Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

As notícias com o João Lourenço.

Muito boa noite. Cinco pessoas ficaram feridas na sequência de um atropelamento seguido de uma fuga no Chiado, em Lisboa. Trata-se de quatro mulheres e um homem, onde, neste caso, três pessoas tiveram de ser transportadas para o hospital. Há dois feridos graves. Estas duas pessoas com ferimentos graves foram transportadas para o Hospital de Santa Maria. O outro ferido já está a caminho do Hospital São José. O atropelamento ocorreu na Rua Nova da Trindade e o alerta foi dado perto das dez da noite. Indicam ainda as autoridades ao observador que depois de bater com o carro roubado, o condutor já se colocou em fuga a pé. Segundo adiantou a fonte do Comando Metropolitano de Lisboa, a PSP, neste momento, confirma novamente essas três pessoas com ferimentos. José Luís Carneiro considera que o PT-RR de Luís Montenegro é apenas um plano de intenções. Diz mesmo que falta ação. O secretário-geral do PS lamenta que não tenham sido apresentadas medidas concretas a curto prazo.

Trata-se de um plano de intenções, quando, do meu ponto de vista, o governo, todos os seus meios, todos os seus recursos, deviam estar concentrados num plano de ação e de resposta às comunidades locais, porque ainda há municípios que estão a reclamar a sua integração na declaração de contingência. Eu vou dar este número: as estradas de Portugal têm mais de 400 milhões de euros para investir em infraestruturas que não podem aplicar nos municípios que não estão na declaração de calamidade, quando muitos desses municípios têm as suas infraestruturas rodoviárias praticamente destruídas.

José Luís Carneiro em declarações na cidade do Porto, a reagir ao que se sabe no novo plano para reconstruir o país depois das tempestades. O secretário-geral do Partido Socialista assegura ainda que o partido vai continuar a contribuir para apoiar as zonas afetadas. Ainda nesta sexta-feira, mais reações por parte de forças partidárias. André Ventura quer um plano com efeitos imediatos. O líder do CHEGA considera inaceitável a falta de propostas exatas no anúncio do primeiro-ministro.

Eu penso que o senhor primeiro-ministro ainda tem algum tempo e ainda tem alguns dias para refazer isto e para renunciar ao país, desculpem a expressão, uma coisa com nível, uma coisa com ambição, uma coisa com dignidade e uma coisa com esperança. Ontem eu usei a expressão menos Sport TV e mais ação. Nestes momentos, é os momentos que se vê a capacidade de ação de um governo. Nestes momentos, é quando se vê se um primeiro-ministro tem fibra ou não para ser primeiro-ministro.

Na iniciativa liberal, a líder Mariana Leitão insiste que o país precisa de medidas concretas.

No fundo, resume-se a um plano de intenções. E quando a iniciativa liberal ontem disse ao senhor primeiro-ministro que o seu modelo de governação estava esgotado, era exatamente a isto que nos referíamos. Continuamos há dois anos a viver de anúncios sem que esses anúncios tenham qualquer consequência, qualquer ação.

Na mesma linha, aparece Paula Santos, líder parlamentar do Partido Comunista Português. A deputada acusa Luís Montenegro de estar a reciclar medidas.

Constitui pouco mais do que mais uma operação de propaganda a que este governo continuou a fazer, continua a fazer ao longo da sua governação. Não há uma proposta concreta, não há uma medida concreta, não há uma opção concreta, uma ação concreta.

Ainda nos partidos à esquerda, o LIVRE, na voz de Rui Tavares, diz que agora, acima de tudo, é tempo para tomar decisões.

Que é o projeto dos apoios diretos, em que se multiplicam os valores que nós temos para construção de casas ou para reconstrução, para recuperação das casas e para os outros apoios diretos às pessoas, a fundo perdido, e que não pode ficar, embora tenhamos tido essa vontade de o deixar aberto à discussão, como eu disse hoje aqui no Parlamento, isto não pode ficar a marinar muito tempo.

Em outras reações partidárias, Fabian Figueiredo, deputado único do Bloco de Esquerda, pediu transparência ao governo nas negociações deste plano. Já Inês de Sousa Real, do PAN, pediu a Luís Montenegro uma atitude mais séria face às alterações climáticas. E Marcelo Rebelo de Sousa elogia a estratégia do governo para o PT-RR. O presidente da República considera prudente que o governo não tenha apresentado um valor concreto.

