pelo menos 15 feridos na sua região natal de Kryvyi Rih, onde as forças de Moscovo terão atingido a infraestrutura energética, cortando a rede. Ainda assim, Zelensky garante que o fornecimento de energia será restabelecido durante o dia de hoje.
“A Rússia não muda a sua estratégia e, para combater eficazmente este terror, precisamos de um reforço sistémico das defesas: mais defesa aérea e maior determinação para que a Rússia sinta a nossa resposta”, escreve o Chefe de Estado.
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Trump prometeu tudo — e mais alguma coisa —, mas agora está "arrepiado"
Trump está preocupado? Jorge Rodrigues sublinha o reflexo da falta de sucesso da Casa Branca em concretizar as promessas eleitorais na estratégia norte-americana. Ainda, os silêncios de Putin.
Trump prometeu tudo — e mais alguma coisa —, mas agora está “arrepiado”
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França não deverá participar na compra de armas americanas para enviar para a Ucrânia, avança Politico
Quando foi anunciado, na Casa Branca, o acordo comercial entre a NATO e os Estados Unidos da América para a compra de armas e equipamentos norte-americanos para abastecer o arsenal militar da Ucrânia, o secretário-geral Mark Rutte revelou que os países nórdicos, o Reino Unido e os Países Baixos apoiavam o plano delineado.
De acordo com o Politico, no entanto, a omissão de França desta lista é propositada. Apesar de Emmanuel Macron ser um apoiante vocal de Kiev e Zelensky, a publicação aponta para as declarações recentes do Presidente francês sobre a construção de uma “base industrial de defesa europeia”, tendo maior preferência na aquisição de armamento produzido na Europa.
Assim, citando duas altos funcionários franceses próximos do tema, o Politico escreve que Paris não vai aderir a esta iniciativa anunciada por Donald Trump e Mark Rutte.