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Segunda parte da Guerra Traduzida, agora com os destaques da imprensa ucraniana com a Diana Rosa. Trump afirma que Zelensky quer fazer um acordo e anuncia um encontro com o presidente da Ucrânia ainda hoje.

Só que o presidente ucraniano diz que se for, é amanhã. Em Davos, Donald Trump reiterou a ideia que quer parar com o banho de sangue, diz que morreram 31 mil soldados só na semana passada, fala numa matança. Afirma também que é a pior guerra desde a Segunda Guerra Mundial. Sobre as negociações, Donald Trump diz que está a lidar com o presidente Putin, acredita que ele também quer fazer um acordo.

Mas antes de dizer isto, Trump afirmou que Zelensky e Putin são estúpidos se não chegarem a um acordo.

Trump voltou a gabar-se de ter terminado com mais de oito guerras, alega o presidente. Diz que entre a Rússia e a Ucrânia há muito ódio, e isso não é bom, um ódio anormal. E dito isto, a Rússia se quer fazer um acordo, a Ucrânia também, tanto melhor. O presidente dos Estados Unidos acredita que um consenso está razoavelmente perto, mas admite que é um equilíbrio difícil. Diz que quando um quer, o outro não quer e assim sucessivamente. Neste discurso, Trump afirmou ainda ter uma boa relação com o presidente chinês e, claro, com o presidente russo.

Steve Witkoff e Vladimir Putin encontram-se esta quinta-feira, mas o local da reunião ainda é desconhecido.

O enviado especial norte-americano anunciou hoje que está agendado esse encontro, a pedido da Rússia, já agora, fez questão de sublinhar esse pormenor. Embora não seja claro onde vai decorrer o encontro, na semana passada, o Kremlin afirmou que estava a preparar-se para receber Steve Witkoff e o genro de Trump, Jared Kushner, em Moscovo. Já não é a primeira vez que eles vão ao Kremlin.

Putin recebeu a minuta do plano de paz para a Ucrânia por intermédio do assessor russo Kirill Dmitriev.

No início do mês, é o que adianta uma fonte sob anonimato ao New Voice of Ukraine. A proposta preliminar de paz foi elaborada em conjunto com a Ucrânia e diversos países europeus. Os documentos foram entregues informalmente a Moscovo para análise, permitindo que Putin preparasse comentários e fizesse alterações antes da esperada visita de Steve Witkoff e Jared Kushner, que agora falávamos. O Kremlin considerou a minuta do acordo um passo significativo, mas não uma versão finalizada. Muitas questões importantes para Moscovo estavam ausentes ou formuladas de maneira que o Kremlin considerou insatisfatórias. É um artigo que se pode ler no New Voice of Ukraine.

É o ponto final na Guerra Traduzida. Está de regresso amanhã.