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Conosco, em direto, temos o presidente da Federação Portuguesa de Judo, Jorge Fernandes, a quem agradeço desde já a disponibilidade. Antes de mais, muito satisfeito, obviamente, com estas conquistas.

Boa tarde. Estamos contentes com estas conquistas, mas não nos surpreendem, porque os atletas estão a trabalhar bem, têm o objetivo, que é os Jogos Olímpicos. Esta prova, embora sendo um Campeonato da Europa, faz parte do circuito, da preparação deles e dos 18 atletas, qualquer um podia chegar à medalha. De maneira que não estamos surpreendidos. Estamos contentes, mas não estamos surpreendidos.

E o que é que há mais ainda para fazer nestes Campeonatos da Europa?

Ainda falta o dia de amanhã e de domingo.

Muita confiança?

Temos confiança porque qualquer desses atletas que vai combater amanhã e domingo, qualquer um deles pode ganhar, qualquer um deles pode lutar por medalha e como eu estava a dizer, não é surpresa nenhuma que tirem a medalha. Eu acho até natural. Estou a falar, por exemplo, do campeão do mundo, Jorge Fonseca. Da Rachelle Nunes, por exemplo, que nos dois últimos Grand Slams chegou à final. A Bárbara Timo. Temos vários, o Henry, temos vários atletas que não vão surpreender, podem chegar à medalha.

Jorge, diga-me uma coisa, em relação ao futuro, o que esperar também do judo nacional depois de mais este momento alto?

O judo é um sinal de que está bem, sendo uma modalidade de risco, tem sabido superar, tem tido capacidade e competência para lidar com o vírus e o resultado desta prova e das provas para trás são exemplo disso. De maneira que, em termos de futuro, estamos confiantes na retoma.