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Pedro Nuno Santos arrancou a semana decisiva na rua. Três arruadas marcaram o tom para o esforço final.
Para aqueles que tinham já a arrogância de que achavam que iam ganhar, para verem onde é que está a verdadeira força.
O secretário-geral do PS quer seguir a receita Costa e conquistar a vitória com o voto dos indecisos, mas depois da intensidade nas Caxinas, o incidente em Guimarães, quando um homem insultou a comitiva socialista, que respondeu atirando paus de bandeiras e um guarda-chuva, levando até ao arremesso de um vaso. Pedro Nuno desvaloriza e vinca a humildade do PS.
Respeito por quem pensa diferente. A democracia é isso. Visões diferentes que devem ser partilhadas com serenidade e tranquilidade, com respeito pelos outros. É sempre isso que nós fazemos.
Já em Vizela, recebido com foguetes, ouviu o presidente da Câmara atiçar o papão do Chega, que levou vaias ao presidente da República.
E se não tiver condições para fazer essa coligação, o nosso presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai criar condições para ele poder fazer esse acordo e desmentir o que tem dito nesta campanha.
Dentro do Teatro Circo em Braga, ouviu exigências de Josélis Carneiro e aproveitou para deixar uma promessa e uma crítica dirigida à Aliança Democrática.
Não é quem não acredita no Serviço Nacional de Saúde, não é quem quer desviar recursos do Estado e do Serviço Nacional de Saúde para o setor privado que se vai fazer um hospital em Barcelos. Somos nós que fazemos hospitais.
Na última paragem do dia em Viana do Castelo, voltou por breves momentos ao cenário da rua e dançou o vira à entrada para o teatro, onde defendeu o legado na habitação.
Gabaram-se das chaves que entregaram em Lisboa. 1400 chaves. Elas foram lançadas por quem? Pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa? Projetadas e lançadas pelo presidente da Câmara de Lisboa? Não! São pagas e financiadas por um programa desenhado por nós.
Pedro Nuno Santos no lançamento da semana decisiva, a defender o legado no distrito encabeçado pela atual ministra Marina Gonçalves.