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Esta é a história do dia da Rádio Observador. Por que tem Donald Trump medo de Taylor Swift?

We all know Taylor Swift openly perpetuates all the mainstream liberal talking points. They're gearing up for an operation to use Taylor Swift in the election. Now, the women who run the Biden campaign wanna set the big guy up. The most unpopular president of all time wants to have a relationship with Taylor Swift.

Este é um excerto de uma peça da PBS, a televisão e rádio públicas dos Estados Unidos. É apenas uma entre dezenas de peças de televisão que falam sobre os receios dos conservadores norte-americanos, incluindo os apoiantes de Donald Trump, sobre a influência que Taylor Swift pode ter nas eleições presidenciais de novembro. A estrela pop tem sido alvo de todo tipo de comentários negativos e até de teorias da conspiração. Há quem defenda que existe um acordo secreto com os democratas para reeleger Joe Biden com o apoio de Swift. Taylor é o foco de todas as atenções e a final da Super Bowl, o maior espetáculo dos Estados Unidos, que teve lugar esta segunda-feira de madrugada, hora de Portugal, este espetáculo acabou na sombra de Taylor Swift. Afinal, quem é esta estrela e que poder tem? É sobre isto que vou conversar com Inês Capucho e Carolina Sobral. São jornalistas do Observador e são também swifties. Eu sou Ricardo Conceição e esta é a história do dia, segunda-feira, 12 de fevereiro. Bem-vindas, Inês e Carolina.

Obrigada.

Obrigada, Ricardo.

Vocês são swifties?

Sim, somos swifties.

O que é isso, Carolina?

De ser swiftie?

Sim.

É gostar muito da Taylor, seguir a Taylor, ouvir a Taylor, tudo à volta da Taylor. No meu caso, eu sou swiftie desde 2008.

Isso tem data e tudo.

Sim, porque foi quando a Taylor lançou o "Fearless", que é o segundo álbum, mas eu só sou swiftie graças à minha irmã, porque ela é mais velha do que eu e na altura ouvia a Taylor, então eu ouvia também.

Portanto, 2008, tu tinhas dois anos. E tu também és swiftie, não é, Inês?

Sim, também sou swiftie, mais ou menos na mesma altura da Carolina. No meu caso, a história é um bocadinho diferente. Eu costumava ouvir as músicas da Taylor no canal VH1, na cozinha, com a minha mãe aos fins de semana, e cantávamos imenso. E por isso, obrigada, Ricardo, por realizares este meu sonho, de estar um passinho mais próxima de, no futuro, ser citada como especialista em Taylor Swift.

Eu estou aqui para cumprir também os teus sonhos, Inês. E quando são os concertos em Portugal? É no Estádio da Luz, não é?

Sim, eu esta resposta vou deixar para a Carolina, porque ela tem uma contagem decrescente dos dias que faltam ativada no telemóvel.

Tens o quê, Carolina?

Exatamente, tenho uma contagem decrescente no meu telemóvel e no dia de hoje, segunda-feira, faltam exatamente 102 dias para o primeiro concerto, que será no dia 24 de maio. O segundo é no dia 25 e é a primeira vez que a Taylor vem cá. Nós as duas vamos aos dois dias do concerto.

Vão aos dois dias do concerto?

Exatamente. E esperamos ouvir as músicas do novo álbum, "The Tortured Poets Department".

Ok, eu já percebi que não devo dizer Taylor Swift, nem Swift, devo dizer só simplesmente a Taylor. É isso? Então, não há nada como começar pelo início. E quem é esta Taylor? Onde é que ela apareceu? Como é que tudo isto começou?

A Taylor é cantora e compositora norte-americana. É muito célebre por escrever todas as suas músicas, mas também por ter o 13 como o seu número da sorte. Nasceu em 1989, o ano que dá nome ao seu quinto álbum, que tem músicas como "Blank Space" ou "Style", que são inspiradas na relação que manteve com o músico Harry Styles.

Também ele é famoso, não é?

Muito famoso. Também somos grandes fãs.

