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Olá, minhas coisinhas lindas. Como é que estão nesta segunda-feira? O meu nome é Rita da Nova. Estou aqui com o meu marido, Guilherme Fonseca, que está a beber a sua aguinha na sua garrafinha como se fosse um bicho a chuchar.
Eu achei que era boa ideia começar a beber água exatamente no início deste podcast.
Acho ótimo.
Podia ter bebido antes, podia ter esperado um bocadinho e bebia a seguir. Não, foi exatamente quando me apresentei.
Foi exatamente quando estavas a fazer o chuchar assim a tua garrafinha. Espero que este barulho não seja nojento para as pessoas. Desculpem. Como é que estás?
Eu estou bem, estou bem disposto, mas apetece-me algo. Falta-me aqui um trivia, uma curiosidade.
Olha, por acaso até tenho.
Boa.
E muito boa. E vem em forma de quiz.
Ok. Eu gosto destas. Ya, bora. Já estou.
Quanto é que tu achas que pesa a internet?
Atenção, esta pausa não foi porque o podcast foi abaixo, é porque eu acho que a resposta é zero.
Achas que a internet pesa zero?
A internet pesa zero.
Achas que não tem peso?
As coisas na cloud têm um peso?
Se tivesses de transformar isto em peso físico, achas que a internet não tinha peso?
Transformar em peso físico? A internet não pesa nada, é como perguntar quanto é que pesam as ondas de rádio. Zero.
Não, por acaso até acho que não, mas a internet pesa mais ou menos o equivalente a um morango, que são 50 gramas.
A internet? Mas espera aí.
Primeiro, a internet é um morango. Eu vou explicar como é que eu cheguei a este pensamento.
Eu não estou a perceber nada do trivia de hoje. A internet não tem peso.
É muito engraçado.
As coisas que estão na cloud não têm peso.
É muito engraçado, vou explicar como é que cheguei a esta conclusão. Tem graça.
Faz favor, eu nunca estive tão perdido no início de um episódio como hoje.
No outro dia, o meu computador andava a ficar pesado e com a ventoinha muito barulhenta.
Sim, estava muito cheio de coisas.
Estava muito cheio e estava tipo, parece que ia voar. E eu comprei um disco externo.
Ok.
E passei para lá não sei quantos gigas de episódios de "Livra-te"!
Sim, senhora.
Para não estarem no meu computador. E olha que milagre, a partir do momento em que eu passei de um sítio para o outro, o meu computador deixou de voar.
Pois claro.
Que que será? E comentei com a nossa amiga Márcia a dizer: "Quem diria que não sei quantos gigas de episódios pesavam tanto?". E sai-me um pensamento: quanto é que será que pesa a internet? Porque ela disse: "Não sei quantos gigas na internet toda não é nada". E eu pensei: "Mas será quanto é que pesa a internet? Será que a internet tem peso? Quanto é que pesa a internet?"
Ok.
E fui pesquisar. E um ou dois dias depois, nós estávamos com a nossa amiga Inês e eu e a Márcia contámos este trivia à Inês, e a Inês teve a mesma reação que tu, que foi: "Eu não consigo". Então eu vou explicar. Vocês não conseguem, na vossa cabeça.
O que é que pesa na internet?
Basicamente, o cálculo que foi feito foi por um senhor físico chamado Russell Seitz.
Espera, ele chama-se Sites? Que é o que está na internet.
Não, S-E-I-T-Z.
Ok.
Seitz. Ele estima que a internet utiliza cerca de 10 à potência de 18, ou seja, um quintilhão de eletrões ativos.
Desculpa, eu não posso ouvir a palavra quintilhão e não reagir.
O que ele fez foi pensar: os eletrões que estão ativos quando a internet está a ser usada, quanto é que pesam? E a soma das massas destes eletrões resulta em cerca de 50 gramas.
50 gramas, que é um morango.
É um morango.
A internet toda do mundo.
Pesa um morango.
Os eletrões da internet toda do mundo pesam um morango.
Outro estudo, em vez de usar os eletrões que estão a ser usados na internet, vai basear-se nos zettabytes de dados e perceber quanto é que pesaria com os zettabytes de dados que são utilizados pela internet. E nesse caso, pesaria apenas 87 miligramas.
Ok.
É o equivalente a uma formiga. Portanto, a internet ou é um morango, se tu usares eletrões, ou é uma formiga, se tu usares zettabytes.
Portanto, é praticamente zero, que foi a minha resposta.
Não. Um morango é zero?
Depende da minha fome, também te digo isso.
Um morango é zero.
Um morango não é zero.
Pronto. Uma formiga é zero?
Uma formiga praticamente é zero.
Não, uma formiga não é zero, Guilherme.
Mas está muito perto de ser zero.
Mas não é zero.
Sim.
Portanto erraste.
Ok, já percebi. Olha, isto foi uma viagem este início de episódio.
Eu achei que tu ias dizer que era pesadíssima.
A internet?
Achei que ias dizer: "Pesa uma tonelada".
A internet.
Não é zero. Não é, Guilherme?
Mas é muito perto de zero.
Não é.
