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São sete horas. As notícias com Rui Casanova.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros considera que as medidas que apertam as regras na imigração são equilibradas. Paulo Rangel afirma que as propostas do governo vão ao encontro das preocupações dos portugueses, recusa, por isso, alarmismo e pede que se espere pela discussão das medidas na especialidade no Parlamento.
Se nós formos moderados, se tivermos bom senso, que é aquilo que o governo quer, nós conseguimos, efetivamente, uma solução que seja humanista, que vá ao encontro das necessidades da economia portuguesa, mas que ao mesmo tempo garanta que não exista um descontrole, porque isso vai ser sempre negativo para todos, quer para aqueles que querem vir para Portugal, quer para aqueles que já lá estão, quer para a comunidade portuguesa em geral. Portanto, sinceramente, a minha palavra é uma palavra de bom senso, de moderação, que é o que tem esta lei. Mesmo relativamente aos cidadãos da lusofonia, da CPLP, repare que eles são objeto a um tratamento específico e diferente daqueles que têm os outros. Portanto, também se reconhece que essa proximidade lhes dá essa possibilidade, por exemplo, de obter nacionalidade em menos tempo.
Declarações de Paulo Rangel, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, durante uma visita oficial a Cabo Verde para o governante, que falou ao lado de Marcelo Rebelo de Sousa. A imigração esteve sem controle nos últimos anos e por isso considera adequado apertar as regras. Já o Bloco de Esquerda critica esta prioridade dada pelo governo às alterações das leis da nacionalidade e da imigração. Mariana Mortágua considera que o Executivo devia era estar focado na resolução de problemas como no SNS e na habitação.
Proteger os trabalhadores, os mais idosos das ondas de calor, que matam gente e levam gente às urgências quando elas acontecem, ninguém ouviu nada. Nem habitação, nem saúde, nem calor. Foi a lei da nacionalidade que o governo entendeu que era a sua prioridade desta sessão legislativa. É a proposta de lei número um. Número um. Foi o primeiro Conselho de Ministros deste governo dificultar o acesso de crianças nascidas em Portugal e que vivem em Portugal à cidadania portuguesa.
Palavras de Mariana Mortágua durante a sessão de encerramento da convenção do Bloco de Esquerda Açores em Ponta Delgada. António Lima foi reconduzido à liderança da estrutura regional bloquista pela terceira vez. Alberto João Jardim apoia a candidatura de Gouveia e Melo à Presidência da República. O antigo presidente do Governo Regional da Madeira afirma que o almirante não está misturado com os partidos e, por isso, entende que é o homem certo para Belém. A posição foi assumida ontem à noite, num discurso durante um jantar com Gouveia e Melo, em Câmara de Lobos, um jantar que reuniu um pequeno grupo de apoiantes da candidatura do almirante. Alberto João Jardim sublinha que é contra o monopólio dos partidos no controle do poder e, por isso, diz que tinha de apoiar uma pessoa vinda da sociedade civil. Considera ainda que, ao escolher um candidato próprio, o PSD vincou o caráter partidocrático. Foi a expressão utilizada neste discurso. O antigo líder do Governo Regional da Madeira lembra ainda que é amigo de Marques Mendes, mas considera que não vai ganhar e, por isso, não esconde a preferência por Gouveia e Melo. Neste jantar, Henrique Gouveia e Melo agradeceu o apoio de Alberto João Jardim e sublinhou o passado histórico do antigo presidente do Governo Regional da Madeira. Subiu para 51 o número de vítimas mortais na sequência das cheias que estão a atingir o Texas, nos Estados Unidos. De acordo com as autoridades norte-americanas, entre os mortos há 15 crianças. Continuam as buscas por dezenas de pessoas que ainda estão desaparecidas. As operações estão a ser dificultadas pelas chuvas torrenciais que continuam a cair. Foi decretado, entretanto, o estado de emergência. A população do estado norte-americano do Texas está a ser aconselhada a deslocar-se para zonas seguras, isto numa altura em que as autoridades temem que o número de mortos continue a aumentar. O primeiro-ministro de Israel considera que as mudanças que o Hamas quer fazer à proposta de cessar-fogo do Qatar são inaceitáveis. Uma posição transmitida num comunicado divulgado pelo gabinete de Benjamin Netanyahu. Uma delegação israelita vai partir este domingo para o Qatar para negociar este acordo. Já o primeiro-ministro de Israel vai para os Estados Unidos para ser recebido amanhã por Donald Trump na Casa Branca. Esta madrugada, pelo menos 17 pessoas morreram em ataques do exército de Israel no norte da faixa de Gaza. Destaque agora para o Mundial de Clubes. O Real Madrid assegurou a presença nas meias-finais da prova. Os merengues venceram ontem à noite o Borussia Dortmund por 3x2. Nas meias-finais, o Real Madrid vai agora defrontar o Paris Saint-Germain, que venceu também ontem o Bayern de Munique por 2x0. A outra meia-final é entre Fluminense e Chelsea. Nos jogos de ontem à noite, repetiram-se as homenagens a Diogo Jota e André Silva, cujo funeral foi ontem de manhã. É o ponto final neste jornal das 07h da Rádio Observador. As notícias são novo atualizadas já a seguir numa nova síntese às 07h30.