Sim. Depois fazemos uma para o Harry Styles. Agora vamos continuar com a Taylor Swift.

Sim, o álbum 1989 venceu o Grammy de álbum do ano em 2016.

Exato. E a Taylor começou a escrever música profissionalmente aos 14 anos. Aos 17, lançou o seu primeiro álbum em nome próprio, assim num estilo mais country. E entretanto mudou-se para uma versão mais pop, com hits como "You Belong With Me" e "Love Story", que no ano passado ficaram super populares graças ao TikTok.

Mas esta loucura mundial, e nos Estados Unidos em particular, é algo que foi crescendo ou Taylor Swift já nasceu estrela e arrasou desde o primeiro momento?

É assim, nós achamos-

Para ti, sim.

Sim. Mas sim, ela foi estrela logo ali um bocadinho desde o início e isso vê-se logo, porque se ela começa a carreira por volta de 2006, em 2008 é logo nomeada para o Grammy de Best New Artist, que perdeu contra a Amy Winehouse. Logo em 2010, ganhou quatro Grammys, incluindo o melhor álbum country com o "Fearless", que é o seu segundo álbum. No entanto, apesar deste estrelato inicial, ela continuou muito na boca do mundo devido às suas relações amorosas, que mantinha com personalidades também conhecidas nos Estados Unidos. E foi durante muitos anos criticada porque manteve vários relacionamentos em curto espaço de tempo. Mas nós, fãs

Não criticamos.

Quem nunca?

Mas um ponto de viragem aqui nestes holofotes foi a pandemia. Ela desapareceu um bocadinho. Também ficou durante alguns anos numa relação aparentemente estável com o ator Joe Alwyn, que entretanto essa relação já acabou. E desde a pandemia lançou dois álbuns, que foi o "Folklore" e o "Evermore". E agora no ano passado é que existiu o grande boom com a turnê The Eras Tour, onde faz uma viagem pelos seus 10 álbuns durante mais de três horas. Achamos que é aqui que podemos dizer que se torna realmente o fenômeno mundial que é hoje, também muito graças às redes sociais e à cultura que se gerou em torno da turnê, nomeadamente os fãs trocam pulseiras da amizade. E toda a sua fama que alcançou no ano passado fez com que fosse distinguida pela revista Time como a personalidade do ano.

Exatamente, foi a capa da Time. E só pra termos aqui uma noção do impacto da Taylor Swift, é verdade que um concerto dela em Seattle fez mesmo tremer o chão?

Sim, a atividade sísmica até foi apelidada de Swift Quake.

Swift Quake?

Exatamente. A The Eras Tour começou nos Estados Unidos em março do ano passado e chegou a Seattle em julho, e durante os dois concertos, os saltos e as danças dos fãs geraram esta atividade sísmica, que foi equivalente a um sismo 2,3 na escala de Richter. A pergunta que eu e a Carolina temos agora é: será que em Portugal vamos conseguir sentir o mesmo?

Temos que levar sismógrafos ali para o Estádio da Luz. É melhor não falar de sismos em Lisboa, que isso assusta-nos. Atenção, que fica prometido que eu já vou querer saber mais sobre o namoro com a estrela de futebol americano, mas a presença dela num estádio, entretanto tem um namorado que é atleta, fez disparar as audiências da liga, da NFL, a Liga de Futebol Americano, isso também é verdade? Dispararam porque ela apareceu no estádio?

Sim, mas o impacto é muito maior. No dia em que ela apareceu pela primeira vez, a convite do Travis Kelce, num jogo dos Kansas-

Que é o namorado.

Exatamente, o atual namorado. No jogo dos Kansas City Chiefs, a 24 de setembro, as vendas da camisola com o nome do jogador dispararam 400% no site oficial do vestiário da equipa.

400%?

400%, não me enganei. Uma semana depois, ainda em setembro, quando os Chiefs jogaram contra os New York Jets, existiu uma subida de dois milhões de espectadores do público feminino que viu aquele jogo, sobretudo entre os 18 e os 24 anos e também acima dos 35. Se as audiências sobem, por outro lado, existem críticas daqueles que não gostam do tempo de ecrã que Taylor Swift tem, embora a própria NFL já tenha vindo dizer que não é assim tanto quanto parece.

