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Olá, sejam bem-vindos a mais um "Isto é Ser Mãe". Um programa dedicado às maiores preocupações do dia a dia dos pais. Eu sou a Fabíola Carletis, consultora de moda e beleza da MAG e mãe da Francisca, de dois anos e meio. E eu sou a Catarina Belester, jornalista da MAG e tenho uma filha com dois anos, a Carmo. Hoje temos conosco no Isto é Ser Mãe a Inês Fontoura, que aos 41 anos tomou a decisão de ser mãe sozinha, e a mãe do Luca, que tem agora três meses e meio. Bem-vinda, Inês.

Olá, bem-vinda.

Obrigada por ter aceito o nosso convite. Inês, vamos começar então por falar sobre este tema de seres mãe independente. Houve algum motivo em especial pra não ter sido mãe antes? E o que mudou na tua vida pra teres tomado esta decisão?

A maternidade não nasceu comigo. Eu não sou daquelas mulheres que diz que nasceu pra ser mãe. Nunca pensei em ser mãe biológica, eu sempre quis adotar crianças e sempre me via ser mãe nesse contexto. Eu tive uma relação muito longa, onde simplesmente não aconteceu, inclusive, por fazer algumas asneiras ao longo da vida, eu achei que era imune à gravidez. Era uma coisa que a mim nunca iria acontecer e eu estava perfeitamente à vontade. Há três anos, de um relacionamento, eu acabei por engravidar e descobri que essa imunidade não era verdade. Só que o bebê tinha grandes probabilidades de ser deficiente e eu decidi abortar. E esse pequeno período que eu tive com ele, ele não é nada, é tipo um feijãozinho. Mas nós ouvimos, nós vemos qualquer coisa.

Cria alguma ligação, sempre.

Criou alguma ligação e eu comecei a pensar na minha vida de outra maneira. Eu pus a minha vida toda em perspectiva, as relações todas que eu tive, o tempo que eu ainda tenho, porque nós temos um prazo de validade. E eu comecei a pensar tipo: "Ok, eu não preciso de uma pessoa pra fazer isto, não tenho essa pessoa do meu lado neste momento, não sei se vou ter. Se calhar, essa pessoa não existe pra mim, nesse modelo tradicional de família, e eu vou avançar com a criação da minha própria família" e a decisão foi direta, tipo: "Eu vou fazer isto". E depois foi eu ir à clínica, informar-me e perceber como é que a coisa funcionava e depois avancei.

Fale-nos um pouquinho desse processo. Passaste por tratamentos, tiveste que escolher oador de esperma, como é que esse processo todo se passa? É um processo longo, pra começar?

Não, é um processo muito curto, se tiver a sorte de ser à primeira, como foi o meu caso. Porque o processo dura um período menstrual, são 28 dias. No meu caso, eu acho que é importante aqui separar e informar que uma inseminação artificial e uma fertilização in vitro não tem nada a ver, são processos completamente diferentes. E eu abro este parêntese, porque quando eu partilhei a minha história, muitas mulheres que me enviaram mensagens e contaram as histórias de vida delas, achavam que eu tinha feito uma FIV, uma fertilização in vitro. São coisas completamente diferentes. Uma inseminação é exatamente isso: inseminam-te com o esperma de um dador e já está. E o processo natural é feito, a magia acontece, é mãe natureza.

Não há tratamentos de fertilidade de tudo.

Há um tratamento de pré-inseminação, que é parecido com o tratamento de quem faz uma fertilização in vitro, que são as injeções hormonais.

Pra estimular.

Isto é tudo uma manipulação. Num período normal, os óvulos crescem de uma determinada maneira, pode sair um, dois, três, quatro, que podem ser fecundados ou não. Numa inseminação, nós somos manipuladas hormonalmente pra que eles cresçam, pra que eles tenham o tamanho que é suposto ter e a própria ovulação é estimulada. Eles sabem que a ovulação vai acontecer naqueles dias.

Tudo muito planeado.

