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Esta semana no Isto Não Passa na Rádio, o tema é: Canções para as Sombras de Duarte Lima. O inconfundível Tom Waits, abertura do Isto Não Passa na Rádio para Canções para as Sombras de Duarte Lima. É o novo podcast Plus do Observador, em semana de início de julgamento de Duarte Lima em Portugal. Tentamos sonorizar este novo podcast Plus da Rádio Observador, que tem narração do João Reis, banda sonora de Filipe Raposo, guião e entrevistas do Carlos Diogo Santos e sonoplastia do Artur Costa. Vamos tentar escolher aqui canções para esta história misteriosa que envolve um homem influente em Portugal e uma mulher assassinada no Brasil. Olá, Tiago, bem-vindo.
Olá, Nelson. As pessoas quase que diziam que ia estar sozinho hoje.
Não. As pessoas não temem isso, senão já teriam desligado.
As pessoas.
Tom Waits, "Low Side of the Road". Há uma estrada nesta história deste podcast, não é?
Eu fiz um exercício muito plástico para este programa. Este podcast e esta história real, não sei se podemos dizer true crime, acho que podemos.
Acho que sim.
É crime e é true. Portanto, é muito propício a uma banda sonora ao gênero Tom Waits, como acabamos de ouvir. Esta canção, "Low Side of the Road", 99, é uma derivação das influências blues de Tom Waits e é uma canção sobre nada em particular e sobre qualquer caída em desgraça, no geral. Portanto, é a banda sonora para o inferno na Terra, para uma desgraceira. E, ao mesmo tempo, manda aquela vibração de: há qualquer coisa de estranha a acontecer. Meio fantasmagórica, uma coisa do mal. E este podcast tem seis episódios e o primeiro chama-se: Um Corpo na Berma da Estrada. Vai daí, eu fui logo parar à berma da estrada do Tom Waits, que em tendo que escolher uma berma da estrada, se me dissessem: "Agora tens que escolher uma berma da estrada", eu escolhia esta. Além disso, é o título duma biografia do Tom Waits, escrita pelo jornalista Barney Hoskyns, que é muito recomendável.
Muito bem. É engraçado porque eu fiz um exercício muito semelhante ao teu numa escolha, que vou se calhar deixar para a segunda parte, e que também tem uma estrada e que também tem este ambiente meio americano, fantasmagórico, de um interior muito profundo, desconhecido e assustador. Olha, mas para já fiz também um outro exercício, viajei a Saquarema. Centrei-me aqui um bocadinho nesta terra brasileira, a alguns quilómetros do Rio de Janeiro, onde Rosalina Ribeiro acabou por aparecer morta.
O Brasil tem os melhores nomes de localidades.
Tem. E Saquarema. Depois fui procurar artistas famosos que sejam de Saquarema. O vocalista dos Templo do Rock é de Saquarema.
Famosos.
Também li que Ney Matogrosso tem uma grande propriedade em Saquarema.
Aquilo é bonito, eu estive a ver umas fotos.
E descobri depois um festival que aconteceu em 1976, creio que se chamava Som, Sol e Surf, 1976.
Há 50 anos, portanto.
Imagina. Na praia de Itaúna, creio que é assim. Itaúna, tem acento no U.
Estás a ver?
Precisamente em Saquarema. E este senhor estava no alinhamento desse festival. Já vos conto mais também quem é que tocou por lá.
Prefiro ser essa metamorfose ambulante. Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes. Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Sobre o que é o amor, sobre que eu nem sei quem sou. Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou. Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor. Lhe tenho amor, lhe tenho horror, lhe faço amor, eu sou um ator. É chato chegar a um objetivo num instante. Eu quero viver nessa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Sobre o que é o amor, sobre que eu nem sei quem sou. Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou. Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor. Lhe tenho amor, lhe tenho horror, lhe faço amor, eu sou um ator. Não podes dizer aquilo tudo que eu lhe disse antes. Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
É um clássico do rock brasileiro, do rock psicodélico.
Este homem foi a todas.
Foi a todas. Raul Seixas estava nesse festival de 1976 em Saquarema. Estava a ver o cartaz, bem interessante, com Rita Lee também, e outros grandes nomes da música brasileira. De resto, o festival, conhecido como o Woodstock brasileiro, foi organizado pelo Nelson Motta. É familiar de Ed Motta, imagino. E malta do surf e do rock em 76 reuniu-se nesta terra, que é também central na história do novo podcast Plus do Observador. Vamos pra onde agora, Tiago? Depois de Raul Seixas e esta metamorfose ambulante.
