Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
E o Campeão é a edição especial com o rescaldo do jogo de ontem entre o Sporting e Benfica. A análise é do Augusto Inácio e do Pedro Henriques, que se juntam ao Bruno Vieira Amaral. Bom dia aos dois, bem-vindos.
Bom dia.
Bom dia.
Bom dia. Benfica e Sporting estiveram frente a frente no Estádio do Algarve na final da Supertaça. A vitória foi entregue ao Clube da Luz com gol de Plavic no início da segunda parte, aos 50 minutos. Augusto Inácio, o resultado final foi mérito do Benfica ou demérito do Sporting? Ou nem uma coisa nem outra?
Para um jogo da época, a doer ainda por cima, uma final da Supertaça, é evidente que há muitas lacunas das duas equipes. Há muito conhecimento ainda por apurar e há muitas rotinas também por fazer. Enfim, foi um jogo, eu diria, sinceramente, fraquinho. E fraquinho na primeira parte. O Sporting esteve ligeiramente superior em termos de jogo jogado, mas sem criar oportunidades de gol, assim como o Benfica também não teve nenhuma oportunidade de gol. Praticamente, houve um arremate enquadrado para a baliza do Benfica e um outro que foi mais um cruzamento do que outra coisa para a baliza do Sporting. E ficou-se por aí. Um jogo em que realmente o Benfica tem duas coisas que não sei como é que vai resolver. Ou seja, o Benfica não tem criatividade e não tem velocidade. O único jogador rápido que tem na frente é o Aertu Oglu. Tudo o resto, se não for através das dinâmicas e através das combinações, o Benfica não chega lá como não chegou. Claro que na segunda parte, logo aos cinco minutos, o Benfica faz 1 x 0.
Pois, porque logo ali outro ânimo à equipe.
Exatamente. E aí o Benfica ganha alguns, teve 15 minutos por cima do jogo, e o Rui Silva, conhecido muito mal batido no gol, faz uma grande defesa. E depois vem a reação do Sporting. É verdade que o Sporting não criou aquela grande oportunidade de gol porque não a teve. Esteve mais perto de rondar a baliza do Benfica, e o Benfica acaba por ganhar o jogo. Sinceramente, mesmo no início da época esperava muito mais das duas equipes.
Das duas, pois.
Como se costuma dizer, quem marcou, ganhou. E o Benfica acaba por ganhar. Mas os indicadores, sinceramente. O Benfica com um meio-campo novo, é verdade. Richard Rios parece-me um bom jogador, mas quer estar em todo lado.
Então está em lado nenhum.
Perde-se um bocadinho no jogo. Tem pouco sumo este jogo, muito pouco sumo, muita coisa por apurar. Podem dizer que o Benfica tem pouco tempo de férias, os seus jogadores, o Sporting tem um mês, está para curtir a melhor condição física. Isso é tudo verdade, mas os jogadores que estavam em campo esperava-se uma qualidade de jogo bem superior.
Bruno, o Benfica venceu, mas convenceu?
Não, não convenceu, mas também acho que não se esperava que convencesse nesta fase da época, nem isso seria o mais importante. O mais importante era mesmo vencer e dar alguns sinais animadores para o resto da época. E deu alguns, outros não tão animadores, mas houve sinais positivos. Não houve aqui uma sensação de que isto vai ser um desastre. Honestamente, não esperava que este jogo fosse um grande jogo, porque faltam claramente ainda mecanismos, rotinas nas duas equipes. Isso é um pouco mais estranho no Sporting.
Mas o Sporting não era favorito, não partiu favorito de alguma forma para este jogo.
Sim, porque o Sporting tem uma vantagem, nem vou falar do tempo de preparação. É basicamente a equipe que entrou em campo. Eu acho que ontem não entrou nenhum reforço no Sporting. O Benfica teve três reforços, ainda por cima dois deles numa zona bastante importante do meio-campo, mas o Sporting não apresentou reforço. Esperava-se que o Sporting já apresentasse outras rotinas trazidas da última época, mas Rui Borges agora quer apostar na sua tática, no seu sistema tático, tem todo o direito de o fazer, mas parece que a equipe, novamente, da mesma forma que aconteceu no ano passado, não está a responder da melhor maneira. Isso deixa preocupados os adeptos do Sporting com alguma razão, porque a questão, olhando para o que se passou ontem, é se o Sporting, com uma equipa que é essencialmente a mesma do ano passado, à exceção de Gyökeres, que faz muita diferença.