Exatamente. Por isso é que a taxa de sucesso é alta, porque de fato nós somos seguidas à pinça. De três em três dias vamos fazer ecografias pra ver como é que está, se estão a crescer bem, se não estão, se é preciso aumentar a dose das injeções, como é que tá a parede do endométrio. Nós somos vistas à lupa, pra que o seguimento seja mesmo preciso. Relativamente à escolha do dador, não podemos escolher. Pelo menos nesta clínica onde eu fiz, não pude escolher, eu tentei.

Eu, por acaso, achava que sim, se podia.

Não. Eu tive que preencher uma folha com as minhas características físicas, cor de cabelo, cor de olhos, cor de pele, raça e não sei o quê. E depois eles escolhem um dador muito parecido comigo.

Ok.

E na altura eu quis escolher a raça do dador, não me deixaram. E eu perguntei por quê? Porque achei altamente discriminatório eu não poder ter um filho de outra raça.

E também não é a ideia que se tem. Eu e a Fabíola acho que pensávamos de forma diferente.

No Estados Unidos há um catálogo.

Exato. Eu não sei porque achava que era assim. Que era um loiro, de olhos azuis.

Nesta clínica, não, e pelo que eu percebi, em Portugal, isso não é possível. E por quê? A explicação que me deram foi: quando somos mães independentes, nós já estamos a privar esta criança de metade de uma família. E se ele nasce preto, ou indiano, ou chinês, ele vai olhar pra única família que tem, ele não tem referências, porque a minha mãe não é assim, os meus tios não são assim, os meus primos não são assim. E eles tentam que esta criança saia o mais parecido com a mãe. Mas pelo menos que tenha as mesmas características, pra ele ter alguma referência ao longo da vida.

E consideraste isso discriminatório, então.

Eu considerei, porque se eu quiser adotar uma criança, eu adoto da raça que eu quiser e que tiver disponível. Mas quando me deram esta explicação, pra mim fez sentido. Ao fim e ao cabo, nós estamos a protegê-lo.

Consegue-se perceber a lógica, digamos, que eles defendem.

Sim.

Quando contaste às pessoas mais próximas de ti o que ias fazer, ou seja, mesmo antes do processo, qual foi a reação?

Acharam o máximo. Toda a gente me apoiou 100%, até porque essas pessoas conhecem a minha história de vida e sabem que isto só faria sentido assim. E portanto, eu tive 100% de apoio desde o início de todas as pessoas. E é mesmo isso, olhavam pra mim: "Só tu pra fazeres uma coisa dessas." Eu acho que tu pra teres um filho, tinha mesmo que ser assim, só teu. Portanto, isso foi bom. Porque eu acho que, ainda ontem conversava com uma seguidora minha que está a pensar fazer o mesmo. Aliás, já estão três mulheres grávidas à minha pala.

Essa é a verdadeira influenciadora.

Exatamente.

Se calhar não influencio a comprar batons, influencio a ter filhos. E o que eu lhe disse foi que eu acho que a primeira questão de todas, antes de nos a mandarmos pra um processo destes, é ver que rede de apoio é que nós temos. E quando eu digo isto não é só a mãe e o pai, mas é mesmo quem é que está à tua volta, que tipo de emprego é que tu tens, que salário é que tu tens, porque tocar uma criança sozinho não é fácil. Se ele tiver doente e não puderes sair do escritório, quem é que o vai buscar? Se podes ficar não sei quantos dias em casa com ele doente. Portanto, eu acho que isso é muito importante.

Muitas condicionantes.

Tentar perceber a quem é que eu posso recorrer se eu tiver um problema ou se eu realmente precisar. Porque sem isso, é claro que há mães que não têm ajudas nenhumas e conseguem, mas é muito mais difícil. Portanto, se vamos planear uma situação destas, de sermos mães independentes e à partida não termos ninguém pra nos ajudar no dia a dia, eu não tenho ninguém pra me ajudar. Eu acho que é muito importante ver que rede de apoio é essa que nós temos.

À tua volta.

Sim.

E nas redes sociais, como é que foi as reações?

Também foi muito positiva e é engraçado porque eu nunca achei que isto fosse um tema.

Não estavas à espera de ter tanta pessoa a falar contigo.

