Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
O termómetro desta quarta-feira é monotemático, não é, Carolina? A família real britânica está aqui em força. Vamos começar pelo frio. Deixa-me adivinhar, no frio está o Príncipe André.
Incrível. Prémio para o Nelson. É verdade. Ainda ontem ele tinha estado no nosso termómetro, mas no quente.
Houve notícias, entretanto.
Mas era aquele quente que queima.
É um calor requentado.
É partir o porquinho. Vai às poupanças.
Talvez não, porque a mãe vai dar uma ajuda.
Quem tem uma mãe, tem tudo.
É verdade, as mães salvam sempre tudo. Segundo o jornal britânico Telegraph, a Rainha irá pagar parte deste valor dos seus fundos privados. O acordo foi negociado ao longo de 10 dias e, além deste valor, fica também acordado que o príncipe não irá a tribunal indiciado pelos crimes de abuso sexual, e também não há admissão de culpa por ele.
Este foi o pormenor que eu achei mais curioso ontem na história que aqui contaram. De facto, ele não admite a culpa. Ele deve ter exigido que ficasse isso no contrato. 14 milhões de euros. Na boa, sem problema. Agora, admitir a culpa, ele não o fez. Vamos continuar atentos no termómetro também a esta história do Príncipe André. Vamos seguir para o morno. No morno do nosso termómetro esta tarde está o Príncipe Carlos, mais um membro da família real britânica.
O irmão mais velho, porque segundo a Sky News avançou esta manhã, a Polícia Metropolitana está a investigar, e passo a citar, "uma tentativa de conceder honras e cidadania a um cidadão saudita ligado à instituição do Príncipe Carlos". A polícia está a investigar com base numa lei que se chama Honours Prevention of Abuses Act de 1925. É uma lei do Parlamento do Reino Unido, criada nesse ano e que torna ilegal a venda de títulos de nobreza ou de outras honras.
Será que temos aí mais um problema para a Rainha depois da resolução do problema do Príncipe André?
Não tem sossego.
Tapa um buraco e aparece outro logo a seguir.
E devia ser um ano de festa, não é?
Sim, do jubileu.
Vamos ver. Segundo um comunicado da polícia, e passo a citar outra vez, "esta decisão segue a análise de uma carta de setembro de 2021. E reportagens da comunicação social sobre este tema". A fundação em causa é a Prince's Trust Foundation, que o Príncipe Carlos fundou em 1986 e que se dedica à educação, e da qual ele, embora sendo o presidente, ela neste momento é gerida por administradores.
Esta família real britânica e as suas fundações dão sempre jeito, não é? O Harry e a Meghan também têm aquela fundação, Archewell, mas ainda não estão a fazer praticamente nada com aquilo.
E o Spotify a pagar.
E o Spotify a pagar grandes contratos. Se bem me recordo, já no ano passado tinha havido problemas precisamente com esta fundação agora do Príncipe Carlos, não é?
Verdade. No ano passado, o chief executive da fundação demitiu-se por estar no centro das alegações. A instituição tem colaborado com a investigação e já esta quarta-feira, Clarence House, que é a residência do Príncipe Carlos, reiterou que o príncipe de Gales não tinha qualquer conhecimento de alegadas ofertas de honras ou cidadania britânica com base em doações para as suas caridades, tal como já tinha dito em setembro do ano passado.
A culpa é do contabilista. Neste caso, outra vez.
Tem de ser de alguém.
Tem de ser de alguém, não vai ser do príncipe. Vamos ao quente do nosso termómetro. Estamos ao contrário, é que costumamos começar com o quente, hoje começamos com o frio, mas no quente, claro, está o maior deles todos, a Rainha de Inglaterra.
É, para fecharmos em bom, fechamos com o quente. Porque desde que se soube que o Príncipe Carlos está infetado com COVID-19, na passada quinta-feira, muito se especulou nos últimos dias sobre a saúde da Rainha. Mas parece que tudo está bem. A Rainha é notícia porque simplesmente continua a seguir com a sua vida.
E assim dá o exemplo também, não só aos súbditos, como ao resto da sua própria família.
Precisamente, Nelson. Nesta terça-feira, Isabel II teve duas audiências por videoconferência, uma com o embaixador da Estónia e outra com o embaixador de Espanha, para ambos se apresentarem perante a Rainha.
Mas Carolina, isso foi à distância. Como é que nós sabemos que a Rainha está mesmo bem?
Fica a dúvida no ar. Mas já esta quarta-feira, a Rainha recebeu no Castelo de Windsor o novo secretário dos Serviços de Defesa e o seu antecessor, e é um vídeo dos convidados a cumprimentarem a monarca. Vê-se que ela está com uma bengala e até diz aos convidados que não se consegue mexer muito bem, mas está muito bem disposta e podemos ficar descansados, porque Isabel II estará em boa saúde.
Não acredito. Será que não é uma atriz?
O Bruno não está convencido. Desde aquele episódio da ida à Lua que tu ficas um bocado desconfiado destas coisas.
Eu desconfio destes vídeos. Deepfakes, meu amigo.
A Rainha é muito rija. Por falar em boa saúde, é aquela competição de sobremesas para o jubileu da Rainha. Isso é que interessa saber.
Olha, ainda bem que recordas esse tema tão relevante.
Sobremesas.
Não era dos pudins?
Era, dos pudins, sim.
Se alguém mandar um pavê de prisco, já ganhou, de certeza.
Já acabaram as inscrições. É que no meio de doenças e acordos e investigações, quase nos esquecemos que o Reino Unido está em busca de uma sobremesa para o jubileu da Rainha e até foi lançado um concurso a todos os residentes no país. As candidaturas já estão fechadas, desde 4 de fevereiro. O júri estará, por esta altura, a aprovar as receitas e na próxima semana vão ser apurados os cinco finalistas do concurso para, a 14 de março, haver uma grande final. Recordo que a sobremesa deverá ser inspirada na vida e obra da Rainha, por isso a expectativa é alta e esperemos que o nível de açúcar também.
Como convém nestas coisas de sobremesas bem açucaradas, é com açúcar. Agora podia dizer em espanhol.
Açúcar Moreno.
Açúcar Moreno. Fechamos o termómetro, o mundo das celebridades, todas as tardes na Rádio Observador, em três temperaturas. Hoje, edição aqui com a Carolina Carvalho. Carolina, obrigada. Até amanhã.
Obrigada.