Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Adoro. O Jornal das Quatro tem edição com Miguel Videira. Miguel, vai ser no resort de Bürgenstock, próximo de Lucerna, na próxima sexta-feira. O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Suíça confirma a assinatura desse memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão.
Sem indicação de hora, mas com esta confirmação de que a Suíça vai mesmo acolher a assinatura do memorando de entendimento, que abre caminho, mais tarde, é pelo menos essa a expectativa, à celebração de um acordo tendo em vista uma solução definitiva para o conflito. Este resort é propriedade do Fundo Soberano do Catar e acolheu, em junho de 2024, a Conferência de Paz para a Ucrânia. O memorando de entendimento, negociado ao longo das últimas semanas, prevê, por exemplo, a abertura sem restrições à navegação no Estreito de Ormuz e também o levantamento do bloqueio imposto pelos Estados Unidos aos portos iranianos.
Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irã veio há pouco pedir a Israel que pare com os ataques no Líbano, sob pena de cair por terra este entendimento com os Estados Unidos.
É também motivo de preocupação para Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos diz que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem de ser mais responsável.
"Sem os Estados Unidos não existiria Israel. Melhor, sem mim não existiria Israel, porque nenhum outro presidente teve a coragem de fazer o que eu fiz. Eu tenho uma grande relação com o Bibi, mas agora ele tem de ser mais responsável com a situação no Líbano. O Líbano era um grande país e eles não se podem defender. E têm também o Hezbollah, o que é um problema. Portanto, não, não estou contente com a maneira que Israel está a lidar com o Líbano e com o Hezbollah."
Os reparos de Donald Trump esta manhã, numa conferência de imprensa que se seguiu à reunião do G7, os sete países mais industrializados do mundo, com Volodymyr Zelensky. Donald Trump diz que a Rússia tem de fazer um acordo, qualifica de positiva a reunião desta manhã com Zelensky. O mesmo disse, de resto, o presidente ucraniano.
Tivemos uma reunião muito positiva e boas notícias. Em primeiro lugar, sim, Putin tem que parar esta guerra. E eu tenho unanimidade de todos os líderes e presidentes da União Europeia. Houve unanimidade de que a Rússia não está a vencer a guerra e de que deve chegar a um acordo o mais rapidamente possível.
Zelensky pede, de resto, a Donald Trump que exerça influência junto de Vladimir Putin para que o presidente da Rússia aceite sentar-se à mesa das negociações e tentar, dessa forma, alcançar uma solução diplomática para o conflito no leste da Europa.
A esquerda e os deputados únicos rejeitaram os convites para assistir ao jogo de Portugal no Campeonato do Mundo.
A maioria alega razões de agenda, em resposta ao Observador. No PS, já Luís Carneiro diz que não tem disponibilidade para assistir ao vivo aos encontros da fase de grupos. Agradece o amável convite de Pedro Proença, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, e acrescenta que vai apoiar a seleção, preferencialmente em espaços coletivos, ou seja, em fan zones. Já o líder parlamentar Eurico Brilhante Dias também não tem disponibilidade de agenda, mas vinca que há diferenças entre os convites feitos pela Federação ou empresas privadas e vai pedir à Comissão Parlamentar de Transparência que se pronuncie sobre estes convites. O PAN já tinha dito que não ia marcar presença e agora juntam-se também o Livre, o PCP e o Juntos pelo Povo. Vão recusar os convites feitos pela Federação Portuguesa de Futebol, dirigidos aos líderes parlamentares e líderes dos partidos para assistirem aos jogos de Portugal no Campeonato do Mundo, que decorre nos Estados Unidos, no México e no Canadá.
O primeiro-ministro reafirma que vai fazer tudo para garantir a aprovação das alterações ao Código do Trabalho.
Declaração antes de ir ao encontro desta tarde com André Ventura, em São Bento. A reunião que deve começar daqui menos de meia hora, às 16h30. O Chega impõe como condição para dar luz verde à proposta de lei do governo, permitir o acesso à reforma aos 65 anos ou com 40 anos de descontos. André Ventura disse ontem que o Chega aceita que a descida seja feita de forma gradual até o final da legislatura. Luís Montenegro não se compromete com esta proposta, reafirma apenas que tudo vai fazer para garantir que o diploma do governo recebe luz verde do Parlamento.
Eu vou fazer tudo aquilo que compete ao governo fazer para que o Parlamento não frustre este caminho de afirmação da economia portuguesa e de um desempenho
Que não deve ser travado. Aqueles que ambicionam mais, que querem chegar ao dobro daquilo que nós hoje somos capazes de crescer, que querem transformar esse crescimento em riqueza, que depois dá oportunidades, dá melhores serviços públicos, dá melhores empregos às pessoas, devem esforçar-se e é isso que eu vou fazer.
É o que garante Luís Montenegro. O encontro com André Ventura, como disse, está agendado para daqui a pouco, 16h30.
A EDP abriu uma batalha jurídica com o Estado pelo fornecimento da água do mar em Sines.
