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Está aqui comigo o cabeça de lista do PCP nestas eleições regionais da Madeira. Bom dia, Edgar Silva. Que perceção relativamente à afluência às urnas a esta hora?
Normal, numa manhã de domingo, entre as 08h e as 11h, há um ritmo mais lento de participação. Estamos no centro do Funchal, aqui os ritmos do domingo são um pouco diferentes das periferias, mas aqui no centro é normal.
Espera uma grande afluência às urnas. Qual é a sua expectativa relativamente à abstenção destas eleições?
Ainda é cedo para ter um indicador mais fundamentado. Empiricamente, está dentro da normalidade de há quatro anos, dentro daquele padrão. Vamos ver talvez a meio do dia, mais perto da hora de almoço, a partir também das indicações das mesas, uma perceção mais apurada quanto ao nível de participação.
É uma verdade inevalável, vale a pena ir votar.
Sim, não podemos deixar que fique tudo na mesma. E o voto é essa possibilidade que está ao alcance dos cidadãos, entre outras, é verdade, mas é não só um direito, mas é também uma ferramenta que está ao nosso alcance enquanto cidadãos, de exercer a cidadania ativa, mas também para não permitirmos que tudo fique na mesma. Haverá, se calhar, quem queira votar para que tudo fique na mesma, mas há um voto que não pode deixar tudo na mesma. E sobretudo essas pessoas que sentem a necessidade de mudança, de transformação da sociedade, mais ainda têm essa obrigação e esse dever.
Agradeço. Edgar Silva é o cabeça de lista do PCP nestas eleições regionais. As urnas abriram às 08h e nesta altura, percebemos aqui uma afluência, pelo menos de acordo com este diagnóstico feito por Edgar Silva, comum a outras eleições. Daqui a pouco, aqui mesmo nesta Escola Secundária Francisco Franco, vai votar o cabeça de lista do Partido Socialista, às 10h30, Sérgio Gonçalves.