Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

As notícias com Luís Soares. Volodymyr Zelensky diz acreditar que os Estados Unidos finalmente perceberam de que lado da guerra devem estar, sem ilusões relativamente às intenções da Rússia. O chefe de Estado ucraniano pede ainda que a Casa Branca volte a levar o Kremlin à mesa das negociações.

Numa mensagem publicada na rede social X esta manhã, a propósito dos 35 anos da independência da Ucrânia e antes do encontro da Coligação da Boa Vontade, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky pede ainda sanções fortes para a Rússia e apela à unidade dos aliados no combate ao Kremlin.

Temos de nos manter unidos e exercer pressão sobre eles. A Ucrânia, a Europa, os Estados Unidos, o mundo. Fico contente que os Estados Unidos tenham acabado com todas as ilusões sobre se a Rússia quer realmente pôr fim a esta guerra. Acredito que os Estados Unidos irão superar todas as suas contradições e todos os seus receios em relação à Rússia. Temos de levar os russos à mesa das negociações. Por fim, são necessárias sanções que lhes façam gritar de dor. A Ucrânia deve receber tudo o que for preciso para os obrigar a pôr fim à guerra. E isso é possível.

Uma mensagem do presidente ucraniano, que vai reunir-se hoje com os aliados em Kiev. De resto, o presidente do Conselho Europeu e a presidenta da Comissão Europeia já estão na capital ucraniana. Ursula von der Leyen anunciou um pacote de ajuda à Ucrânia no valor de €6.000 milhões. Em declarações a caminho de Kiev, à SIC, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, saúda este apoio.

E há um esforço global para apoiar a Ucrânia nesta ação defensiva. Não se trata de uma ação ofensiva contra a Rússia, mas de reforçar a capacidade da Ucrânia de se defender destes ataques, que basicamente, neste momento, têm visado alvos civis.

Declarações de António Costa à SIC. O presidente do Conselho Europeu aponta ainda o dedo a Moscovo por colocar em causa a integridade territorial da Ucrânia.

O direito de cada povo a ser independente é um direito fundamental, reconhecido na Carta das Nações Unidas, e quem quer defender o direito internacional tem que defender o direito à independência da Ucrânia. E é por isso que aqui estamos. Esta guerra só existe porque a Rússia quer pôr em causa a independência da Ucrânia, a integridade territorial da Ucrânia, a soberania da Ucrânia, e é isso que é necessário parar. E por isso, a mensagem fundamental que temos de dar à Rússia é: altura de parar esta guerra, parar de matar pessoas, parar de destruir.

Declarações de António Costa à SIC, numa altura em que várias figuras europeias já chegaram a Kiev para a celebração dos 35 anos da independência da Ucrânia e também para a reunião da Coligação da Boa Vontade. O ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, vai marcar presença através de videoconferência, mas numa mensagem na rede social X, o ministro português reafirma o apoio à soberania da Ucrânia e condena os ataques russos das últimas semanas em território ucraniano.

O Chega e o PS insistem nas questões sobre o processo de aquisição das três fragatas italianas por parte da Marinha Portuguesa. Já o CDS diz que o Governo está interessado em prestar esclarecimentos.

Este tem sido um negócio que tem levantado muitas questões por parte da oposição, que acusa o Governo de falta de transparência no investimento de quase €4.000 milhões. No Explicador desta manhã, o deputado do CDS, João Almeida, garante que o Governo está aberto a prestar esclarecimentos, mas põe em causa as acusações feitas pela oposição.

O Governo não está só disponível, o Governo está interessado. E não é só em prestar os esclarecimentos, é em desmentir as acusações. São coisas diferentes. Prestar os esclarecimentos, sempre. Desmentir as acusações, infelizmente, vai ser necessário, porque elas foram feitas e, portanto, esclareçamos de uma vez: toda a legitimidade da oposição para questionar, para querer saber, para ter toda a informação. Coisa diferente é, antes de ter informação, fazer acusações de corrupção, de desvios de dinheiro ou de aproveitamento.

Esclarecimentos do deputado do CDS, João Almeida, no Explicador desta manhã. Já o deputado do Chega, Luís Paulo Fernandes, pede mais transparência ao Governo e critica o processo instaurado pelo ministro da Defesa aos dirigentes do Chega, André Ventura e Pedro Frazão, e também ao jornal 24 Horas.

O Chega não está contra este investimento, nunca esteve contra um investimento militar, que tem que ser feito, a estratégia militar perante os equipamentos que temos. Agora, os negócios têm que ser feitos com transparência e com o devido escrutínio da oposição. E não foi o que se verificou da parte do Governo, da parte da AD, agora com o CDS a vir reclamar todos os partidos que deviam era ficar provavelmente calados e não poder sequer comentar notícias dadas por jornalistas e por jornais, independentemente de ser online ou físicos.

As críticas de Luís Paulo Fernandes, do Chega. Já do lado do PS, diz que não tem questões sobre os pontos técnicos da aquisição das três fragatas, mas ao nível do processo da decisão política, Luís Dias, deputado socialista, levanta várias questões.

