Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

A campanha termina hoje, no domingo vamos a votos. Até lá temos o nosso último flagrante de campanha. Estamos com saudades.

Com saudades. Tu sabes porque eu gosto das campanhas? É por causa disto.

Porque acabam.

Eu gostava que se prolongassem no tempo e que as eleições fossem continuamente adiadas e que estivéssemos num estado perpétuo de campanha.

E de flagrantes.

Para isto. Oiçam.

Lamentável. Quero repudiar terminantemente as declarações de alguns comentadores, alguns deles que eram comentadores desportivos e que agora falam até já de política nas televisões, e que é lamentável aquilo que quiseram insinuar sobre o líder André Ventura.

Em primeiro lugar, as melhoras a André Ventura. Saúde é uma coisa muito importante e André Ventura não tem estado bem. Quem também não tem estado muito bem é Pedro Pinto, que acabamos de ouvir. É o número dois do Chega. Ouviram o que ele disse? Comentadores de futebol que agora até já falam de política. E comentem a política. Quer dizer... Eu não sei. Se vamos por aí. Não, eu acho que não me estou a lembrar assim de ninguém. Acho que deve ser a primeira vez que isso acontece. Que um líder partidário. Um líder partidário que foi comentador de futebol, desportivo. Isto é estranho. Será? Espera aí. Não, não me consigo lembrar. Conseguem lembrar-se de algum?

Não.

Não me consigo lembrar de nenhum André Ventura.

Tirando o André Ventura, não.

Não há outro. Pois, é verdade. O ADN, o partido de Joana Amaral Dias e Bruno Fialho, conseguiu um reforço à última hora, um apoio que pode vir a ser decisivo.

E isso enaltece-me e quase que me dá ganas para fazer tudo quanto eu posso da minha modesta pessoa, para ajudar e para dizer aos portugueses: "Acordem e vejam que têm aqui uma voz que é fundamental que exista na Assembleia da República."

Obrigada.

Ouvimos o doutor Manuel Pinto Coelho. É um médico, uma celebridade.

Faz muitos vídeos nas redes sociais. É um homem jovem.

E o doutor Manuel Pinto Coelho, que dá muitas dicas sobre como envelhecer melhor.

Longevidade.

Longevidade, envelhecer bem. Agora está a apoiar a Joana Amaral Dias, que também está a envelhecer bem, como todos. Quer dizer, todos estamos a envelhecer. A Joana Amaral Dias está a envelhecer bem.

Pois está. Queres que eu dispare algum som?

Não, calma. Eu estou a dizer que este apoio foi importante, porque estamos a falar aqui de longevidade, e longevidade na política também é muito importante. E a Joana Amaral Dias é um exemplo de longevidade e ao mesmo tempo de capacidade de transformação. Vamos ouvir o que tem mais a dizer o doutor Manuel Pinto Coelho sobre Joana Amaral Dias.

Tu és uma patriota filha da mãe.

É verdade.

És uma patriota filha da mãe. Eu nunca vi ninguém tão português como tu.

Por momentos assustei-me.

Isto tocou, mas é um elogio.

Mas é: "Uma patriota filha da mãe. Nunca vi ninguém tão português como tu." E ouviram a Joana? É verdade. A Joana Amaral Dias disse logo: "Sim, senhora, concordo perfeitamente. É verdade." Grande Joana, grande patriota. E passamos de grandes patriotas para grandes empresários deste país. A TVI conseguiu falar com o dono de gasolineira, que foi um dos principais clientes da Spin & Viva, o senhor Joaquim Barros Rodrigues.

O senhor não foi beneficiado por seu grande amigo Luís Montenegro?

O que é?

Não sei se estou a lhe perguntar.

Nunca. Antes pelo contrário. É meu amigo, uma conhecido, que trabalhou para mim, prestou os serviços que eu queria, portanto paguei-lhe.

O senhor esteve a ouvir o discurso de Luís Montenegro em Braga e não tem dúvidas, Luís Montenegro é um homem que merece mais, muito mais.

O valor que lhe paguei e para os valores que costumo pagar em circunstâncias idênticas, porque eu trabalho com várias consultoras, nacionais e estrangeiras, acho que paguei pouco. Estou habituado a pagar mais.

Algo que nunca ninguém tinha dito.

Paguei pouco. Burro. Aquele homem é burro, não sabe negociar. O que vocês acham disto? Quando alguém vem dizer: "Eu costumo pagar muito mais, aquele devia ter pagado mais, mas paguei pouco. Até estou habituado." Eu acho que o Luís Montenegro, enquanto negociador dos seus serviços, não sai com uma boa imagem desta entrevista. Porque ele podia ter cobrado mais. De especulação não o podem acusar. Tem ali um cliente disponível a pagar mais, muito mais, a dizer que pagou pouco. Estou chocado, nunca tinha pagado tão pouco. Vamos ouvir mais.

De consultoria, especialmente.

Mas o que é em concreto?

Reorganização da minha empresa.

Ele pagava.

A jornalista da TVI perguntou ao senhor Barros Rodrigues o que é que Luís Montenegro fez.

Quais eram os trabalhos?

Quais eram os trabalhos. Consultoria, que é um trabalho muito importante, reorganização da minha empresa e .

Isso quer dizer etc.

Etc. No dialeto local é etc. Vamos ouvir mais.

Entre elas, busca de parceiros estrangeiros para fazer parcerias comigo.

A busca de parceiros estrangeiros para fazer parceria comigo.

Este tipo foi apanhado de surpresa.

Para fazer parceria comigo. Eu acho que foi um inquérito inesperado. Isto surpreendeu, porque tivemos aqui consultoria e busca de parceiros estrangeiros para fazer parceria. Pronto, o que é que se faz com um parceiro? Parcerias. Bem, por fim, uma sugestão para esta sexta-feira. O ERCT, já falámos aqui há pouco disto, vai encerrar a campanha no Martim Moniz, apesar de não ter autorização da Câmara. E o que é que vai haver? Haverá porco. Haverá porco, muito bem. Gostam de porco. É típico das campanhas eleitorais. É ótimo. E haverá mais o quê? Haverá tradição portuguesa, discursos e- Portanto, tradição portuguesa. Nós gostamos de tradição portuguesa.

Porco.

Porco, tradição portuguesa, discursos, não necessariamente por esta ordem, e mais o quê? E, naturalmente, uma grande cruz estará lá a acompanhar-nos para marcar bem a nossa posição que estamos num país de matriz civilizacional cristã. Às vezes nós esquecemo-nos disso, que vivemos num país de inspiração cristã. É típico isto, é a barraca e a rolota das bifanas, a rolota da cruz. Da cruz. É a grande tradição portuguesa. Cruz eu acho que até faz todo o sentido, porque se o povo português tem que carregar alguma coisa é uma cruz. Tenho tanta pena que isto chegue ao fim.

O Flagrantes de Campanha fica por aqui.

Já não tens pena, estavas a gostar. Eu estava a divertir-me tanto.

Se calhar, não digas nunca.

Quem sabe?

É o táqui.

Alguém estará a ouvir-nos.