Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Rússia e EUA em discussão sobre Nord Stream, diz Lavrov
- EUA propõem novo acordo de minerais à Ucrânia
- Reino Unido insta Rússia a aceitar cessar-fogo completo
- Menina de três anos e a mãe morrem em ataque russo a um parque infantil de Donetsk
- União Europeia apresenta kit de emergência para a guerra
- Downing Street recusa dizer se Reino Unido vai seguir os esforços dos EUA para aliviar as sanções contra a Rússia
- Trump "vai analisar" pedido de levantamento de sanções da Rússia
- Kremlin divulga lista de infraestruturas energéticas proibidas de serem atacadas
- Kremlin está a mentir em relação ao acordo do Mar Negro, diz Zelensky
- Serviços secretos dos EUA: Ucrânia e Rússia preferem continuar a guerra a chegar a um acordo insatisfatório
- Kremlin diz que central nuclear de Zaporíjia é russa
- Rússia confirma que concordou com trégua no Mar Negro, mas exige levantamento de sanções
- Em troca de segurança no Mar Negro, EUA disse que ia "restaurar acesso da Rússia aos mercados mundiais de exportações de produtos agrícolas"
- EUA e Ucrânia concordaram em garantir navegação segura no Mar Negro
- Kremlin culpa Ucrânia por não haver declaração conjunta EUA-Rússia após negociações em Riade
- Mais de três em cada quatro ucranianos querem cessar-fogo de 30 dias
- Conclusões da negociação em Riade não serão tornadas públicas, diz Kremlin
- Míssil ucraniano mata seis pessoas em Lugansk, incluindo jornalistas de jornal pró-Kremlin
- Ataques russos na Ucrânia matam uma pessoa e deixam 110 feridas
- Ataque aéreo mata até 30 soldados russos em Kursk, afirma a Ucrânia
- Secretário da Defesa de Trump nega que alguém tenha partilhado planos de guerra através do Signal
- Bruxelas não reconhece referendos "completamente fraudulentos", ao contrário de enviado de Trump
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que os Estados Unidos propuseram a Kiev uma nova versão de um acordo de minerais, baseado no acordo anterior. Esta nova proposta não incluiria uma cláusula sobre a gestão das centrais nucleares ucranianas pelos EUA, contrariando declarações anteriores de Trump. A proposta sublinha a intenção de reforçar as relações comerciais e energéticas entre os dois países.
- Sergey Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, mencionou em entrevista que existem discussões em curso entre Moscovo e Washington relativamente ao gasoduto Nord Stream. Lavrov falou da possibilidade de os EUA utilizarem a sua influência para persuadir a Europa a não rejeitar o gás russo.
- A Rússia afirmou que um cessar-fogo marítimo no Mar Negro só será possível com o levantamento das sanções ocidentais, especialmente aquelas que afetam o comércio de cereais e fertilizantes. Ao mesmo tempo, a administração Trump está a analisar a possibilidade de alívio das sanções contra a Rússia.
- A Comissão Europeia vai apresentar um plano de preparação de emergência para os cidadãos da União Europeia, visando mitigar as consequências da guerra e da crise climática. A estratégia recomenda que as famílias europeias disponham de kits de emergência que incluam água, medicamentos, pilhas e alimentos para uma sobrevivência autónoma de 72 horas em caso de crise.
Já saiu o segundo episódio de “O Misterioso Engenheiro Jardim”, o novo Podcast Plus do Observador que conta a história de Jorge Jardim, o empresário que, na verdade, era um agente secreto que liderou missões perigosas em todo o mundo, tentou criar um país e deu início a um clã de mulheres aventureiras. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E pode ouvir aqui o primeiro episódio]
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Bom dia, este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter acompanhado.
Continue a par dos desenvolvimentos no conflito entre a Rússia e a Ucrânia esta quarta-feira neste novo liveblog.
Zelensky diz que Moscovo tem “medo” de negociar com Kiev e que a entrada na NATO depende dos EUA
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Rússia e EUA em discussão sobre Nord Stream, diz Lavrov
O ministro dos Negócios Estrangeiros russo avançou numa entrevista ao Channel One que Moscovo e Washington têm estado em conversações sobre o gasoduto Nord Stream, avança a Tass.