Eu tinha aqui-
Dá jeito alguém que está a tentar passar incólume. Vai se transformando enquanto vai andando e assim escapa, se calhar, aos seus passados.
Os títulos destes episódios são muito sugestivos. E o episódio três chama-se "As 45 Horas Antes do Crime".
Ok.
E eu pensei: e que tal Sérgio Godinho? Sérgio Godinho tem uma canção chamada "As Horas Extraordinárias". Não dirias que, à partida, é uma canção-
É uma associação
...ilustrativa de uma história de true crime, etc. Porém, é uma ótima desculpa para ouvires uma canção que provavelmente não ouves há muito tempo.
É verdade.
E só por isso vale a pena.
Obrigado por isso.
Ora essa.
Foi a saudade do teu braço e o olhar que já da luz me dói. Trabalhei sem dar pro cansaço, horas extraordinárias foi. Um dia que passou num furacão e um furacão que se chamai "nou só". Quando à parte o amor, eu me vi só. Atirando a moeda ao ar. Diz-me que cara ou coroa eu vou ganhar. Diz-me quanto eu fiz bem em apostar. E que bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias. E assim que volto ao meu lugar, reencontro com dor e prazer
O coração que fiz falar à máquina de escrever a ver. Ela dá corda à máquina de amar. E um coração a se amainar só quando à parte o amor. Eu me vi só, atirando a moeda ao ar. Diz-me que cara ou coroa eu vou ganhar. Diz-me quanto eu fiz bem em me apostar. E que bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias. Foi a saudade do teu braço e o olhar que já da luz me dói. Trabalhei sem dar pro cansaço, horas extraordinárias foi. Um dia que passou num furacão. E um furacão que se amainou só quando à parte o amor. Eu me vi só, atirando a moeda ao ar. Diz-me que cara ou coroa eu vou ganhar. Diz-me quanto eu fiz bem em me apostar. E que bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.
Sérgio Godinho, escolha do Tiago Pereira para a edição desta semana do Isto Não Passa na Rádio. Canções para As Sombras, de Duarte Lima, o novo podcast Plus do Observador. Vou fechar com o regresso àquele ambiente que trouxeste no início do programa do Tom Waits e este mais declaradamente de true crime, porque já passei esta canção num outro programa em que acho que também falamos de crimes ou coisas americanas, não me recordo qual foi o tema. Estou a falar de Handsome Family com "Far From Any Road". Voltamos às estradas, de resto, para a música que fez também genérico da série "True Detective", primeira temporada, 2014.
Por acaso é um ambiente, sobretudo da primeira, que eu associo muito a esta questão Rosalina.
Obviamente. Com Matthew McConaughey.
Que é exatamente-
Woody Harrelson. Eles são irmãos ou não? Há uma coisa pela internet que eles podem ser irmãos. Fizeram até uma série ou um filme.
Sim.
Gozando com isso.
É brincadeira, é reinação. Eles são muito reinadios.
Muito bem, "Far From Any Road". Já regressamos com mais canções ao Isto Não Passa na Rádio desta semana. "Canções para as Sombras", de Duarte Lima, é o tema do "Isto Não Passa na Rádio" esta semana. Eu sou o Nelson Ferreira, está por cá o Tiago Pereira. Continuamos nestes ambientes de true crime, histórias de mistério, homicídios, corpos à beira da estrada, o Brasil mais interior e muito dinheiro. Também há muito dinheiro aqui à mistura, não é?
Pois é, e com dinheiro, o que é que vem? Não vem grande responsabilidade, como dizia o outro. Vem poder. E há um episódio.
É sério?
Sim. Deixa de estar aí.
Desculpe.
E há um episódio neste podcast plus que se chama "Um Homem Muito Poderoso". O que é que sucede? Eu lembrei-me que há uns anos saiu um álbum do Kanye West, que é um tipo que hoje em dia tem uma má reputação. E a canção chamava-se "Power". Foi um relativo sucesso, acho eu, ainda hoje é reconhecido pelos seus méritos. Atenção, Kanye West, grande músico, produtor, etc.
Chalupou ali numa fase qualquer.
Tem umas questões. Esta canção eu acho que é sobre ele próprio, que é ele a dizer que é absolutamente extraordinário. E ele diz frases como: "Todo super-herói precisa de uma boa canção". Ele está a assumir tudo ali. Está tudo ali e a própria cantiga, todo aquele ambiente, é mesmo de alguém que não tem dúvidas nenhumas. Nasceu com um propósito e nunca vai ser menorizado, ou inferiorizado, ou pisado, vai sair sempre vencedor.
