Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Rádio Observador. Começa agora o Jornal das 5, edição do jornalista Rui Casanova. E Rui, faltam menos de duas horas para o Portugal-Chile. A seleção nacional faz esta tarde o primeiro jogo particular para o Mundial 2026 e começam a chegar cada vez mais adeptos ao Estádio do Jamor.

O Portugal-Chile tem o apito inicial marcado para às 18h45. É o primeiro de dois jogos de preparação para o Mundial de Futebol. No Estádio Nacional tem estado o repórter Miguel Pina Andrade, que nos dá conta desse ambiente cada vez mais de festa. Miguel.

Já falta pouco para o início deste primeiro jogo de preparação para o Mundial 2026 contra o Chile. Os adeptos continuam a chegar. Já se sente mais o clima de festa no Estádio Nacional. Um dos sítios com mais gente é a Fan Zone, montada no lado norte do Estádio Nacional. As atividades são para toda a família, para miúdos e graúdos. Há jogos para os mais novos rematarem, um placar para os adeptos deixarem assinaturas, enfim, várias atividades. É aqui onde também se vai fazendo a festa. Tenho comigo o Tiago Oliveira. Veio de Aveiro para ver este primeiro jogo de preparação. Tiago, boa tarde. O que está a achar do ambiente aqui no Estádio do Jamor?

Boa tarde. Está um ambiente muito interessante. Está mais calor do que nós estávamos à espera. Nós até trouxemos casacos preparados para um climazinho de frio, mas está um bom ambiente e agora estamos à procura de comida.

E é a primeira vez aqui no Estádio do Jamor ou já cá tinha estado?

É a minha primeira vez aqui no Jamor.

E esta impressão voltaria caso Portugal jogasse cá outra vez?

Sim, é um espaço muito bonito, muitas árvores, as pessoas a fazer um piquenique, assar umas febras. Está bom.

Qual é a importância de vir apoiar Portugal, mesmo nestes jogos amigáveis?

Aqui há uma carga diferente, porque provavelmente é a última vez que vamos ver o Cristiano Ronaldo ao vivo com uma shirt da seleção portuguesa. Então é uma última despedida antes de ir para o Mundial e provavelmente vai ser a última vez que vamos ver a camisola ao peito da seleção.

E qual é a perspetiva para o jogo? Uma vitória com o gol do Cristiano Ronaldo?

Não sei. Seria muito bom para os adeptos se ele conseguisse marcar um gol para andar na alegria. Sim, seria muito bom.

E para o Mundial, uma última dança com o Cristiano Ronaldo para trazer o ouro para casa?

Seria perfeito. Seria perfeito o seu último mundial, ganhar o mundial para ficar em paridade com o Messi. Seria perfeito.

Tiago Oliveira, muito obrigado. O Tiago Oliveira veio de Aveiro, é um dos muitos adeptos que está hoje aqui no Estádio do Jamor. Na entrada principal, já se vê uma grande enchente vermelha de adeptos. A maioria veste as cores de Portugal, mas também há adeptos chilenos. Como disse, o clima é de festa, está um dia bonito de verão para se ver futebol. Ouve-se este ruído das vuvuzelas, no ar está um cheiro a churrasco, portanto, uma verdadeira festa. Espera-se uma casa quase cheia, até porque os bilhetes para este primeiro jogo de preparação estão esgotados. As bancadas do Estádio Nacional vão estar pintadas com as cores da seleção portuguesa. Muito apoio para o primeiro de dois particulares para preparar a campanha no Campeonato do Mundo do outro lado do Atlântico.

Reportagem do Miguel Pina Andrade no Estádio Nacional do Jamor. Entretanto, há instantes, saiu da Cidade do Futebol em Oeiras o autocarro que transporta a equipa rumo ao Estádio Nacional. Este Portugal-Chile é o primeiro de dois jogos de preparação para o Mundial 2026. A seleção nacional joga depois na quarta-feira em Leiria, frente à Nigéria, em mais um jogo-treino. O selecionador nacional já avisou que a prioridade para estas partidas não é a vitória, mas sim testar e preparar os jogadores para a competição.

Portugal-Chile arranca às 18h45, com relato e comentários em direto numa emissão especial de desporto que começa aqui na Rádio Observador a partir das 18h30. E Rui, o secretário-geral do PS volta a criticar a gestão do governo na saúde. José Luís Carneiro acusa o executivo de não fazer da saúde social uma prioridade.

Critica a falta de respostas para que idosos não vivam anos em hospitais por falta de alternativa. José Luís Carneiro pede políticas concretas para que este problema seja resolvido e apela ao executivo para que assuma as responsabilidades naquilo que está a falhar.

Aqui é preciso que o Estado assuma a responsabilidade de liderar esse processo, neste caso, a Segurança Social, o Ministério da Segurança Social com o Ministério da Saúde, para garantir uma resposta de retaguarda, negociando com as instituições particulares de solidariedade social, com as misericórdias nacionais e financiando, naturalmente, essa responsabilidade. É isso que precisa de ser feito.

Não tem sido, por exemplo, uma prioridade do governo?

Se fosse uma prioridade, estaria a ser resolvida. Aquilo que eu vejo é que até agora, nestes dois anos, não vi que essa fosse uma prioridade do governo. Pelo contrário.

