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Momentos de glória.

Momentos de glória. Agora confessem, já tinham saudades de um momento "é mais bolos".

Com este projeto, pode ir um pouquinho mais além, que é no que diz respeito à proibição de começarem a ser feitos tratamentos.

Vamos falar dos bloqueadores pubertários. Em primeiro lugar...

Aí faço-lhe a pergunta não apenas enquanto Hélder, presidente da OPS Diversidades, mas como médico.

Eu não sou médico, eu sou biofísico.

Ok.

Sim, o meu doutoramento é nessa área e tenho uma pós-graduação em sexualidade humana.

Exatamente.

Sim, mas não sou médico.

Pronto.

Estava a ir tão bem com aquelas: "mas faça na condição de..."

Enquanto biofísico, enquanto Hélder, enquanto ser humano. O que nos leva a outros momentos históricos em que os entrevistados teimam em não ser o que não são.

Retomamos este espaço de notícias na CNN, no domingo à tarde, com a presença de João Fernandes, ex-jurista da DECO. Vamos abrir um espaço de entrevista sobre a pobreza energética e agradeço, obviamente, a presença neste espaço da CNN Portugal. Muito boa tarde. Gostava de lhe perguntar se nos pode falar sobre este tema da pobreza energética e sobre as dificuldades das famílias portuguesas a pagar a conta da luz? Não. Olá, João, boa tarde.

Julgo que há aqui um pequeno equívoco. Eu não sou jurista da DECO. Sou investigador de Ciência Política da Universidade do Minho.

Eu só vim aqui instalar.

É quase a mesma coisa.

"Eu não sou jurista."

Eu vim aqui montar uns torres.

"Eu não sou jurista" faz-me lembrar qualquer coisa.

Essa não existiu, sério.

Estas confusões acontecem a muito boa gente em diversas situações.

Olá, pessoal, estou aqui com o primeiro-ministro.

Não, ministro da Presidência.

Ministro da Presidência daqui de Portugal e nos encontramos há pouco tempo. Eu sou o Matias e gostaria aqui de mandar um abraço aí para o pessoal de Angola.

Olá. Foi bom encontrar aqui o Matias no meio da corrida. E quem? Como é que te chamas?

Sasha.

E a Sasha. Espero que estejam bem.

Muito obrigado.

Que corra tudo bem aqui.

Leitão Amar cruzou-se com um cidadão angolano e repararam que Leitão Amar não queria, de maneira nenhuma, ser confundido com o primeiro-ministro. Atenção. Às vezes não são os convidados que fazem uma desfeita aos entrevistadores, são os próprios entrevistadores que se desfazem.

Maria do Castelo Branco e Alexandra Borges são os comentadores desta noite. O presidente... Estás a rir por quê? Disse algo mais, Nera?

Não, só um boa noite.

Pronto, ok.

Estou contente por estar aqui, Alexandra.

Ah, ok, eu também estou contente por estar aqui contigo e com o Alexandre. Bem, vamos então a esta... Isto é raro acontecer, mas pronto.

Revejo-me tanto na Alberta.

A Alberta Marques Fernandes, experientíssima jornalista, teve aqui um daqueles momentos que raramente acontecem, mas quando acontecem, depois se tornam virais. Mas também provam, estes momentos, que os jornalistas são humanos e precisamos de jornalistas humanos.

Se fosse a família Balsemão, eu despedia os jornalistas todos e punha lá robôs da inteligência artificial. Se é esse o jornalismo que nós queremos, então é muito mais barato. E o meu problema é que eu já vejo muitos colegas meus, muitos pivôs, que de alguma forma apresentam de uma forma absolutamente mecânica e desapaixonada. E eu acho que isso aproxima-os muito mais da mecanização que a inteligência artificial promete do que a humanização de cometermos erros e termos emoções.

Erros, cometer erros, ter emoções, falhar. Rodrigo Guedes de Carvalho aqui a defender o fator humano no jornalismo e o fator humano, as falhas, os problemas, são necessários em todas as atividades da vida.

Têm critérios.

Os homens não estão sempre hirtos e firmes como uma barra de ferro. Não estão.

Que fique aqui claro.

Não estão. E é muito importante que eles até tenham dificuldades sexuais ao longo da vida, que os tornam também melhores amantes. A maior parte das pessoas têm dificuldades sexuais, homens, disfunção erétil, ficam muito aflitos, parece que o mundo vai acabar, mas de facto faz desses homens, homens mais competentes sexualmente. É bom ter dificuldades.

Força, portugueses. Primeiro piora, depois melhora. Mas há algo que todos os portugueses, homens e mulheres, podem fazer para ter uma vida saudável.

Por favor, não usem óculos de sol de manhã.

Aproveitem esses minutos.

Exatamente. Até às 11h30, 12h, o sol é nosso amigo e é essencial para o funcionamento do cérebro, nós apanharmos sol na retina. Não é olhar diretamente para o sol, isso nunca, isso obviamente prejudica.

É muito importante apanhar sol na retina.