Kanye West, "Power". Tiago Pereira a escolher aqui.
O maior? Será?
O Tiago Pereira, sim, sem dúvida. O Kanye West tem uma fase incrível na música.
Pois, sim, senhor.
E olha que este espetáculo-
Até tem várias fases, na verdade.
Tem, e estes espetáculos são impactantes. Tenho visto imagens, passou em Portugal.
Diz quem viu que sim, senhor.
Sim, senhor, aquilo é algo a ser visto.
Alta cena.
Alta cena, muito cénico. Daqui a pouco vamos ter mais hip-hop no "Isto Não Passa na Rádio" para sonorizar, de alguma forma, esta história de Duarte Lima e Rosalina Ribeiro. Mas eu lembrei-me que Rosalina Ribeiro, pelo que percebi na internet online, é natural de Vieira de Leiria. De resto, como a família Tomé Feitosa. De resto, ela tinha um conflito com a filha do milionário. Questões de dinheiro, mais uma vez.
Claro.
E lembrei-me que, também pelo que percebi na internet online, não tendo nascido em Leiria, cresceu em Leiria, Afonso Rodrigues, de várias bandas, Keep Razor Sharp, Sean Riley and the Slowriders. E lembrei-me também que o Afonso Rodrigues lançou uma canção há dias, chama-se "Vem-me Salvar". E eu acho que o Afonso Rodrigues também tem um ar de quem gosta do Delta e de histórias destas. E esta "Vem-me Salvar" pode até ter uma letra que encaixa aqui e ali nesta história. Kanye West, "Power".
Na aldeia de norte, sem autoridade, só falo a verdade. Vidas trocadas por comodidade, sei que aqui quem manda é só o varão. Somos todos culpados, todos culpados. Fomos todos a jogo automedicados. Tudo roubar, tudo matar. Vi o sofrer, a mãe a chorar. Tu fizeste, tu vais pagar. Ya ya, vem me salvar. Ya ya, vem me salvar. Ya ya, vem me salvar. Eu pedi um desejo, eu pedi pelo mundo. Atirei a moeda, mas o poço não tem fundo. Eu pedi um desejo, eu pedi pelo mundo. Atirei a moeda, mas o poço não tem fundo. Fundo, fundo, vai fundo, fundo. Ya ya, vem me salvar. "Vem Me Salvar", single novo de Afonso Rodrigues. Parece que a IA vem nos salvar ou não? Nunca saberemos.
Quem sou eu para fazer essas... Mas apreciei esta cantiga.
É gira. Não podes fugir, para onde fugir, não podes fugir. A guita é quem manda.
Pois é.
Há aqui coisas que se podem tocar nesta história. Senão descubram mais em "As Sombras de Duarte Lima" e depois mandem um e-mail. E agora o Tiago Pereira tem Suspeitos do Costume, "Mind the Gap".
Vou continuar com a minha justificação para todas estas escolhas, baseada nos títulos dos episódios de "As Sombras de Duarte Lima", podcast que podem ouvir em observador.pt e nas plataformas habituais. É assim? Profissionalmente.
Estás bem. Não te quero interromper.
O episódio número dois chama-se "Só Vai Sobrar um Suspeito". Vai daí, "Mind the Gap" com Suspeitos do Costume.
