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Faltou a nota artística, mas o Sporting cumpriu e venceu na Reboleira e pressiona assim o Futebol Clube do Porto. Os Dragões que têm hoje um dos jogos mais difíceis da época, num terreno de má memória, à Amoreira, casa do Estoril. Já o Benfica, ao final desta tarde, também recebe o Nacional da Madeira, na Luz. São os destaques desta edição de "E o Campeão É". Íamos repetir o coquetel de ontem, que funcionou muito bem, mas o João Castro teve aqui um pequeno percalço. Desejamos as melhoras, mas contamos com o João Pinto, com o Pedro Henriques e também com o Luís Pinto Coelho. Sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o João Costa e Silva e vamos começar precisamente por essa vitória do Sporting na Reboleira frente ao Estrela da Amadora. Temos ainda a análise e o lançamento desse jogo do Futebol Clube do Porto e também do Benfica. Um jogo na Reboleira muito desinspirado por parte do Sporting, uma primeira parte sem gols e praticamente sem remates enquadrados à baliza. Daniel Bragança desatou esse nó à passagem do minuto 59, num jogo em que Kenda também voltou aos relvados quatro meses depois. Começo por ti, Luís Pinto Coelho. Um resultado curto, mas que serve para as aspirações do Sporting. Pergunto-te também se há mérito do Estrela neste resultado ou se o Sporting não esteve inspirado o suficiente para resolver este jogo mais cedo.
Olá, bom dia. Eu diria que é 50-50. Em primeiro lugar, é um jogo fraco, é um jogo até em certo nível aborrecido. Porque poucas oportunidades, poucos remates, mas é normal num jogo entre competições europeias. O Sporting estava algo desgastado porque teve um jogo intenso com o Nacional e depois o Sporting também não roda assim tanto a equipa, principalmente nos seus homens da frente, não há tanta frescura. O Estrela à procura do ponto, que é importante na luta pela manutenção, acabou por ser um jogo aborrecido. Obviamente que o Sporting acabou por criar mais um ou dois lances perigosos. Tem o remate à barra, também na primeira parte, um lance que o Pote podia ter finalizado melhor. E depois acabou por ser o Daniel Bragança. No lance de qualidade individual a resolver, eu diria que o Daniel Bragança, aos minutos que tem e aos gols que marca, deve ter a melhor porcentagem de gols por minuto da primeira liga, porque tem feito vários gols e em poucos minutos.
Ó Luís, se tivesse mais tempo, era um nome, e não sabemos, a ter em conta para o mundial, por exemplo?
É difícil, porque é uma posição onde há muitas opções, mas é um jogador de grande qualidade. Não tivesse as lesões que tem tido, e já não é uma, são duas ou três lesões complicadas que ele teve, que obviamente vai quebrando sempre quando está num ponto alto, depois tem uma lesão, tem tido esse azar na carreira, mas obviamente que é um jogador de qualidade. Ainda ontem aquela definição é muito boa. E depois o Sporting tem sempre aquela pontinha de sorte com a arbitragem, porque ainda ontem, naquele lance, quando está 0 a 0, aos 19 minutos, pra mim é um pênalti claro.
O Pedro Henriques também acredita que sim. Aliás, já vamos ao Pedro e também no "Sem Falta" explicou isso mesmo.
Sim, e estavam 0 a 0. Se o Estrela conseguisse concretizar o pênalti, podia enervar mais o Sporting, mas o Sporting acabou por ganhar. Mas foi um jogo relativamente aborrecido, não foi um grande jogo de futebol.
Uhum. João Pinto, o que tens a dizer desta exibição mais desinspirada do Sporting, numa altura em que segue o Arsenal e na próxima semana há esse derby em Alvalade?
Olha, o Luís Pinto Coelho resumiu praticamente todos os meus pontos. Realmente foi um jogo aborrecido, realmente o Sporting teve essa estrelinha, o Daniel Bragança é realmente um grande ativo que o Sporting tinha no banco e que agora aparece a resolver. E depois, sublinhar também essa pontinha em relação ao árbitro. Esse lance aos 19 minutos. Sinceramente, não estou a ver qual é. Lembro-me daquela mão do Maxi dentro da área, creio que não é o mesmo lance. E também há esse lance a estudar. Portanto, vamos ouvir o Pedro Henriques, quem não ouviu que oiça o "Sem Falta", mas realmente concordo. Acho que foi um jogo que se feriu muito à medida daquilo que o Sporting precisava, o que não quer dizer que se o Sporting por acaso se apanhasse a perder, não podia meter uma abaixo e não ia pra cima do Estrela e não dava a volta, o que são outras contas num universo paralelo que ninguém realmente sabe.