Declarações de José Luís Carneiro aos jornalistas durante uma visita ao Centro Hospitalar Tamuguissa, em Penafiel. Esteve reunido com a administração desta unidade de saúde. O secretário-geral do PS não falou nem da prestação social única, nem da greve geral, apesar das perguntas dos jornalistas. Preferiu apenas falar sobre os problemas na saúde e a importância das ULS para o Serviço Nacional de Saúde.

O ministro da Agricultura admite que o apoio de €20 milhões anunciado pelo governo para os agricultores responderam ao aumento dos custos é insuficiente e exige mais ajudas europeias.

Um apoio anunciado recentemente pelo governo para que os agricultores consigam mitigar o aumento dos custos de produção no setor, custos esses sobretudo relacionados com fertilizantes e energia, que têm vindo a aumentar nas últimas semanas por causa das guerras. O ministro José Manuel Fernandes sublinha que o país ainda aguarda financiamento adicional da União Europeia, apoio esse que se vai juntar a estes €20 milhões.

Não considero que seja suficiente, porque nós não vamos dispensar o apoio que também vai vir da União Europeia, ainda não sabemos o montante, para este objetivo. E no mercado interno, sem fronteiras, é importante que soluções europeias existam para estas dificuldades que também são europeias e para não haver uma concorrência desleal.

Declarações de José Manuel Fernandes, ministro da Agricultura, na Feira Nacional da Agricultura em Santarém, esta tarde. O ministro admite ainda que há muita burocracia nos apoios, embora garanta que o Governo tem vindo a simplificar estes procedimentos administrativos para os agricultores.

E o Presidente da República elogia o acolhimento de imigrantes por parte do Luxemburgo, sobretudo de portugueses. António José Seguro defende que as sociedades mais fortes se constroem pela capacidade de acolher e aponta o Luxemburgo como um feliz exemplo dessa qualidade.

António José Seguro fala num país que abriu as portas a gerações de portugueses ao longo dos últimos anos. O chefe de Estado está a cumprir uma visita oficial ao Luxemburgo, no âmbito das celebrações do Dia de Portugal, e participou esta tarde numa sessão no Parlamento do país. Perante os deputados luxemburgueses, Seguro elogiou a comunidade portuguesa no país, uma comunidade que só existe graças à hospitalidade do Luxemburgo, uma hospitalidade que deve ser vista como um exemplo.

Este é um país que abriu as suas portas e o seu coração a gerações de portugueses. Há mais de meio século, os meus compatriotas chegaram a esta terra em busca de um futuro melhor. Encontraram-no, mas também deram o melhor de si para o construir convosco. Num tempo em que tantas fronteiras se erguem e tantas portas se fecham, este exemplo de abertura, de confiança mútua e integração merece ser reconhecido e valorizado. É uma demonstração e um feliz exemplo de que as sociedades mais fortes se constroem pela inclusão, pelo respeito mútuo e pela capacidade de acolher aqueles que desejam contribuir para um bem comum.

Os elogios de António José Seguro ao Luxemburgo, país que está a visitar. Também já convidou os grão-duques do Luxemburgo a visitar Portugal numa data a agendar num futuro próximo. Ainda hoje vai jantar com o primeiro-ministro luxemburguês, jantar ao qual se vai juntar Luís Montenegro. A visita de António José Seguro ao Luxemburgo termina amanhã com um dia dedicado à diáspora.

O Papa apela à Europa para que seja um farol do multilateralismo e do diálogo num mundo marcado pela divisão.

Declarações de Leão XIV, na visita oficial a Espanha, que está a decorrer num discurso com muita carga política. O Papa pede aos governantes, especialmente aos europeus, para que evitem os discursos simplistas e apela à paz e à união.

Convido todos, pelo amor da verdade, a abandonarem as narrativas divisivas e polarizadoras da realidade social e da história, para passarem das simplificações estéreis à apreciação fecunda da complexidade. Vejo aqui uma vocação específica da Europa, da qual Espanha é protagonista original e fundamental. É o presente que o velho continente pode dar ao mundo se quiser permanecer jovem, porque os jovens são aqueles que sentem que têm um futuro e uma missão que ainda desafiam.

O Papa Leão XIV, aqui num discurso com apelos aos líderes europeus. Um discurso que foi feito ao início da tarde em Madrid. Leão XIV também já tinha antes falado sobre os casos de abusos na Igreja Católica. Admite que é uma ferida ainda aberta no Vaticano. Ainda antes da parte da manhã, o líder da Igreja Católica foi recebido por Filipe VI e pela Rainha Letícia no Palácio Real, em Madrid, no âmbito desta visita oficial a Espanha. Esta noite, mais logo, há uma vigília com fiéis em Madrid. O Papa vai ainda passar por Barcelona e pelas Ilhas Canárias no âmbito desta visita oficial a Espanha, que está a fazer por estes dias.

E Rui, destaque ainda para o conflito no Médio Oriente. O Irão volta a acusar os Estados Unidos de violar o cessar-fogo.

Volta a subir o tom neste conflito no Médio Oriente. O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão fala em sucessivas violações do acordo e afirma que tal é prova da falta de vontade dos Estados Unidos de reduzir as tensões. Estas declarações surgiram esta tarde. O ministro iraniano avisa ainda que os ataques dos Estados Unidos vão ter consequências e garante que Donald Trump será responsabilizado por este novo possível escalar do conflito no Médio Oriente entre Estados Unidos e Irão.

E foi Rui Casanova com as notícias das 17h. Está de regresso na síntese informativa das 17h30. Até já.

Até já.

E já a seguir temos Geração V.