Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Está no ar o Jornal da Uma, com a edição do João Gama. João, o Irão volta a sofrer uma nova onda de ataques de Israel, incluindo na principal central nuclear do país.
Uma informação que está a ser avançada por meios de comunicação iranianos. Três instalações nucleares foram atingidas por uma nova ronda de ataques. Estão a ser publicadas imagens de um edifício em chamas. As autoridades iranianas não confirmam estes ataques, mas as Forças de Defesa de Israel confirmam que os bombardeamentos continuam e avisam que os ataques vão continuar até que os objetivos desta operação sejam atingidos. Já o presidente do Irão pede unidade aos compatriotas, promete uma resposta legítima e resoluta contra uma agressão que considera ser cruel. O exército de Israel atacou hoje a capital do Irão e outras cidades do país, com o governo israelita a afirmar que os alvos foram instalações militares e nucleares. Entre as vítimas, contam-se algumas das mais altas patentes do exército iraniano, incluindo o comandante da Guarda Revolucionária e o comandante-chefe das Forças Armadas.
E Donald Trump insiste que o Irão deve chegar a um acordo nuclear com os Estados Unidos e avisa: Israel está a planear ataques ainda mais brutais.
É o que escreve o presidente norte-americano na sua própria rede social, Truth Social. Trump diz que avisou Teerão para que aceitasse o acordo nuclear que estava em cima da mesa e lembra que Israel possui armamento produzido nos Estados Unidos com capacidade letal mais avançado que o iraniano. Os próximos ataques planeados por Tel Aviv serão ainda mais brutais. É o que avisa o presidente norte-americano, que diz que ainda há tempo para pôr fim a este massacre.
E o Papa Leão XIV diz que é cada vez mais essencial caminhar para a paz no Médio Oriente.
Recebeu hoje, o líder da Igreja Católica, no Vaticano, o presidente do Líbano e, em comunicado, o Vaticano diz que nestas conversações foi manifestada a esperança de que o Líbano, através de um processo de estabilização e reforma, experimente uma nova fase de harmonia política. E sobre a situação no Médio Oriente, e perante esta escalada de tensão entre Israel e o Irão, tanto Leão XIV como o presidente do Líbano concordam na necessidade necessária e essencial de promover a pacificação da região.
E o Novo Banco foi vendido ao banco francês BPCE por 6.400 milhões de euros. O governo português diz que se evitou uma concentração geográfica desnecessária.
75% do montante vai para o fundo norte-americano Lone Star, os restantes 25 vão para o Estado. A operação foi confirmada esta manhã. As partes apontam que a conclusão da compra vai acontecer durante o primeiro semestre de 2026. Entretanto, o fundo de resolução vai encaixar com esta venda mais de 800 milhões de euros. Em comunicado, o Ministério das Finanças realça que esta venda permite ao Estado recuperar quase 2000 milhões de euros de fundos públicos injetados nesta instituição.
E a editora de Economia do Observador explica que com a venda do Novo Banco aos franceses, o governo consegue evitar a concentração geográfica em Espanha.
Para o Ministério das Finanças, seria preocupante que a banca portuguesa ficasse centrada em Espanha. Com esta venda ao banco francês BPCE, João Miranda Sarmento consegue evitar essa que classificou como uma das principais preocupações. É o que explica a editora de Economia do Observador, Alexandra Machado.
E se comprasse o Novo Banco, ainda ficaria maior. Portanto, haveria aqui uma banca espanhola com um peso, uma cota de mercado importante no mercado português, à conta do Santander e do BPI/Caixa Bank/Novo Banco, se ficasse junto. E Miranda Sarmento alertou que não gostaria que isso acontecesse, por isso o comunicado do Ministério das Finanças desta sexta-feira aponta esse evitar de uma concentração, que disse ser desnecessária, da banca em torno da banca espanhola.
A editora de Economia do Observador, Alexandra Machado, sobre a venda do Novo Banco aos franceses do BPCE.
13h04. Os bairros de Alcântara e Bairro Alto conquistaram a edição deste ano das Marchas Populares.