Sim, não estava à espera, e não estava à espera, sobretudo, que mulheres partilhassem a história de vida delas e me contassem que sempre quiseram ser mães, mas porque os parceiros não queriam, abdicaram e agora já não têm o parceiro e já não têm a idade. Outras porque achavam que o processo era caríssimo. Daí eu esclarecer que uma inseminação artificial e uma FIV são coisas diferentes e os valores são completamente diferentes e o processo em si também é diferente.

Só pra balizar, podes nos dizer mais ou menos?

Sim, o meu custou à volta de 1800 €, portanto não acho assim nenhuma fortuna, mas uma FIV anda entre os 5 mil e os 10 mil.

Sempre, é muito mais. Não se compara.

Depende das transferências que tu queiras fazer, quantos óvulos é que tu tiras, portanto, é completamente diferente.

Diz-me uma coisa, alguma vez pensaste te arrepender por não ter uma presença paternal na vida do Luca?

Nunca. Eu acredito que uma família está mais completa com pai e uma mãe. Eu nunca vou conseguir substituir essa pessoa, e é óbvio que um pai vai fazer falta ao Luca. Óbvio, isso eu sei. Mas há pais tão maus. Há pais que não presentes, que quando estão presentes é como se não estivessem, que os tratam mal. Quer dizer, o que é isso ter um pai? Se eu conseguir um pai perfeito, que seja tudo maravilhoso, sim. Mas também nunca sabemos. Hoje está tudo bem, amanhã depois as coisas mudam.

Nunca se sabe até a criança nascer.

Exatamente, as crianças às vezes viram moedas de troca, as separações se inferno. E, portanto, neste momento não estou a arrepender-me nunca. Sei que vou ter questões mais difíceis pra resolver. Sei que um dia, provavelmente, ele vai me perguntar. Mas pra isso servem os psicólogos. Portanto, depois eu recorro a um que me ajuda a lidar com esse assunto.

Temos aqui um som ambiente, que é o pequeno Luca, que está ao colo da mãe. E alguma vez te sentiste julgada ao longo deste processo todo?

Não me senti julgada, mas tive três pessoas que criticaram de uma forma negativa.

Pessoas próximas de ti ou desconhecidos?

Não.

Redes sociais, provavelmente.

Redes sociais, sim. Eu dei uma entrevista para a Saber Viver, no online, e eles publicaram isso no Facebook, eu nunca fui ver, portanto nunca liguei nenhuma. Mas houve um dia, e eu praticamente já não vou ao Facebook. Nós vivemos todos dentro do Instagram.

Exatamente.

E houve um dia que apareceu no Facebook que alguém tinha feito um comentário qualquer, e eu fui ler, e era um comentário do post que eles tinham feito. Então era uma senhora, que tem quatro filhos, um marido, portanto aparentemente uma família grande e feliz, que dizia que não achava nada bem eu ter feito isto porque achava que era um egoísmo da minha parte, eu estar a privar o Luca de um dia ter um pai e ter uma família. E, portanto, que toda a gente achava o máximo e ela achava uma coisa horrorosa. E embaixo vieram mais duas dizer: "Ainda bem que não sou só eu que penso assim, eu ia escrever o mesmo", e não sei o quê.

Magoou-te?

Não, nada. Mas respondi à senhora que respeitava e que tinha ido ver o perfil dela e que aparentemente ela era feliz e tinha uma família grande.

Nas redes sociais parecem todos.

Mas que eu não era essa pessoa, eu não tinha essa pessoa e, portanto, eu também não tinha que desistir disso só porque não tenho uma cara-metade. Mas que agradeci imenso o comentário dela e que respeitava e não sei o quê. E ela ainda chegou a pedir-me desculpa e a desejar imensa sorte e não sei o quê.

E terminou bem, digamos assim. Inês, estávamos a falar muito aqui da figura paternal e também abordaste isso há pouco. Já pensaste como e quando é que vais explicar ao Luca a tua decisão?

Quando ele perguntar.

Só?

