Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Vamos às notícias. Jornal das cinco com o José Rafael Lopes. José, aumentou o número de portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela. São agora 110 mortos.
Número revisto em alta pelo Ministério Português dos Negócios Estrangeiros. Além destes 110 mortos, há ainda 55 portugueses e lusodescendentes desaparecidos. Entre as vítimas mortais estão 20 crianças e 90 adultos. No total, o número de mortos depois dos sismos subiu para 4118. Há ainda quase 17 mil feridos na sequência dos dois sismos. Isto é o que se pode ler no mais recente balanço oficial divulgado pelo governo da Venezuela.
Em Almada, 10 zonas do Conselho vão ficar sem água a partir das 22h de hoje.
O corte vai durar até às 6h de domingo. Abrange as zonas de Pragal, Monte da Caparica, Caparica e Feijó. A nota foi divulgada nas redes sociais da Câmara Municipal, que avisa que a água vai voltar de forma gradual. A Câmara avisa também que a reposição das águas pode chegar em momentos diferentes dentro das zonas afetadas. A partir de hoje, vários equipamentos desportivos municipais em Almada estão com condicionamentos no acesso, devido aos constrangimentos no abastecimento de água. Está também proibido o uso de água que não corresponda a usos domésticos ou essenciais. Isto numa altura em que o município de Almada está em situação de alerta, que foi decretado pela Câmara na quarta-feira.
A Associação Nacional de Freguesias vai exigir uma resposta sobre as verbas destinadas a danos da tempestade Kristen.
A ANAFRE quer uma resposta sobre as verbas que ainda não chegaram às freguesias e exige que as autarquias locais não sejam reféns dos municípios. A associação tem sido crítica na forma como o cálculo dos danos é feito, por entender que as freguesias deveriam poder falar diretamente com as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional. O presidente da ANAFRE, Francisco Branco de Brito, diz que já foi solicitado várias vezes, mas que a ANAFRE não consegue chegar a um valor total sobre quanto precisam as freguesias.
A ANAFRE quer também que as freguesias beneficiem do IVA reduzido.
Anúncio feito hoje pelo presidente Francisco Branco de Brito, à Agência Lusa, no fim de uma reunião do Conselho Geral em Guimarães. O presidente diz que não faz sentido que muitas freguesias paguem mais valor de IVA por ano do que aquele que recebem de financiamento.
Há freguesias que pagam mais valor de IVA por ano do que aquele que recebem de fundos de financiamento de freguesias. Não faz sentido que o Estado transfira para as freguesias, através do Fundo de Financiamento de Freguesias, dinheiro público e que depois as freguesias devolvam esse dinheiro em pagamento novamente ao Estado. Claro que não nos interessa perder financiamento, interessa-nos aqui manter o financiamento e, neste caso concreto, aumentar financiamento, mas também garantir que existe aqui um mecanismo de IVA reduzido para que nós possamos fazer a nossa atividade.
Francisco Branco de Brito, aqui um registo da Agência Lusa. O ponto principal desta reunião da ANAFRE é discutir a proposta sobre a revisão da lei das finanças, que a associação vai fazer chegar ao governo.
A FENPROF considera patética a decisão do governo de pagar horas extraordinárias aos professores que estão a corrigir os exames nacionais do 12° ano.
Essa decisão de pagar horas extraordinárias foi anunciada hoje pelo porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, que enaltece o esforço que está a ser feito pelos docentes. O porta-voz do partido explica que o formato do pagamento está a ser definido e deve ser anunciado em breve pelo ministro da Educação, Fernando Alexandre. Confrontado com esta decisão, o secretário-geral da FENPROF, José Feliciano Costa, considera que o pagamento de horas não resolve o problema de fundo.