Estamos a contar eletrões, assim também.
Então?
Bibi mais um bocadinho de água neste momento, achei que era boa ideia.
Boa, aposto que está bem. Pronto.
Tu achaste que eu ia dizer toneladas?
Achei.
Não.
Eu diria.
A internet é zero.
Eu diria, pesa bué.
Tipo quanto é que custa a cloud? Quanto é que pesam, no mundo, os e-mails que tu tens no Gmail?
Vou procurar. Quanto pesam todos os e-mails do mundo, trocados? Vou procurar.
Eu não estou a perceber isto. Mas como assim pesa? Não tem um peso.
Do mundo. Insignificante, quase zero, mas o seu impacto ambiental é real.
Não, mas isso é outra conversa.
Pronto.
O impacto ambiental é outra coisa.
Pois, lá está, mais uma vez eles dizem que quando se fala em peso digital, a maioria das estimativas aponta que toda a informação armazenada na internet, incluindo e-mails, fotos e vídeos, pesa cerca de 50 gramas, equivalente a um morango ou a um ovo pequeno.
Ya.
Portanto, a internet é um morango.
A internet é um morango. Olha, é o que nós aprendemos no início deste podcast. Isto foi uma viagem que eu não estava à espera que fosse. Eu achei espetacular, muito obrigado.
De nada. Eu estou sempre aqui para providenciar.
Estranhíssimo este facto.
Não consegues mesmo?
Não, eu consigo. Eu só não perceboComo é que tu vais pesquisar o peso de uma coisa que não tem peso?
Mas pelo visto existe.
Não tem forma física.
Claro que existe. Não tem forma física.
Pois não.
Tem forma física, porque tem eletrões, não tem a forma palpável.
Ok. Quanto é que pesam todos os fantasmas do mundo?
Guilherme, não há fantasmas.
Quanto é que pesam todos os pensamentos eróticos que eu tenho num dia?
Sete morangos.
Coisas que não têm... Sete morangos. Com açúcar.
Deixa ver. Agora isto vai me levar para coisas tipo...
Peso da consciência, não sei o quê.
Ah, pronto.
É zero, já estragámos a brincadeira.
Eles são impulsos elétricos e reações químicas no cérebro, não matéria tangível que possa ser pesada numa balança. No entanto, em termos de volume e atividade mental, o mundo produz uma carga massiva de pensamentos diariamente.
Pensei que ias dizer mesmo eróticos, especificamente.
Não. Velocidade. Espera. Volume diário. Estima-se que uma única pessoa produza entre 6 mil a 70 mil pensamentos por dia.
Seis mil a 70 mil? Há pessoas que eu sei que são, na boa. A Bibi Eight, a nossa gata laranja.
Ela não é uma pessoa.
Está bem, mas eu acho que a quantidade de pensamentos que ela gera.
É zero.
Se não é zero, é um morango.
Ya. Isso equivale a aproximadamente 34 a 70 pensamentos por minuto.
Ya, ok, já percebi.
Os estudos sugerem que cerca de 90% dos pensamentos diários podem ser negativos ou repetitivos, o que gera uma sensação de peso psicológico, embora não físico.
Pois, não. Mas isso já é a AI a fazer brincadeiras com o peso da consciência.
Pronto.
Rita, por falar em peso na internet, tu agora estás com uma mania que eu ainda não sei muito bem se acho graça ou não.
Então.
Ainda não percebi qual é a minha reação. Que é, estás fora de casa, ou eu estou fora de casa, e trocamos WhatsApps. E tu respondes aos WhatsApps que eu te mando a dizer: "Desculpe-me, eu não vou responder, que eu sou uma mulher casada."
Não tem graça. Tem muita graça.
Tem, de fato, graça, mas às vezes eu preciso mesmo que tu respondas. E tu dizes: "Sou casada, não envie mensagens."
"Já lhe disse que sou casada, agradecia que não enviasse mensagens."
Tem graça, de fato, mas é do gênero. O marido sou eu. Vamos avançar aqui um pouquinho esta brincadeira. Mas tem, de fato, muita graça.
Tem muita graça.
Tem muita graça.
De repente, tu não és a pessoa irritante da relação.
Nem é com graça.
Exato.
Tu ficas com as duas taças. Tu ficas com a taça de ter muita graça e de ser irritante. Mas, é sério, eu achei muita graça. Eu continuo a achar graça, mas já é só irritante, mas com graça. Que às vezes é do gênero: "Olha, precisas disto ou disto, o que queres que eu faça em relação a isto? Que decisão é que queres tomar aqui?" É do gênero: "Não mande mensagens, que eu sou uma mulher casada, já lhe pedi. Pode parar. Eu vou contar ao meu marido."
Tem muita graça, não tem?
Tem muito. E é do gênero: "O marido sou eu, responde." Tem muita graça.
Pronto, eu sou muito engraçada. Olha, o que não é engraçado, e queria aqui falar sobre isso, é que tu estás entravadinho.
Estou. Nós temos que falar disto.
Eu vou te dizer uma coisa, eu vou agarrar a tua mão enquanto digo isto. Dá cá.
Agarra a minha mão.
