Nicolás Maduro quer que Donald Trump, "com respeito, oiça a verdade" que os "seus funcionários lhe escondem". "Vendem-lhe uma Venezuela de mentira e, sobre essa base, conspiram, ameaçam, agridem".
Capitão Rafael Acosta terá sido eletrocutado e espancado e morreu no dia em que apareceu numa cadeira de rodas num tribunal militar. ONU já denunciou vários tipos de tortura do regime de Maduro.
"Pretendem dissolver o parlamento e convocar ilegalmente eleições parlamentares e inclusive perseguir deputados maciçamente" garante o líder da oposição Juan Guaidó sobre o regime de Maduro.
Os Estados Unidos congelaram todos os ativos do Governo venezuelano. Trump fez referência à "usurpação" do poder de Maduro e abusos dos direitos humanos.
O ainda líder do país sul-americano afirmou no passado sábado que as sanções são a forma dissimulada que Trump arranjou para conseguir dominar a Venezuela e apoderar-se do seu petróleo.
A Assembleia Constituinte foi "criada unilateralmente" pelo Presidente Nicolás Maduro, sem submissão a referendo popular, e pretendia inicialmente redigir uma nova Constituição.
A informação relativa às lesões — "escoriações, queimaduras, fraturas", entre outras — apareceu na autópsia, revelada por um jornalista venezuelano. Arévalo era considerado um preso político.
Na cerimónia de celebração dos 198 anos da Batalha de Carabobo, Nicolás Maduro disse que para a Venezuela existir como "república independente e soberana" é necessária a coesão das forças armadas.
Um novo livro de um jornalista venezuelano revela que Maduro (quem em 2013 disse ter visto Chávez reencarnado num pássaro) consulta frequentemente um bruxo e é devoto de um guru espiritual.
O autoproclamado Presidente da Venezuela denunciou que há fundos retidos em bancos de Portugal e de Espanha porque o governo venezuelano os usava para financiar repressão no país.
O Chefe de Estado da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou um reforço de investimento tecnológico nos "irmãos chineses" da Huawei para "tornar real o sistema 4G a nível nacional".
O Chefe de Estado Venezuelano admite continuar com o programa de entrega de alimentos a preços subsidiados, conhecido como CLAP. Estados Unidos falam num programa "corrompido".
O antigo presidente da Câmara Metropolitana de Caracas considerou que a solução que a oposição propõe para a crise venezuelana é "tão autoritária" como a proposta de Maduro.
"Vamos avaliar-nos eleitoralmente, vamos a eleições antecipadas da Assembleia Nacional para ver quem tem os votos e ver quem ganha", propôs o presidente. Guaidó já tinha prometido eleições.
Forças de segurança dos serviços secretos venezuelanos cercaram o parlamento e 15 agentes entraram nos gabinetes dos opositores do regime. Juan Guaidó já discursou ao lado dos deputados.
Alguns luso-venezuelanos que vieram para Portugal face à situação do país de Maduro foram a Fátima pedir "à Nossa Senhora para ajudar a Venezuela" porque a situação está insustentável.
Juan Guaidó convidou a população a sair à rua. "Se governasse, procurava resolver os problemas da falta de eletricidade, alimentos, medicamentos e transportes", em vez de perseguir deputados, disse.
O Presidente interino venezuelano afirmou que Maduro já não governa e refere que o Parlamento é o único organismo respeitado no país. Os novos protestos contra o regime vão ocorrer já este sábado.
O vice-presidente do Parlamento venezuelano foi acusado de crimes de traição à pátria e conspiração, depois de apoiar Guaidó. O Grupo de Lima fala em medida "inconstitucional" e "afronta".
O Supremo Tribunal de Justiça venezuelano acusou dez parlamentares de traição e rebelião. Mariela Magallanes foi recebida pelo embaixador italiano e Richard Blanco refugiou-se na embaixada argentina.
Mike Pompeo refere que Maduro tem perdido o apoio dos militares e não pode continuar a governar. Afirmou ainda que o Presidente vai abandonar a cidade "dentro de uma semana ou dentro de um mês".
Número dois do regime diz que Nicolas Maduro "levantou a bandeira da paz" e perdoou "a vida" aos militares que se colocara ao lado de juan Guaidó na tentativa de revolta da passada terça-feira
Secretário de Estado norte-americano fez referência, nas redes sociais, a uma intervenção da Guarda Nacional Bolivariana ocorrida na quarta-feira na igreja de San Cristobal.
Nicolás Maduro esteve hoje num centro de treinos militar, no estado de Cojedes, onde pediu aos militares venezuelanos que mantivessem a união, coesão e lealdade.
Prevê-se mais um fim-de-semana agitado na capital venezuelana com demonstrações públicas tanto de apoiantes do atual governante sul-americano como do autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó
O autoproclamado Presidente da Venezuela apelou através do Twitter à mobilização pacífica do povo venezuelano: devem protestar no sábado diante das bases militares do país.
O executivo de Pedro Sanchéz lembra a inviolabilidade da embaixada espanhola em Caracas. Leopoldo López diz que um governo de transição chegará em breve.
A situação económica, o petróleo, a dependência de Cuba, a falta de apoio popular de Maduro, as vidas dos militares. A análise de José Manuel Fernandes, Filomena Martins e João de Almeida Dias.
López é opositor do regime de Maduro e está desde terça-feira refugiado na residência do embaixador espanhol em Caracas. Maduro marchou ainda nas ruas para mostrar o apoio das Forças Armadas.
Os confrontos entre apoiantes e opositores de Maduro foram-se intensificando pela Venezuela. Há registos de protestos reprimidos com gás lacrimogéneo e de um carro militar que avançou contra civis.