Já lá vamos.
Já vamos falar disso. Mas se o Sporting não consegue mostrar essas rotinas, essas dinâmicas, esse entrosamento, quando é que o conseguirá fazer? Essa é uma grande dúvida que fica a pairar, não só pelo resultado, porque o Sporting podia ter vencido também o jogo. Não houve assim um desequilíbrio tão grande.
É toda a dinâmica.
É a falta de dinâmica. No Benfica, percebe-se porque há ali elementos que estão claramente ainda fora dela.
Ainda se estão a entrosar.
Ainda estão um bocadinho fora. Percebe-se que têm qualidade, como o Richard Rios, parece-me que é um jogador de qualidade, mas ainda está fora da equipa, está ali um bocado à léste, depois teve alguns bons apontamentos, mas no caso do Sporting eu acho que é um pouco mais preocupante.
Pedro Henriques, bom dia.
Bom dia.
Para ti, quem foi superior? O Sporting até começou a marcar, só minuto cinco, mas o gol do Pedro Gonçalves foi anulado.
Eu tenho aqui cinco pontos telegráficos para falar do jogo, para complementar o que vocês disseram. Em primeiro lugar, o grande reforço do Benfica que ontem se viu, que foi a ausência do Gyökeres, e vai ser o grande reforço do Benfica e dos outros clubes, porque realmente a ausência do Gyökeres, o Sporting está claramente à frente do Gyökeres, e sempre que as coisas não correrem bem, vem à cabeça aquilo que era quando o Sporting não conseguia resolver, toma a bola em profundidade, o Gyökeres fazia qualquer coisa.
Pedro, desculpa interromper.
Força.
Mas viu-se muitas vezes os jogadores do Sporting à procura de Gyökeres.
Claro. E aquilo que aconteceu no lance com o Suárez, em que a bola é metida em profundidade e que ele tem aquele corredor todo para correr. No final da Taça de Portugal, o Gyökeres ganhou a bola, foi para dentro do dentário e o Renato Sanches fez-lhe o pênalti. E o que ele fez? Correu, perdeu espaço e tentou cruzar para um jogador que estava sozinho na área. E eu acho que isso vai se ver notar, porque eram essas as diferenças que às vezes faziam com que o Sporting, marcando um gol, muitas vezes moralizava e dava a volta ao jogo. Depois a questão do Rui Silva, que obviamente não fica isento de culpas, no bom sentido da palavra, no sentido que realmente podia ter feito mais no remate do Pávlović
Depois as vitórias morais do Rui Borges, que eu não consigo entender com os discursos que tem do pós-jogo. Parece que está tudo bem quando se perde, ainda por cima contra o rival. Não pode estar e tem que ter outro tipo de discurso. O discurso é sempre igual, ganhe, perca ou empate, e acho que isso não faz sentido. E isso vai ser um problema para o Rui Borges no futuro, no meu ponto de vista. E depois, há um aspecto que eu acho que se sai daqui, é que esta vitória para o Benfica, além do título que lhe dá diretamente e perante o rival, depois do que tinha acontecido na Taça de Portugal, dá-lhe um boost moral para já o duplo confronto com o Nice, que é extremamente importante. E nós sabemos que mesmo quando as pernas ainda não estão bem, quando fisicamente não estás bem, se a parte moral, psicológica e emocional está bem, isso às vezes é meio caminho andado para fazer o resto. E esta vitória tem esse condão positivo para um jogo extremamente difícil perante um adversário que é extremamente difícil, como é o caso do Nice.
Inácio, este jogo de ontem faz antever alguma coisa sobre a próxima época do Sporting? A saída do Gyökeres, que o Pedro falava, vai ser sempre a desculpa para qualquer desaire?