Eu acho que tu, nesta aproximação aos 39, já está quase.
Faltam 15 dias, 10 dias, quanto tempo é que falta pra eu fazer anos?
11 dias.
11 dias.
Tu envelheceste mais nesta aproximação aos 39 do que eu acho que na tua vida toda.
Calma. Que eu estou bem, eu estou saudável, eu estou grisalho, eu estou a envelhecer bem.
Bem? Tu não te consegues baixar, Guilherme.
Consigo. Queres que eu me baixe este momento?
Não.
Vou me baixar neste momento. Olha aqui.
Não.
Vou apanhar coisas do chão.
Estás cheio de dores, que estás a olhar pra mim com ar de-
Não, mas eu vali, sabes, quando eu meio da frase, "vou apanhar coisas do chão". Eu vou te explicar o que aconteceu. Eu nunca tinha tido dor de costas, porque eu sou uma pessoa que faz bem os exercícios e que dorme de barriga pra baixo.
Não, dormir de barriga pra baixo é o ideal pra não ter dor de costas, Guilherme.
A sério?
Não.
Não, estás a ser irônica. Ou seja, estás a falar sério? É mau?
É mau.
Dormir de barriga pra baixo.
Claro que é.
Por quê?
Porque é péssimo, lixas a coluna toda. Por que achas que eu estou toda lixadinha?
Então qual é a melhor posição pra dormir?
De lado. Com uma almofadinha no meio das pernas.
Mas de lado lixa o ombro, que eu tenho o ombro lixado do futebol.
O outro lado.
Então tenho que dormir sempre ao mesmo lado?
Sim, eu durmo sempre ao mesmo lado.
Para a mesinha de cabeceira.
Exato. Olha, por acaso é pra onde eu durmo, por causa da bagueirinha que gosta de...
É pra onde eu durmo. E agora, de repente, já estamos de costas voltadas pra dormir.
Sou uma mulher casada. Já disse.
Eu sou uma pessoa que trata da sua postura e que trata da sua saúde. Nós fazemos exercício três vezes por semana. Eu não controlo o que eu como.
"Não controlo. Eu não controlo o que eu como."
Posso? Eu não controlo aquilo que eu como.
"Eu não controlo."
Eu não controlo.
Eu não controlo.
Eu não controlo aquilo que eu como. Eu não sei pôr acentuações. Eu não controlo aquilo que eu como. Eu estou bem, apesar disso, porque nós fazemos exercício e porque eu tenho cuidado com a minha má alimentação. Quando é que isso tudo começou? Quando eu peguei no nosso sobrinho ao colo. A verdade é esta, foi na passagem de ano que eu peguei nele ao colo. Ele quer sempre vir pro meu colo, "quero o colo", está sempre a fazer assim com as mãozinhas pra eu pegar nele. E houve um dia que eu senti uma dor aguda no fundo das costas, onde se eu tivesse covinhas, era na covinha da esquerda.
Ok.
Uma dor, uma cena descontrolada. E nesse dia, depois andei todo entravadinho, não me conseguia baixar. E pra me levantar da cama, tinha que fazer sons. Que é uma coisa, eu nunca fiz sons pra me levantar.
Tu estás velho.
Não é velho, eu dei um jeito às costas por causa do nosso sobrinho.
Tu agora andas pela casa e ouço assim: .
Eu já estou melhor, porque o que aconteceu? Isso passou na passagem de ano. Entretanto, fiquei bem das costas e isso passou completamente, a 100%. O que acontece? Na sexta-feira nós treinamos e fizemos um treino que se chama EMOM, que eu gosto muito, um grande beijinho pra nossa Xana, que é Every Minute On The Minute, nós temos um exercício que podemos fazer dentro de um minuto, quanto mais cedo fizermos, mais descansamos. Pronto, era peso morto, era agachamentos com peso, era merdas do gênero, era agachamentos e depois era preciso levantar coisas pro teto, coisas com pesosO que é que sucede? Eu para fazer mais depressa, para descansar mais tempo dentro desse minuto.
Depois lixaste tudo.
Lixei nas costas exatamente no mesmo sítio. Agora ia dizer o cabrão do nosso sobrinho. Coitado do miúdo, ainda nem vai perceber a palavra. O sacana do nosso sobrinho, me deu um cabo das costas.
Não foi ele que deu, foste tu que te pegaste mal nele.
Porque ele quer vir para o meu colo. O que é que o mandou ser tão interessante? Não sei. Ele não pesa um morango, ele pesa um bocadinho mais.
Ele pesa um bocadinho mais, é verdade.
E a questão é que eu peguei nele, dei cabo do fundo das costas. E agora estou outra vez a fazer barulhos para me sentar e para me levantar.
Tu achas que nós devíamos pedir aos pais da criança para pagarem uma consulta?
Sim, a responsabilidade social dos danos causados por aquela criança é da tua irmã e do marido. E portanto, eles que me paguem o tratamento às costas.
Então, liga-lhes.
E agora estou outra vez entravadinho, mas já estou melhor hoje do que estava na sexta-feira.
Isso é assim.
Sexta-feira foi pior.