Em causa, a exploração e captação de água do mar para arrefecer a Central a carvão de Sines, que está nas mãos da EDP há várias décadas. Quando a central fechou, em 2021, a EDP manteve o título de utilização da infraestrutura e chegou a negociar com a cidade de Campos a venda de água para arrefecer o centro de dados em Sines. Mas o Estado tinha outros planos. Pretende usar a infraestrutura de captação de água do mar para construir uma futura central de dessalinização, um investimento de 120 milhões de euros que deverá arrancar no próximo ano. Para isso, o governo publicou um decreto que atribui à empresa Águas de Santo André a tomada de água da antiga central a carvão. A EDP avançou com uma providência cautelar contra este decreto do executivo. "O Observador" sabe que a providência não foi aceita pelo tribunal, depois de ter sido contestada. Foi invocado o interesse público. Algumas fontes admitem que a EDP vai querer ser compensada pela infraestrutura a entregar à Águas de Santo André.
Sete pessoas foram detidas e nove lares ilegais encerrados em Lousada, no âmbito de uma investigação da Guarda Nacional Republicana.
Em causa, segundo o Jornal de Notícias, os crimes de maus-tratos a idosos, homicídio, associação criminosa, fraude fiscal e burla. Desde 2026, os suspeitos alojaram mais de uma centena de idosos vulneráveis em diversos apartamentos da cidade, sem licença ou autorização para funcionarem como lares. Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana explica que as residências em questão não dispunham de condições de salubridade, higiene e do número adequado de cuidadores para garantir o bem-estar e a segurança dos utentes. Na sequência das diligências desta terça-feira, 11 idosos com idades entre os 78 e os 95 anos acabaram por ser retirados das habitações ilegais, foram encaminhados para locais de acolhimento identificados pela Segurança Social. Os detidos, seis mulheres e um homem, entre os 25 e os 65 anos, vão ser presentes a um juiz de instrução criminal amanhã para o primeiro interrogatório, que vai decorrer no Tribunal de Instrução Criminal de Penafiel.
O diretor nacional da Polícia de Segurança Pública reagiu hoje à condenação do agente que matou Odair Moniz. Foi sentenciado a três anos e seis meses de pena suspensa. Luís Carrilho expressou solidariedade com Bruno Pinto.
Sem esquecer também a vítima Odair Moniz.
É sempre triste, é sempre de lamentar a perda de uma vida humana, mas quero aqui dar uma palavra de grande solidariedade ao nosso polícia, ao Bruno. Estou certo de que quis, e como foi ontem, fazer o melhor. E os nossos polícias, o que querem todos os dias é dar o melhor pela segurança pública, o que querem dar todos os dias é a paz pública e é esse o nosso objetivo todos os dias, contribuir para que Portugal seja um país seguro.
Reação do diretor nacional da Polícia de Segurança Pública, Luís Carrilho, à condenação a três anos e meio de pena suspensa do agente que baleou mortalmente Odair Moniz com dois tiros. Declarações à margem das comemorações dos 148 anos do Comando Distrital de Portalegre da Polícia de Segurança Pública.
Vamos a outras notícias, também em destaque a esta hora.
Dois candidatos à distrital e concelho do PS de Coimbra avançaram com uma providência cautelar para impugnar as eleições. Américo Batista e Rui Claro alegam irregularidades nos cadernos eleitorais. Está em causa os estatutos do partido, que determinam que o não pagamento de cotas durante dois anos implica a suspensão automática de todos os direitos do militante e o não pagamento de cotas durante quatro, implica a caducidade da inscrição no PS. Há uma semana, confrontado pelos jornalistas, o secretário-geral do partido, José Luís Carneiro, considerou que as eleições para a Federação de Coimbra, com dadas violações grosseiras dos estatutos, é um assunto de foro interno e de jurisdição nacional. À Agência Lusa, Américo Batista e Rui Claro dizem não ter obtido quaisquer respostas no plano interno, apenas uma comunicação de que a situação teria sido encaminhada para a Comissão Nacional de Jurisdição. Agora, a informação de que estes dois candidatos interpuseram uma providência cautelar para impugnar as eleições. Um homem de 32 anos foi baleado esta manhã na Quinta de Fonte Loures. O alerta foi dado aos comandantes dos Bombeiros Voluntários de Sacavém, pouco antes das 7h30. O homem foi transportado pelos bombeiros para o Hospital Beatriz Ângelo. A PSP e a Polícia Judiciária estiveram no local. A PJ está a investigar este caso, que de acordo com as informações recolhidas, poderá configurar uma tentativa de homicídio. Depois de ter sido distinguida com Medalha de Mérito Cultural Portuguesa no início do mês, a escritora Lídia Jorge recebeu agora o Prêmio Estatal Austríaco de Literatura Europeia deste ano de 2026. O prêmio distingue todo o conjunto da obra da escritora algarvia. É isso que avança o Ministério Austríaco da Cultura. O governo austríaco afirma ainda que Lídia Jorge tem lutado pela igualdade dos povos através da escrita numa forma altamente poética. O prêmio vai ser entregue no próximo dia 27 de julho, numa cerimônia no âmbito do Festival de Salzburgo.
4h10.