Não, desculpa não vai haver, porque o futebol português é assim mesmo. Tanto os grandes como os mais pequenos e os médios clubes têm que vender jogadores e o Sporting sabia que ia perder o Gyökeres e vamos ver se não vai perder mais nenhum até ao final do fecho de mercado de transferências, no dia 2 de setembro. Já se fala do Yorum, também pode sair, vamos ver. Agora, claramente que o jogo estava sempre direcionado para o Gyökeres. É verdade que o Sporting cada vez não tinha solução. O ano passado era bolas em profundidade e o Gyökeres resolvia, mas notava-se que mesmo no ano passado, o Sporting tinha muitas dificuldades também na articulação do seu jogo, porque a equipa adversária, quando se plantava no campo e plantava-se uma forma tática que não deixava os jogadores do Sporting desenvolverem o seu jogo, a única solução que havia é meter a bola na frente e o Gyökeres resolve. Agora não há Gyökeres. Agora tem que haver mecanismos novos. Repara que o Trincão e o Pote estão a jogar de forma diferente. O Trincão já está mais perto do guarda, o Pote também mais perto do guarda e os dois centrais, porque o Sporting joga uma defesa de quatro. E as coisas e as dinâmicas são completamente diferentes. Agora, naturalmente, quando sai um jogador do calibre do Gyökeres, toda a gente faz logo comparações e é o pior erro que pode acontecer e é uma pressão enorme para quem joga a ponta de lança no lugar do Gyökeres, porque isso vai estar sempre presente na mente dos adeptos. Se as coisas correrem bem, as coisas vão diluindo no tempo. Se as coisas não correrem tão bem, lá volta o Gyökeres outra vez, porque Gyökeres só há um, não há mais de um, está no Arsenal, já não está no Sporting. Cabe ao treinador do Sporting criar realmente, e olhando para a criatividade que o Sporting tem nos jogadores da frente, criar um jogo em que seja sustentado depois o ponta de lança, porque não pode ser já em profundidade. Acabou, esqueçam. Gyökeres já não está, já não há profundidade, tem que haver um outro tipo de jogo. Isso tem que ser com rotinas. Aquilo que eu vi em relação aos jogos que o Sporting fez de preparação, em que eu não gostei mesmo nada. Não gostei nada no sentido de não vi evolução nenhuma na equipa. Com o Celtic, com o Sunderland, com o Villarreal, eu vi um Sporting que não tinha evoluído no jogo, mas ontem até evoluiu um bocadinho no seu jogo. Foi o melhor jogo que o Sporting fez nesta temporada. Talvez por ser a final, talvez por ser o Benfica, acho que os jogadores estiveram muito mais concentrados naquilo que tinham que fazer. Mas mesmo assim é muito pouco, é muito curto e o Sporting parece-me que está muito diferente no sentido de que não tem um jogo que tinha sido trabalhado durante seis anos no 3-4-3 e agora quer mudar o sistema, independentemente de mudar o sistema, depois é como é que se vai servir o ponta de lança. Se são três bolas em profundidade, como é que vai servir o ponta de lança? Claro que tem que ser com jogadas combinadas, tem que ser com as dinâmicas que tem que haver, os Trincões a aparecer, os Potes a aparecer, os Candes a aparecer, os Genís Catanos a aparecer, porque o Sporting tem criativos. Agora é preciso pôr essa criatividade ao serviço do coletivo para o Sporting poder fazer gols e poder ganhar os jogos.
Bruno, só com base no jogo de ontem dá para apontar fragilidades, pontos fortes nas contratações do Benfica?
Sim, algumas já é possível apontar também por aquilo que se foi vendo. O pouco que se foi vendo.
É muito pouco tempo.
É muito pouco tempo para fazer essa avaliação.
Eles próprios tiveram pouco tempo. É toda uma dinâmica nova, uma equipa nova. Não é só jogar a bola.