O senhor Guilherme sabe que o tempo também influencia.
Mas é que eu faço tudo bem. Eu dobro os joelhos, eu tenho as costas direitas, eu ponho o rabo para fora. Quando subo eu faço aquela aperta das nádegas.
Desculpa, podes repetir?
Aquele movimento anti-violação na prisão, que é apertar muito as nádegas uns contra os outros.
Que também é um bom truque para não desmaiar. Quando estiverem a ficar com quebra de tensão, apertem as nádegas e não desmaiam.
Agora eu faço-te a pergunta genuinamente. Daqui 11 dias eu faço anos. E agora tu podes levar isso para brincadeira, podes falar a sério, o que tu quiseres. Daqui a 11 dias eu faço 39 anos.
É verdade.
39. É no dia 15 de maio, 39 anos. Em que é que eu sou velho?
Tu estás a ficar velhinho.
Em quê? Em que é que eu estou velho? Eu não estou nada velho.
Na atitude. Velho? Não estou nada velho.
Estou a deixar-te saber falar. Eu não estou velho.
Na atitude. Tu estás mais rezingão, não queres fazer algumas coisas, sou eu que tenho que puxar.
Não, mas eu não me apetecer fazer coisas, isso é normal.
Não é não, isso é sinal de que estás a ficar velhinho.
Tu és velha desde os 22.
Então, mas eu nunca menti.
Está bem, mas estamos a falar de velhice física ou não?
Velhice física. Eu acho que é isso, ficas mais propenso a lesões no treino. Tens estado mais tipo: "Estou cansado, dói-me tudo".
Não, cansado, sem dúvida. Tenho-me sentido cansado. E atenção, vamos falar disso a seguir, porque eu não sei o que é que aconteceu no Porto quando fui abrir o espetáculo do Ricardo Araújo Pereira. Tenho uma conversa para ter contigo, mas tudo bem. Mas eu estou mais cansado também por causa da vida que eu tenho levado, os nervos, os espetáculos, tipo a tour agora.
Porque tu já não tens idade para essa vida, Guilherme.
Não, eu tenho.
Não tens.
Eu tenho é que dormir bem.
Tu estás com um penacho muito giro no cabelo.
Rita, tu estás distraída. Agora é o "Idas e vindas", está a te dar...
Não, eu estou a ouvir. Tens dormido bem. Vá.
Tenho comido bem, estou com um penacho no meu cabelo, eu estou bem para a vida. Eu estou bem para a vida, eu estou saudável.
Mas estás muito grisalinho na barba.
Estou muito grisalho na barba.
Eu adoro.
Que eu adoro. Eu gostava de ser ainda mais grisalho no cabelo também, para ficar assim mais grisalinho. Mas eu acho que os meus 39 não são os 39 reais.
Não, claro que não.
Eu estou com uns bons 39.
Estás.
Eu perguntei-te em que é que eu estou velho, e tu: "Estás mais propenso a lesões". Está bem, mas isso é a passagem do tempo, não é?
Então isso chama-se envelhecer.
Sim, mas eu não tenho grandes lesões, fora esta coisa das costas.
Algum mentais? Algumas.
Não, mentais todas. Mas fora essa coisa das costas, eu não estou.
Sim, estás o ombro todo lixadinho.
Mas o ombro foi uma pancada que podia ter acontecido em qualquer idade.
Mas se calhar por estares mais velho, estás mais frágil. Um velhote que cai, uma queda que parece normal, lixa-se todo.
Já estás a falar de mim como se eu fosse um velhote de 90 anos que vai cair, partir a bacia e pronto, já foi.
Pronto.
Como acontece aos velhotes. Partiu a perna, pronto, olha, acabou, agora vai para o hospital, acabou. Eu não estou nessa fase.
Não, estou só a dizer.
Eu não estou velho. Fisicamente, de cabeça, sem dúvida. Há coisas em que eu sou muito velho. Eu não quero é que me chateiem, deixem-me na minha vida, não gosto de barulho, eu vou correr à janela se estão a fazer barulho na rua, mandar calar. Eu sou um velho. De cabeça, eu concordo que há imensas coisas em que eu sou velho. E bem, estou muito bem com isso. Fisicamente, eu não me sinto assim tão velho.
Mas estás entusiasmado por estar quase a chegar aos 40?
Quer dizer, entusiasmado. Não é uma coisa que entusiasme, mas ao longo da minha vida, eu não sei se as pessoas se reveem nisto que eu vou dizer ou não, mas ao longo da minha vida, eu nunca me importei da idade que fui fazendo. Há pessoas que chegam aos 30 e sentem o peso dos 30.
Eu senti, fogo.
Nós falámos disso aqui no podcast. Há pessoas que começam a ver os 40 e começam a pensar: "Olha lá, o que está a acontecer? 40 anos, que idade? O que os meus pais estavam a fazer quando tinham 40 anos?" Nós temos uma boa vida, eu faço o que gosto. O dinheiro que ganhamos é para podermos viajar e para estarmos com a nossa família. Nós temos uma vida ótima. Eu não me sinto em nada um velho.
Não, claro que não, mas os 40 também nunca foram a idade do velho, só nos anos 1890, sim.