Uhum. Um jogo aborrecido, tem sido essa a tendência. Pedro Henriques, já falaram aqui destes dois lances. Muito bom dia. Aliás, um pra cada lado, neste caso, um para o Estrela na primeira parte, à passagem do minuto 19, um na segunda, pouco depois do início, para o Sporting. Além disso, queria também perceber quanto ao jogo, se esperavas mais deste Sporting. Sabemos da exigência de ter jogos tão seguidos e a meio da semana, mas esperavas mais da equipa do Rui Borges?
Começando pela arbitragem, pra já, tive o cuidado de ir ver também os outros ex-árbitros a falar e, portanto, não há nada.
Todos em sintonia.
Não, pelo contrário, há unanimidade em relação a esses lances.
Ok.
O único lance em que todos são unânimes é o minuto 70, porque realmente uma das atuantes quando um jogador cai e apoia a mão no chão para apoiar a sua queda, e se leva com a bola, é uma das atuantes, das cinco atuantes, para não ser penalizado com pontapé de pênalti. E esse é o caso do Maxi, que realmente ao ir ao chão e ao projetar o seu braço direito pro chão, acaba por levar com a bola depois do remate do Jovane. Esse é o único em que eu me sinto que ninguém dá pênalti. Depois as dúvidas estão. Dúvidas, não é no sentido que tem opiniões diferentes. Eu premiar dois pênaltis. O minuto 19, considero que aquela carga do Frasner no Soyca é suficiente não só para tirar o jogador do Da jogada e é pontapé de penalty. Depois o outro lance, também mais discutível, que é aquele lance ao minuto 50, que o Dueste ко com a perna direita e apresenta sola quando o Suárez acaba por fazer aquele remate e levar com os pitons. Para mim, são dois penalties de televisão, nem toda a gente está de acordo, mas isso faz parte também do futebol. Relativamente ao jogo, também está aqui tudo dito, foi uma exibição menos inspirada de um Sporting. Normalmente os treinadores dizem, e faz sentido: "Nós pensamos neste jogo, precisamos pensar mais além do Arsenal ou do Benfica" e neste caso, dentro da própria competição do Benfica, o que adianta pensar no Benfica, neste caso o Sporting, se perdemos ou não ganhamos ao Estrela da Amadora. Mas na prática pensou, porque em condições normais, o Gonçalo Inácio e o Diomande seriam os centrais. Estão os dois a bica, claro que o Gonçalo Inácio para poupar, por causa da gestão física, está muito carga, não é nada disso. Peço imensa desculpa, mas quando tens dois jogadores com quatro cartões amarelos e os metes, um nem sequer vai ao banco e o outro vai ao banco e entra nos minutos finais, é claramente a pensar em não levar o quinto cartão amarelo, porque é pensar no jogo com o Benfica, claramente, tudo o que seja dito noutro sentido não é real. Acho que há mérito do Estrela da Amadora, e o Estrela da Amadora tem um campeonato muito difícil, com jogos muito difíceis agora até o fim, e vai ter aqui uma luta também pela sua sobrevivência, mas é um jogo em que o Sporting tendo mais posse de bola, e até mais pontapés cantos, 13-4 e 67% de posse de bola, depois naquilo que é os remates houve equilíbrio, 10-9, e até na questão dos remates enquadrados, as contas às vezes não são bem iguais para todos, mas dá três remates enquadrados para o Estrela e dois para o Sporting. Langa, no meu ponto de vista, a destacar-se na equipa do Estrela, o Bruno Langa e o Geni, que dentro daquilo que foi uma exibição muito cinzenta do Sporting, parece-me ter sido o jogador mais esclarecido. O regresso do Pinda também são boas notícias para o Sporting e o Bragança, que vai aparecendo em momentos cruciais e vai resolvendo.
O Estrela, que fazias aqui questão de dar conta do calendário, segue Suaroca, depois recebe o Porto, joga com o Murirense, tem ainda o Famalicão e o Braga. Portanto, não é um calendário realmente fácil para a equipa dos tricolores. Ainda ontem, o AFS empatou um com o Vitória Sport Clube, o Santa Clara perdeu 2-0 com o Rio Ave, que praticamente garante e arruma aqui quase a questão da manutenção, fica mais seguro no décimo lugar do campeonato. O Sporting soma 71 pontos e pressiona o Futebol Clube do Porto, que joga hoje na Amoreira. Jogo com relato e análise aqui na Rádio Observador a partir das 20h30. Luís Pinto Coelho, um campo sempre difícil, a Amoreira. O Porto vem de dois empates consecutivos, ainda que um para o campeonato e um para Liga Europa. Um deles relançou a luta pelo título. O Porto vai dar hoje a resposta que tu e todos os adeptos querem em campo?