Não é só a qualidade individual do jogador, é a forma como ele se integra numa equipa, num sistema tático e aquilo que também é exigido, que pode ser diferente daquilo a que eles estão habituados. E no caso do Richard Rios, de vir para o futebol europeu, vamos ver como é que essas coisas correm. Mas é possível apontar já essas fragilidades e também as qualidades, aquilo que podem trazer à equipa. O Dedys no lado direito, eu acho que traz uma maior capacidade ofensiva. Não sei se em relação ao Bah, mas o Bah também está sempre lesionado, portanto, eu acho que será uma mais-valia só pelo fato de estar disponível para jogar. Portanto, por aquilo que vi, acho que traz essa capacidade. Não sei se defensivamente trará esse equilíbrio à equipa, mas do ponto de vista ofensivo, já se viu que tem qualidade, tem essa capacidade. Ontem o meio-campo estava muito confuso, estava um excesso de tráfego no meio-campo do Benfica com o Leandro Barreiro, o Bah, o Richard Rios, que eu acho que eles se estavam a atrapalhar.
E depois fica difícil quem é que ocupa o lugar.
Sim, e faltou aquilo que o Inácio dizia, que é a criatividade. Não parece que sejam médios particularmente criativos. O Bah, que supostamente vai jogar ali no número 6, no lugar do Florentino, tem uma vantagem, parece-me, em relação ao Florentino, parece uma melhor distribuição do jogo, e o Benfica também precisava disso, mas depois não tem aquela amplitude, aquela capacidade de cobrir tanto terreno como o Florentino, que não parecendo um jogador muito intenso, acaba por ocupar muito espaço, porque sabe posicionar bem, tem essa capacidade. Falta-lhe é depois a capacidade de condução e de distribuição de jogo. O Enzo Barrenechea tenha. E eu acho que essas são as notas. O Richard Rios parece-me ser o jogador com capacidade para ser o patrão do Benfica, mas ontem não pode haver dois patrões. Quando há dois patrões, começam-se a atropelar.
Há zangas.
E ontem viu-se isso. Um Benfica com muita gente no meio-campo, mas depois pouca gente a atacar. Viu-se, sobretudo, na primeira parte, em que a equipa tinha o meio-campo sobrepovoado e parecia que estava a atacar com dois ou três jogadores. Mas o balanço, para já, é mais positivo do que negativo em relação às contratações.
Com este resultado, o Futebol Clube do Porto continua destacado com 24 Supertaças, o Benfica passa a 10 e o Sporting mantém-se com nove. Mas com este troféu, o Benfica isolou-se na lista de clubes com mais títulos em Portugal. As águias têm agora 87 troféus conquistados, contra os 86 do Porto e os 58 do Sporting. Pedro, qual a importância destes números? Vão ser úteis para a campanha de Rui Costa?
Para a campanha do Rui Costa, mais do que esses números, neste caso concreto, é ter ganho ao rival.
Esta vitória.
Exatamente. Acho que isso é mais relevante e importante, como ainda mais importante será a questão da entrada ou não da Liga dos Campeões. Aliás, tínhamos vindo a falar que nós sabemos que muitas vezes, uma boa parte dos adeptos, quando vão votar, votam em função do momento e dos resultados desportivos. É assim que muitas vezes funciona. Não devia ser, devia ser em função dos projetos, daquilo que é o presente e, sobretudo, o futuro de um clube, mas sabemos que isso tem um enorme peso e influência. E daí o Rui Costa e todos os que estão com ele terem apostado as fichas todas numa reestruturação e remodelação, não só de jogadores e de equipa, como também no plano interno, onde há muitas saídas e outras entradas. E, portanto, esta vitória de ontem e aquelas que eventualmente se possam seguir no que diz respeito a estes quatro jogos que esperamos que o Benfica jogue, e obviamente, como portugueses, temos que torcer para que o Benfica, tal como todos os outros clubes, estejam sempre nas competições internacionais, essas sim, no meu ponto de vista, são muito mais relevantes, importantes e determinantes do que propriamente dito o número. Ok, neste momento o Benfica tem mais uma Supertaça do que o Sporting.
E mais um troféu que o Porto.