Os meus pais com 40 eram velhos.
Não eram.
As pessoas antigamente com 40 eram velhos. Os 40, neste momento, eu não gosto destes clichês.
São os novos...
São os novos 30, no sentido de qualidade física, de saúde, de mentalidade e mesmo em termos de a quantidade de coisas na vida das pessoas que atrasou por causa dos custos das coisas. Antigamente, tu com 20 e poucos, casavas, tinhas um filho e compravas uma casa. Isso agora é impossível. Isso é impossível, isso já não existe, não acontece aos 20 e poucos, a menos que venhas de famílias com muito dinheiro. E portanto, se empurráses isso tudo para a frente, os 30 são de facto os novos 20 no sentido de progressão de vida. Isso faz com que os 30 passem para os 40. Portanto, eu sinto-me bem. Eu com 30 sentia-me como me sentia com 20. Agora que vou fazer 39 daqui 11 dias, eu sinto-me da mesma maneira que sempre me senti com 30, portanto, eu estou bem, eu não me sinto envelhecido.
Mas não te sentes igual ao que te sentias com 20.
Em que sentido?
Porque se me dizes que quando tinhas 30 te sentias como tinhas 20, e se quando tens agora quase 40 te sentes como quando tinhas 30, então isso significa que te sentes com 40 como quando tinhas 20.
Sem dúvida nenhuma.
Mas não é verdade.
Há coisas em que nãoHá coisas em que não. É aquele clichê das ressacas, por exemplo. Já nem estou a falar só de ressacas. Há uma coisa que eu sinto genuinamente, que é: eu acho que me farto de álcool muito mais depressa. E não tem a ver com as ressacas, mas eu agora bebo duas ou três cervejas e começo a pensar: "Não me apetece mais isto". E antes era: "Não, eu vou beber cerveja-"
Até cair.
Não era até cair, era já me deitar na cama, pronto. Esta é a bebida desta noite, vou beber. Agora não vou parar de beber. E agora enjoa. Não me apetece mais cerveja. Cansei-me.
Estás velhinho.
Mas não é.
Estou a meter contigo.
Eu não me sinto velho e gostava objetivamente, pode ser um trabalho de casa para o próximo episódio. Apontas aí. Vais me dizer ao longo desta semana, coisas em que eu sou velho, em que se nota a minha idade.
Está bem. Combinado.
Porque eu não me sinto um quarentão no sentido de 40 anos, de ter essa idade.
Mas tens.
Está bem.
Porque é isso que estavas a dizer, a idade já não é o que era, já não tem o estigma que tinha. Tu esta semana disseste que tinhas reparado numa coisa e querias falar sobre isso.
Vamos abandonar então o tema da idade.
Não, queres dizer mais alguma coisa?
Estes jovens com os seus dias disso, sempre a querer mudar de tema.
Queres dizer mais alguma coisa sobre isto?
Não, não quero dizer mais nada. Então vou avançar para o tema. Eu reparei, e eu gostava que alguém me ajudasse com isto. Pessoas que nos estão a ouvir. Eu reparei a passear na rua, que há pessoas que estendem sacos de plástico no estendal das suas casas. Com molinhas, mas sacos de plástico.
É para reutilizarem.
Mas estás a secar o quê do saco de plástico?
Se calhar estava molhado, se calhar estava sujo, se calhar vinha com coisas do talho e sujou-se com um bocadinho de sangue e lavaram. Não acho isso estranho.
Pões a secar o saco plástico no estendal?
Sim.
Eu acho estranhíssimo, eu nunca tinha visto.
Tu moras nesta casa?
Tu já puseste sacos de plástico no nosso estendal?
De plástico não, mas já pus aqueles do Continente, grandes.
Está bem.
Qual é a diferença?
A diferença é: de repente, somos um sem-abrigo que conta cartão e saco de plástico. A minha questão é-
Não é uma questão. Espera, primeiro estás a dizer que uma pessoa ter-- preconceito, Guilherme. É velho, preconceituoso. Só estás a dizer que uma pessoa preocupar-se com o ambiente, querer poupar sacos de plástico.
Eu também sou preocupado com o ambiente.
Não és nada. Não és.
Eu sou preocupado com o ambiente.
Se fosses penduravas sacos de plástico.
É assim que se nota. Greta. É assim que se vê quem é que preocupa com o ambiente. Pendurar sacos de plástico na corda. Parece-me ridículo, é um saco de plástico.
Exato, que é para ele secar, para depois voltares a usar.
Mas uma coisa são aqueles sacos do Continente, aqueles que tu compras lá e custa não sei quantos cêntimos. Aqueles sturdy. Aqueles que têm uma base. Isso eu percebo, às vezes abres coisas lá dentro. Agora, sacos plásticos normais, daqueles do Pingo Doce.
Qual é a diferença?
Isso vai para o lixo, se está sujo.
Guilherme, repete.
Isso vai para o lixo. Reciclas, eu não sou contra o ambiente.
Mas se está sujo, não podes reciclar. Ou podes.
Já tivemos esta conversa neste podcast. As coisas podem estar sujas.
