Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Em tempo de paragem do campeonato para os compromissos da seleção, os presidentes parecem estar a tomar o palco, ocupam até as capas dos três jornais desportivos de hoje. Frederico Varandas veio dar confiança a Rui Borges, André Villas-Boas e Rui Costa, ainda com os ecos desse clássico de domingo. E Jorge Jesus recebeu ontem o prêmio Prestígio na Gala Portugal Football Clubs. numa altura em que a seleção também já trabalha às suas ordens a preparar o jogo com o País de Gales. É na próxima quinta-feira em Alvalade, à emissão especial de desporto, Portugal tenta revalidar o título da Liga das Nações. Para comentar a atualidade desportiva, tenho hoje comigo Augusto Inácio, Gabriel Alves e o Pedro Henriques. Bem-vindos, campeões, muito boa tarde. Augusto Inácio, Frederico Varandas veio dar aqui um ar de confiança a Rui Borges, diz que nunca esteve em causa a sua substituição e que não mexe no treinador motivado por contestações. Era a palavra que se exigia de um presidente dando força a um treinador que, ao que parece, para esta direção, não é para substituir para já.

Boa tarde a todos. Diria que as palavras hoje têm esta força. Vamos ver quando começar o campeonato e depois dessa jornada, se vai ter outra força. Diria que o Rui Borges é culpado, porque é o treinador daquilo que se está a passar e dos pontos que o Sporting perdeu e da maneira como perdeu, mas não pode ser um homem que fique sozinho. Frederico Varandas, na minha opinião, como líder e como presidente da Sporting SAD e do Sporting, é realmente o grande culpado, porque quis cortar pela raiz aquilo que vinha sendo o Sporting, obtendo um plantel praticamente novo, com muitos jogadores importantes que saíram, e o Rui Borges teve que fazer uma equipa nova, dar rendimento e continuar a ganhar. Neste tipo de construção, há sempre altos e baixos, há sempre coisas que correm bem ou outras menos bem. É verdade que o Sporting entra em pânico cada vez que está a ganhar e deixou fugir seis pontos por isso mesmo. É verdade que os jogadores individualmente também não ajudam o treinador a consolidar essas vitórias, mas diria que Frederico Varandas, quando substituiu Ramon Amorim por João Pereira, também disse coisas maravilhosas e que era um treinador para o futuro, que ao fim de pouco tempo de estar no Sporting, iria para um clube grande europeu. Por isso, Varandas é isto. Se ele dissesse: "Rui Borges é nosso treinador até o final da época, aconteça o que acontecer". Isso era uma posição firme de um presidente que acredita no treinador. Dizendo que nunca esteve em causa, ok, vamos esperar pelo tempo, se realmente nunca esteve em causa ou não, porque já se sabe que de um momento pro outro no futebol muda tudo e as opiniões também ficam em xeque. Vamos ver o que vai acontecer no futuro.

Gabriel Alves, numa das declarações de Frederico Varandas, defendendo Rui Borges, não sei se poderemos ler uma outra declaração em que fala de três jogos com automutilações que não podem acontecer. Pareceu ter aqui um puxão de orelhas à equipa, ao plantel, e esta é a melhor estratégia de Varandas numa altura em que Rui Borges é contestado, também tentar divergir as atenções para outro tipo de erros que não os do treinador?

