Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Se existem dúvidas, Nuno Melo explica o papel do CDS no governo.

O que é suposto, parece-me, é que o governo governe fazendo o que prometeu. E o que podem esperar do CDS neste percurso é um partido que será totalmente leal à coligação, mas também nítido nesta singularidade que lhe acrescenta através dos nossos dois novos deputados, que significaram o nosso regresso à Assembleia da República.

Discurso de encerramento do Congresso Centrista, que arrancou com os objetivos nas próximas lutas. Primeiro, na Madeira.

O CDS estará à altura da singularidade deste novo ciclo político e, não tendo tido, de resto, nenhuma responsabilidade no detonar da crise, é um partido que terá capacidade de construir pontes e de garantir soluções.

Na ilha da Madeira, o CDS corre sozinho, nas europeias será uma corrida em coligação e Nuno Melo pede aos portugueses que saibam escolher.

A opção nas urnas será entre a tolerância e os extremismos. A opção será entre os que são amigos e aliados de uns e os que são amigos e aliados dos outros.

Num discurso de 40 minutos, não faltaram ataques, principalmente ao PS.

Se continuarem a criticar o nosso governo, por começarmos a reduzir o IRS bem além do que o Partido Socialista queria, só quer dizer duas coisas: a primeira, que nós estamos certos; a segunda, como de costume, o Partido Socialista entrou em processo muito acelerado de surto amnésico.

Nuno Melo descreve o CDS como um partido que defende a liberdade e que tem memória e, por isso, anuncia a preparação das comemorações do 25 de Novembro.

Concertei com o senhor Primeiro-Ministro de Portugal, Luís Montenegro, que no âmbito da defesa e do governo, criaremos uma comissão para umas comemorações devidas, nacionais, dos 50 anos do 25 de Novembro, que seja plural, que seja justa, feita de militares e feita de civis. É assim porque é de justiça. É assim porque é devido.

Muito aplaudido, Nuno Melo, que agora é também Ministro da Defesa, falou também das Forças Armadas para prometer melhorias.

Deixaremos as Forças Armadas em melhor situação do que a recebida e poderemos dizer as duas palavras essenciais para o Ministro da Defesa e atrevo-me até a dizer para um governo: missão cumprida.

Apesar dos apelos ao conservadorismo, Nuno Melo fez um discurso centrado na Europa e na força que o CDS pode dar à AD, sempre a fugir à posição de muleta.