Sim, e estes resultados iniciais são muito relevantes e importantes para aquilo que o Benfica pode ter em termos de eleições, nomeadamente o Rui Costa.
Vamos às vossas notas. Inácio, começo por ti, quem é o teu campeão e que nota dás?
Tenho que dar o campeão ao Benfica, porque ganhou a Supertaça, claro. Custa-me dizer isto, mas é verdade.
Sim, mas podias ter um jogador em particular e não o clube.
Não.
Ninguém se destacou?
O único que se destacou foi o Pavlídis pelo gol e porque teve algumas limitações interessantes. Mas em termos coletivos, em termos individuais, eu acho que não houve ninguém que se destacasse. Por isso, a minha nota de campeão vai para o Benfica, porque ganhou o primeiro troféu da época.
E que nota dás?
Dou a nota 16.
Bruno, e tu?
Eu vou escolher o Pavlídis, porque foi o autor do gol e parece-me que vai ser um jogador importante na época do Benfica, até em oposição àquilo que se passa no Sporting. Ainda não sabemos como é que vai correr esta contratação de Luís Soares, se é um jogador que vai trazer qualidade e gols ao Sporting, que vai precisar deles, mas fica muito notória a ausência de Gyökeres. Ia sempre sofrer com a ausência de Gyökeres. Viu-se na época passada.
E vai demorar um tempo, não é?
Nos jogos em que o Gyökeres não esteve tão bem, como o Sporting sofria com isso. E vai demorar tempo, até porque esse peso da ausência e de ter de substituir Gyökeres vai pesar no jogador que o vai substituir. Esse será um dos grandes desafios do Rui Borges.
Fazer com que não se sinta a falta e que não se fale sempre do Gyökeres.
E isso obriga a jogar de maneira diferente, porque ninguém vai fazer aquilo que o Gyökeres fazia. Mas o meu campeão é Pavlídis, vou dar um 18.
Um 18. E tu, Pedro Henriques?
Olha, tenho que dar uma nota 15 ao Santa Clara e ao Braga, porque à margem deste jogo acabaram por passar à fase seguinte as competições da Conference League e da Liga Europa, isso é muito importante para Portugal. Nós precisamos da nossa classe média de arbitragem para dar pontos. Nota 17 para alguém que a gente neste programa não falou e, enfim, só pessoas um bocadinho mal-intencionadas podem falar no sentido negativo. E eu hoje vou falar positivo, que é o Faye Verrissimo, num jogo de grau de dificuldade extremamente difícil, com todo o contexto que vinha a Taça de Portugal, acaba por sair por cima, no meu ponto de vista, com a maior parte das decisões. E nota zero para a transmissão televisiva, porque eu só queria relembrar que aquele modo UEFA em que não se mostram repetições ou que se mostram repetições ao longe, é meio caminho andado para aparecer o telemóvel que está na bancada e depois martela a imagem e ainda cria mais especulação. E isso a propósito de quê? Péssimas repetições, algumas repetições de longe e nem lances decisivos. Eu só relembro este, ao minuto 53, um lance em que o Tottenham é de yard. Não sabemos se o Tottenham fez falta ou não. Se fez falta, é livre direto e cartão vermelho. Com as imagens que deram, parece que não há falta, mas deram ao longe uma repetição. Isto é completamente inadmissível numa transmissão televisiva que foi repetindo sistematicamente.
Olha, e ficamos sem o Pedro Henriques.
Ficamos sem o Pedro.
Concordas connosco?
Ficamos sem o vermelho.
Não, sim. Ia para dizer que nota zero exatamente para essa transmissão televisiva e a postulação de imagens que não faz sentido nenhum no contexto atual, porque isso até prejudica a arbitragem, porque vai criar suspeição e os tais telemóveis que aparecem de bancada a mostrar depois imagens que muitas vezes não sabemos se são reais ou se são marteladas.
Pedro, Inácio, muito obrigada por terem juntado a nós. Bom fim de semana para vocês.
Igualmente, obrigado.
Obrigada. E o "Campeão" em regresso, como sempre, depois das notícias do Meio-Dia e Meia.