Durante uma noite de quinta-feira, 20 bairros desfilaram na Avenida Liberdade, sob o olhar atento do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e também do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. Já durante a madrugada foram conhecidos esses resultados e a festa durou até às primeiras horas da manhã, é o que nos conta o João Lourenço.
7h da manhã em Lisboa.
Bicampeões! Bicampeões!
A Rua da Cascalheira, em Alcântara, encheu-se de vários moradores que participaram na conquista de mais um troféu de vencedor das Marchas Populares de Lisboa. O ambiente era de festa, de orgulho e de missão cumprida.
Ficamos sem voz, ficamos sem forças, mas é realmente uma alegria e uma satisfação ver o nosso trabalho realmente reconhecido.
O padrinho da Marcha de Alcântara, Pedro Granjé, enaltece que os seus afilhados quiseram sempre ganhar pela segunda vez consecutiva.
Eu acho que é justo nós termos ganho. Eu vou dizer eles, vou falar dos meus marchantes, dos meus afilhados, porque eles trabalharam que nem uns doidos. Nós ganhamos o ano passado, eles não dormiram à sombra da bananeira.
A cinco quilômetros de distância, fica a segunda vencedora da noite. Pela primeira vez em 90 anos, o Bairro Alto conquistou o primeiro posto das marchas lisboetas. O coordenador, Vítor Silva, mostra-se emocionado com este feito.
O sentimento de orgulho de fazer parte exatamente desse projeto, mesmo sendo ex aequo com Alcântara, é o primeiro lugar. E que nós nunca, em 90 anos de existência, nunca ganhamos o pódium.
Já Luís Borges, padrinho desta marcha, refere que ficou muito feliz quando soube da conquista.
Olha, estou muito feliz. Primeira vez padrinho do Bairro Alto e nós ganhámos. Eles merecem, realmente, eles vivem isto como ninguém. E foram muitos meses de ensaios e estou muito feliz, sem dúvida alguma. Acabei de acordar com os gritos ao meu telefone a dizer que tínhamos ganhado.
As Marchas de Lisboa prometem voltar com a mesma animação e com mais música para desfilar pela Avenida da Liberdade.
Este chão é chão Lisboa.
O Bairro de Alcântara venceu nas categorias de melhor cenografia, melhor figurino, melhor letra e melhor musicalidade. O Bairro Alto venceu na competição de melhor musicalidade e melhor desfile na avenida. A reportagem é do João Lourenço.
Uma hora e seis minutos. João, que outras notícias merecem destaque a esta hora?
O diretor de comunicação da candidatura de Pedro Duarte à Câmara do Porto pediu a demissão depois ter sido acusado de agressões pelo candidato Filipe Araújo. No entanto, Vasco Ribeiro, em declarações ao Diário de Notícias, recusa as acusações de Filipe Ribeiro, que diz ter sido vítima de um murro no rosto. O responsável de comunicação da candidatura do social-democrata Pedro Duarte diz que existiu uma discussão e empurrões de parte a parte. Revela ainda que o desentendimento não foi relacionado com a campanha eleitoral. Na última hora, o antigo ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, reagiu num comunicado enviado às redações. Diz que repudia qualquer forma de violência e que aceitou a demissão de Vasco Ribeiro. Diz que a atitude do responsável de comunicação é indefensável e não reflete os valores que defende para a candidatura e para a cidade do Porto. Os três adeptos ligados a claques do Sporting detidos por cinco tentativas de homicídio a adeptos do Futebol Clube do Porto vão conhecer as medidas de coação já amanhã. De acordo com o Correio da Manhã, estes três homens permanecem em prisão preventiva nas instalações da PJ em Lisboa. Os crimes decorreram na passada terça-feira, quando um grupo de adeptos ligados ao Sporting atearam um veículo em fogo privado dos Super Dragões. Ferro Rodrigues declarou o apoio a José Luís Carneiro para líder do Partido Socialista, é o que indica o antigo presidente da assembleia numa nota enviada à Agência Lusa. Apela à união dos militantes nas internas de 27 e 28 de junho.
João Gama e o Jornal da Uma.