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Esta é a comissão de inquérito das manhãs 360. Hoje é nosso convidado a lenda, o ciclista Marcos Chagas. Bom dia.
Olá, bom dia.
Muito obrigada por ter aceitado o nosso convite. Além de pernas, também tem voz. Boa voz, claro que tem, mas tem uma boa voz pra rádio.
Muito obrigado.
Obrigada por ter aceitado o nosso convite.
Não, é um gosto.
É um gosto recebê-lo aqui.
Também estar aqui convosco.
Sabe como funciona. São cinco perguntas. Cada resposta certa vale cinco pontos. Se pedir a nossa ajuda, damos-lhe escolha múltipla. Se acertar, recebe dois pontos. Se não acertar, não pontua.
Olha, vamos a isso.
Vamos a isto.
É uma camisola por pontos nas Voltas.
Exatamente. Ver se eu ganho ou não.
É uma lenda da estrada. Venceu quatro Voltas a Portugal. Agora rendeu-se ao BTT, uma modalidade que se tornou tão popular que passou a ser modalidade olímpica. Em que ano ou em que Jogos Olímpicos é que o BTT Cross Country se estreou oficialmente no programa olímpico? Lembra-se, Marcos Chagas?
Não.
O Marcos Chagas tinha uns 40 anos.
Isto terá sido no início deste século, não é? Mas não posso precisar quais foram os jogos. No entanto, foi um passo muito importante pra modalidade, porque não é fácil entrar nos jogos, como sabem. E depois estas diversas vertentes, no caso do ciclismo, o fato de passar a fazer parte como o próprio BMX também, é uma coisa que para alguns não foi muito fácil de aceitar e para outros, como nós portugueses, acabou por penalizar, porque há uma variante do BTT que é o XCM. Ou seja, em vez de ser XCO, circuito, XCM é maratona. E nós até já tivemos um campeão do mundo, que é o Terre Ferreira. E essa parte do BTT não foi e não sei se alguma vez conseguirá ser modalidade olímpica, pelo fato de ser mais difícil. Uma coisa é fazer um circuito e acompanhar esse circuito e transportá-lo pra opinião pública, pra quem vê. Outra coisa diferente é 90 quilômetros no meio do nada, é mais complicado de acompanhar. Se calhar daqui por uns anos, com os drones, com tudo isso.
Então, mas em relação à minha pergunta, pra ver se consegue os cinco pontos, não tem mais ou menos um palpite? Tinha pra aí uns 40 anos, Marcos Chagas.
Então pronto, isso foi há 20, 30.
1990.
E seis?
Sem ajuda alguma. Esta foi no impinho.
Temos que fazer as contas aos ciclos olímpicos, não é? São quatro anos. Pronto, OK.
Foi em Atlanta.
Há um outro aspecto muito importante. Sabe por quê? Porque durante 30 anos não houve ciclismo português e não houve muito do ciclismo nos Jogos. E eu tive essa tristeza de nunca ter feito parte dessa geração, de dizer que não conseguiram ir aos jogos, não houve presença nos jogos. Mas o meu tio, eu tenho, felizmente, o resistente dos quatro irmãos, que a minha mãe faleceu entretanto, e os meus outros tios também. Mas o meu tio Ramiro Martins foi ciclista e correu os jogos de 66, portanto 30 anos antes. E durante esse período, o grande Joaquim Agostinho, enfim, já falo por mim como poderia falar principalmente por ele e outros grandes corredores daquela época, não iam aos jogos, porque é aquele período em que amadorismo, profissionalismo, os jogos não eram pra profissionais e há aqui um período muito grande até que volta a acontecer, depois novamente os profissionais estarem nos jogos.
Mas Marcos Chagas, fala aí de gerações, de outros tempos. Quando olha pro seu tempo e pro que é hoje o ciclismo em Portugal, o que sente? Ainda tem a mesma mística ou perdeu força e só importa agora o futebol?