Eu acredito que sim. Eu diria mesmo que é o jogo fundamental agora nesta fase para o Porto. Eu arrisco dizer se o Porto hoje ganhar na Amoreira é campeão, porque depois tem um calendário relativamente acessível e o Sporting até me parece ter um calendário obviamente mais difícil, logo à partida, porque joga com o Benfica, mas ainda recebe o Gil Vicente, recebe o Vitória, tem alguns jogos um pouco mais complicados. E o Porto depois tem Tondela, tem Aves, tem equipas que estão lá embaixo e praticamente já com a descida encaminhada. Acho que sim, acho que o Porto hoje tem que dar tudo. Acho que a equipa vai apresentar-se fresca, porque houve jogadores que não jogaram com o Nottingham, que hoje vão ser titulares, e isso é importante para entrar forte, entrar com intensidade. O Pietro Zezchi vai ser titular, certamente. O Rodrigo Mora, acredito que também. O Kiviore também não jogou com o Nottingham, o próprio Varela e Falão não tiveram muitos minutos. Por isso eu acho que a equipa vai se apresentar fresca. Obviamente com o Estoril, é uma equipa um bocadinho de oito a 80. Num bom dia, é uma equipa que cria muitos problemas. Eu lembro-me, principalmente, foi na primeira parte. Na segunda parte, o Porto controlou e dominou completamente o jogo, mas na primeira parte, no Dragão, foi muito difícil e o Estoril criou muitos problemas ao Porto e tem jogadores individualmente que em dia sim, são muito perigosos. Por isso, concentração máxima, foco total no jogo e entrar com tudo para tentar resolver o mais rápido possível.
Sim, e João Pinto, Farioli pediu à equipa para entrar com o espírito certo neste jogo frente aos Canarinhos, que é como quem diz: "Marquem, rebolem, façam o que tiverem de fazer e não me deem dores de cabeça".
É isso mesmo. O Porto vem de dois empates a um, os dois empates em casa e, portanto, está ali qualquer coisa emperrada, especialmente do processo ofensivo. Há ali qualquer coisa com o Mofi, falta alguma química, também tem rodado muitos jogadores, porque há muitos jogos. Isso também tira ali algumas rotinas e obviamente o Porto não joga da mesma maneira. Hoje, recuperando a melhor equipa, entrando, mesmo com a ventania que está, e especialmente naquele campo, pode ser uma noite difícil para o Futebol Clube do Porto, se o Estoril estiver nessas tais noites de inspiração, porque já temos visto do melhor e do pior deste Estoril. E portanto, é um Porto em primeiro, o Estoril é uma equipa à bancada no sétimo lugar, e quando eu digo à bancada, não sei se vocês repararam, era para fazer um trocadilho com a bancada, porque havia aquela coisa da bancada do Porto, mas vamos deixar. Mas é realmente o último jogo difícil do Futebol Clube do Porto, especialmente a nível de calendário, e é também o jogo que se o Futebol Clube do Porto tiver o azar de o perder, o Sporting tem a passadeira estendida para o tri. Portanto, concordo com o Luís, é a última subida, é o último prémio da montanha para o Porto antes dos aliados.
Pedro Henriques, passadeira estendida ou não, vamos ter um jogo, com certeza, muito combativo, até porque o Estoril foi uma destas equipas que se bateu muito bem no Dragão, frente ao Futebol Clube do Porto. Que jogo é que vamos ter na Amoreira? E claro, as tuas apostas para o 11.
Vamos ter um jogo que, e concordo claramente com o que foi dito por parte do Luís, que se calhar agora passou a ser, entre aspas, o jogo do título. Ou seja, eu diria que se o Porto ganhar E se calhar até se empatar, porque o Porto ainda se pode dar a esse luxo. Perdão, até porque o Porto ainda tem um jogo em atraso, que é com o Tondela, não se sabe o que vai acontecer, mas ainda se pode dar esse luxo de empatar um jogo. Se é que se pode dizer assim. E portanto, nessa perspectiva, eu acho que este passou mesmo a ser o jogo do título para o Futebol Clube do Porto.
Já estamos a ouvir isto para quantas semanas? Duas, três, não é?