Ele vai perguntar, porque ele vai ver amigos com pai e mãe. Sim, quando ele perceber que os outros têm uma figura paterna Eu acho que ele vai perguntar e aí eu vou lhe contar a verdade. Que na altura a mãe não tinha ninguém, mas queria muito que ele existisse e, portanto, resolvi fazê-lo sozinha. Agora, não sei com que idade é que ele vai perguntar e como é que eu vou responder.

Ainda não teve essa questão.

Exatamente.

Inês, claro que ainda é muito cedo, mas normalmente a pessoa engravida e já estão a perguntar pelo próximo. Gostavas de ser mãe novamente? Ainda não é uma coisa que penses?

Não.

E se sim, seria da mesma forma?

Ser mãe novamente é uma questão em que eu não penso, mas sozinha eu não consigo ter duas crianças. Financeiramente, eu não consigo ter duas crianças e, portanto, eu vou tentar dar o melhor ao Luca.

Claro.

E se a minha vida mudar, depois logo se vê. Mas eu também não tenho muito mais tempo.

Aquela validade que falávamos há pouco.

Exatamente. Eu não vou parar no tempo à espera que isso aconteça e congelar óvulos para mim também está fora de questão. Se for só o Luca, é só o Luca. Se calhar arranjo uma família já composta e, portanto, são irmãos emprestados. Mas este é suficiente, para já.

Quais foram ou ainda são os teus maiores receios enquanto mãe independente?

O meu maior receio é que eu não lhe consiga dar, em alguma fase da minha vida, o básico. Vamos supor que amanhã eu fique desempregada por alguma razão. Como é que isso se faz? Quais são as prioridades do que eu vou ter que abdicar? Preocupo-me em dar-lhe o melhor possível. Que ele tenha uma educação feliz e completa. Essa é a minha grande preocupação. Não acho que esteja em risco neste momento, mas as pessoas perdem os empregos da noite para o dia, passam de bestiais a bestas também da noite para o dia. E essa é a minha grande preocupação. É óbvio que eu tenho pais, mas eu não tive um filho sozinha a contar com a ajuda dos pais.

Claro.

Eu só conto comigo. E essa é a minha grande preocupação, é que algum dia a minha vida vire.

Mude.

E as mudanças todas que nós vamos ter que fazer.

Ia te perguntar exatamente sobre a tua vida profissional, que é bastante ativa enquanto responsável de comunicação e relações públicas da Sephora. Achas que o facto de o Luca não ter pai pode ter algum lado menos positivo neste sentido? Ou seja, é tudo concentrado em ti, como falavas há pouco, a pessoa tem que pensar nisso. Ou seja, se ficar doente, quando a escola está fechada, tudo fica focado em ti. Isso é uma coisa menos positiva?

Eu acho que a gente vira. A Sephora é uma empresa de mulheres.

Estás num ambiente propício.

Maioritariamente mulheres.

Mais compreensivas.

Todas elas tiveram os filhos todos lá. Portanto, eu acho que por parte da empresa, eu acho que há essa preocupação. Agora eu vou ter que gerir a minha vida de outra maneira. E lá está, a rede de apoios aqui é muito importante, porque a minha mãe se calhar vai poder ir buscá-lo à escola ou quando a escola estiver fechada, fica com ele.

Exato.

Não sei, mas isso não me preocupa muito, sinceramente, até porque eu ainda não comecei a trabalhar, portanto, eu ainda não sei o que é ter um filho e trabalhar ao mesmo tempo. Ainda que eu esteja a pensar fazer o horário reduzido, eu não sei o que isso é.

Aí é que vais ver como é que essa experiência vai ser.

Eu é que vou ver o que é o dia a dia de uma mãe sozinha com uma criança, mas logo se vê. Mas tudo se faz.

Tudo se faz. Mas até agora, em termos práticos, quais é que são as tuas principais dificuldades na rotina com o Luca? Sentes que precisas de muita ajuda? Tu falaste da tua mãe há pouco ou até dás conta do recado?