Eu penso que é prudente a posição tomada pelo governo, que é, em vez de começar pelo telhado, começar pelas bases do edifício. Começar pelo telhado tem que ser quando tem que se avançar com um orçamento global, porque senão perde-se uma oportunidade. Aqui não é o caso.

A voz do presidente da República, não começar pelo telhado é uma boa regra, é o que defende o chefe de Estado. Do Conselho Ministro, sai ainda a intenção do governo de avaliar a criação de um fundo de catástrofes e sismos, como de resto sugeriu o atual presidente. Ora, nesta visita até Madrid, Marcelo Rebelo de Sousa acredita ainda que o governo acompanha de perto a utilização da base das Lajes. O presidente da República diz que já tinha sido informado sobre eventuais movimentações de aviões norte-americanos na base dos Açores.

O senhor ministro de Estado de Negócios Estrangeiros informou-me já há umas semanas da possibilidade de vir a existir

Uma utilização da Base das Lajes nos termos do acordo existente entre Portugal e Estados Unidos da América. Portanto, agora não vale a pena fazer especulações sobre matéria que o senhor ministro já explicou, que é uma matéria que acompanha com proximidade. Não há aqui surpresas.

Presidente da República na última visita de Estado ao estrangeiro, ao lado do Ministro dos Negócios Estrangeiros. Já voltamos a Marcelo Rebelo de Sousa, até porque Nuno Melo reagiu hoje à passagem de aviões militares norte-americanos na Base das Lajes. Apesar de a Rádio Observador ter insistido nos últimos dias com o Ministério da Defesa e com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, só nesta sexta-feira é que o ministro falou, mas para empurrar os esclarecimentos para o colega de governo, Paulo Rangel.

Existe um protocolo entre Portugal e os Estados Unidos da América para a utilização da Base das Lajes. E a Defesa Nacional não tem que autorizar a utilização da Base das Lajes, muito embora entregue à Força Aérea, porque essa utilização no que tem que ver com os Estados Unidos, resulta desse protocolo. E as informações sobre essa utilização não são da responsabilidade da Defesa Nacional, são entregues a outra área de tutela.

O ministro da Defesa, com as explicações acerca, neste caso, com as explicações do caso de mais uma vez a passagem de aviões militares norte-americanos na Base das Lajes, a tirar, neste caso, explicações para o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel. Esta noite, o Partido Comunista Português entregou no Parlamento um pedido de esclarecimentos ao ministro dos Negócios Estrangeiros sobre a presença de aviões militares dos Estados Unidos na Base das Lajes. E voltamos a Marcelo Rebelo de Sousa. Diz que vê em António José Seguro um presidente com perfil de proximidade, como vê, de resto, os antecessores, cada um à sua maneira.

Quando eu, em vários momentos, estive a enfrentar os incêndios, agora as cheias, antes problemas críticos durante a pandemia, provavelmente disseram: "Olha, é o presidente da proximidade". Quando o presidente Seguro esteve agora no terreno, eu vi um exemplo de presidente da proximidade.

Marcelo enaltecer o calor humano manifestado pelo presidente eleito sobre a forma como será lembrado depois de deixar o cargo de Presidente da República, o chefe de Estado considerou que os portugueses decidirão. Viajamos até ao outro lado do Atlântico, até porque Donald Trump diz que há alternativas à decisão do Supremo Tribunal de rejeitar a maior parte das tarifas de importação. Em conferência de imprensa, o presidente norte-americano explica que as novas alternativas podem fazer com que os Estados Unidos apliquem taxas mais elevadas.

Mas nós vamos usar outras alternativas às tarifas como resposta ao que o tribunal incorretamente rejeitou. Nós temos alternativas, alternativas ótimas. Vamos ganhar mais dinheiro e seremos muito mais fortes. Vamos ganhar centenas de mil milhões de dólares. Para provar o quão ridícula a opinião do tribunal é, eles dizem que eu não posso cobrar nem um dólar.

Para já, Donald Trump anuncia que vai aplicar uma tarifa global de 10% dentro de três dias. Trump diz ainda que pode, se quiser, acabar com as relações comerciais com outros países. Ponto final neste noticiário da uma da manhã. Meu nome é João Lourenço. Regresso dentro de 20 minutos para a cinta informativa.