Não, há aqui um período em que podemos dizer que perdeu muito. Eu acho que estamos a reconquistar esse espaço. Este ano a Volta a Portugal foi um sucesso. Nós temos a nível internacional muito bons corredores portugueses.
E muito jovens.
E jovens. Essencialmente isso. Tivemos medalhas nos jogos, exatamente medalha de ouro pelo Iúri e pelo Rui Oliveira na pista. Tivemos uma medalha de prata também pelo Iúri Leitão também na pista.
Já tínhamos tido uma medalha de prata pelo Sérgio Paulo em 2004.
Exatamente. Tivemos um título campeão do mundo de estrada com o Rui Costa. Eu acho que aos poucos o ciclismo volta a ter. Nunca terá o espaço que tem o futebol, porque é outra dimensão, mas acho que entre as outras modalidades, o ciclismo é de fato uma modalidade muito querida por todos e também em Portugal.
Mas falta a presença dos grandes do futebol, os grandes clubes de Portugal, que são os clubes de futebol também no ciclismo, para ajudar a recuperar uma mística do passado?
É uma visão. Ou seja, nós não olhamos para o mundo em termos internacionais, o Barcelona, o Real Madrid ou o Paris Saint-Germain não têm equipa de ciclismo e, portanto, não deixa de dar a esses países e a outros, o mediatismo e a qualidade que as marcas, que no fundo são essencialmente marcas, transportam. O Tadej Pogačar tem uma ligação com um país árabe que paga e paga muito pra ter a melhor equipa do mundo na atualidade. Portanto, nós portugueses pensamos sempre um bocadinho como o Cristiano: "Então não faz falta aqui o Benfica, o Sport".
Porque também há essa ligação histórica entre os grandes clubes e o ciclismo em Portugal.
Em Portugal. O início, é sempre bom lembrar isso, enfim, que até pra mim já é há muito tempo, mas pra vocês que são jovens, mais complicado. O início dos grandes clubes são principalmente Sporting e Benfica, o Futebol Clube do Porto vem depois também nesse sentido É o ciclismo que os leva lá.
A rivalidade vem daí.
Exatamente.
A origem da rivalidade de Lisboa vem daí.
Exatamente. Portanto, por causa dos grandes Amerino Nicolau e Alfredo Trindade, um do Benfica e outro do Sporting, que curiosamente eram do meu concelho, que é o Cartaxo. Para muita gente, o ciclismo é uma forma incontornável de vermos o clubismo, não o clubite, que é outra coisa mais complicada, mas o clubismo em Portugal e a forma como nós olhamos para o desporto. Não sei se alguma vez voltará a passar por aí. Sinceramente, atendendo àquilo que a nível internacional nós vemos.
Vamos voltar à questão dos Jogos Olímpicos.
Já tem cinco pontos.
Cinco pontos. E agora vai conseguir mais cinco. Em que disciplina do ciclismo de pista Iúri Leitão e Rui Oliveira conseguiram a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris?
É uma coisa que dantes tinha outra designação e que agora se chama Madison.
É verdade. Qual era a outra designação?
Era americana, ou seja, corrida americana. À americana, pelo fato de serem dois corredores que se revezam.
Não é muito fácil acompanhar para quem não está por dentro. Às vezes até para os ciclistas.
Exatamente. É muito complicado, é preciso estar muito atento aos pontos que vão somando as passagens, onde há a pontuação de tantas em tantas voltas e depois quem passa e quem fica, porque tem que haver sempre um corredor que tem que estar na corrida. Eles estando sempre na pista, um deles está, o outro fica, um rende, o outro fica. É uma coisa muito complicada, mas Madison vem de um pavilhão, de um espaço que acho que ainda existe em Nova York e que depois acabou por dar esta designação.
Madison Square Garden.
Exatamente. Que dá esta designação, mas antes a corrida era conhecida pela americana.