Não, eu dou conta do recado. Eu acho que qualquer pessoa consegue dar conta do recado, até porque hoje em dia a vida está bastante facilitada. A minha mãe tem sido maravilhosa, tem-me ajudado imenso com coisas práticas: supermercados, as farmácias. E isso, de facto, é uma ajuda incrível, principalmente no início. O início é muito duro. O primeiro mês é duríssimo, porque não sabemos o que é, não os conhecemos, eles não nos conhecem. Temos que nos adaptar. De repente, nós passamos para o último plano. Eu não lidei nada bem com isso, porque eu sou muito independente. E de repente, não conseguir tomar banho ou almoçar às 17h, às vezes nem lavar os dentes, eu ficava maluca. Mas isso já passou e o Luca é muito bonzinho, eu não tenho muitos problemas com ele. Obviamente que ele está sempre em primeiro lugar e há muita coisa que eu não consigo fazer ou que eu vou começar a fazer e ele troca-me as voltas.

Claro.

Mas tem sido bastante fácil até agora. É um miúdo que me deixa dormir à noite, eu acho que isso é importantíssimo.

É muito importante.

Todas as mães falam da privação de sono, eu não sei o que é isso. Eu não sei, foi quase encomendado, eu acho.

Inês, o que te surpreendeu mais até agora nesta experiência da maternidade?

Isto é tudo uma descoberta. Eu acho que por mais que as nossas amigas falem ou que assistas em primeira fila o crescer dos outros, cada bebê é um bebê. E cada mãe é uma mãe. Há mães mais complicadas, há mães mais descomplicadas. Eu sou muito prática.

Muito descontraída.

Eu sou muito descontraída. Tenho um pediatra espetacular também, que é supermodernaço e deixa-me fazer tudo e mais alguma coisa, não me limita a vida. Por isso, não sei.

Ainda não sentiste muitas dificuldades.

Não.

Ainda bem. Inês, vou desafiar-te a responder a uma série de questões rápidas, de forma espontânea, na nossa rubrica: Vou Contar Até Três. Antes do Luca.

Luca, agora tens mesmo que ficar quietinho.

Amamentação ou leite fórmula?

Leite fórmula.

Quando é que estás a pensar mudar o Luca para o quarto dele?

Aos sete, oito meses.

E chucha? Tens uma data para lhe tirar a chucha?

Não, nem penso nisso, agora é ótimo.

E fraldas, tens alguma referência também de validade?

Não sei nada disso. Sei lá, é quando eles começam a fazer xixi sozinhos, tipo dois, três anos? Não sei.

Está bem. Já saíste de algum sítio por causa de uma birra?

Já, da Zara e de um supermercado.

Mas lá está, são tão poucos que tu sabes especificamente.

Da Zara foi horrível, porque eu estava doida para fazer compras e não consegui.

Baby wearing, aqueles acessórios para carregar os bebés, usas?

Tenho uma marsupio que me deram, mas uso pouco, porque eu acho aquilo horrível. Eles estão apertados contra nós e dizem que é ótimo, que eles sentem a batida do coração e não sei o quê. Eu acho isso tudo uma treta, não acreditem nada disso. E eu acho que nesta altura do calor, eles morrem de calor e eu também.

Não é prático, então.

É prático.

Mas tu não te adaptaste.

Sim.

Grupos de mães no Facebook, ajuda ou entre de críticas?

Eu estou em um das mães da Amália de Roma. Acho bastante útil para algumas coisas pontuais, mas acho que tem muita mulher que não tem nada para fazer. E passam ali o dia a levantar questões um bocado idiotas. Mas sim, estou nesse grupo.

Inês Pantora, mãe do Luca, que é um amor de três meses e meio, ajustou-se lindamente. Muito obrigada por ter juntado a nós no "Isto é Mãe".

Muito obrigada eu.

Gostamos muito.

Muito obrigada eu. Olha.

Também agradece. Podem voltar a ouvir o programa ao final do dia em observador.pt ou em marco.pt. Eu e a Catarina estamos de volta no próximo sábado, às 10:30, com um novo tema e um novo convidado. Até lá, queremos saber o que acharam da emissão desta semana com a Inês. Comentem nas nossas redes sociais ou enviem-nos um e-mail para istoémae@observador.pt. Eu e a Fabiola voltamos para a semana, sem o Luca, com muita pena nossa, porque agora queríamos tê-lo sempre aqui. Bom resto de fim de semana.

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