Não somos inocentes, mas vamos deixar de ser dependentes de gentes que não se quiserem deixar ir para a frente. Subtilmente, como o Manuel, potentemente infiltrar-me, preparativos previamente. Obviamente, não fica nada cá dentro, de dentro para fora. Esvaziamos tudo, não pagamos e viemos embora. Outros estofados conosco, também vêm conosco. O espaço nosso tem tudo convosco. Serial estacionou a carrinha no armazém, enquanto eu vou ao escritório sacar a pasta todinha. Tudo nosso, nada vosso. Vou tirar isto da minha para poder meter a tua cabecinha. Paredes deitadas abaixo, 50 em caixa, Kalashnikov debaixo do braço. No colo, o serial saca as chaves do Porsche. Presto, contacto, arma bomba no copo. Esquadrinha-os atacam, são nossos, roubamos hoje. Do vosso, fugimos hoje, começamos hoje. Independência, arrancamos hoje. Construímos amanhã, mas para vos conhecermos o que valemos. Tira a segunda da rua, não a rua do guna. Amarramos patrões, cabeças na coluna. Este é o som, tão bom, excita a multidão. Como um furacão, ameaçamos a instituição. Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer. Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer. O consolo é grande, temos a noite toda. Espera, ouvi barulhos, segura aí na coluna. Vou ver. Deixa, não é nada. Alarme falso. Este ser um gato no telhado, deu um salto maior do que aquele que vamos dar quando acabar a operação. Bombear a transfusão, guardiar em ação, retirar a poção do caldeirão, abanar o incenso do castelo, tirar o tapete do chão. Cartas, agora, adivinha quem é que as dá. Parte a sobra, chega, estamos cá. Como quem cobra, completamos a nossa obra. Para a caveira possa mostrar toda a sua força. Imagina quem temos como aliados, nossos convidados. Adivinha quem mete nas superiores, todos os estádios. Todos os bares vêm engajados para ajudar. Afinal, é muito peso para carregar. Limpamos a culpa dos homens. Não há desculpas, são rons. Neste sistema que nos rouba sem estrondos. Dá-los, nós vamos. Pode ser que deixemos as palavras para lutarmos. Somos a matéria-prima deste meio, mas é sempre a mesma sina. Quem não suspeita, quem roca, quem rima, quem toca, quem penhora a sua vida por aquilo que adora. Tudo na carrinha, tudo fora. Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer. Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer. Estamos fartos de ver o que é nosso ser usado para proveito vosso. Estamos fartos de ver o que é nosso ser criticado pelo gosto vosso. Estamos fartos de ver o que é nosso julgado pelo conhecimento vosso. Estamos fartos de ver o que é nosso não chegar para dar vida ao nosso pulso. Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer. Destacamo-nos do resto Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer. Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer. Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer. Destacamo-nos do resto, com este nosso manifesto. Estamos neste meio, desde sempre sem receio. Dizemos o que queremos, fazemos o que temos de fazer. Verdadeiros até morrer.
Mind Da Gap, "Suspeitos do Costume", tema título do disco de 2002, creio, Tiago. De resto, estava aqui a reparar, os Mind Da Gap têm uma carreira espetacular, porque quase todos os discos têm grandes hits.
Palhas. Bangas.
Neste disco, a "Basamos ou Ficamos", a "Invicta", o "Socializar por Aí". Belas canções, belo disco.
Este é um belíssimo disco.
"Suspeitos do Costume", 2002, os Mind Da Gap. Tiago, vamos fechar o programa desta semana com uma coisa que se calhar não estás à espera. Claude Debussy.
Não.
Não estavas, pois não? Aliás, de Mind Da Gap para Claude Debussy, só mesmo no Isto Não Passa na Rádio.
É, pois é.
E as duas francesices. Há uma coisa no Duarte Lima que sempre me marcou há uns anos, numa reportagem de televisão. Mostraram a casa dele. Ele recebeu um jornalista em casa. Tinha um mega apartamento ali nas Avenidas Novas e ele tinha lá dentro um órgão daqueles de igreja, de tubos, porque ele tocava, adorava tocar piano, órgão. Ele era mais ecuménico, pelo que percebi, no seu gosto musical e principalmente por causa do órgão. Mas lembrei-me de uma pianada. Uma pianada que quase de certeza que Duarte Lima já ouviu ou já tocou, se calhar até tocava isto brilhantemente. Estou a falar de "Clair de Lune", muito famosa e reinterpretada muitas vezes ao longo dos anos. É talvez uma das obras mais conhecidas do Claude Debussy. Só que trouxe aqui uma interpretação da Maria João Pires, gravada ao vivo no Jardin Musical, em Bruxelas.
Eu tenho a ideia que mesmo que não fosse assim o nome, tu ias dizer em francês.
Só de propósito.
Le Parc Eduardo VII.
Fica ainda mais fixe. Maria João Pires ao vivo em Bruxelas, a interpretar "Clair de Lune". Queres mais uma completa perda de tempo?
Maria João Pires.
No dia em que Rosalina Ribeiro morreu, estava quarto minguante. Assim como este fim de semana.
Estás a levar isto outra vez para "Sr. Detective" e para a bruxaria.
Para a bruxaria. E como este fim de semana.
Eu não acredito em bruxaria.
Por isso aproveitem o minguante até o próximo dia 9 ou 10.
Sei lá eu.
Não sei, eu vi isto na internet, calma.
Aqui estás-me a falar do signo da Rosalina.
De "Clair de Lune", moonlight, e lembrei-me disso. Que lua estaria no dia em que Rosalina Ribeiro morreu? E fiz uma pesquisa e a internet respondeu.
Claro.
Bom, vamos desta para melhor.
Péssima frase para acabar este tema.
E regressamos hoje ou uma semana com mais canções, eu e o Tiago Pereira. Um abraço, Tiago. Até para a semana.
Até para a semana.