E fazem falta mais ídolos como estes ciclistas que ganharam medalhas e esta medalha de ouro no ciclismo para que haja um maior desenvolvimento da modalidade ou o que faz falta é mais investimento? Porque Portugal investiu no ciclismo de pista e os resultados acabaram por surgir.
Apareceram logo. Sim, eu acho que este é um caminho que estamos a percorrer. No entanto, não podemos deixar de lembrar que na estrada nós temos um dos melhores corredores da atualidade, chama-se João Almeida.
E já vamos falar dele aqui noutra pergunta.
Portanto, é o tipo de situação que eu acho, depois de um interregno, se calhar de uma ausência de grandes nomes. Nós, felizmente, fomos tendo. É evidente que a grande referência continua a ser o saudoso Joaquim Agostinho, mas fomos tendo ao longo dos tempos sempre corredores que foram marcando a sua presença mesmo a nível internacional. Agora, não tanto quanto na atualidade, porque nós temos um corredor que discute grandes voltas.
As grandes voltas.
Exatamente.
Vamos a mais uma pergunta. A Volta a Portugal está para fazer 100 anos. A primeira foi em 1927. Vamos recuar a esse ano. 1927. De onde partiu a primeira etapa?
Também não sei. Sei que o António Augusto Carvalho foi o vencedor. Agora, de onde partiu e onde chegou, não faço a mínima ideia.
Quer arriscar para os cinco pontos?
Só se der aquela ajuda que há pouco me deu. Para a primeira foi uma grande ajuda.
Numa destas três hipóteses: Setúbal, Cacilhas ou Almada.
Se calhar Cacilhas.
Mesmo.
Lembrei-me pelo fato de estar ali os transportes.
Cacilhas-Setúbal.
Muito bem.
Cacilhas-Setúbal foi a primeira etapa. A Volta a Portugal, como estávamos a dizer, está perto de completar os 100 anos, ficou marcada este ano por uma morte do ciclista Finlay Tarling. Que impacto tem este incidente para Portugal na organização deste evento e também para a organização desta prova? Que este ano mudou a direção da organização.
No seu primeiro ano desta organização, durante largos anos havia uma estrutura que fez a Volta com a direção técnica, vamos dizer assim, do Joaquim Gomes, meu companheiro de estrada, meu amigo.
Outra lenda do ciclismo.
Exatamente. E que, entretanto, não importa estar aqui agora a referir, mas por problemas financeiros da empresa, a Federação Portuguesa de Ciclismo, que é quem tem no fundo os direitos da organização, atendendo a que não havia cumprimento por parte dessa empresa, acabou por assumir parcialmente este ano. Mas socorreu-se, neste caso, e recorreu a um antigo corredor também ele, mas galego, que é o Izquierdo Mosquera, aqui nosso vizinho. Izquierdo Mosquera correu durante largos anos também em equipas portuguesas e conhece bem Portugal, adora o nosso país e é ele o novo diretor da corrida. A corrida estava a correr maravilhosamente. Já tenho muitas Voltas, além das 14 que fiz como corredor de bicicleta, depois o acompanhamento nas diversas funções que tenho desempenhado. Posso dizer que esta Volta estava a ser um sucesso. Só que isso marcou muito, é evidente. Foi trágico para todos nós, foi mau, foi difícil de gerir isso, foi difícil lidar com isso e é difícil. E respondendo à sua questão, penaliza a Volta a Portugal, penaliza a organização. Por muito que nós saibamos que houve um grande investimento em termos de segurança, até em relação aos anos anteriores, por parte desta organização, aquilo não podia ter acontecido e aconteceu. E a morte de um menino de 19 anos.
E por que a Volta a Portugal não consegue dar o salto no calendário velocipédico internacional? É verdade que está ali um pouco, por assim dizer, entalada entre grandes provas, mas mesmo com a redução do número de dias de competição, nunca conseguiu dar esse salto para o principal plano do calendário.