“Claro, há diferenças. Mas será que é apenas do interesse da Rúsia e dos EUA restabelecer o abastecimento normal de energia na Europa? Os gasodutos Nord Stream estão a ser discutidos”, afirmou Sergey Lavrov, acrescentando: “Será interessante se os americanos usarem a sua influência na Europa e a obrigarem a não rejeitar o gás russo. Isso pareceria surreal”.
“Os custos do combustível são mais elevados para a Europa e para as suas empresas do que para as empresas americanas. Ao mesmo tempo, pessoas como Robert Habeck, Ursula von der Leyen, Boris Pistorius, todos eles dizem que nunca vão permitir a restauração dos gasodutos Nord Stream. Estas pessoas ou não são saudáveis [mentalmente] ou são suicidas”, afirmou Lavrov.
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EUA propõem novo acordo de minerais à Ucrânia
O presidente da Ucrânia disse esta terça-feira que os EUA propuseram a Kiev uma nova versão do acordo dos minerais. O novo acordo terá por base o acordo anterior, disse Volodymyr Zelensky aos jornalistas.
“Após o acordo-quadro, um acordo completo está a ser desenvolvido. Os EUA ofereceram-nos um grande acordo, a sua visão (do acordo)”, disse Zelensky, citado pelo Kyiv Independent.
O presidente da Ucrânia também disse que a nova versão do acordo não inclui uma cláusula sobre as centrais nucleares da Ucrânia — isto depois de Trump ter dito que os EUA poderiam ficar a gerir as centrais nucleares ucranianas.
Esta terça-feira, Trump tinha dito que esperava assinar “em breve” o acordo com a Ucrânia.
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Reino Unido insta Rússia a aceitar cessar-fogo completo
O Reino Unido instou a Rússia a concordar com o “cessar-fogo completo, imediato e incondicional” proposto pela Ucrânia, depois de ambos os países terem chegado a uma trégua no o Mar Negro e também na área das infraestruturas energéticas.
“O presidente Zelenskyy já mostrou que a Ucrânia é o pela paz, propondo um cessar-fogo completo, imediato e incondicional”, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico, acrescentando estar em contacto estreito com Kiev e Washington depois das negociações que decorreram na Arábia Saudita.
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Menina de três anos e a mãe morrem em ataque russo a um parque infantil de Donetsk
Uma criança de três anos e a mãe foram mortas num ataque russo a um parque infantil na aldeia de Kurtivka, na região de Donetsk, avança o jornal Ukrainska Pravda, que cita o chefe da Administração Militar de Donetsk, Vadym Filashkin.
As forças russas lançaram, esta terça-feira, uma bomba guiada FAB-250 contra uma área residencial. O projétil acabou por atingiu um parque infantil, onde estava a criança.
A única sobrevivente é a outra filha da vítima mortal, uma jovem de 15 anos, que foi levada para o hospital com ferimentos e fraturas. “Outro crime de guerra dos russos é outro lembrete terrível de que é perigoso ficar no Oblast de Donetsk”, disse Vadym Filashkin.
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União Europeia apresenta kit de emergência para a guerra
A Comissão Europeia vai apresentar amanhã um plano para prevenir as consequências da guerra e da crise climática. A Estratégia de Preparação da União apela assim a que os cidadãos europeus tenham um kit com água, medicamentos, pilhas e alimentos suficientes para sobreviverem durante 72 horas sem ajuda externa em caso de crise (pandemias, ciberataques ou consequências da crise climática).
“Temos de preparar-nos para incidentes e crises intersetoriais de grande escala, incluindo a possibilidade de agressão armada, que afetem um ou mais Estados-Membros”, diz o documento ao qual o El País teve acesso.
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Downing Street recusa dizer se Reino Unido vai seguir os esforços dos EUA para aliviar as sanções contra a Rússia
Downing Street recusou dizer se vai seguir os EUA no alívio das sanções contra a Rússia depois de a Casa Branca ter afirmando que vai “ajudar a restaurar o acesso da Rússia ao mercado mundial” para as exportações agrícolas e de fertilizantes e “melhorar o acesso aos portos e aos sistemas de pagamento”.
“A nossa posição neste momento é que estamos obviamente com esperança nos progressos”, citou a Sky News. “Estamos a acompanhar de perto os desenvolvimentos”.