Está aqui em causa o processo escolar dos alunos, o percurso e a entrada no ensino superior. Era isso que eles queriam neste momento e isso não se resolve com horas extraordinárias. A resolução passa por outras políticas para a educação e isto, de facto, não acontece ainda. E não é o problema das horas extraordinárias, é o problema de perceber que tem que haver mudanças profundas no sistema educativo e depois vamos começar a tentar resolver o problema. Agora, este anúncio de horas extraordinárias parece-nos uma coisa, sinceramente, até patética.
A reação da FENPROF ao anúncio de Sebastião Bugalho, José Feliciano Costa insiste ainda na falta de condições para continuar do ministro da Educação.
É estranho. Não sei se o governo já perdeu a confiança política no ministro Fernando Alexandre. Se ele apresenta um porta-voz, não é uma solução nenhuma a questão das horas extraordinárias, portanto, é no mínimo estranho. Até porque nós também entendemos que, face a tudo o que está a acontecer, o ministro da Educação não nos parece que tenha condições para continuar no cargo, não nos parece que esteja à altura das exigências e das responsabilidades inerentes ao cargo que ocupa.
José Feliciano Costa, em declarações na Rádio Observador, a reagir à decisão do governo de pagar horas extraordinárias aos professores que estão a corrigir os exames nacionais.
José Luís Carneiro não reagiu à medida, mas criticou a forma como o governo tem gerido o processo.
O secretário-geral do PS lembra que o governo tinha prometido apresentar as avaliações a horas, cenário que José Luís Carneiro diz que não tenha acontecido e sublinha essa promessa falhada pelo governo.
No dia 17, o governo prometeu apresentar as avaliações dos alunos, mas no dia 17 há algo que eu posso garantir: é que ficarão muitos assuntos por resolver, nomeadamente a viabilidade das candidaturas de muitos alunos ao ensino superior Estou convencido que está mesmo colocada uma crise de confiabilidade no modelo de avaliação e na classificação que foi feita por parte deste governo e do falhanço que resulta do governo.
José Luís Carneiro, esta manhã em Braga, à entrada para o Congresso Federativo do Partido Socialista.
A líder da bancada parlamentar do Livre diz que no futuro o partido vai conseguir chegar ao governo.
Promessa feita hoje por Isabel Mendes Lopes no Congresso do Livre, que decorre em Sintra. No discurso de apresentação, a deputada diz que o Livre tem de apresentar propostas concretas para combater as medidas do Executivo da AD, mas sublinha que o partido não pretende ficar pela oposição. Isabel Mendes Lopes aponta o crescimento do Livre nas últimas eleições e não esconde essa ambição de um dia poder chegar ao governo.
Nós ouvimos muitas pessoas a clamar por uma refundação da esquerda, para a esquerda pensar no que tem de fazer para conseguir singrar. Ora bem, está aqui a refundação da esquerda. Da esquerda que quer crescer e quer crescer mais para ter o poder de mudar as coisas. Da esquerda que não tem medo de dizer que quer ser governo. Quer ser governo nas freguesias, nas câmaras municipais, nas regiões autónomas e no governo da República. Porque é no poder executivo que nós mudamos mais diretamente a vida das pessoas e o rumo do país.
As palavras de Isabel Mendes Lopes, que diz que não é inevitável o país ser governado pela direita. Já Jorge Pinto critica o governo, diz que está a agir como se tivesse maioria absoluta, quando é um governo minoritário, e utiliza o setor da habitação como exemplo.
Não é inevitável termos um governo que, quando apresenta medidas para o setor da habitação, se calhar aquele onde mais coragem era preciso tomar decisões, todas e cada uma das medidas apresentadas pioram a qualidade de vida dos portugueses. Pioram a balança entre o poder dos proprietários e o poder dos inquilinos. Isso não é inevitável. E lá estaremos, certamente, na Assembleia da República para dizer que conosco isso não vai passar.
Jorge Pinto, no Congresso do Livre, em Sintra, ele que avança para o lugar de líder do partido, uma vez que Rui Tavares vai deixar a liderança bipartida do partido.
Está feito o jornal das 17h.