E não o dará, a não ser que faça novamente essa redução ainda maior de dias, porque nós continuamos a ser, depois das três grandes Voltas, a maior Volta que na Europa se realiza por etapas. E portanto, aquelas 10 etapas, um prólogo, um dia de descanso, é muito grande, é muito tempo. Segundo a União Ciclista Internacional. Portanto, nós nunca vamos conseguir subir se não fizermos essa opção. Eu diria que o ciclismo e, neste caso, a Volta a Portugal, está numa encruzilhada e tem que decidir.
E devia avançar para essa redução?
É uma opção. Temos que pensar que se queremos ter aqui o melhor plantel de corredores, melhor qualidade no pelotão da Volta a Portugal, tem que passar por aí. A não ser assim, ou tem que haver, o que não tem sido o caso também, alguma contrapartida, diria, financeira para incentivar os corredores e as equipes a nível internacional, mesmo não vindo buscar aquilo que a eles mais importa, que são os pontos para o ranking da União Ciclista Internacional, que a nossa volta dá muito poucos pontos. Se não for o lado financeiro, eventualmente alguma proposta, algo de muito aliciante para trazer os corredores a Portugal para fazer esta corrida no mês de agosto, com a dureza que a Volta a Portugal tem, não é uma tarefa fácil. Há muita gente que é contra, há muita gente que diz: "Não, isto não é Volta a Portugal". Não, nós temos que olhar para os outros países que nos rodeiam.
E alguns de dimensão semelhante e que têm provas-
Uma semana. E ainda agora aconteceu a Volta à Alemanha. Sabe quantos dias teve a Volta à Alemanha, que é um país que nós cabemos lá no bolso? Teve quatro dias de Volta à Alemanha. E eles consideram a Volta à Alemanha, como a Bélgica, como a Suíça, como essas corridas que acontecem nos Países Baixos, agora Holanda, enfim, têm sempre, no máximo, uma duração de uma semana. Estão em outro nível. O Luxemburgo, que é um país tão pequenino também, mas que tem um nível superior ao nosso, exatamente porque decidiram que é assim. Não há hipótese, nós não podemos querer as duas coisas em simultâneo. Não dá.
Vamos à quarta pergunta, Marcos Chagas: em que ano Tadej Pogačar venceu a sua primeira Volta à França? A primeira de cinco.
Primeira de cinco. Ora bem, temos que andar para trás. 2022? Não. Ainda mais.
Ainda mais?
Ainda mais, porque pelo meio ele perdeu duas. Então 2020.
Está certíssimo.
É só fazer as contas, já diria o outro.
Exato.
Porque há duas que ele não ganha, que ganha o Jonas Vingegaard, o seu principal rival.
Ele ganha duas seguidas, as primeiras.
Exato, depois perde duas seguidas. E depois volta a ganhar agora de forma consecutiva também estas últimas três.
E por isso já pode ser considerado o melhor ciclista da história. A diferença de Pogačar para os outros é a maior diferença que já houve no pelotão internacional entre o melhor ciclista e o seu mais próximo adversário?
Eu tenho o privilégio, apesar de na altura ser ainda muito jovem, porque desde criança que adorei o ciclismo, acompanhava tudo e portanto ainda tenho lembrança do Eddy Merckx. Foi até ao momento, até agora, para a maioria das pessoas, o melhor corredor de sempre. Só que este rapaz continua a ganhar e hoje ele tem 27 anos, 28 agora. Eu acho que ele não vai dar hipótese. A diferença dele em relação a toda a gente é muito grande. O Tadej Pogačar na atualidade é mesmo um fenómeno, é um Cristiano Ronaldo, um atleta de eleição que faz a diferença para todos. Fez desde o início, nós percebemos desde que ele chegou aqui à Volta ao Algarve e ganhou, foi a sua primeira vitória internacional. E nós olhamos: "Bom, este miúdo é bom", mas nunca imaginámos, porque ele continua a evolução. Ainda ontem, anteontem, eu estava a ouvir um daqueles podcasts de um dos tipos franceses que foi corredor da minha geração e que é diretor desportivo. Na altura, ele dizia isso: "Não, o problema disto é que os outros confrontam um tipo que continua a melhorar", ou seja, continua a evoluir. A evolução do Tadej Pogačar ainda não parou. E ele, eu acho também, que aos 30 anos, 31 anos, vai embora. Mas quando chegar aos 30 anos, ele já ganhou tudo que havia para ganhar.
