Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

São três horas. As notícias com Teresa Freire.

Boa noite. As negociações entre os Estados Unidos e o Irão devem continuar durante esta noite na Suíça. A notícia é avançada pela agência de notícias France Press, que cita um diplomata norte-americano que tem estado envolvido nas negociações. O diplomata garante ainda que a delegação iraniana ainda está no local onde estão a decorrer as negociações, horas depois de o governo iraniano ter dito que colocaram um ponto final nas negociações na Suíça. Esta notícia tinha sido avançada pela agência de notícias do Irão, que explica que foram suspensas devido às ameaças de Donald Trump contra a República Islâmica. A informação é dada pelo governo iraniano, que explica que garantiu que as delegações iranianas já abandonaram a Suíça. O primeiro-ministro israelita diz que Israel vai passar a atacar primeiro os inimigos, ao referir-se aos ataques das Forças de Defesa de Israel no Irão. Benjamin Netanyahu disse que mudaram a doutrina de segurança do país. Durante um discurso, o líder israelita afirmou que de agora em diante, Israel vai surpreender os inimigos e destruí-los antes que tenham a hipótese de o fazer ao país. Israel vai retirar-se de algumas zonas do Líbano, que vão passar a ser controladas pelo exército libanês. A notícia é avançada pelo jornal Haaretz, que cita uma fonte israelita, que garante que as Forças de Defesa de Israel vão retirar-se de algumas zonas que atualmente controlam no sul do Líbano. A mesma fonte adianta que na próxima semana vão decorrer conversações ao nível dos embaixadores de Israel e do Líbano, que vão determinar as zonas-piloto que ficam sob o controle militar exclusivo do Líbano e sob supervisão dos Estados Unidos. Em Anadia, no encerramento do Congresso do PSD, Luís Montenegro reafirmou uma promessa e anunciou um novo fundo soberano português, uma iniciativa que pretende investir em empresas estratégicas para criar riqueza para o Estado e garantir a participação em setores considerados importantes para o país. O anúncio foi feito por Luís Montenegro no discurso de encerramento do Congresso do PSD, em Anadia, que ficou marcado pelo chumbo do Chega à reforma laboral, o que motivou Miguel Viterbo Dias a um reafirmar de uma promessa da campanha por parte do chefe do governo.

Na resposta ao chumbo da reforma laboral, perante a proposta do Chega para a redução da idade da reforma, Luís Montenegro clarificou.

Antes de ser investido nas funções de primeiro-ministro, declarei que no dia em que, por absurdo, tivesse de cortar pensões, demitir-me-ia. Reassumo aqui e agora este compromisso de honra.

O primeiro-ministro reforça uma promessa de campanha e diz que as pensões são um assunto inegociável para o governo.

As pensões são sagradas. Baixar a idade das reformas hoje significa cortar pensões amanhã.

E aproveita assim para atirar, mais uma vez, as forças de bloqueio.

Uma reforma para responder aos desafios do futuro, logo aparecem forças políticas disponíveis para a travar.

Já no que toca ao rol de novidades, Luís Montenegro anuncia uma nova aposta na relação entre o Estado e empresas estratégicas.

Um fundo soberano que será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos, em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias.

Um fundo sobre o qual ainda é preciso conhecer os detalhes numa lista de anúncios com oito pontos, alguns repetidos, como o fundo de catástrofes ou o lançamento da inteligência artificial portuguesa, Amália, mas com um passo em frente na ferrovia.

A linha de Cascais será a primeira a avançar com uma subconcessão, salvaguardando o interesse público.

O governo tinha já pedido um estudo à CP, avança agora com a medida numa intervenção em que procurou mostrar que o PSD não pensa no curto prazo, mas sim no futuro, e em que aproveitou para puxar pelo orgulho nacional, ao lançar também as comemorações dos 900 anos de Portugal, com sede em Guimarães.

Miguel Viterbo Dias com os destaques da intervenção de Luís Montenegro. A nova direção nacional do PSD integra nomes como Pedro Duarte, Carlos Moedas e ainda Sebastião Bugalho, que será o novo porta-voz do partido. E o PS diz que o Congresso do PSD não trouxe nada de novo e que o país não está melhor, passado dois anos de Luís Montenegro. Já o Chega considera que o primeiro-ministro está alheado da realidade. Críticas à esquerda e à direita por parte dos partidos convidados ao Congresso do PSD, em Anadia, tal como aconteceu ao longo do dia de sábado, o primeiro dia do Congresso, também as reações dos partidos este domingo focaram-se no rescaldo chumbo da proposta para a revisão da Lei do Trabalho. Vasco Maldonado Correia.