Já percebemos que ela pôs mais mulheres a ver jogos de futebol americano. Já percebemos que fez tremer o chão em Seattle. Resta saber se também vai fazer tremer o chão em Lisboa. Quantos seguidores é que ela tem no Instagram, Carolina?

No Instagram, a Taylor tem 280 milhões de seguidores.

280 milhões.

Milhões. No entanto, não segue absolutamente ninguém.

Estás a brincar.

Não segue ninguém.

Nem uma pessoa?

Nem uma pessoa.

Zero?

Zero. Não segue ninguém. Ela não é muito dada das redes sociais, usa mais para promover o seu trabalho quando vai lançar um novo álbum, ou agora também com a Era Tour, ela vai fazendo algumas publicações, mas é tudo muito dedicado à sua vida profissional. De vez em quando, ela mete uma foto com as amigas.

Já voltamos à conversa com a Inês Capucho e a Carolina Sobral, são jornalistas do Observador e fãs de Taylor Swift, como estamos a perceber. Temos ainda de falar do impacto político de Taylor Swift em ano de eleições presidenciais nos Estados Unidos. Regressamos à conversa com Inês Capucho e Carolina Sobral, são jornalistas do Observador, swifties. Meninas, é agora, temos que falar de amor. Quem é este príncipe encantado, este rapaz que esteve na madrugada desta segunda-feira na final da Liga de Futebol Americano, na famosa Super Bowl?

O Travis Kelce é também um jogador de futebol americano, tem 34 anos como a Taylor. Como sabemos, joga nos Chiefs e já está nesta equipa desde 2013. No ano passado, ganhou o Super Bowl contra a equipa do irmão e foi história nesta liga norte-americana, porque foi a primeira vez que dois irmãos jogaram um contra o outro. Jason Kelce joga pelos Philadelphia Eagles e Travis Kelce pelos Kansas City Chiefs.

E isto é namoro firme? E a Inês falava há pouco no disparar das vendas da camisola. Imagino agora que toda gente sabe quem é Travis Kelce.

Os fãs de futebol americano já o conheciam, até porque não é um novato e como a Carolina disse, a equipa em que joga ganhou o Super Bowl do ano passado. As swifties, e aqui falo por mim e pela Carolina, só o conhecemos quando fez um vídeo a dizer que foi a um concerto da Taylor, que tinha uma pulseira da amizade pra lhe entregar com o seu número de telefone. Porém, não se conheceram nesse momento, a Taylor não quis estar com ele, mas terá sido a partir deste vídeo, que ficou viral nas redes sociais, que se começaram a conhecer e a trocar mensagens.

Mas essas pulseiras da amizade trocam-se nos concertos, é isso?

Exatamente. Trocam-se nos concertos, cada fã leva uma ou mais do que uma e depois-

Mas são todas iguais?

Não. Têm letras das músicas dela, mesmo só o nome da música.

E esta tinha o número de telefone dela, é isso?

O número de telefone dele pra lhe dar a ela.

Estava a achar estranho. E nesta altura do campeonato, e com este sucesso todo, podemos dizer que Taylor Swift será muito rica?

A Taylor começou a fazer parte do clube dos multimilionários no ano passado, uma vez que já tem uma fortuna avaliada em mais de mil milhões de dólares.

Mil milhões.

Mil milhões. Impulsionada pela Eras Tour, que já é também a turnê mais rentável de sempre. Nos cinemas, uma versão do concerto em filme lucrou mais de 260 milhões de dólares a nível global, incluindo em Portugal, onde esteve em exibição.

E é claro que nós fomos ver o filme no cinema.

Claro, nem punha essa em hipótese.

A fortuna da Taylor também vem muito dos novos álbuns que são antigos. Ela, em 2019, partilhava os masters das suas canções com a produtora Big Machine.

Ou seja, as originais das canções.