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Trump "vai analisar" pedido de levantamento de sanções da Rússia
Donald Trump disse que a sua administração vai analisar o pedido russo para que as sanções ocidentais contra o país sejam levantadas. “Veremos o que acontece, estamos a discutir com a Rússia e a Ucrânia. Diria que estão a correr bem”, afirmou, citado na Sky News.
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Kremlin divulga lista de infraestruturas energéticas proibidas de serem atacadas
O Kremlin divulgou uma lista de infraestruturas ucranianas e russas abrangida por uma suspensão de 30 dias dos ataques entre os dois países.
De acordo com a Sky News, a lista foi acordada pelas delegações russa e norte-americana e inclui: refinarias de petróleo; oleodutos, gasodutos e instalações de armazenamento, incluindo estações de bombagem; infraestruturas de produção e transporte de eletricidade, incluindo centrais elétricas, subestações, transformadores e distribuidores; centrais nucleares; e centrais hidroelétricas.
A moratória é válida por trinta dias (começaram a contar desde 18 de março), até 17 de abril, e pode ser prorrogada por acordo mútuo, afirmou o Kremlin.
“Em caso de violação da moratória por uma das partes, a outra parte tem o direito de considerar-se livre da obrigação de a cumprir”, acrescentam.
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Kremlin está a mentir em relação ao acordo do Mar Negro, diz Zelensky
O Presidente ucraniano acusou o Kremlin de estar a mentir quando afirma que o cessar-fogo no Mar Negro não vai entrar em vigor sem o levantamento das sanções ocidentais contra a Rússia. “Infelizmente, ainda hoje, no próprio dia das negociações, vemos como os russos já começaram a manipular”, disse Volodymyr Zelensky, citado na Sky News.
“Já estão a tentar distorcer os acordos e, de facto, a enganar os nossos intermediários e o mundo inteiro”, afirmou, acrescentando ainda que se a Rússia lançar ataques haverá uma resposta forte.
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Serviços secretos dos EUA: Ucrânia e Rússia preferem continuar a guerra a chegar a um acordo insatisfatório
Um relatório dos serviços secretos dos EUA concluiu que tanto Volodymyr Zelensky como Vladimir Putin acreditam que o prolongamento da guerra é menos arriscado do que um acordo que seja insatisfatório.
Partilhado hoje com o Senado norte-americano, o relatório vem contrariar a promessa de Donald Trump de um fim rápido para a guerra. De acordo com a Bloomberg, a administração Trump pretendem alcançar um cessar-fogo até 20 de abril.
No entanto, o relatório considera que o momento de guerra para a Rússia permite “alguma paciência estratégica”, enquanto que, para a Ucrânia, “conceder território ou neutralidade à Rússia sem garantias substanciais de segurança por parte do Ocidente pode provocar reações internas e insegurança futura”.
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Kremlin diz que central nuclear de Zaporíjia é russa
O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo afirmou que a central nuclear de Zaporíjia pertence à Rússia e que o seu controlo não vai ser cedido nem à Ucrânia nem a outro país.
“O retorno da central à indústria nuclear russa é um facto consumado há muito tempo, que a comunidade internacional só tem de reconhecer. A transferência da central propriamente dita ou do seu controlo para a Ucrânia ou qualquer outro país é impossível”, disse o governo russo, citado na CNN.
“Não existem tais precedentes no mundo”, acrescentou sobre a gestão partilhada da central.
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"EUA manobram a Ucrânia a fazer o que Rússia quer"
Daniela Nunes afirma que russos têm provado não estar interessados num cessar-fogo. A especialista em Relações Internacionais diz que a Rússia retarda a solução para a guerra e que a paz está longe.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Rússia confirma que concordou com trégua no Mar Negro, mas exige levantamento de sanções
O Kremlin confirmou que concordou com uma pausa nas hostilidades no Mar Negro, anunciou em comunicado. Porém várias sanções impostas ao país terão de ser levantadas para que o acordo seja cumprido.
O comunicado, partilhado pela agência russa TASS no Telegram, partilha muitos dos pontos do emitido pela Casa Branca, mas acrescenta que as restrições de exportações para a Rússia de materiais agrícolas.
Para além disto, o acordo especifica que a Rússia deve ser reconectada com o sistema de pagamentos SWIFT do qual o país foi desligado em 2022 como uma medida das sanções. Sanções sobre empresas de comida e de transações financeiras terão de ser levantadas também.