Várias e muitas vezes.
O que é que lhe falta? Depois é a questão também de ter motivação, porque é preciso, apesar da enorme qualidade que ele tem, ele tem um profissionalismo, uma entrega e uma forma como prepara, que não é fácil.
Acha que ele em algum ponto da carreira vai arriscar e tentar ganhar as três grandes voltas no mesmo ano?
Acho, sinceramente. Ele só não está a pensar já nisso porque falta-lhe uma clássica. Dos cinco monumentos, falta-lhe um.
E este ano perdeu.
Perdeu duas vezes, já fez segundo lugar, fez o ano passado e este ano. Portanto, ele está com aquela espinha atravessada e isso para ele preparar essa, que é em abril, na fase das clássicas, enquanto ele não conseguir esse resultado, ele não vai partir para as três grandes, mas quando ele se despachar disso, depois só lhe falta realmente no mesmo ano ganhar as três. Se tudo correr bem, vai ganhar agora a Volta à Espanha, que é a que lhe falta.
É disso que vamos falar. É a última pergunta. Quantas etapas tem a Volta?
Vinte e uma. Eu só fiquei em dúvida porque às vezes há um prólogo. Neste caso, a primeira etapa foi contra o relógio, mas já é etapa porque tem uma distância maior e portanto já é considerada etapa. Vinte e uma.
E falemos de João Almeida, que foi o segundo classificado no ano passado na Vuelta. O que se pode esperar, de facto, da participação de João Almeida este ano e para os próximos anos na carreira do português?
O João Almeida o ano passado, 2025, foi para ele a época de ouro. Ganhou três grandes corridas por etapas e faz segundo lugar na Volta à Espanha. Este ano as coisas foram exatamente o inverso. O João fez a Volta ao Algarve, prometia, estava ali na fase inicial da sua temporada, mas problemas físicos que não foram publicamente divulgados, também ouvimos muita coisa, qualquer tipo de doença que afetou o João e que lhe retirou durante grande parte da temporada a possibilidade de sequer correr. Ou seja, ele não se sentia em condição, ele não podia com a bicicleta, como costuma dizer. E isto tem sido um processo que se foi arrastando ao longo da temporada até chegar agora muito próximo já da Volta à Polónia. Ele foi fazer a Volta à Polónia, que era a sua preparação para a Volta à Espanha. E até aí foi infeliz também, porque teve que abandonar. Portanto, o João, para esta Volta e para responder rapidamente, nós temos grande esperança que ele se melhore ao longo dos dias, sabendo, no entanto, que ele tem lá o tal amigo, companheiro, colega, o comedor, o rapaz que não o perdoa.
Não é o canibal, porque esse já houve um.
Esse já houve um, mas eu acho que é um dominador e, portanto, o João está ali em função dele. Pode, como aconteceu a Del Toro na Volta à França, beneficiar disso, como já aconteceria. Aliás, o João já tem um quarto lugar na Volta à França e não fora o ano passado, há dois anos, ter tido a queda e o João teria terminado no pódio. Estou convicto disso, da Volta à França, mesmo a trabalhar para o Pogačar. Vamos ver o que dá esta Volta à Espanha.
Nós é que beneficiamos com a sua vinda aqui à Rádio Observador. Foi um gosto recebê-lo, Marcos Chagas. Fez 22 pontos. Foi como? Foi de bicicleta?
Não.
Muito obrigada por ter vindo.
Foi um gosto também. Muito obrigado.