Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Miguel Alvideira. Começamos com educação este jornal das 14h. Miguel, o Ministro da Educação pede desculpa aos professores pelos constrangimentos que têm marcado o processo de avaliação dos exames nacionais.
Tendo em conta, por exemplo, que alguns docentes foram obrigados a corrigir mais do que uma vez o mesmo exame.
Os professores tiveram muitas dificuldades causadas pelo sistema informático. Eu lamento e peço desculpa aos professores. Houve professores que foram corrigir duas e três vezes a mesma prova, precisamente porque foi identificado um erro. É lamentável, mas é a confirmação de que nós temos mecanismos de controle de qualidade e de garantir o rigor. É isso que estamos a fazer, vamos fazer até o fim.
À entrada para uma reunião do Conselho de Escolas, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, revelou que já foram corrigidos mais de 90% dos exames nacionais.
Quando eu cheguei eram 92%, estamos a caminho dos 93%, de certeza a esta hora. A cadência é muito elevada. Como eu vos disse, o processo teve muita entropia inicialmente, os professores tiveram muitas dificuldades causadas pelo sistema informático. Elas têm vindo a ser corrigidas, mas os professores têm mostrado ao longo de todo este processo um enorme comprometimento com o cumprimento do prazo. É isso que nós vemos nos dados.
O pedido de desculpas e o elogio de Fernando Alexandre, ministro da Educação, aos docentes envolvidos na classificação dos exames nacionais. Esta declaração coincide com o pedido potestativo do PCP, que quer ouvir Fernando Alexandre no Parlamento na próxima sexta-feira.
Sobre este caso, a presidente da Iniciativa Liberal diz que vem mostrar que o governo é fraco a comunicar.
Mariana Leitão aponta o dedo ao primeiro-ministro e ao ministro da Educação.
Há um problema claro neste governo e que esta questão dos exames demonstra mais uma vez, que é um problema de comunicação. Sucessivas vezes surgem situações e decorrem narrativas por uma questão de falhas de comunicação. E este caso dos exames, obviamente que há inúmeros problemas, mas houve um problema também muito crítico de comunicação por parte do senhor ministro e agora de ausência de comunicação por parte do senhor primeiro-ministro.
As críticas de Mariana Leitão feitas esta manhã no Parlamento.
O PS quer explicações depois de uma reportagem da SIC ter revelado que vários membros do Ministério da Educação acederam ao espaço onde estão guardados os exames nacionais.
Em formato papel, o dirigente do PS, André Moz Caldas, considera que estes acessos podem pôr em causa a credibilidade do processo de avaliação.
Nós esperamos a todo momento um desmentido prontamente da parte do Ministério da Educação, porque caso esse desmentido não chegue, está irremediavelmente quebrada a confiança no processo de avaliação dos exames. Por isso, é cada vez mais inevitável que o PS se aproxime do acompanhamento de medidas de inquérito parlamentar, se o governo não responder cabalmente a todas as inquietações que as famílias portuguesas, os estudantes e os professores neste momento estão a viver.
Sobre os pedidos de demissão do ministro Fernando Alexandre, André Moz Caldas diz que para já, o que é importante é garantir que o ministro resolve o problema, a saída do executivo só depois deve ser ponderada.
Ora, o primeiro-ministro mantém a confiança no ministro da Educação.
De resto, Luís Montenegro não percebe porque motivo não havia de ser assim.
Com certeza, mas estaria em causa alguma vez a confiança que eu tenho nos ministros? Isso não é uma questão.
O chefe do governo sublinha que é importante mesmo nesta altura é resolver os problemas.
Os ministros, como os secretários de Estado, como o primeiro-ministro, estão no governo para resolver problemas, não é para se queixarem dos problemas, nem é para esmorecerem quando eles aparecem. E hoje é o ministro da Educação, amanhã é outro ministro. Todos estão sob uma pressão quotidiana, diária, e estando no governo é porque têm, naturalmente, competência para encontrar as soluções para os problemas.
Declaração do primeiro-ministro, que marcou presença esta manhã na assinatura do auto de consignação de uma via rodoviária em Castelo de Paiva.
As Forças Armadas do Iémen reivindicaram o ataque ao aeroporto de Sanaa e contrariam a versão dos houthis.
Os rebeldes acusaram a Arábia Saudita de ser responsável pelo ataque ao aeroporto. Ora, as Forças Armadas do Iémen vieram mais tarde reivindicar esse mesmo ataque e justificar a operação com o objetivo de impedir a aterragem de um avião iraniano. O regime aliado dos houthis acusa os rebeldes de permitirem uma violação da soberania nacional. Prometem ainda tomar medidas para impedir que situações semelhantes possam voltar a acontecer. A agência de notícias Reuters avança que os houthis estão a reter um avião da Cruz Vermelha no aeroporto, piloto e copiloto da aeronave estão detidos pelos rebeldes. Atualmente, o Iémen tem dois governos em funções, um reconhecido pela comunidade internacional, que controla o sul do país, o outro liderado pelos houthis, sem reconhecimento internacional, que administra grande parte do norte do país, incluindo a capital Sanaa, onde se situa o aeroporto alvo do ataque.
