Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Momentos de glória.
Ora bem, os políticos que se ponham alerta porque há quem os tope à distância, a eles e à forma como escrevem os seus discursos.
Os políticos criticam muito os alunos nas universidades por causa da utilização da inteligência artificial. Há muitos que até querem proibir. Há uma grande parte dos discursos feitos em ChatGPT. Sua Excelência, o Presidente da República, vai à Assembleia no 25 de abril fazer um discurso em que quase metade do mesmo é gerado a partir de inteligência artificial. E o grande vencedor foi efetivamente o deputado do JPP, Filipe Sousa, com 67%.
Ora bem, cá está, estes são Tiago Gonçalves e José Maria Betencor no seu podcast semanal "Talvez o contrário seja o mesmo". Este pode ser mesmo um desses casos, talvez o contrário do que estão aqui a afirmar com tanta certeza seja o mesmo, mas eles até têm números, apresentam aqui com muito rigor. E por quê? Porque eles têm técnicas muito avançadas para saber se foi ou não a inteligência artificial a escrever determinado discurso e até trazem provas.
Como é que as pessoas podem identificar isto? Eu já falei aqui de jargão técnico e de recurso a construções frásicas. Há uma que é muito preponderante.
Queremos saber.
Vamos lá, vamos primeiro às provas.
A liberdade não é um acessório, é o seu fundamento.
Não é um dado adquirido, é uma construção diária.
Não é uma opinião, são indicadores sociais.
Não é uma questão administrativa, é um compromisso com a ética.
Não está a resignar-se, está a sobreviver no mercado.
Não é apenas um problema de mercado, é um direito.
Não é um museu de boas intenções, é uma oficina viva.
Não são apenas objetivos sociais, são exigências fundamentais.
Não foi apenas uma mudança de regime, foi uma mudança de atitude.
Não é só uma injustiça económica, é uma perda irreparável.
Ouviram bem?
É um recurso estilístico, não é?
Pois, dizes tu. Estas frases do "não é uma coisa, é antes a outra", eles já explicam muito bem isto. Eles explicam o truque com muita clareza.
Portanto, o que consegues ver é isto: "Isto não é isto, é aquilo". E há outros exemplos. Estamos todos a falar da mesma forma por coincidência? E isso é visível não só nos discursos políticos. Se tu fores ver artigos de opinião de jornais, posts de LinkedIn, a praça pública neste momento está cheia de inteligência artificial. Estes tipos não têm assessores, os jornais não têm redações que possam fazer este screening para ver o que é IA e o que não é.
É uma praga, não é? Cá está. Apanhámos logo estes políticos. Isso é uma praga, mas eles também deixam alguns conselhos para os políticos.
Há duas coisas que eu acho que eram importantes: não fazer copy paste. O político pode utilizar a inteligência artificial para estruturar um discurso, perceber se ele está coerente, validar a informação que lá está, mas não fazer copy paste. E a outra coisa é ser transparente. Este discurso foi escrito com recurso à inteligência artificial e isto devia estar presente também nos jornais, nos artigos de opinião e tudo isso. Ou os políticos já desistiram e estão apenas a deixar a máquina falar por eles, ou então são simplesmente ingénuos e acham que nós não percebemos que isto está a acontecer.
Abril não precisa de guardiões solenes, precisa de cidadãos atentos, livres e com capacidade crítica.
Cá está, António José Seguro foi apanhado outra vez com uma frase muito suspeita. E portanto, o que é muito genuíno e não saiu de certeza de nenhum motor de inteligência artificial foi uma troca de palavras na Assembleia Municipal de Almada, aqui entre o socialista José Coutinho Leitão, que estava nas funções de presidente da Assembleia Municipal, e o deputado municipal do PSD, Miguel Salvado.
Só para terminar, porque eu também estou a contar o tempo aqui, senhor presidente.
Desculpe, senhor deputado municipal, está a pôr em dúvida a minha palavra relativamente ao seu tempo?
Deve ser o meu telemóvel, então.
É certamente, e peço que termine rapidamente e que vá para o seu lugar e pense no modo como fez essa intervenção. Muito obrigado.
O senhor presidente primeiro não manda para o meu lugar. O senhor presidente não fala assim para mim, não lhe admito, ok? Eu saio daqui.
Não vamos fazer figura de meninos da escola e embirrar um com o outro. Eu cumpro a minha função como presidente nesta assembleia.
Senhor presidente.
Faça o favor de terminar.
Diz: "Terminou a palavra, dirija-se ao seu lugar", não manda, ok? Pronto, obrigado.
Pois, aqui não há inteligência.
Não há inteligência, nem artificial sequer. E também não vão fazer figura de meninos, porque já fizeram. Portanto, não vão exagerar. Já no Parlamento, a tia do socialista Pedro Delgado Alves é aqui chamada ao debate pelo deputado do Chega, Nuno Gabriel.
Não sei se alguém mandatou o senhor deputado Pedro Delgado Alves como xerife da assembleia. Eu desconheço isso. Da minha parte, o que lhe posso dizer é que extremista é a sua tia. Obrigado.
Já está.
Eu só não admito a nenhum deputado nesta Casa que me chame de extremista, e tenho esse direito. Goste o senhor deputado Pedro Delgado Alves ou não, isso é uma questão que é dele. Quem diz o que quer, ouve o que não quer. Tenho dito.
Este recurso também já é utilizado por muitos deputados.
Da tia. É verdade.
Será inteligência artificial? José Sócrates, a Lousã.
"Manso é tua tia", acho que foi a frase.
Sim.
Uma coisa assim, uma coisa digna também.
Sim.
Tias, sogras também são muito chamadas.
Mães.
Mães, pois, exatamente. Mães é nas bancadas de futebol que são muito invocadas, o nome do árbitro. Ora bem, depois destes momentos mais pesados, vamos terminar aqui com daqueles momentos inspiracionais. É um evento de consultores da Remax, uma espécie de team building. Vocês tomem bem nota, porque está aqui a receita para conseguirmos tudo.
Deixa-me aumentar o volume dos phones.
Vamos lá.
Olha para mim, olha para o telemóvel, olhem para vocês, vão gravar. Eu quero.
Eu quero.
Eu posso.
Eu posso.
Eu consigo.
Eu consigo.
Com mais força. Eu quero.
Eu quero, eu posso, eu consigo.
Eu posso. Eu consigo. Outra vez. Eu quero.
Eu quero. Posso.
Eu consigo.
Parabéns!
Eras tu, Paula?
Agora sim.
Era um agente mais motivado.
Eu quero, eu posso, eu consigo.
Preparados para o resto do dia e para o resto da semana.
Obrigada, Paula.
Tentem isto em casa também.
Todos no carro agora.