Depois de um congresso repensado à última hora para reagir ao chumbo da reforma laboral e contra-atacar Chega e PS, o socialista Marcos Perestrelo preferia que o governo tivesse outras prioridades.

Eu julgo que o primeiro-ministro tem que se preocupar em governar o país e não tanto em fazer oposição à oposição.

Diz que o Congresso é a imagem do Executivo e de um país paralisado.

Estamos há dois anos com o governo em funções, em que aquilo que vimos aqui hoje foi o primeiro-ministro a falar. Tem falado muito nos últimos dois anos, mas infelizmente tem feito muito pouco e a vida dos portugueses hoje não está melhor. O lema do congresso é Portugal Maior. Talvez seja Portugal Maior porque não podem dizer Portugal Melhor.

Já Rita Matias fala num primeiro-ministro alheado da realidade.

Parece-nos que foi um discurso para elites, muito desligado do Portugal real.

E devolve críticas ao líder do PSD.

Houve mais do que a oportunidade para tentar convergir com as linhas que o Chega apresentou, mas não houve realmente essa vontade política. Portanto, Luís Montenegro falava em falta de coragem. Se houve falta de coragem, foi por parte de Luís Montenegro.

Aponta também para um padrão ao longo do fim de semana.

Foi a palavra mais citada no Congresso do Partido Social-Democrata: Chega.

O PCP considera que o governo não tirou as devidas ilações do falhanço das negociações com o Chega, uma ideia também reproduzida por Jorge Pinto, do Livre. Mostra que não aprendeu nada com aquilo que aconteceu na sexta-feira e que para nós foi uma mudança drástica da realidade política portuguesa. Já a Iniciativa Liberal pede ao governo que não desista de reformar o país, mas Mário Amorim Lopes mostra preocupação com uma das medidas apresentadas por Montenegro.

Relativamente à ideia de constituir um fundo soberano para intervir em empresas que possam ser estratégicas, nesse preciso momento, confesso que fiquei na dúvida se estava a ouvir um discurso de Pedro Nuno Santos ou mesmo de Luís Montenegro, porque a ideia de ter um Estado acionista já foi experimentada, ainda estamos a pagar por ela. Aliás, este próprio governo ainda está a resolver o problema da TAP.

Reações dos convidados dos partidos a um congresso capturado pelo chumbo da reforma da lei do trabalho.

Pascoal Renato Correia a acompanhar o Congresso do PSD em Anadia. Vamos ao Mundial, com destaque para a Nova Zelândia e o Egito, que jogam agora. O jogo do grupo G está a ser acompanhado pelo jornalista Martim Madeira.

Jogo esse que já vai nos 47 minutos. Está ainda a Nova Zelândia a vencer o Egito por 1 x 0, golo de Finn Surman, que marcou um grande golo de canto, batido pelo lado esquerdo. Finn Surman apareceu vindo de trás, subiu até ao quarto andar e deu uma martelada para dentro da baliza do Egito. Este defesa central da Nova Zelândia marca um dos primeiros golos nesta partida. De resto, uma partida que tem estado a ser bastante equilibrada, tanto oportunidades para um lado como para o outro. O Egito agora com um bocadinho mais de posse de bola, um bocadinho mais de ataque. É normal, o Egito está a perder por 1 x 0, está à procura do resultado, quer correr atrás do resultado. Também porque se caso perca este jogo, será a única equipa deste grupo a perder um jogo até agora e ficaria no quarto lugar do grupo, o que faria com que pudesse ser eliminado. Também o Egito vai jogar o próximo jogo contra o Irão, que está em segundo lugar. Portanto, aqui o Egito a correr atrás deste resultado, num jogo que vai nos 48 minutos, está muito equilibrado. Honestamente, não há muito a dizer sobre este jogo. Está o que era esperado, um jogo equilibrado, não muitas oportunidades. Não vou dizer aborrecido, mas quase. Está um jogo muito parado.

Onde está a ajudar a manter acordado.

Mais ou menos. O Cabo Verde-Uruguai manteve mais. Mas está um jogo muito parado e muito equilibrado. Vamos ver como é que corre este jogo entre a Nova Zelândia e o Egito, que, por agora, vai a Nova Zelândia vencendo aos 49 minutos por 1 x 0.

Martim Madeira a acompanhar esta partida entre a Nova Zelândia e o Egito. Tal como disse mais cedo, jogou Cabo Verde, que empatou frente ao Uruguai. A partida que decorreu em Miami terminou com dois golos para cada uma das seleções. Agora Uruguai e Cabo Verde ficam igualadas a dois pontos no grupo H. Ponto final neste Jornal das Três. A informação está de regresso às 15h30.