O chefe do governo de Espanha promete apoiar a reconstrução das zonas afetadas por esse grande incêndio de Almería.
Um incêndio que fez 13 mortos, a maioria das vítimas são estrangeiras. É já considerado o fogo mais mortífero no país das últimas duas décadas. Pedro Sánchez visitou esta manhã as zonas afetadas. O chefe do governo espanhol garante que todo o apoio solicitado foi disponibilizado e assegura que o executivo vai fazer tudo o que estiver ao alcance para apoiar na reconstrução.
Nós, enquanto governo de Espanha, disponibilizámos todos os recursos de Estado que nos foram solicitados durante a fase de combate ao incêndio. Além disso, como já transmiti anteriormente aos presidentes de câmara dos municípios afetados, estaremos igualmente presentes na fase de reconstrução, procurando, na medida das nossas possibilidades, atenuar as consequências materiais desta tragédia. As perdas emocionais jamais poderão ser reparadas, sobretudo perante a perda de vidas humanas e a destruição das habitações reduzidas a cinzas. Ainda assim, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar estas comunidades a recuperar, tanto quanto possível, a normalidade.
Pedro Sánchez deixa ainda um alerta. Avisa que a emergência climática mata e que se avizinha um verão difícil.
Já o disse em várias ocasiões, a emergência climática mata. Estamos a constatá-lo em toda a Europa e, infelizmente, também em Espanha. Temos pela frente um verão difícil e exigente, que requer de todos nós a máxima vigilância e prontidão para que possamos responder com a maior rapidez possível a qualquer situação imprevista que possa surgir.
O aviso em jeito de preocupação de Pedro Sánchez, chefe do governo espanhol. Desporto? Vamos ao desporto, Nelson?
Vamos ao desporto e à notícia de Carlos Carvalhal. Foi apresentado já como novo treinador do Famalicão.
O técnico de 60 anos regressa ao ativo três anos depois de ter saído do Sporting Clube de Braga. Assina contrato válido por uma temporada. Na cerimónia de apresentação, Carlos Carvalhal sublinhou esta ideia: Vila Nova de Famalicão é uma cidade que gosta de ver bom futebol.
Sem dúvida nenhuma, é um clube que tem paixão, que tem adeptos que vibram, que gostam do clube. Aliás, testemunhas de João Mário, que foi jogador aqui no Famalicão, que é meu adjunto há uns anos, e ele disse-me sempre que o Famalicão é um clube em que as pessoas gostam muito de futebol, gostam muito do jogo, gostam muito do clube. Isto pra nós é muito importante também. Se fizermos um historial, tudo o que foi bem feito e muito bem feito, teve a ver também com a alma que há à volta do clube. Nós não temos receio nenhum de nos ligarmos aos adeptos.
Carlos Carvalhal, o novo técnico do Famalicão, foi apresentado ao final da manhã, na primeira jornada do Campeonato da Primeira Liga. A equipa famalicense vai defrontar o Estoril Praia.
Hugo Oliveira, até aqui treinador do Famalicão, rumou ao Estrasburgo. É um assunto que está em destaque na edição de hoje de "E o Campeão É", já disponível em podcast. Vamos a outras notícias também em destaque a esta hora, Miguel.
É uma garantia de Donald Trump. O presidente norte-americano diz que os Estados Unidos vão tomar conta do estreito de Ormuz. Numa entrevista à Fox News, o presidente dos Estados Unidos avança que as tropas norte-americanas vão tornar-se guardiãs da passagem marítima e devem ser reembolsadas por isso. A guarda revolucionária islâmica do Irão já reclamou a administração do estreito de Ormuz. As autoridades de Teerão reforçam que não vão permitir que qualquer país interfira de forma ilegal com a administração desta passagem marítima. Todos os trabalhadores da Casa da Moeda vão ter um aumento salarial a partir do próximo ano. A Casa da Moeda fechou um acordo com os sindicatos pouco mais de um mês após a entrada em funções do novo Conselho de Administração da Imprensa Nacional. Depois da greve parcial em abril, a nova administração considerou prioritária a discussão sobre o impasse negocial que existia sobre a revisão da tabela de salários. Impasse, entretanto, desfeito com este acordo anunciado nesta segunda-feira pela Casa da Moeda.