Exato. E sem o conhecimento da Taylor, estes direitos foram vendidos ao empresário norte-americano Scooter Braun, que passou a deter as suas músicas e a lucrar com elas.

E ela perdeu o rendimento desses masters?

Se nós formos ouvir as músicas antigas, que chamamos de stolen version, o dinheiro vai para o Scooter Braun e não para a Taylor. E por isso, na altura, até foi a cantora também norte-americana Kelly Clarkson que deu à Taylor a ideia de regravar todas as suas músicas e dessa forma volta a ter os direitos sobre as suas canções, sobre a sua voz.

As novas versões.

Exato, que são as Taylor's Version.

E pelo que percebi, a Taylor Swift põe muito daquilo que é a sua experiência, da sua vida, e imagino que este será um dos segredos, das suas experiências na letra das canções. E ao ouvir a obra de Taylor Swift, e é ela que escreve as canções, parece que quase que acompanhamos o crescimento dela de adolescente até à mulher adulta, com sucesso, os desejos. É um bocadinho isso também o sucesso dela?

Exatamente, porque, por exemplo, se ela escrever sobre um fim de um relacionamento, identificamo-nos e percebemos: "Ok, eu também já passei por isto". Então acaba por ter também esse fator. E, por exemplo, o álbum Reputation é um grande exemplo de como a Taylor põe os seus pensamentos nos álbuns, porque explora o escrutínio mediático de que era alvo, mas também as polêmicas que teve, por exemplo, com o Kanye West. A rivalidade dos dois é desde 2019, quando o rapper interrompeu o discurso de aceitação de melhor vídeo de uma artista feminina nos prêmios VMA da MTV pela música "You Belong With Me", dizendo que a Beyoncé é que merecia vencer aquele galardão.

"So thank you so much for giving me a chance to win a VMA award." "Yo, Taylor. I'm really happy for you. I'ma let you finish, but Beyoncé had one of the best videos of all time. One of the best videos of all time."

Depois acabou por pedir desculpa, mas a rivalidade tem ali um novo pico em 2016, quando lança uma música a dizer, e agora vou passar a citar: "Eu sinto que eu e a Taylor ainda podemos ter sexo" e acrescenta que foi ele que a tornou famosa. Por causa desse momento nos VMAs. Isto gerou muita indignação, principalmente entre as Swifties, e a Kim Kardashian, que na altura era casada com o Kanye West, divulgou um vídeo de uma chamada em que parecia que a Taylor tinha concordado que esta frase fizesse parte da música. Mais tarde, a Taylor Swift veio dizer que não, que não tinha concordado e que a chamada tinha sido gravada ilegalmente, mas também editada pra parecer que ela estava a mentir. A música do álbum Reputation, Look What You Made Me Do, é sobre este atrito com o Kanye West e a Taylor até canta: "A velha Taylor não pode atender o telefone agora". E depois alguém pergunta por quê. Ela responde: "Porque está morta".

E foi uma loucura com a final da Super Bowl desta madrugada, saber se ela ia, se não ia, que batom ia usar, se ia chorar, se não ia chorar. Enfim, as casas de apostas dispararam em todas as direções ou possibilidades. Uma pessoa que motiva este tipo de reações que aqui já descreveram, só pode ser alguém que tem realmente muita influência. E há 1001 teorias da conspiração. Uma delas, Carolina, diz que Taylor Swift é uma agente do Pentágono.

Exato.

Conta-nos lá.

Essa teoria veio de um comentador político da Fox News, que insinuou que sim, que a Taylor tem uma aliança com o Pentágono, de forma a ganhar votos para o Joe Biden nestas próximas eleições dos Estados Unidos. No entanto, e entretanto, surgiu também o rumor de que a campanha de Biden passa então por convencer também Taylor a apoiá-lo nas redes sociais e a aumentar o seu apoio dentro do grupo jovem.

E aqui entramos no domínio da política e, no fundo, na pergunta que lança este episódio. Donald Trump e os republicanos, pelo menos os mais conservadores que estão com Trump, têm medo de Taylor Swift?

