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25 em Faro. Jornal das 8 com Vasco Maldonado Correia. Vasco, morreu Dolly Parton, a lendária cantora, compositora e empresária norte-americana tinha 80 anos.
Óbito confirmado pelo sobrinho num vídeo publicado na conta oficial de Instagram da cantora norte-americana. Marta Caramelo Nobre, agora conosco em estúdio. Dolly Parton passou da música ao cinema e até se dedicou a causas sociais.
A cantora country nasceu a 19 de janeiro de 1946. Dolly Parton iniciou a carreira cedo e rapidamente transformou a infância difícil que viveu no ponto de partida para escrever mais de 3 mil canções ao longo de seis décadas de carreira enquanto cantora. Todos a conhecemos pelo tema "Jolene". Que é também um dos temas mais interpretados por tantos outros artistas, como é o caso da banda White Stripes. Compôs também o clássico "I Will Always Love You", que foi depois imortalizado por Whitney Houston. Dolly Parton é também a voz de um dos duetos mais icônicos da história da música, "Islands in the Stream", gravado em 1983 com Kenny Rogers. A canção escrita pelos Bee Gees devia ser um tema a solo de Kenny Rogers, mas a gravação não estava a funcionar. Dolly Parton entrou no estúdio por acaso, gravou a música e transformou-a num fenômeno mundial, no topo das tabelas pop e country. Apelidada a Rainha do Country, é também um dos ícones que influenciou a geração do pop atual. Influenciou várias artistas, como foi o caso de Miley Cyrus, de quem é madrinha e com quem também gravou alguns temas, colaborou recentemente com a Beyoncé no álbum "Cowboy Carter", o melhor álbum de 2024 dos Grammys. O sucesso também foi para lá dos palcos. Recentemente, financiou uma investigação para a vacina Moderna contra a Covid-19 e criou uma fundação que já distribuiu mais de 200 milhões de livros a crianças. Com um estilo inconfundível, o humor também afiado e uma capacidade rara de unir públicos opostos, Dolly Parton deixa um legado inconfundível na história da música.
Vida e carreira de Dolly Parton, que morreu hoje aos 80 anos, aqui recordada pela jornalista Marta Caramelo Nobre.
Noutros temas, Paulo Rangel acusa André Ventura de demagogia e José Luís Carneiro de não ter a capacidade para governar.
O ministro dos Negócios Estrangeiros reproduz as críticas já deixadas por Hugo Soares, primeiro tendo como alvo André Ventura.
Eu queria reiterar, de forma muito convicta, aquilo que disse aqui ontem Hugo Soares. Alguém acha que o líder do Chega, numa conjuntura de guerra, seria a pessoa certa para liderar o país, como ele próprio se autointitulou? Isto tem alguma credibilidade?
E depois, as críticas são dirigidas ao secretário-geral do Partido Socialista.
Nem pode ser uma pessoa que há três anos era ministro da Administração Interna e não foi capaz de antecipar a crise migratória e desmantelou o SEF sem nenhum problema de consciência. Essa pessoa não está preparada para governar. Aliás, já deu provas que não está.
Críticas de Paulo Rangel numa intervenção esta tarde na Universidade de Verão do PSD, uma iniciativa que está a ser acompanhada pelo editor de política do Observador, Rui Pedro Antunes, considera que a estratégia da AD passa por criticar apenas a capacidade de governar do Partido Socialista e não entrar em ataques de caráter para evitar fricções às portas da discussão do próximo Orçamento do Estado.
O ponto é só dizer que o melhor deles é Montenegro. Mas, por exemplo, quando vemos que na questão da Segurança Social, o governo vem dizer rapidamente: "Não vamos mexer, o estudo do Jorge Bravo vai ficar na gaveta, não há preocupação nenhuma, o que o PS está a dizer é um papão." Na verdade, o governo também está a evitar todo o tipo de irritantes potenciais com o Partido Socialista. Portanto, também não acho que o governo esteja a ser particularmente corrosivo a ponto de dar pretexto ao Partido Socialista para no Orçamento não viabilizar. Portanto, nesse aspecto, também há aqui uma dualidade. Até, curiosamente, é uma coisa muito mais dirigida à capacidade de governação e às competências técnicas e políticas de José Luís Carneiro do que propriamente de criar aqui grandes irritantes, grandes linhas vermelhas ou grandes confrontações que depois possam, de alguma forma, perturbar essa aprovação desse documento estratégico que é o Orçamento do Estado.
Editor de política do Observador, Rui Pedro Antunes, que está a acompanhar a Universidade de Verão do PSD.
André Ventura já veio responder a Hugo Soares e Paulo Rangel. Lamenta que o PSD esteja mais preocupado com ataques políticos do que com a resolução dos problemas do país.
O líder do Chega desvaloriza as críticas vindas de Castelo de Vide.
Impreparado para governar é quem quer fazer tudo igual ao que os outros fizeram durante 50 anos e quem quando ouve Qualquer crítica da oposição, em vez de a rebater, ataca com questões de preparação ou de caráter os outros líderes políticos. Eu não estou preocupado com isso, estou preocupado com denunciar os problemas. Este problema da Segurança Social é um problema. Era isso que eu gostava de ouvir o líder parlamentar do PSD, ou o primeiro-ministro, ou os líderes do PSD falarem.
André Ventura volta a pedir a demissão do Ministro da Administração Interna. Desta vez usa a ida de Luís Neves ao Vaticano para pressionar Luís Montenegro. Diz que nem por milagre se conseguirá salvar o Ministro da Administração Interna. Foi numa conferência de imprensa esta tarde, na sede nacional do partido, em que André Ventura avançou também que o partido vai submeter no Parlamento um projeto de resolução para pedir uma auditoria à Segurança Social. Ventura garante que o partido vai insistir na redução da idade da reforma no debate sobre o Orçamento do Estado.
Vasco, vamos a outras notícias a destacar esta hora.
O suspeito pelo atropelamento na rua da Hora, na última noite, começa a ser ouvido amanhã em tribunal. Foi o que avançaram as autoridades na última hora. Em causa, um homem suspeito pelo atropelamento de 16 pessoas na última noite. Tem 35 anos, ultrapassou as barreiras de segurança na zona de bares da Hora. Atropelou, como eu disse, várias pessoas. Tinha uma taxa de álcool no sangue de 1,29, bem acima do limite legal. Esta tarde, a Unidade Local de Saúde do Algarve avançou que 10 dos 16 feridos na sequência desse atropelamento já tiveram alta. O Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa voltou a anular a eleição de Paulo Pereira como reitor da Universidade Nova de Lisboa, em causa ilegalidades na marcação das votações. É o que está a avançar o jornal "Eco" nos Jogos do Mediterrâneo. Entretanto, na Itália, há mais uma medalha para Portugal. Camila Rebelo conquistou a medalha de ouro na prova de natação nos 100 metros costas. É a 16ª medalha para Portugal na competição.
Desporto a fechar o jornal das 18h00.