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Jornal das 8, edição com Luís Soares. Luís, agora é oficial, o Benfica anuncia a assinatura de um acordo com a NOS para a venda dos direitos televisivos.
Por mais de € 100 milhões. É o maior contrato televisivo na história do futebol português, um negócio que foi confirmado esta tarde, ao fim da tarde, pelo clube, num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. As Águias vão receber cerca de € 57 milhões por época. São duas épocas, 2026/2027 e 2027/2028.
Outra das notícias a marcar a atualidade, o caso Russiagate. Já prescreveram 200 das 225 infrações no processo que remonta ao tempo em que a autarquia de Lisboa era liderada por Fernando Medina.
Um caso que remonta a 2021. Em causa, o envio por e-mail, por parte da Câmara Municipal, de dados pessoais de manifestantes anti-Putin à embaixada russa em Lisboa e também ao Ministério Russo dos Negócios Estrangeiros. O Tribunal Constitucional confirmou a condenação da Câmara e recusou a reclamação da autarquia contra a coima aplicada pela Comissão Nacional de Proteção de Dados. No entanto, de uma condenação original ao pagamento de uma multa de mais de € 1 milhão por 225 infrações, só sobram 25 contraordenações. Ainda não se sabe qual vai ser o valor final da coima a ser pago pela autarquia. Vai ter que ser feito um novo cálculo da coima definida em agosto pelo Tribunal Central Administrativo do Sul.
Este é um artigo que pode ler no site do Observador, é assinado pelo repórter principal Luís Rosa e também pelo jornalista João Paulo Godinho. Na véspera do debate nas televisões entre os dois candidatos à segunda volta das presidenciais, António José Seguro e André Ventura reagem aos apoios que foram manifestados por Cavaco Silva e também por Paulo Portas.
Tanto o antigo presidente da República como o antigo líder do CDS manifestaram o apoio a António José Seguro e, na resposta, André Ventura diz representar o povo contra as elites e o sistema. Recusa também que a falta de apoio da direita seja uma fragilidade. Durante uma arruada na Baixa da Banheira, André Ventura diz ter o apoio das pessoas e que essa é precisamente a diferença para a candidatura apoiada pelo Partido Socialista. Acusa ainda António José Seguro de estar a fugir da rua.
Esta é uma eleição que traz muito numa diferença entre duas candidaturas e duas campanhas. Uma que basicamente anda a fugir da rua e a outra que está na rua, que fala com as pessoas, que junta multidões. É aquilo que vos disse de manhã, talvez nunca na história do país tenha sido tão claro que é uma candidatura do povo contra este sistema.
Declarações de André Ventura esta tarde numa arruada com mais de uma centena de pessoas na Baixa da Banheira, distrito de Setúbal, a sublinhar a ideia de que representa o povo contra as elites e o sistema.
Já António José Seguro promete regressar à rua para a campanha eleitoral depois do debate amanhã.
O dia de hoje teve apenas uma ação dedicada ao combate à corrupção. No final de uma conversa com especialistas na sede da Transparência Internacional em Lisboa, o ex-líder socialista recusa estar a colocar a corrupção na agenda por causa de André Ventura.
O meu passado político fala por mim. Quer em termos de votações, quer em termos de propostas. Eu recordo o papel que tive quando, no início da década, se avançou verdadeiramente para uma lei de financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais que garantisse doses de transparência.
E quanto à campanha dos próximos dias, António José Seguro desvaloriza os receios de Ferro Rodrigues sobre uma campanha suja por parte de André Ventura.
Eu vou fazer a minha campanha, que é uma campanha limpa. Toda a minha vida é uma vida limpa. Eu sempre cheguei limpo na vida pública e na vida política, é isso que eu farei.
Deixe-me só perguntar em relação a este encontro.
O que eu volto a dizer é que é muito importante que cada português e cada portuguesa vá votar para reforçar a legitimidade eleitoral e política da minha candidatura.
Não recusa o debate, como diz o seu adversário, no caso, por exemplo, das subvenções, e volte a este tema que ele falou este fim de semana. Não recusa o debate?
Amanhã é um debate. E eu espero mesmo que seja um debate.
Amanhã é um debate nas televisões. António José Seguro diz estar também feliz com os apoios de Cavaco Silva e de Paulo Portas, mas avisa que continua a ser um homem livre e sem amarras.
Com o país a sofrer com a passagem de várias depressões, há vários constrangimentos devido à subida dos caudais de rios.
Por exemplo, em Braga, a água do Rio Este galgou as margens, atingiu uma habitação situada praticamente ao nível do rio. No mesmo local, duas viaturas ficaram alagadas por causa da subida das águas. Também em Monção, o rio Minho já galgou as margens. O comandante dos Bombeiros Voluntários de Monção garante que se trata de uma situação normal, mas que vai continuar a ser vigiada. De resto, os efeitos da depressão vão continuar a fazer-se sentir e, por isso mesmo, a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo tomou uma medida preventiva: está proibida toda a navegação noturna e também a navegação a 5 km das barragens do Douro.
Já de seguida vai começar a emissão especial de desporto da Rádio Observador, com o relato desse Porto x Gil Vicente. Para já, ainda outras notícias em destaque a esta hora, Luís.
Ainda a agitação marítima, com tendência a piorar, que está a impossibilitar o reboque em segurança do cargueiro que se encontra à deriva ao largo da Figueira da Foz, é o que dizem à Agência Lusa fontes empresariais e também portuárias, devido ao facto de não haver reboques. Não se sabe o que vai acontecer, é o que diz uma agência de navegação à Agência Lusa, também ao agravamento das condições marítimas. O presidente norte-americano diz que é tempo de desarmar o Hamas após a entrega do corpo do refém israelita Hernan Guivani. Em declarações ao site de notícias norte-americano Axios, Donald Trump sublinha que o processo de identificação foi muito difícil, mas dá créditos ao Hamas pelo trabalho realizado. O secretário-geral da ONU alerta que o Estado de Direito está a ser substituído à lei da selva. António Guterres denuncia violações que diz serem flagrantes do direito internacional. Considera que há um desrespeito descarado pela Carta das Nações Unidas. O alerta foi deixado num debate de alto nível do Conselho de Segurança das Nações Unidas. António Guterres aponta para os casos de Gaza e da Ucrânia para criticar o uso ilegal de força e ataques a infraestruturas civis.
Vamos voltar a atualizar notícias na Rádio Observador, no intervalo do jogo Porto x Gil Vicente.