Não há uma resposta exata. No entanto, ainda que não publicamente, Trump e os seus aliados já têm discutido a possibilidade de Taylor Swift e Joe Biden se aliarem contra ele. A Rolling Stone foi uma das revistas que escreveram, e citando fontes próximas do antigo presidente norte-americano, que em privado, Trump aparenta não estar preocupado, uma vez que alega ser mais popular e ter ainda mais fãs do que Taylor Swift tem. E também vem dizer que não fazia sentido não ter sido ele o eleito para ser a personalidade do ano, segundo a revista Time.

Pra revista Time. Há esse receio. E Taylor Swift poderá apoiar Joe Biden nas presidenciais deste ano nos Estados Unidos. Ela, pelo menos recentemente, tem tomado posições públicas fortes. Foi sempre assim, Inês?

Não, no início da sua carreira não sabíamos as convicções políticas de Taylor Swift e até existiu algum debate. Nós vimos isso num documentário entre a equipe dela, se deveria ou não apelar às pessoas a ir votar e revelar em quem é que votaria. Em 2020, apoiou publicamente Joe Biden e, por exemplo, postou fotografias com bolachas personalizadas a dizer: "Votem no Joe Biden" e mesmo no Twitter escreveu: "Eu vou votar Joe Biden". Também criticou Trump durante as eleições de 2020 e acusou-o, e agora abro aspas, de fazer batota descaradamente e pôr em risco a vida de milhões de americanos, porque a administração Trump estava a tentar dificultar a votação à distância numa altura em que estávamos na pandemia. Até o momento, a Taylor ainda não se pronunciou sobre as eleições deste ano nos Estados Unidos. Porém, tendo em conta que o adversário de Biden é o mesmo, acho que é expectável que vá apoiar Joe Biden novamente.

E Ricardo, só para teres uma ideia da influência de Taylor Swift, em setembro do ano passado, a Taylor publicou um apelo na sua página de Instagram a pedir para que as pessoas se recenseassem e levou a que 35 mil pessoas fizessem o registo no Dia Nacional para o Recenseamento nos Estados Unidos.

Só assim num breve apelo. E os concertos da Taylor Swift também são uma espécie de celebração religiosa. Vocês vão às duas missas com pessoas em êxtase, é isso?

Nós somos suspeitas, mas muito êxtase, a cantar, dançar, chorar, tudo o que possas imaginar. Na realidade, principalmente durante as músicas surpresas, que são as que são imprevisíveis. Nós nunca sabemos quais é que vai escolher.

Isso não acontece só nos concertos. Podemos vê-lo também no verão, quando o filme da Taylor esteve nos cinemas. As pessoas foram, nós também fomos, e vivemos aquilo como se estivéssemos mesmo no concerto. As pessoas iam lá pra baixo pra junto do ecrã e reuniam-se todas juntas a cantar e a dançar. Por isso, mais do que uma espécie de celebração religiosa, este pra nós é um momento de alegria, em que estamos com pessoas que sentem o mesmo.

Mas se vocês vão às duas, aos dois dias, e se eu vos quiser comprar um bilhete, vocês não me vão ceder.

Não, estamos desde 2008 à espera disto.

Obrigado, Inês, e obrigado, Carolina.

Obrigada.

Obrigada.

Inês Capucho é jornalista da seção de Economia do Observador. Além de ser fã de Taylor Swift, escreve sobre tecnologia. Carolina Sobral é jornalista da seção de Lifestyle do Observador e é uma enciclopédia viva sobre Taylor Swift. Esta foi a história do dia. E ouvimos neste episódio excertos de várias canções de Taylor Swift, como "Love Story", "Shake It Off", "Look What You Made Me Do" e ainda "Famous" de Kanye West. E aqui fica aquele apelo especial: por favor, sigam-nos na aplicação que habitualmente utiliza pra ouvir podcasts. A sonoplastia é do Bernardo Almeida, a música do genérico, do João Ribeiro. Eu sou o Ricardo Conceição. Voltamos na quarta-feira, porque amanhã é Carnaval.