Boa tarde. Eu acho que todos têm que assumir a sua responsabilidade, naturalmente. O futebol hoje é empresarial. Quer a estrutura, quer a parte técnica, os jogadores, todos têm, cada um per si, assumir as suas responsabilidades naquilo que é o jogo. Agora, também há aqui um fator a ter sempre em atenção, independentemente dos erros cometidos, que as equipas menos poderosas também têm o seu trabalho e também têm o seu desenvolvimento dentro daquilo que é o quadro competitivo. É evidente que há determinado tipo de situações mais gravosas, que ficam pouco perceptíveis, dado o desenvolvimento daquilo que é o futebol no seu chamado mercado, mais a mais com o que se passou nos jogos em que o Sporting perdeu os tais seis pontos. Agora, é isso que de facto há que assumir as responsabilidades, saber quais são e acho que internamente tem que ser tudo muito bem refletido. Agora, aqui um fator, e estando de acordo com tudo o que disse o Augusto há pouco, há aqui duas notas. Não são os adeptos descontentes que mudam de treinador, porque então as equipes não são sempre ganhadoras. Não há equipes invencíveis em nenhum lado e há momentos melhores, há momentos piores. Há obviamente situações em que o assunto é de tal maneira gravoso que é necessário mesmo alterar o curso dos acontecimentos, mas agora por tu perderes ou empatares aqui ou ali e substituir, isso não tem hipótese. Não pode ser, porque mesmo noutras empresas ao nível de outros negócios, de outra dimensão, noutros vetores, noutros setores, há momentos melhores e momentos piores. A outra questão, também que olhando e pegando ainda nas palavras do Augusto, a questão que não faz sentido estar a despedir Rui Borges nesta altura, eu não sei é se o Sporting tem algum treinador capaz de poder vir substituir Rui Borges à altura. Porque fala-se em Sérgio Conceição, mas sabe-se que Sérgio Conceição é altamente Contestado dentro de Alvalade. Ou melhor, eu diria, há um bipartidarismo. Quase direi, há quem o queira e há quem não o queira. E quanto àquilo que também se fala no pano de fundo, Abel Ferreira. Mas Abel Ferreira parece que está bem no Palmeiras e sente-se seguro no Brasil.

Pedro Henriques, muito boa tarde. Bem-vindo também à edição de hoje de "O Campeão É". Tens opinião sobre esta estratégia de Frederico Varandas? Como o Augusto Inácio aqui apontava, ele, de facto, não tem uma palavra definitiva até ao final da época, mas segurou para já.

Sim, eu começo pelo fim, que é aquilo que disse agora o Gabriel. Tu também, se pensares que este treinador não é o caso, pelo menos foi aquilo que o Frederico Varandas deu a entender. Mas mesmo que pensasses que este não seria o treinador para o projeto ou para a ideia que tens, a questão que se coloca é: neste momento, que estamos a acabar o mês de setembro, quem é que tu vais buscar? E nós percebemos claramente que isso não é um passe de mágica. Aliás, foi o que aconteceu quando o Sporting, até de forma pensada e estruturada, quando perdeu forçadamente o Rúben Amorim, foi buscar o João Pereira e viu-se o resultado que isso deu. E, portanto, aí começando pelo fim. Depois é a questão do copo meio cheio, meio vazio.

Varandas até diz que Borges fez melhor que Jesus.

