Labirinto - Conversas sobre Saúde Mental
Figuras públicas de várias áreas falam sobre como lidaram ou lidam ainda com sintomas, diagnósticos e tratamentos de doenças do foro mental.
Episódios
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Débora Monteiro e a depressão pós-parto. “Era tudo cinzento”
Teve duas bebés em tempo de pandemia e começou a trabalhar um mês depois do parto. O cansaço e o sentimento de incompreensão foram crescendo, até perceber que havia um problema e precisava de ajuda.
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"Achava que estava a conseguir lidar com tudo”
Teve duas bebés em tempo de pandemia e começou a trabalhar um mês depois do parto. O cansaço e o sentimento de incompreensão foram crescendo, até perceber que havia um problema e precisava de ajuda.
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"Sacrifiquei a minha vida por causa de uma carreira”
Percebeu que havia um problema ainda com 15 anos e ficou “uma pedra no sapato”. Enquanto fazia o país rir como “Crómio”, estava “a sofrer”. Seguiu-se uma longa fase de desespero, até à recuperação.
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Tiago Castro, depressão. “Ficava horas sem falar, apático”
Conhecido por interpretar o cómico “Crómio” nos Morangos com Açúcar, o ator fala sobre a longa fase de desespero de que poucos sabiam, o papel essencial da família e o caminho para a recuperação.
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“Foi um choque tremendo. Como é que isto me acontece a mim?”
Teve o primeiro ataque de pânico aos 22 anos, numa altura em que não era comum assumir problemas de saúde mental. Chegou a ser internado, mas foi na psicanálise que encontrou a terapia mais acertada.
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Ansiedade. “Vi que não estou sozinho”
O ator brasileiro já fazia terapia, mas nunca tinha tido uma crise. Achou que era um enfarte e fez muitos exames médicos. Percebeu depois que não era caso único e aprendeu a lidar com o problema
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Depressão. “Durante 4 meses achei que era normal”
Decidiu pedir ajuda quando percebeu que já não conseguia gerir a tristeza de todos os dias. Veterinário, foi medicado e ainda faz terapia, mas descobriu outras ferramentas que se revelaram essenciais.
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“Os antidepressivos são um guarda-chuva”
Não sabe se foi a sertralina, a terapia ou a meditação. Diz que talvez tenha sido tudo junto a ajudá-lo. Veterinário, fala do impacto emocional do trabalho, sobretudo no momento da morte dos animais.
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Défice de atenção. “Sinto que vivo num turbilhão”
Os amigos do apresentador Fernando Alvim diziam, a brincar, que ele tinha todos os sinais. Só acreditou quando se reconheceu num livro. Foi diagnosticado e lamenta que tenha sido tão tarde.
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"Tentei esconder a depressão de mim próprio"
Aos 31 anos, Miguel Herdade é uma referência nos estudos sobre desigualdades no acesso à educação. Diz que, desde os 19, por causa da depressão, vive num triângulo entre o medo, a vergonha, a sorte.
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