Na base militar de La Carlota, o autoproclamado presidente interino da Venezuela apelou à população para ajudar a derrubar o regime. Maduro fala em golpe de Estado. A tensão cresce e já houve disparos
Presidente interino promete que a Operação Liberdade é para continuar. Nicolás Maduro reaparece para garantir que o "golpe falhou!" e diz que nunca se renderá "às forças imperialistas."
Depois de Jair Bolsonaro ter discutido a possibilidade de uma invasão militar sobre a Venezuela, Nicolás Maduro acusou o presidente brasileiro de ter vindo dos EUA "mais louco do que nunca".
As forças norte-americanas mantêm-se em "alerta" enquanto esperam uma decisão de Donald Trump em relação à Venezuela. Chefe do comando do sul defende que situação pode ficar tão má quanto a da Síria.
Manifestantes protestaram contra cortes de energia na Venezuela. Relatos dão conta de disparos feitos pelas forças afetas ao governo de Maduro contra manifestantes apoiantes de Juan Guaidó.
O anúncio foi feito esta sexta-feira pela Federação Internacional da Cruz Vermelha. É a primeira vez que Nicolás Maduro assume que há uma crise humanitária na Venezuela.
Um grupo de motociclistas armados afetos ao regime intercetou o carro onde ia Juan Guaidó e atacaram-no com golpes, paus, pedras e engenhos explosivos, como se vê neste curtíssimo video.
O presidente da Venezuela ordenou sexta-feira a criação de "quadrilhas de paz" compostas por militantes do partido do Governo, por milícias e pela polícia militar.
As imagens que revelam tortura para com reclusos por parte dos serviços de informação de Maduro foram divulgadas por um ex-funcionário da Direção Geral de Contrainteligência Militar da Venezuela.
Luis Carlos Díaz está sob custódia das autoridades venezuelanas desde segunda-feira. O regime de Nicolás Maduro considera-o o autor intelectual do apagão que afeta mais de metade do país.
Pelo menos 18 estados da Venezuela continuam às escuras devido a uma falha na barragem hidroelétrica, que o governo apelidou de "guerra elétrica" e de "sabotagem".
Washington quer forçar 77 elementos da ala Maduro a abandonar o poder. Desde há mais de um mês que medida vem sendo adotada para vários venezuelanos, enquanto EUA tentam aumentar pressão sobre Maduro.
Nicolás Maduro quer garantir a segurança dos ativos do país com a decisão. A vice-presidente venezuelana diz que países capitalistas violaram as próprias leis ao congelar os bens da Venezuela.
Maduro tinha antecipado o Carnaval e declarado feriado nacional estes dias, mas o Parlamento diz que não, que os venezuelanos têm de trabalhar: "Não estamos para festas"
O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, disse no Twitter que "o mundo livre" não deve tolerar Nicolás Maduro e que o presidente venezuelano "deve demitir-se"
Nicolás Maduro não terá gostado de uma pergunta sobre fraude eleitoral feita pelos jornalistas da Univision, nem de ver um vídeo com crianças a comer do lixo. Os repórteres vão ser deportados.
O autoproclamado Presidente invoca a Constituição venezuelana para um possível pedido de intervenção de militares estrangeiros, dizendo no Facebook que todas as opções estão abertas.
Governo brasileiro expressa a sua "condenação mais veemente" aos atos de violência do "regime ilegítimo do ditador" Nicolás Maduro registados no sábado nas fronteiras da Venezuela com o Brasil.
Eurodeputado português conta o "desespero" que encontrou junto à fronteira da Colômbia com a Venezuela. Fala em clima "militarizado", mas não "intimidatório" e num Guaidó sem medo.
A fronteira da Venezuela com Brasil vai encerrar a partir da meia noite desta sexta-feira (hora de Lisboa), até "nova ordem", anunciou Maduro. O presidente pondera fazer o mesmo com a da Colômbia.
O Presidente de facto anunciou ainda o pagamento de um bónus económico carnavalesco aos titulares do "cartão da pátria". Festividades celebram-se de 28 de fevereiro a 2 de março no país.
Rússia enviou 300 toneladas de ajuda humanitária para os venezuelanos. Contam-se medicamentos de alto custo, que Maduro diz já ter pago com a ajuda da Rússia, da Turquia, da China e da ONU.
Nicolás Maduro falou em Caracas, durante um ato de graduação de médicos, e comunicou que "a primeira coisa que deve fazer um Presidente interino é convocar eleições".
O exército venezuelano garantiu que continuará "instalado e alerta ao longo das fronteiras" e reafirmou "obediência, submissão e firme lealdade" a Nicolás Maduro, após as ameaças de Donald Trump.
Leopoldo López é um dos principais rostos da oposição venezuelana e tido com um dos responsáveis pela ascensão de Guaidó. Esta segunda-feira faz cinco anos que está preso mas não desiste de um sonho.
O Governo de Maduro informou que manteve duas reuniões com Elliot Abrams, enviado especial dos Estados Unidos à Venezuela, que tiveram "momentos de tensão" mas também "preocupações partilhadas".
Nicolás Maduro disse ainda que mantém a esperança num encontro com Donald Trump para resolver o impasse relacionado com o facto de este ter reconhecido Guaidó como líder legítimo da Venezuela.
O chefe da diplomacia venezuelana denuncia a violação dos princípios básicos da ONU, como o respeito pela soberania nacional, e criticou as sanções e ameaças vindas de Washington.
Foi há um século, mas o paralelismo faz-se a vários níveis. Em 1902, a Venezuela esteve isolada das principais potências mundiais quando decidiu suspender o pagamento da dívida externa.
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