Sobre a escolha política e sobre os impactos políticos, essa sim, não está esclarecida. Nós consideramos que, não havendo resposta, por exemplo, qual é a percentagem dos €6.000 milhões que vai ser alocado às IDN, às Indústrias de Defesa Nacionais, nunca nos foi respondido. Até hoje, nós não sabemos qual é a percentagem deste volume financeiro. Segundo, trata-se de um empréstimo bancário que alguém vai ter que pagar no futuro. E não temos sequer ainda a noção de qual é o valor que vamos pagar em juros. Nós também já fizemos esta pergunta e o senhor ministro não nos soube responder a isto. E em relação a este caso concreto das fragatas, há de facto muitas dúvidas que temos ao nível da decisão política.

As dúvidas de Luís Dias, deputado do PS, que esteve no Explicador desta manhã. O tema foi a aquisição das três fragatas italianas, um debate entre o CDS, o Chega e o PS.

O Metropolitano de Lisboa está a enfrentar problemas na manutenção dos elevadores e das escadas rolantes. Em fevereiro deste ano, Luís, foi batido o recorde do número de equipamentos avariados.

De acordo com os dados recolhidos pelo Observador, quem andava no Metropolitano de Lisboa no início do ano não podia utilizar 30% dos elevadores, nem quase 20% das escadas rolantes. O Observador fez uma ronda pelas várias estações de Metropolitano de Lisboa para verificar as dificuldades no terreno. A grande repórter do Observador, Ana Suspiro, explica a que se devem estas falhas e aponta, sobretudo, para duas razões.

Coincidiu com o período em que o Metropolitano de Lisboa fez um contrato único de manutenção com uma empresa Que era um contrato anual que foi prolongado durante mais ou menos cinco anos. Portanto, aquilo entrou em vigor salvo erro em 2021 e terminou precisamente no final de 2025. Era uma espécie de contrato chave na mão. E durante esse período, de facto, nós assistimos a um agravamento do problema de avarias. Há também outros sinais que nós podemos aqui apontar. Sobretudo na fase final de vigência deste contrato, nós tivemos uma administração do Metropolitano reduzida, primeiro a três pessoas, portanto de cinco para três, e depois a duas pessoas durante vários meses, o que significa que o acompanhamento desta situação se calhar também não foi aquele que teria sido em circunstâncias normais.

Ana Suspiro na história do dia de hoje. Há escadas rolantes no metro de Lisboa avariadas há mais de três anos e meio. O caso mais grave é o do Cais do Sodré, uma estação onde há escadas rolantes que não funcionam há mais de sete anos, desde 2019. No entanto, de acordo com o que apurou o Observador, a situação melhorou nos últimos meses, o número de equipamentos avariados tem vindo a diminuir, graças a um projeto-piloto que está a ser implementado em duas estações, como explica também a jornalista Ana Suspiro.

Há um projeto-piloto para duas estações, que entrou em vigor este ano, a Baixa-Chiado e o Aeroporto, que tem uma monitorização muito mais atenta do que se está a passar, inclusive tem piquetes de vigilância disponíveis durante 24 horas. Não estou a dizer que eles estão lá 24 horas, mas se houver um problema, eles estão disponíveis para atuar e resolver as avarias.

Ana Suspiro na história do dia de hoje. Está a ser testado um projeto-piloto nas estações da Baixa-Chiado e do Aeroporto, que pode revolucionar a manutenção de escadas e também de elevadores no metro de Lisboa.

São 10:10, Luís Soares, que outras notícias marcam esta manhã?

Uma criança espanhola de seis anos morreu depois de ter sido atropelada em Vila do Bispo. A GNR explica à agência Lusa que os pais pararam o carro para observar a vista, mas ao sair, não trancaram o veículo. A criança abriu a porta para ir ter com eles e acabou por ser atropelada por outra viatura. A ocorrência mobilizou 27 profissionais dos bombeiros, INEM e também GNR. Um navio petroleiro incendiou-se hoje depois de ter sido atingido por um projétil desconhecido no Mar Vermelho. A tripulação está em segurança e não foram relatados impactos ambientais, é o que anuncia a Agência Marítima Britânica, que monitoriza o tráfego marítimo. E já a primeira confirmação para o Nossa Live do próximo ano. São os Tam Impala.

Tam Impala. Eu logo era eles. Estava aqui, estava quase tão lindo.

É a primeira confirmação para o Nossa Live do próximo ano.

Vai ser quando?

Ora bem, vai ser no próximo ano, naturalmente.

Obrigada. Pronto, está dito, está explicado. Vou pôr na agenda.

A edição vai ser 8, 9 e 10 de julho, edição 19 do festival, e os Tam Impala vão atuar no último dia, 10 de julho do próximo ano. Esta vai ser a terceira atuação do grupo no Nossa Live. Estiveram já em 2013 e em 2026. 2016, aliás. 2016 foi este ano. É um regresso muito aguardado.

Planos para julho do ano que vem. Não consigo. É muito tarde.

Se calhar os bilhetes já voam.

Começam a voar.