É verdade.
E ir para a reciclagem.
Podes. Agora, a questão é-
Eu com os meus anos de vida e de experiência, já aprendi coisas com este podcast.
A questão é: se tu podes passar um saco por água e reutilizar. Reutilizar é melhor do que reciclar. São os três R's, Guilherme. Verdocas, assinem esta mensagem.
Muito bem.
São os três R's. E sempre me ensinaram que reutilizar é melhor do que reciclar.
Ok. Está bem.
Uma mensagem sociedade ponto verde.
Qual é a diferença entre reutilizar e reciclar?
Guilherme, reutilizar é voltar a usar, reciclar é pôr no papel para reciclagem.
Que é para voltar a ser usado.
Mas não vai ser usado na mesma forma.
Não, então reciclar é dar a alguém para transformar.
Sim.
Reutilizar é reutilizar o que tu tens. É só porque reciclar também é reutilizar. Porque estamos a reutilizar uma coisa que foi reciclada. Mas tudo bem, não quero entrar aqui em linguística com as Verdocas.
E a quantidade de recursos que tu vais usar para reciclar, gasta.
Estamos aqui preocupadinhos com saco plástico e há pessoas a usar o ChatGPT 70 vezes por minuto. E estamos aqui preocupadinhos. A tua guerra não é comigo.
Não, tu é que estás a chamar, estás com o estigma das pessoas que limpam os seus sacos de plástico e põem a secar. E eu não vejo mal nenhum.
Sabes que no outro dia estava a conversar sobre isto contigo e tu cagaste de alto no que eu te disse. Mas acho que está até mal, que é: eu vou voltar um bocadinho atrás no tema só porque fiquei a pensar nisso. Eu fiquei a pensar que eu fazendo 39 anos, eu cheguei a 50% da minha vida.
Eu odeio esta conversa, Guilherme, por favor, não vamos falar sobre isto. Eu odeio esta conversa.
Qual é a esperança média de vida de um homem em Portugal?
Guilherme, eu odeio esta conversa. Já tiveste essa conversa comigo 70 vezes. Queres ter esta conversa com os teus amiguinhos que estão a ouvir este podcast.
Mas por que que tu odeias esta conversa?
Porque lembra-me que tu mais 50% da tua vida e morres. E eu não quero que tu morras. E eu não quero pensar na morte, não quero falar na morte. Deixa-me estar sossegada aqui, a achar que vou durar para sempre e tu vais durar para sempre. E os nossos gatos vão durar para sempre e tudo vai durar para sempre. Cala-te um bocadinho, eu não quero mesmo esta conversa.
Posso só dizer uma coisa?
Eu não quero esta conversa.
Se o teu telefone chegar aos 50%, a bateria desataca.
Eu estou-me a cagar para o meu telefone. O meu telefone eu ponho a carregar e ele revive. Tu não, porque eu não te vou espetar um coiso do iPhone no cu. E tu não vais acordar.
Por acaso, se eu falecer à tua frente, podes, por favor, tentar isso antes de chamares o INEM? Podes pôr um carregador no cu, só para ver se eu ganho um bocadinho de vida.
Se calar, põe já.
50% da minha-
Guilherme, eu já te disse que eu não quero ter esta conversa.
Eu vou para a segunda parte do jogo. Vai começar a segunda parte.
Ok, então olha, tu vai aquecer.
Queres ir a um e-mail?
Quero.
Só para distrais e para não estares a pensar.
Opa!
Queria só dizer uma coisa em relação ao Porto, que eu disse que ia falar disto.
Pois.
Fui abrir os espetáculos do Ricardo Araújo Pereira no Super Bock Arena. Foi dia 24 e dia 25 de abril. Não desci contigo à avenida por causa disso, mas não tem mal.
Perdeste o grande momento em que o nosso sobrinho Duarte viu uma senhora numa daquelas cadeiras de rodas elétricas, tipo motinha, começou a apontar a dizer: "Ta, ta, ta", de mota.
A sério?
E a senhora diz: "Queres vir para o meu colo?" E no momento em que a senhora diz: "Queres vir para o meu colo?", ele atira tudo ao chão e vai no colo da senhora.
Pois, claro. E sabes porque é que a senhora estava numa dessas motinhas? Porque tinha pegado numa criança ao colo e não cabe desses costas.
Exato.
Também há essa. O que é que eu ia dizer? No primeiro dia correu tudo bem. Fiz o meu texto, as pessoas riram, senti que tinha ali algumas coisas para corrigir, mas tudo bem. Há um momento em que eu falo sobre ti, em palco. E estão 4800 pessoas a olhar para mim. No segundo dia, corrigi ali umas coisinhas de texto, acho que correu bastante melhor, acabei com um callback melhor, etc. Nerdice, isso fica para o "Má Ideia". Mas quando eu falo de ti e digo: "Há uma coisa sobre a minha mulher que eu preciso te falar, ela não sabe fazer cocó." Há, para aí, em 4800, 30 pessoas que começam: "Rita, uh!" Eu vou te dizer uma coisa, quando eu entrei em palco, não ouve ninguém dizer: "Guilherme, uh!" Portanto, eu não sei o que é que está a acontecer. Eu gostava de falar diretamente com estas pessoas que estiveram no Super Bock Arena no dia 25 de abril, a ver a minha atuação, depois o Manuel Cardoso e depois o Ricardo Araújo Pereira, mas na minha atuação, que gritam mais por ti do que gritaram por mim.