Pronto, e o presidente do Sporting tentou ir buscar tudo aquilo que é o positivo. Não sei quantos números de vitórias em Alvalade, mais pontos, a questão da Champions League, etc. Mas isso depende do ponto de vista. Também se pode ir buscar que não ganhou a nenhum dos rivais e não ganha. Que ok, teve só para a Taça de Portugal aquele jogo que depois não serviu de nada, porque acabou por perder de forma completamente desastrosa e vergonhosa uma final da Taça de Portugal, que era impensável perder-se nas circunstâncias que se perdeu. Se pensarmos que 17 vezes ou 18, já perdemos a conta, em que o Sporting está a ganhar e acaba por perder essa vantagem, eu acho que isso diz muito daquilo que do banco não vem, daquilo que do banco não se consegue transmitir, e não é só o técnico-tático, não é só a questão das substituições, é a questão da parte mental. E os zero títulos do ano passado, que eu acho que isso é complicado e de repente começa o campeonato e eu sei que ainda faltam muitas jornadas, já vimos muita coisa acontecer, mas neste momento estares atrás do Benfica e do Porto, isto olhando pela perspetiva do Sporting, estares a seis pontos do Futebol Clube do Porto e ainda nem sequer começaste a jogar contra os clubes grandes, eu acho que isso é sinónimo de preocupação e sobretudo do contexto. Claro que o Frederico Varandas, uma vez mais, é os autogolos, é a questão do Debast, que se autoexpulsou do jogo, etc. Não, é o Sporting que chega a um determinado momento e não consegue arranjar soluções para conseguir manter o resultado que entretanto conquistou e de forma aparentemente simples. E se isto é assim com equipas que teoricamente o Sporting é superior, como é que vai ser nestes jogos em que os tais pormenores que se falam muitas vezes nestes clássicos e nestes dérbis, têm a ver com a atitude, com a postura, e o que vem do Rui Borges é que não consegue ganhar nenhum. E não é só com os grandes, é quando vai para uma meia-final da Taça da Liga e é eliminado a acabar o jogo pelo Vitória Sporting Clube. Portanto, eu acho que isso é um motivo de preocupação. Agora, está definida uma ideia, visto por parte do Sporting: "Este é o nosso treinador, acreditamos no processo, temos uma equipa de média de 23 anos e, portanto, vamos ser fiéis a isso. Vamos ver o que é que acontece, qual é a linha de pensamento, quando daqui a três semanas o Sporting sair de Braga. Vamos ver."

Pedro Henriques, queria também só a tua opinião ou análise um pouco mais rápida aos ecos que ainda permanecem deste clássico. Também temos visto outras imagens ainda não tão conhecidas desse clássico, alguma confusão também nas bancadas. Podem daqui advir multas, interdição no Estádio do Dragão. Achas que este clássico ainda vai ter essas repercussões disciplinares nos próximos dias?

Em Portugal, mesmo que tenham, vem uma previdência cautelar qualquer e resolve o assunto. E este é que é o grande problema de fundo do futebol português. É que neste momento, faças o que fizeres, tenhas a atitude que tiveres, e eu estou a falar em termos gerais, não estou a falar de nada de específico, tu sabes que há um advogado qualquer que faz parte da tua estrutura e que vai resolver teu problema e que os castigos, além de serem pouco pesados ou leves, são castigos que depois consegues evitar e impedir que depois vão para frente. O que eu quero dizer com isto é que, se calhar, até vai haver abertura de processos, se calhar até depois vai sair ali umas penalizações, mas há de ser tudo muito ligeirinho e por muito levezinho. E as pessoas têm que perceber de uma vez por todas que quando ontem se perguntou na gala aos presidentes, ou pelo menos a dois ex-presidentes, porque um não estava presente.

Rui Costa não foi.

Exatamente, Rui Costa não foi. Todos dizem que os outros é que são maus, nós é que somos bons. Todos dizem que nós é que estamos a tentar fazer alguma coisa de positivo pelo futebol, os outros é que não quiseram. E vamos para estas galas, por exemplo, e mantém-se exatamente o mesmo tom bélico nas palavras dos seus responsáveis. E, portanto, se estão nas palavras dos responsáveis esse tom bélico, como é que nós queremos que o roupeiro, o adepto, o jogador tenham calma, tranquilidade e levem para lá todo o espírito de fair play? É a tal cultura desportiva, ou melhor, a falta de cultura desportiva. É tão simples quanto isso e o futebol português assim não vai a lado nenhum.

Jorge Jesus foi premiado nessa gala de ontem, Portugal Football Gloves, também a armada portuguesa do Paris Saint-Germain, o treinador do Torreense, a equipa do Futebol Clube do Porto, Augusto Inácio. Mas queria olhar contigo mais um bocadinho para o que serão estes dias de trabalho do novo selecionador nacional. O que é que faz Jorge Jesus nestes dias que antecedem essa estreia como selecionador? Que tipo de treino, de trabalho, de conversa e de trabalho físico e tático podem acontecer em tão poucos dias para preparar esse jogo de quinta-feira?