Não, mas repare, estávamos, porque o Porto, entretanto, não foi de vento em popa. Nós quando o Porto ganhou em Braga, dissemos: "A passeira estendida". Ninguém iria pensar que o Porto iria tropeçar, sobretudo no jogo com o Famalicão. Se o Porto neste momento tem cumprido aquilo que seria o normal, ter ganho ao Famalicão, num plano teórico, não estaríamos a falar desta maneira e estaríamos a dizer que o Porto iria dar sequência àquilo que era o mais provável título. Como o Porto tem vindo a perder um bocadinho de gás e um bocadinho de pontos, estamos aqui com algumas dúvidas e o Estoril de todos estes adversários, ainda por cima jogando em casa e a situação do vento que pode vir a ser determinante, porque é um campo também onde isso se ressente muito, e isto obviamente que é para as duas equipas, mas neste caso para o Futebol Clube do Porto, que cria as melhores condições, o melhor relvado, vento zero, se é que se pode dizer assim, para poder explanar aquilo que em teoria é um Porto superior ao Estoril. Agora o Estoril tem dado boa conta de si, tem um bom treinador, não é uma equipa muito regular, é capaz do melhor e depois de vez em quando ter resultados e jogos que não correm assim tão bem, mas contra os grandes, normalmente, por razões óbvias, porque é normal as equipas, os próprios jogadores querem se mostrar. Vai ser um jogo difícil, garantidamente.
Temos de avançar, Pedro.
O Porto torná-lo um bocadinho mais fácil. Dio Costa, Alberto Costa, Bendeck, Orie, Zaidu, Varela, Froio, Gabri Veiga, Pepe, Mofi, Petruzewski.
Muito bem. A emissão especial de desporto para acompanhar este Estoril-Porto arranca depois do jornal das 8 aqui na Rádio Observador. O Gabriel Alves junta-se para os comentários, assim como o Luís Pinto Coelho e também o Pedro Henriques para analisar todos os lances de arbitragem. E antes deste Futebol Clube do Porto, há Benfica-Nacional, na Luz, às 18h. João Pinto, a tua cabeça deve estar a fazer contas. Se o Futebol Clube do Porto perder hoje é bom, se o Benfica ganhar hoje e no próximo fim de semana o Sporting, é a cereja no topo do bolo. Estás confiante e ainda não atiraste a toalha ao chão, como disse o Mourinho na conferência de imprensa.
Pronto, eu tenho muita compaixão para com todos os outros meus consócios que ainda acreditam, mas eu já não. E portanto, acho que é um Benfica da continuidade daquilo que tem sido este ano. Acho que o Benfica hoje em casa é claramente favorito. Vamos ver se o Mourinho penaliza aqueles que entraram sem fome no último jogo e mete a jogar outros. Mas é realmente um jogo de preparação para o jogo em Alvalade. O Benfica vai jogar ao campo do Sporting com uma desvantagem grande a nível pontual. Vai hoje entrar em campo com o estádio cheio, portanto tem a responsabilidade de jogar e jogar bem, mas sem fazer grandes contas de cabeça e começando já a olhar para aquilo que se calhar é a próxima temporada e quem é que fica e quem é que vai. Eu gosto muito do José Mourinho, gostei muito das conferências de imprensa dele, estou cada vez mais fã, mas acho que este campeonato já era.
Luís Pinto Coelho, aqui a questão do Nacional, falamos de uma equipa aflita, mas que vem até moralizada de uma vitória frente ao Estrela, adversário do Sporting, mas é uma equipa que não precisa de criar muito perigo e sobretudo é uma equipa confortável em jogos longos. No fundo, a explorar o tempo útil de jogo. Antecipas essas dificuldades, dado que o Benfica tem tido essas dificuldades com equipas alegadamente de bloco mais baixo e que não arriscam tanto. Aliás, temos essa questão com o Casa Pia na última partida.
Sim, há uma coisa que tenho quase a certeza que vai acontecer, que é o Nacional organizado e o Benfica não vai ter grandes facilidades, porque o Nacional, mesmo não tendo grande qualidade individual, é uma equipa coletivamente organizada, estável, não é aquelas equipas de oito ou 80. É uma equipa sempre difícil de bater e até contra os grandes tem provado isso. Por isso, acredito que o Benfica tem que jogar com alguma velocidade na circulação de bola para criar problemas ao Nacional, porque se jogar de forma lenta e previsível, vai ter problemas. Agora, concordo com o João Pinto, acho que é um bocadinho esta fase também para alguns jogadores mostrarem que contam para Mourinho para a próxima época e acho que tem que dar ao pedal para convencerem o treinador a ficar na próxima época. E a forma como o Benfica vai terminar a época eu acho que pode ser fundamental, porque imaginemos que o Benfica ganha hoje e vai ganhar a Alvalade para a semana. É completamente diferente ficar ali encostado ao Sporting do que ir perder a Alvalade e perder mais pontos até o final da época. E eu acho que se o Benfica ganhar hoje, tem possibilidades de fazer qualquer coisa em Alvalade, porque o jogo na quarta-feira em Londres para o Sporting vai deixar mossa em termos físicos. O Benfica vai ter uma semana limpa, por isso eu acho que fisicamente isso pode deixar alguma mossa para o Sporting, mas para isso o Benfica tem que ganhar o jogo hoje, obviamente.