Pois. Tens feito análises para ver como é que está a tua vitamina D?
Como assim?
É que é difícil viver à minha sombra, eu sei.
Muito bem, não estava nada à espera. As pessoas têm de começar a usar esta. Tens feito análises para saber como é que está a tua vitamina D? É que deve ser chato viver à minha sombra. Foste tu que inventaste, eu nunca tinha ouvido.
Sim, acabei de pensar isso.
Muito bem. Vamos usar isto para divulgar o episódio.
Claro.
Rita, excelente. De repente, uma onda de apoio à Rita da Nova.
Sempre bom saber que tenho ali pelo menos 30 pessoas no Porto que estão silenciosamente a apoiar quando eu vou fazer cocó.
Mas foi impressionante. E eu até fiz assim: "Então, mas o que é isto? Então, mas agora estou aqui a falar e tu estás a bater palmas à minha mulher" e as pessoas: "Uh!" E eu: "Agora era para mim. Depois não queriam que eu fique resengão e um velho mal-disposto". Mas queria só dizer para me deixares fazer a minha vida, está bem?
Está bem.
Pronto.
Está bem.
Posso fazer a minha vida?
Podes.
Pronto. Nenhuma outra coisa a dizer sobre aqui.
Nós nem somos casados, não sei o que é que eu estou a falar de pessoa casada.
Falamos para a semana.
Está bem. Vamos aos e-mails.
Vamos aos e-mails. Qual é o e-mail que tu queres?
O "In Love With a Friend", que é da Raquel Tilo e que está com a Inês Marques Lucas. E by the way, vão ser mais, entretanto, a Raquel Tilo e a Inês Marques Lucas.
Só explicar, nós estamos a dar um nome, não é mesmo o e-mail da Raquel Tilo.
Mas a Raquel Tilo vai mesmo ser mãe.
A Raquel Tilo vai mesmo ser mãe, mas este e-mail não é mesmo dela. Nós estamos só a fazer um paralelismo, já vão perceber.
"Caros terapeutas, adivinhem quem voltou à vossa caixa de entrada? The one and only pessoa muito problemática e desta vez com um novo dilema. Vamos começar pelo very beginning. Em novembro, conheci uma rapariga através de um grupo de amigas. Com o passar dos meses, tornámo-nos muito próximas e foi aqui que a coisa começou a descambar. Descobri que ela é bissexual, tal como eu, apesar de dizer constantemente: 'Aquele rapaz é que é lindo', ou 'o que mais me atrai nos rapazes é o cabelo comprido como nas raparigas'. Até aqui eu não tinha qualquer problema, mas os mixed signals começaram quando passámos a dar as mãos na rua, quando ela me dá beijos na testa ou na bochecha, quando ela diz que já não consegue viver sem mim, sempre que saímos ela quer ficar ao meu lado, inclusive diz muito frequentemente que eu sou o seu suporte emocional. Depois afirma que todos os seus amigos são gays e que por isso são raros os rapazes com quem já esteve envolvida romanticamente. O problema é que ela não tem estas atitudes com mais ninguém. Além disso, várias amigas nossas já nos disseram que parece que estamos num relacionamento pela forma como nos tratamos. Agora digam-me, será que eu interpreto mal os sinais? Am I dreaming? Preciso que me ajudem. Send help. Com grande desespero, aguardo a vossa resposta muito terapêutica. Raquel Tilo."
Eu tenho aqui uma questão que genuinamente não sei como é que se responde e eu gostava que se souberes a resposta, me ajudes.
Eu?
Que é: quando são duas pessoas, é que é especificamente uma amizade feminina. Como é que raparigas bissexuais ou lésbicas distiguem-
Desculpa?
Distinguem.
Tu disseste "distiguem".
É, distiguem. Distiguem amizade. Depois disso, agora estou a gozar. Distingue. Mas o que é gay? Não estás a perceber. Não, isto é outra camada. Distinguem amizade feminina de flerte.
Estás a me perguntar a mim por quê? Sou a Ilga, agora?
Porque eu não tenho amizades femininas, no sentido de eu não sou uma mulher amiga de outra mulher.
Mas eu tenho amizades femininas.
Mas os sinais, os hábitos, o toque.
Tem de ser diferente.
Tem?
Tem.
Então diz isso a esta rapariga, que acha que é tudo igual.
Ou seja, tu quando me vês a mim de mão dada com a Márcia na rua.
Mas tu não és bissexual nem és lésbica.
Ok, mas se me vires.
A minha questão é essa. O que é que é diferente?
Eu não sei, mas tem que ser diferente.
A que grande lésbica é que nós conseguimos ligar neste momento, para perguntar?
É sim. Queres ligar à Inês?
Queres ligar?
Não sei se ela vai atender.
Então, mas tenta ligar.