Pois, isso é um novo período Jorge Jesus, porque ele está habituado a estar todos os dias no treino, a esquematizar, a planear e a executar. E aqui na seleção vai ter, se calhar, só dois ou três dias.

Para ele também é uma novidade, não é?

É o que eu estou a dizer, para ele é uma novidade. Para ele é uma novidade esta situação nova que está a viver na Seleção Nacional

Mas ele diz que acredita e eu acho que sim, que acredita e tem todas as condições para acreditar, de passar as ideias aos jogadores.

Até porque escolheu muitos que já trabalharam com ele.

Treze jogadores já trabalharam com ele, segundo o que ele disse na convocatória. Diria que vai haver muito vídeo, vai haver muita conversa coletiva e individualmente. Eu acho que a base da seleção nacional vai ser a base daqueles 13 jogadores que o conhecem melhor, porque sabem as ideias dele, sabem como é que ele quer jogar. Mas claramente que aquele prêmio que ele recebeu ontem, que eu estive presente, é realmente um prêmio que vem atrasado, porque o Jorge Jesus já merecia aquele prêmio já há muito tempo por tudo o que fez na sua carreira pelo futebol português. E ontem, ao receber aquele prêmio, é nada mais que um estímulo para que realmente ele possa entrar bem neste jogo com o País de Gales em Alvalade na próxima quinta-feira e que possa realmente ter motivado, já ele está, mas que possa dar-lhe outra força, para que realmente as coisas possam correr bem. Por isso, cabe aos jogadores agora também tentar fazer com que aquilo que o Jorge Jesus quer, mas deixa-me dizer que há jogadores com quem ele não trabalhou, tem uma ideia do jogo dele, mas, por exemplo, vou dar só este exemplo, Rafael Leão é um jogador muito contestado na Turquia. Às vezes, sinceramente, não entendo, não compreendo como é que um jogador passa sempre ao lado do jogo, faz um gol, fica a viver desse gol durante muito tempo e é convocado para a seleção nacional. O Jorge Jesus diz que ele não é extremo, que é mais um avançado solto. Vamos ver se ele aparece como um jogador que promete, mas que não sai da promessa. Continua a dizer que ele está em grandes clubes, ganha muito dinheiro, é verdade, mas não passa ainda da promessa e acho que já não vai passar da promessa. É um jogador, como dizem lá na Turquia, que é um jogador preguiçoso. E sinceramente, eu também acho que sim. Acho que ele não dá tudo no campo e quando não dá tudo no campo é complicado.

Gabriel Alves, como é que vês este prêmio atribuído para Jorge Jesus? A avaliação aqui do Augusto Inácio era de que até deveria ter sido entregue mais cedo. Parece que surge aqui numa tônica de incentivo, de esperança, de expectativa. Há uns anos, também atribuíram o Prêmio Nobel da Paz a Barack Obama, logo no início do seu mandato como presidente dos Estados Unidos. Pode ter aqui uma conotação deste gênero, este prêmio ontem para Jorge Jesus.

Estou de acordo com o Augusto Inácio, porque o Jorge Jesus já fez muito pelo futebol em si, pelo futebol português em si. É um homem do futebol, é um homem que fala mais de futebol do que dos rodriginhos à volta do futebol. É um homem que incide mais naquilo que são as questões do futebol e eu gostei muito do discurso dele, da parte, pelo menos, que tive a oportunidade de escutar, de um homem que com muitos títulos, quer dentro, quer fora do país, com situações mesmo de alto calibre. A sua humildade, a forma como ele falou, nada de narizes no ar, nada de estatutos e a forma como ele puxou a família, focando algo que é muito importante, são as grandes derrotas. Aqueles que nós gostamos de ganhar, de vencer e não conseguimos, e a família ser extremamente importante. Gostei muito do Jorge Jesus.

Muito bem.