Pedro Henriques, muito rapidamente, face às críticas de Mourinho, à falta de fome, vamos ter alterações no 11?
Sim, o Benfica pode fazer alterações, mas tem que colocar os melhores jogadores para jogar. E ainda por cima tivemos o Órsans e o Leandro Barreiro que já estão recuperados da lesão e voltaram aos convocados. E o Amar Dedic também tem lugar garantido na equipe, no meu ponto de vista, até pelos elogios que recebe. E, portanto, eu diria que é um turbinho Dedic, António Silva, Tamenda, Dal, Rios Barreiro para este ano, Sudakov, Shell, Drop e Pavlínias. Mas pronto, vamos ver. Eu estou por dentro dos treinos e das implicações que o discurso do Mourinho teve em relação ao ambiente criado no balneário e aquilo que possam ser jogadores que o Mourinho neste momento já esteja a colocar de lado ou não.
Mas queres avançar com o 11?
É isso que eu disse, Turbine. Se calhar não ouviste. Turbine tem dito António Silva, também Dídalo, Rios, Barreiro, Prestes, Sudakov, Sheldruk e Pavlinis.
Estava desconcentrado.
Pediste-me rapidez.
Falaste muito rápido, eu estava aqui desconcentrado, estava a ver ainda os jogos que podíamos acompanhar hoje na Primeira Liga: o Alverca-Casa Pia às 15h30 e o Braga-Arouca às 18h00. Destaque também, até porque hoje na Premier League há um grande jogo para acompanhar, o Chelsea e Manchester City, que pode ser importante para as contas do título, depois do Arsenal ter perdido ontem em casa por 2-1 frente ao Bournemouth. O Arsenal, que joga meio da semana com o Sporting, está a viver uma fase em que nem sei classificar, porque o City tem dois jogos, neste momento, em atraso face ao Arsenal, e há esse jogo na próxima jornada entre City e Arsenal. No meio, há o Sporting. Portanto, está tudo em aberto na Premier League.
O melhor jogo é o Nottingham-Aston Villa, que é para estudar os adversários. Esse é que é o melhor jogo.
Luís, vamos às tuas notas.
Eu sou um grande fã de ciclismo e hoje, para todos os fãs de ciclismo, não percam, já está em andamento, já está a ser transmitido na Eurosport, o Paris-Roubaix, que é um espetáculo brutal de ciclismo. Por isso, um 20 para o Paris-Roubaix. Já me está a doer as pernas só de ver estes quilómetros iniciais, mas para quem gosta de ciclismo, não pode perder hoje a emissão da Eurosport.
Senta-te, Luís. João Pinto.
Um 20 para a capacidade de comunicação não verbal do capitão do Sporting. Extraordinário, na maneira como já comunica em braile. Aquilo está a correr bem. Nota 6 para o Arsenal. Realmente, este fim de ano não está fácil e o Sporting tem mesmo uma equipa fragilizada como adversário na Liga dos Campeões. Ainda para mais com o deslize do Barcelona, uma meia-final com o Atlético de Madrid é mesmo uma possibilidade de chegar ao caneco. E o Bayern de Munique, nota 19. Que máquina de equipa.
Que máquina de fazer golos.
Uma coisa extraordinária. Aquilo roça a batota.
Pedro Henriques.
Vou para o basquetebol. Por dias, foi tanto festejado ao jogo 186 na NBA, o nosso português, o Keita, acabou por fazer o primeiro triplo e aquilo foi altamente festejado. Estamos ao mais alto nível do que é o basquetebol. Por dias, uma nota de 18, continua a brilhar e a espalhar magia em português numa competição tão extraordinária como é a NBA.
Notas positivas nesta edição de "O Campeão". É que amanhã está de regresso. A não esquecer que durante esta tarde-noite há emissões especiais de desporto, a começar com o Benfica-Nacional, a partir das 17h35. Logo depois, há o Futebol Clube do Porto, que joga no terreno do Estoril, na Amoreira. Um jogo que pode ser decisivo para as contas do campeonato, logo depois das 20h30. E "O Campeão" regressa amanhã, depois da 01h10, no horário habitual.