Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Uma hora. As notícias com Matilde Malva Sabino.

O Presidente da República considera que as condições de privatização da TAP salvaguardam a posição do Estado na empresa. Em São Tomé e Príncipe, para as celebrações dos 50 anos de independência da ex-colônia portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa esclareceu que foi previamente informado pelo primeiro-ministro sobre o processo de privatização da TAP. Questionado sobre se concorda com a venda, o chefe de Estado relembrou que a questão já esteve presente em governos anteriores e que o negócio esteve perto de se concretizar. O Presidente da República considera que as condições da privatização preservam a posição do Estado na empresa.

É uma solução, primeiro, que salvaguarda a posição dos trabalhadores. Segundo, que salvaguarda a prevalência de Portugal e do Estado português, porque é minoritária à parte estrangeira, seja de um ou de dois candidatos, ou três, os que forem. Depois, porque há certamente uma preocupação de encontrar uma solução que seja rápida, mas também muito respeitadora de procedimentos.

À possibilidade de se recuperar o dinheiro investido na companhia aérea, Marcelo Rebelo de Sousa defende que é prematuro estar a falar em valores e que é preciso esperar para ver. Quanto à Cimeira da CPLP em Bissau, marcada para 18 de julho, Marcelo indica que ainda está por definir a delegação portuguesa, mas nega que haja um problema diplomático. O PS reforça que o Estado deve manter uma participação na TAP, apesar de concordar com a privatização da companhia aérea. José Luís Carneiro acredita que a TAP deve garantir o serviço público nacional e ligações aos países da diáspora. O secretário-geral do PS defende ainda que a empresa tem que se abrir ao investimento privado para continuar a crescer.

Entendemos que a TAP, para crescer, tem que se abrir ao investimento privado, investimento com competência técnica e com capacidade financeira e, por outro lado, que garanta que o Estado português continua a ter uma palavra a dizer naquelas que são funções relevantes da companhia aérea. Por um lado, continuar a garantir que o hub está localizado em Lisboa, ponto um. Temos que fazer com que ela faça a relação com a nossa diáspora, que se encontra em todas as regiões do mundo e tem também que ser um fator de coesão, garantindo e assegurando o serviço público aos Açores e à Madeira.

Declarações de José Luís Carneiro à margem da apresentação do candidato autárquico à Câmara do Bombarral, onde o secretário-geral do PS disse ainda que há uma descoordenação da emergência médica e quer que o chefe do Estado-Maior da Força Aérea seja ouvido com caráter de urgência no Parlamento. José Luís Carneiro deixa críticas ao governo.

Há uma descoordenação total em relação à coordenação da emergência médica. Há entidades do Estado que sacodem as suas responsabilidades para outros setores da administração. A defesa diz que é com a saúde, a saúde diz que é com a defesa e por isso o Partido Socialista acabou de pedir uma audição com caráter de urgência ao chefe do Estado-Maior da Força Aérea para procurar, por um lado, saber que planos é que estão previstos para esse apoio à emergência médica.

Ainda na saúde, os obstetras contratados para o Hospital Garcia de Orta, em Almada, vão ganhar mais 40% em relação ao salário normal. São seis médicos obstetras que aceitaram deixar o setor privado para integrar, a partir de setembro, o deficitário serviço de ginecologia e obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, em Almada. Estes novos médicos vão ter acesso a vagas carenciadas, criadas através de um decreto-lei em julho de 2015 pelo governo de Pedro Passos Coelho, que tem como objetivo atrair médicos para zonas cronicamente deficitárias. Isto vai permitir aos profissionais obterem um rendimento mensal de cerca de € 1300 brutos acima do salário base. Têm ainda direito a outras regalias relacionadas com dias de férias, apoio aos filhos e pagamento das despesas de deslocação. Xavier Barreto, presidente da Associação dos Administradores Hospitalares, apela ao governo para que o problema das urgências obstétricas da margem sul do Tejo fique resolvido antes de setembro. À Rádio Observador, Xavier Barreto diz que uma solução viável seria, por exemplo, a criação de urgências regionais, que permitiria resolver o problema de falta de recursos. As escalas dos três hospitais da Península de Setúbal passariam a estar concentradas, de forma que existisse pelo menos uma maternidade a funcionar de forma permanente. Com a ministra da Saúde a reconhecer esta solução, o presidente da Associação dos Administradores Hospitalares deixa o apelo ao governo e aos restantes partidos para que não se espere até o final do verão.

O diretor-executivo tem dito que concorda com as urgências regionais. A própria ministra assumiu agora muito recentemente e, portanto, o nosso apelo é que passem rapidamente à prática. Portanto, no nosso entender, não há nenhuma razão para esperarmos até setembro. É claro que isto levanta problemas políticos, portanto também não podemos ignorar. E o que nós temos aqui pedido é que as diferentes forças políticas assumam este consenso, que analisem com rigor, com detalhe, as alternativas que estão à nossa disposição, que concordem com a solução para que depois não utilizem isto como arma de arremesso político.

Sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, aprovada hoje no Parlamento, Xavier Barreto admite que é um passo importante para entender o que realmente aconteceu e prevenir situações futuras.

Eu acho que é importante sabermos aquilo que aconteceu, não por uma questão de culpabilização seja de quem for, eu acho que isso pouco interessa, não aproveita a ninguém, não vai mudar nada daquilo que aconteceu ano passado, infelizmente, mas permite-nos perceber, de facto, como é que podemos antecipar e prevenir este tipo de situações no futuro.

Xavier Barreto, presidente da Associação dos Administradores Hospitalares, ouvido esta tarde na Rádio Observador. Na corrida à Câmara de Lisboa, a candidata socialista Alexandra Leitão recusa comentar a candidatura de Carlos Moedas. A candidata socialista foi questionada pela Rádio Observador sobre a entrada em cena do social-democrata e reagiu assim:

Já tive a oportunidade de dizer que não tenho nenhum comentário a fazer. É o incumbente, é presidente da Câmara, não tenho nenhum comentário a fazer.

Alexandra Leitão prefere focar-se nas medidas que queria ter visto serem implementadas pelo autarca no tema da segurança.

Eu manifesto a minha estranheza pela inação de Carlos Moedas, que ao fim de quatro anos como presidente da Câmara de Lisboa e sendo tão vocal quanto às questões da segurança, o que tem para apresentar ao fim de quatro anos é um plano que vai haver. Nem plano existe ainda, é um plano que vai haver, quando havia medidas concretas que a Câmara podia e devia ter adotado, como a melhoria da iluminação da cidade, o aumento dos agentes da Polícia Municipal e a instalação das câmaras de videovigilância. Isto sim, são medidas concretas que dependem da Câmara.

Alexandra Leitão em declarações à entrada para uma reunião com a Associação Portuguesa de Hotelaria. Carlos Moedas já desvalorizou as críticas da candidata socialista ao plano de segurança apresentado pelo social-democrata para Lisboa e diz que talvez Alexandra Leitão desconheça do que está a falar. Carlos Moedas, que apresenta oficialmente a recandidatura a um segundo mandato na autarquia de Lisboa na próxima quinta-feira. Há mais um nome anunciado para a corrida a Belém. Raul Porestrel anunciou esta sexta-feira a candidatura à Presidência da República. O empresário madeirense de 65 anos está ligado ao setor imobiliário e à joalharia fina. Na apresentação da candidatura, esta sexta-feira, em Lisboa, Raul Porestrel garante que o pilar central da candidatura é promover a união dos portugueses.

A minha candidatura é feita com independência, com transparência e, acima de tudo, com o povo, com cada um de vós. Eu não estou cá para prometer o impossível. Eu estou aqui para fazer o que os outros só prometem, porque promessas vazias não mudam uma nação. É o meu compromisso pessoal que irá transformar as vossas vidas e as vidas das vossas famílias. Quero uma presidência ativa que venha unir.

Raul Porestrel esta tarde na apresentação da candidatura à Presidência da República no Hotel Yacht, em Lisboa. No desporto, Portugal está fora do Europeu feminino de futebol. A seleção feminina perdeu frente à Bélgica por 2x1, no último jogo da fase grupos do Campeonato da Europa. Com este resultado, a equipa das Quinas falha a passagem aos quartos de final da prova. Na conferência de imprensa de rescaldo à partida, o selecionador nacional Francisco Neto assume a responsabilidade da derrota e esclarece que Portugal teve vários erros individuais e coletivos.

Hoje foi, sem dúvida nenhuma, o jogo onde conseguimos criar mais oportunidades, dominar mais o jogo, assumir mais o jogo em meio-campo adversário. Mas, ao mesmo tempo, também uma das grandes ilações é que os erros nos penalizaram muito. Cometemos alguns erros individuais e coletivos e isso intranquilizou-nos muito durante a competição. Os jogos têm que ser jogados em 90 minutos, sofrermos em dois jogos gols demasiado cedo para quem quer competir a este nível. E aí, sem dúvida nenhuma, o responsável disso sou sempre eu.

Declarações de Francisco Neto no Estádio de Sion, na Suíça. Neste Europeu, a seleção não somou qualquer vitória. O Liverpool anunciou que vai retirar a camisola número 20 de Diogo Jota em todos os escalões. Em comunicado, o clube inglês informa que esta decisão envolveu a opinião da família do jogador português. O Liverpool classifica esta decisão como um tributo único a uma pessoa singularmente maravilhosa. Recordar que Diogo Jota e o irmão André Silva faleceram na madrugada de 3 de julho, na sequência de um acidente de viação. Notícia de fecho deste jornal. A informação regressa com a síntese da 01h30.