E direi mesmo, espero que ele na seleção e que os jogadores o percebam. Eu penso, tal como o Augusto disse, aqueles 13 são importantes, porque vão ser a base, que já sabem quem é Jorge Jesus. Portanto, sabe o que não quer Jorge Jesus, que é muito importante. E obviamente que os outros todos vão ter que se adaptar e vão ter que se integrar. E se não conseguirem perceber Jorge Jesus diretamente à primeira, têm que conversar com aqueles que já sabem quem é Jorge Jesus.

Gabriel Alves, fico contigo para conhecer o teu campeão desta terça.

O meu campeão, para já, uma nota de pesar pelo falecimento de Jorge Palma. Não posso deixar de dar essa nota de pesar a uma figura da cultura portuguesa, da canção, um homem extremamente interessante, um homem que cantava sendo repórter, fantástico. Era fantástico. Portanto, uma nota de pesar, sentimentos à família. Está aqui o que ele deixa em obra, 20. E quero também deixar para o discurso do Jorge Jesus, porque foi um discurso que eu, já aqui falei, eu acho que foi um belo discurso, também dou 20.

Pedro Henriques, se quiseres, 22 segundos para comentares esta gala e avançares para o teu campeão.

É que a minha nota tem a ver com a gala, porque independentemente das muitas críticas que se fazem às pessoas que normalmente estão nas estruturas, e é muito fácil estar de fora e criticar, e se o produtor estar de fora e não ser chamado, é sinal que se calhar os que lá estão são melhores que aqueles que estão cá de fora. E com todo o respeito, digo isto por todas as pessoas, eu acho que a homenagem que foi feita, pelo menos pelo prêmio prestígio ao Jorge Jesus e sobretudo pelo prêmio carreira, quer ao Rui Patrício, ao José Fonte, ao Adriano Silva e também ao João Matos, na área do futsal, eu acho que por si só já justificavam qualquer tipo de gala e qualquer tipo de prêmio que possa ser atribuído. Claro que depois houve muito mais, todos os campeões, todos os vencedores, as próprias meninas do sub-18 que venceram a Medallia de Ouro Mediterrâneo. Portanto, eu acho que esta gala, acima de tudo, vai premiar aqueles que estão no terreno e de forma bastante justa, porque acabam por ganhar ou por dignificarem uma determinada carreira. Portanto, muitos parabéns, uma vez mais, à organização, mas sobretudo àqueles que foram premiados, porque são justos, são aqueles que estão no terreno e aqueles que ganharam ou dignificaram uma carreira. Parabéns.

Augusto Inácio, teu campeão de hoje.

Estou como o Gabriel Alves também, dar os sentimentos à família do Jorge Palma, que desapareceu realmente um grande músico e eu não quero acrescentar mais palavras, porque o Gabriel Alves já disse tudo sobre o Jorge Palma. Em relação à nota, vou dar nota 20 para o SAMU. Aparece dois meses mais cedo do que o previsto, fruto de uma equipa muito grande, muito solidária, muito competente e com muita entrega, mas acima de tudo, e levar aqui cada vez mais o SAMU pela entrega que teve, ele ficou de férias para estar pronto o mais cedo possível. Recuperou dois meses antes. Já sei que nessas coisas, se ele tiver uma lesão, vão dizer que ele regressou cedo demais, mas aquilo que está a ser feito no Porto foi realmente com muita competência e com muita segurança. Por isso, nota 20 para o SAMU, pelo espírito de sacrifício dele e nota 17 para o Portimonense. Apresentou um novo projeto. Não sei se é um projeto do estádio, não sei se é para remodelar, se é um estádio novo, mas vai por fases. Depois ganhares a Taça de Portugal, depois ganhares o Lindstrom na Liga Europa. Teres este projeto do estádio, pois só falta ao Portimonense subir de divisão. Nota 17 para o Portimonense.

Augusto Inácio, Gabriel Alves e Pedro Henriques na edição de hoje de "E o Campeão É".