Tenta tu. Liga aí.
Liga do teu telefone, é mais fácil do teu.
Liga aí. Ok, então espera aí.
É que nós precisamos aqui de um apoio.
Ok, então espera aí, vou ver se ela atende.
Nós precisamos aqui de um apoio. E a resposta é só como é que se distingue amizade feminina. Já ligámos para o PSP, agora vamos ligar-
Espera aí, não sei se ela vai atender.
Põe mais alto.
Sou eu, Bebs. Amiga.
Olá, amiga, bom dia.
Bom dia.
Estás em direto para o "Terapia de Casal".
Ok, estou em direto para o "Terapia de Casal", muito bem. Olá a todos.
Porque nós estamos aqui com uma dúvida. Nós recebemos um e-mail de uma menina que é bissexual.
Tchau, Silvia, parabéns! Uma menina que é bissexual.
Bissexual, exatamente.
Ok.
E ela diz que tem uma amiga agora que também é bissexual e que acha que ela está interessada nela.
Ok.
A pergunta do Gui é: como é que tu distingues uma expressão de amizade feminina versus uma expressão de interesse amoroso?
Não sei se me estás a ouvir. Olá, Inês.
Eu estou a ouvir, amigo. Conta aí.
No sentido em que há imensas coisas que fisicamente podem ser amizade feminina, dar a mão, dar beijinhos, uma proximidade física, uma procura emocional, etc., mas que também pode ser flerte bissexual. Percebes o que eu quero dizer?
É verdade.
Como é que se distingue?
Percebo perfeitamente, e é uma realidade difícil que as pessoas bissexuais enfrentam. Devo desde já mostrar a minha sororidade com esta pessoa, mas também promover a confiança, porque a verdade é que "when you know, you know". E é só isso. A maneira como eu dou a mão à Márcia não é a maneira como eu dou a mão à Margarida.
Era o que eu estava a dizer há bocado.
Sem dúvida nenhuma.
É só que tens que confiar. E é torcer pelo melhor e avançar, porque a única maneira de saber mesmo é perguntar.
Pois, é falar diretamente com a pessoa, não é?
É falar. Agora, dá para confiar um pouquinho na nossa intuição, há alguns sinais. Mas é muito da vibe, é muito do feel. E tens que acreditar que se eu estou a sentir isto, há uma forte possibilidade de não ser absolutamente só amizade. Deixa-me ver se é, e perguntar, porque de outra maneira não há como saber. Porque efetivamente, se já és uma pessoa como eu sou, em que és muito afetuosa com as tuas amigas, pode ser difícil saber.
Pois.
Eu acho que é acreditar, agarrar essa confiança e avançar e perguntar.
Ok, muito bem.
Amiga, muito obrigada.
Eu sabia que ligar para ti...
"The queer community rises once again".
Exatamente. Obrigada, amiga.
Obrigada, amigos, por vocês, pelo vosso serviço. Divirtam-se muito. Mal posso esperar para ouvir este episódio.
Muito obrigada. Um beijinho e bom resto de domingo.
Um grande beijinho cheio de amizade.
Beijinhos.
Tchau.
Pronto, está resolvido. Quando nós não sabemos as respostas, nós ligamos diretamente a especialistas.
Isto é assim, às vezes os psicólogos quando não sabem ajudar, ligam a colegas.
E os mecânicos ligam para outro mecânico e dizem assim: "Tens aí a peça? Não tens a peça. Então ajuda-me aqui, vem cá ver este escapamento".
Mas isto que a Inês está a dizer é verdade, que é: se ela está a sentir que não é só amizade, é porque provavelmente não é só amizade.
Ok. Tens que confiar no teu instinto.
Exatamente.
"Trust your instincts."
"Instincts".
Stitch. Exatamente. Olha, um grande beijinho pra Inês, que nos ajudou aqui.
Obrigada, amiga.
Ouçam o podcast dela, que se chama "No Bad Vibras".
Com a Joana Monteiro.
Com a Joana. Ouçam o podcast delas, que nós gostamos muito, somos muito fãs e já fomos várias vezes nós os dois. terapiadecasalpodcast@gmail.com. Atenção que é terapiadecasalpodcast, tem que escrever mesmo podcast.
Exatamente.
terapiadecasalpodcast@gmail.com. É para onde vocês podem enviar as vossas questões. Hoje só tivemos tempo de ir a um e-mail, mas até ligámos a um especialista, portanto também não se queixem, que nós tivemos aqui um bom trabalho. É para onde vocês podem enviar os vossos e-mails, as vossas questões, as vossas dúvidas, que podem ser relacionais, podem ser de amizade, podem ser de família, podem ser do trabalho. Nós ajudamos com qualquer problema que vocês tenham, desde que seja do foro emocional e existencial. Nós estamos cá para isto. E acho que é isto. Não sei o que é que queres dizer mais.
Eu já disse que sou casada, não quero.
Não queres mais, não é?
Não quero mais. Obrigada.
Eu também só tenho 50% da minha vida para aproveitar, portanto é melhor aproveitar fora daqui. Tchau, até à próxima, até para a semana. Grande beijo.