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Zelensky confirmou que acordo do Mar Negro entra em vigor “imediatamente”
O acordo para um cessar-fogo energético e no Mar Negro atingido entre a Ucrânia e os EUA entra em vigor de forma imediata, confirmou aos jornalistas o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, citado pelo The Guardian.
Apesar do acordo ter sido atingido, Zelensky questionou de forma “direta” a Trump se lhe forneceria mais armas ou iria impor novas sanções caso a Rússia viole o acordo, já que os EUA prometem no acordo com Moscovo ajudar a Rússia a reentrar no mercado mundial de exportações.
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Montenegro participa quinta-feira em Paris em reunião sobre paz e segurança
O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, vai participar na quinta-feira em Paris na reunião sobre paz e segurança para a Ucrânia organizada pelo Presidente francês, Emmanuel Macron.
A informação foi divulgada pelo gabinete do primeiro-ministro, segundo o qual Montenegro estará no Palácio de Eliseu a partir das 09h45 (8h45 em Lisboa).
Na reunião, segundo a mesma nota, participam, além de Portugal, Alemanha, Bélgica, Canadá, Chipre, Croácia, Dinamarca, Espanha, Eslovénia, Estónia, Finlândia, Grécia, Islândia, Itália, Letónia, Lituânia, Noruega, Países Baixos, Polónia, Reino Unido, República Checa, Roménia, Suécia, Turquia, Ucrânia, bem como o secretário-geral da NATO, a presidente da Comissão Europeia e o presidente do Conselho Europeu, o ex-primeiro-ministro português António Costa.
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Em troca de segurança no Mar Negro, EUA disse que ia "restaurar acesso da Rússia aos mercados mundiais de exportações de produtos agrícolas"
De forma separada do anúncio do acordo com a Ucrânia, os EUA e a Rússia anunciaram um acordo próprio para “assegurar a navegação segura” no Mar Negro, lê-se num comunicado da Casa Branca.
Em troca, os EUA disseram que iam ajudar Moscovo a voltar a ter “acesso” aos “mercados mundiais de exportações de produtos agrícolas e de fertilizantes”.
Nas conversações, ambos os países terão concordado ainda em “desenvolver medidas para implementar o acordo do Presidente Trump e do Presidente Putin para proibir ataques contra instalações energéticas da Rússia e da Ucrânia”, e a trabalhar para uma “paz duradoura” .
“Os Estados Unidos reiteraram o imperativo do Presidente Donald J. Trump de que a matança em ambos os lados do conflito Rússia-Ucrânia deve parar, como o passo necessário para alcançar um acordo de paz duradouro”, acrescentou o comunicado.
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EUA e Ucrânia concordaram em garantir navegação segura no Mar Negro
Os EUA e a Ucrânia concordaram em garantir a navegação segura no Mar Negro, informou a Casa Branca em comunicado onde enumera algumas das conclusões da reunião entre representantes da administração Trump e do gabinete de Zelensky.
Além deste acordo sobre a navegação no Mar Negro, os EUA e a Ucrânia também se comprometeram a trabalhar para a libertação dos prisioneiros de guerra, bem como o regresso das crianças ucranianas levadas para a Rússia à força.
As duas partes concordaram em “continuar a trabalhar no sentido de conseguir uma paz duradoura”, afirma a Casa Branca, adiantando que vão ser desenvolvidas medidas para implementar um acordo que proíba o bombardeamento de infraestruturas energéticas tanto na Ucrânia como na Rússia.
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Kremlin culpa Ucrânia por não haver declaração conjunta EUA-Rússia após negociações em Riade
O Kremlin culpou a Ucrânia por não haver uma declaração conjunta subscrita pelos EUA e pela Rússia após as negociações entre as duas potências em Riade.
A posição foi manifestada por Vladimir Chizhov, vice-presidente de uma comissão de segurança russa, citado pela agência Interfax, após a longa reunião que aconteceu na segunda-feira.
“Eles (os representantes dos EUA e da Rússia) estiveram sentados à mesa durante 12 horas e pareceram concordar com uma declaração conjunta”, garantiu. Porém, tal declaração “não foi adotada por causa da posição da Ucrânia”, o que é “muito típico e sintomático”.
O resultado das negociações entre os EUA e a Rússia em Riade não será tornado público, disse esta manhã o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, citado pela agência russa TASS.